PRÊMIO REVERÊNCIA 2017

Chegando a sua terceira edição, foi divulgada hoje a lista dos indicados ao Prêmio Reverência 2017. A cerimônia acontecerá no dia 27 de setembro na Grande Sala, da Cidade das Artes (RJ).

(a saber – o Prêmio Reverência é a única premiação a reconhecer o trabalho das produções paulistas e cariocas simultaneamente, com isso, sua cerimônia de entrega se reveza entre as duas cidades.)

Foram avaliados no total 49 espetáculos (estiveram em cartaz entre janeiro de 2016 e julho de 2017), sendo que os jurados escolheram 19 musicais para concorrer em 15 categorias (Direção, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Autor, Cenografia, Iluminação, Figurino, Coreografia, Direção Musical, Design de Som, Especial, Melhor Espetáculo  Melhor Espetáculo – Júri Popular – este último em votação online a partir de 22/08).

Quem saiu na frente no número de indicações foi o musical “My Fair Lady“, que foi reconhecida em 11 categorias, seguida por “Suassuna – O Auto do Reino do Sol“, com 10 indicações (estreia em São Paulo no dia 25 de agosto)

O Prêmio Reverência é uma criação da produtora Antonia Prado em parceria com Rodrigo Rivelino, da AktuellMix. ‘O desejo de fazer o prêmio é antigo. Percebi que temos importantes produtoras e artistas, mas ainda precisamos olhar para o mercado, com todo o potencial que ele possui. Somos o terceiro maior produtor de musicais do mundo e não reconhecemos, como deveríamos, nossos talentos. A ideia do Reverência é dar mais visibilidade ao gênero e garantir a sua perpetuação e crescimento. Precisamos unir forças e por isso é tão importante envolver as duas cidades, analisa Antonia Prado.

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Veja abaixo a lista dos indicados ao Prêmio Reverência 2017

Melhor Direção

Duda Maia por Auê’
João Falcão por Gabriela, Um Musical
Jorge Takla por ‘My Fair Lady
Luis Carlos Vasconcelos por Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Susana Ribeiro por Rent

Melhor Ator

Gabriel Bellas por A Era do Rock
Jarbas Homem de Mello por A Paixão Segundo Nelson
Marcelo Medici por Rocky Horror Show
Marcos Tumura por Forever Young
Nando Pradho por Les Miserables
Paulo Szot por ‘My Fair Lady

Melhor Atriz

Fabi Bang por Wicked
Laila Garin por Gota d’água [a seco]
Myra Ruiz por Wicked
Paula Capovilla por Forever Young
Rebeca Jamir por Suassuna – O Auto do Reino do Sol

Melhor Ator Coadjuvante

Diego Montez por Rent
Fred Silveira por My Fair Lady
Ivan Parente por Les Miserables
Nicola Lama por Rocky Horror Show
Sandro Christopher por My Fair Lady

Melhor Atriz Coadjuvante

Andrezza Massei por Les Miserables
Bruna Guerin por Rocky Horror Show
Giulia Nadruz por ‘Cinderella
Laura Lobo por Les Miserables
Paula Capovilla por Meu Amigo Charlie Brown
Priscila Borges por Rent

Melhor Autor

Bráulio Tavares por Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Diego Fortes por O Grande Sucesso
Duda Maia e Cia Barca dos Corações Partidos por Auê’
Fernanda Maia por Lembro Todo Dia de Você’
Gustavo Gasparani por ‘Gilberto Gil, Aquele Abraço – O Musical

Melhor Coreografia

Alonso Barros por Rocky Horror Show
Alonso Barros por Cinderella
Fabricio Licursi por Gota d’água [a seco]
Jarbas Homem de Mello e Fernando Neves por A Paixão Segundo Nelson
Tania Nardini por My Fair Lady

Melhor Figurino

Carol Lobato por Cinderella
Charles Möeller por Rocky Horror Show
Fabio Namatame por My Fair Lady
Kika Lopes e Heloisa Stockler por Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Simone Mina por Gabriela, Um Musical

Melhor Iluminação

Cesar de Ramires por Gabriela, Um Musical
Maneco Quinderé por Cinderella
Renato Machado por Auê’
Renato Machado por Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Robert Wilson e John Torres por Garrincha

Melhor Cenário

Duda Arruk por A Paixão Segundo Nelson
Kika Lopes por Auê’
Nicolás Boni por My Fair Lady
Rogério Falcão por Cinderella
Sérgio Marimba por Suassuna – O Auto do Reino do Sol

Melhor Design de Som

Gabriel DAngelo por Gota d’água [a seco]
Gabriel DAngelo por Auê’
Gabriel DAngelo por Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Mike Potter por Les Miserables
Tocko Michelazzo por My Fair Lady

Melhor Direção Musical

Alfredo Del-Penho e Beto Lemos por Auê’
Chico Cesar, Alfredo Del-Penho e Beto Lemos por Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Luis Gustavo Petri por My Fair Lady
Nando Duarte por Gilberto Gil, Aquele Abraço – O Musical
Pedro Luís por Gota d’água [a seco]

Categoria Especial

Claudio Botelho pelas versões de Les Miserables
Elenco da Cia. Barca dos Corações Partidos por Suassuna – O Auto do Reino do Sol’ e ‘Auê’
Feliciano San Roman pelo design de perucas de My Fair Lady
Mariana Elisabetsky e Victor Muhlethaler pelas versões de Wicked
Rafa Miranda e Fernanda Maia pelas composições de Lembro Todo Dia de Você’
Tony Luchesi pelos arranjos de 60 Doc Musical

Melhor Espetáculo

Auê’ – Sarau Agência de Cultura Brasileira
Cinderella’ – Fábula Entretenimento
Forever Young’ – Benjamin Produções e Chaim XYZ Produções
Gabriela, Um Musical’ – Tempo Entertainment, Caradiboi Arte e Esporte, em associação com Opus Promoções e quinaMáquina ProduçõesArtísticas 
Gota D’água [a seco]’ – Sarau Agência de Cultura Brasileira
Les Miserables’ – T4F Entretenimento
My Fair Lady’ – Takla Produções Artísticas, EGG Entretenimento e IMM
‘Rocky Horror Show’ – M&B
Suassuna – O Auto do Reino do Sol’ – Sarau Agência de Cultura Brasileira
‘Wicked ‘– T4F Entretenimento

BITUCA – MILTON NASCIMENTO PARA CRIANÇAS

Dando prosseguimento ao projeto “Grandes Músicos Para Pequenos” – uma forma de preservar a memória e apresentar nomes da nossa MPB às crianças, a Arte Entretenimento estreou neste sábado, 05 de agosto, o espetáculo “Bituca – Milton Nascimento Para Crianças“, no Teatro dos Quatro (RJ).

Os primeiros homenageados foram Gonzagão em “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga Para Crianças” e Braguinha em “O Menino das Marchinhas – Braguinha Para Crianças“.

O musical – texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges – mostra a infância do cantor, que ficou órfão aos 2 anos e que foi adotado pelos patrões de sua avó. Com isso, expõe em cena os desafios ao processo de adoção e as dificuldades de ser uma criança negra e ter os pais brancos em uma sociedade tradicional mineira.

O musical é um tributo ao Milton Nascimento, então nos inspiramos em passagens da vida dele, mas também criamos momentos ficcionais para debater temas como adoção, bullying e preconceito racial de maneira lúdica”, explica o diretor Diego Morais. “Também fazemos uma grande homenagem à maternidade e à ampliação dos modelos de família”.

Para acompanhar a história, são interpretadas clássicos de Milton, como “Coração de Estudante”, “Travessia”, “Canção da América”, “Amor de índio”, “Maria Maria”,entre outras.

A obra do Milton sempre me encantou desde muito pequeno. Conhecer mais profundamente a história de vida deste gênio me fez querer levar o amor que transborda de suas melodias e letras para crianças de todas as idades”, acrescenta o dramaturgo e ator Pedro Henrique Lopes. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdos atraentes para as famílias, para aproximar as gerações”.

Para o público paulistano – a Entre Entretenimento, após trazer “Luiz e Nazinha” para uma curta temporada no Teatro J. Safra em final de julho, pretende trazer os musicais sobre Braguinha e Milton no começo do ano que vem. Torcemos!

 

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Bituca – Milton Nascimento Para Crianças
Com Udylê Procópio, Martina Blink, Aline Carrocino, Anna Paula Black, Marina Mota e Pedro Henrique Lopes.
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea, Rio de Janeiro.
Duração 55 minutos
05 até 27/08
Sábado e Domingo – 17h
$60
Classificação Livre

CAMA DE GATO

O drama “Cama de gato”, escrito por Max Mendes e dirigido por Marcello Gonçalves e Marcelo Dias, estreia dia 10 de agosto na Sala Baden Powell, Copacabana, zona sul carioca.

Montagem estrelada pelos atores Fabrício Portela, Fernando Dolabella, Felipe Freitas, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Tiago Homci, Thiago Tenório, e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz às  quintas e sextas-feiras, às 22h30, até dia 1º de setembro.

A peça conta a história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e  amor. “Cama de gato” fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

Observo que cada vez mais estamos nos tratando como coisas, que são descartáveis, rotuladas, comercializadas e julgadas. Escrevi esse texto para nos enxergarmos como gente. Gente que se forma na diferença, que tem sentimentos diversos e deve ser respeitada. A intolerância, a homofobia, os assassinatos e  a discriminação contra gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros se tornaram assustadores. Não devemos alimentar o ódio.” diz Max Mendes.

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Cama de Gato
Com Fabrício Portela, Fernando Dolabella, Felipe Freitas, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Thiago Tenório, Tiago Homci, e a DJ Cacá Werneck.
Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Srª de Copacabana, 360 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 80 minutos
10/08 até 01/09
Quinta e Sexta – 22h30
$40
Classificação 16 anos

MISSA PARA CLARICE – UM ESPETÁCULO SOBRE O HOMEM E SEU DEUS (RIO DE JANEIRO)

Depois de bem-sucedida trajetória de um ano de apresentações ininterruptas, passando por mais de 15 teatros pelo Brasil e arrebanhando plateias de todo o Brasil com seu belíssimo e comovente ritual, ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE – UM ESPETÁCULO SOBRE O HOMEM E SEU DEUS, retorna ao Rio de Janeiro  no Teatro Glauce Rocha, no Rio. Criado e dirigido por Eduardo Wotzik, e contando com Cristina Rudolph, Natally do Ó e o próprio Eduardo em seu elenco, o espetáculo fica em cartaz no Centro da cidade, de quarta a domingo, sempre às 19h.

“Estudo Para Missa para Clarice” – Um espetáculo sobre o Homem e seu Deus, se transformou em um daqueles espetáculos necessários. “Missa Para Clarice” nos ajuda a nos lembrarmos que somos humanos. E cumpre com louvor a função do Teatro. Todo dia uma catarse. Uma catarse apolínea, meditativa, que costura para dentro, como queria Clarice. É lindo ver as pessoas durante o espetáculo se aproximando de si mesmas.

ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE traz um arauto e duas beatas claricianas que organizam, professam e processam as palavras de Clarice e recebem os espectadores. Assim como acontece nos templos religiosos, seguindo um missal (que também terá uma versão em braile), o público senta, levanta, reza, canta, respira junto, como num ritual. Em formato de missa, a montagem une o espaço físico do Teatro e todo o seu poder de encantamento, ao poder da palavra transformando o teatro num templo de reflexão.

Sagrada Clarice

É preciso dizer não à estupidificação, e sobreviver à miséria intelectual e espiritual a que estão nos submetendo. Nosso espaço artístico tem sido usado como passatempo ou entretenimento, em um verdadeiro desperdício de tempo, dinheiro e HD. Clarice Lispector usava uma expressão: “Use-se”. Complemento com o não “desperdice-se”, provoca o diretor. “A arte é o melhor remédio para o ser humano: ela nos ajuda a suportar a vida, a consciência da finitude e as doenças. Arte e religião são dois sistemas muito bem bolados pela humanidade, e, enquanto existirmos, lá estarão eles. ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE une esses dois sistemas num mesmo espetáculo e, as temporadas passadas, nos mostraram uma bela comunhão entre a palavra de Clarice, a cena, a música de Gorécki e o público”.

“Missa Para Clarice”, é um espetáculo reflexivo e divertido. Sem duvida, uma missa como você jamais viu.

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Missa para Clarice
Com Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik.
Teatro Glauce Rocha (Avenida Rio Branco 179, Centro – Rio de Janeiro)
Duração 80 minutos
08/02 até 02/04
Quarta, Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Da obra de Clarice Lispector.
Edição e Texto final: Eduardo Wotzik
Direção de Arte: Analu Prestes
Iluminação: Fernanda Mantovani
Direção Artística Geral: Eduardo Wotzik
Direção de Produção: Jessica Leite e Michele Fontaine
Produção Executiva e Administração: Luana Manuel
Realização: Wotzik Produções Artísticas Ltda.
Assessoria de Imprensa: Aline Salcedo

 

 

DIAS PERFEITOS

Scott Turow, um dos autores policiais de maior prestígio no mundo, disse que Raphael está “entre os mais brilhantes ficcionistas jovens” da atualidade. “Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial.” Seu segundo livro, Dias perfeitos, cuja adaptação e tradução de César Baptista estreia no palco do Teatro Candido Mendes dia 3 de março para curta temporada.

Nesse suspense, Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia, conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez.

Dias perfeitos tem clima sombrio e claustrofóbico, personagens em tensão permanente e diálogos afiados. Angustiante e repleto de reviravoltas, a montagem é uma história de amor obsessivo e paranoico que consolida Raphael Montes como uma das mais gratas surpresas da literatura brasileira.

Com sessões sexta e Sábado, ás 20h30 e domingo, ás 19h30, a temporada segue até o dia 30 de abril.

Raphael Montes está entre os mais brilhantes ficcionistas jovens que conheço. Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial.” – Scott Turow.

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Dias Perfeitos
Com Dani Brescianini, Helio Souto Jobim, Arno Afonso, Leonardo Vasconcelos e Virgínia Castellões
Teatro Cândido Mendes (R. Joana Angélica, 63 – Ipanema, Rio de Janeiro)
Duração 100 minutos
03/03 até 30/04
Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h30
$ 50
Classificação 16 anos
 
Romance original: Raphael Montes
Direção e adaptação: César Baptista
Assistentes de Direção: Diogo Pasquim e Leonardo Vasconcelos
Iluminação: Edson FM
Fotos: Marco Furlan
Cenário e Figurino: Igor Alexandre Martins
Trilha Sonora: César Baptista
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Instagram: @espetaculodiasperfeitos

 

MILTON NASCIMENTO – NADA SERÁ COMO ANTES

O musical “Milton Nascimento – Nada será como Antes” encerra sua temporada, após quatro anos de sucesso e de ter se apresentado para mais de 300 mil espectadores, com duas sessões gratuitas e ao ar livre.

O espetáculo, uma produção Möeller & Botelho e patrocínio REDE, despede-se com uma apresentação no dia 03 de dezembro na Praça Mauá (Rio de Janeiro) e no dia 10 de dezembro no Memorial da América Latina (São Paulo).

No palco, um grupo de treze artistas dá voz a temas fundamentais da música de Milton Nascimento, como amor, amizade, criação artística, negritude, brasilidade e solidão. “Não há uma divisão entre orquestra e atores: todos são uma única voz a serviço da brilhante obra musical de nosso homenageado”, explica Charles Möeller.

O cenário, de Rogério Falcão, remete a uma tradicional casa mineira e os figurinos, assinados por Charles Möeller, tem um ar de ‘roupa vivida’, como se tivessem saído de um antigo baú.

A simplicidade dá o tom: “Milton fala de temas fundamentais com um despojamento sem igual. É universal ao falar de Minas Gerais e do seu universo particular de amigos e artistas. A ideia central do musical é colocar os atores como se fizessem parte de um grupo antigo, uma espécie de ‘clube da esquina’ que ficou esquecido no interior”, resume Möeller.

O roteiro do musical se divide em quatro atos correspondentes às estações do ano. Enquanto composições que remetem a um solar imaginário interiorano (‘Bola de Meia, Bola de Gude’, ‘Aqui é o País do Futebol’) compõem o Verão, ‘A Cigarra’, ‘Um Girassol da Cor do seu Cabelo’ e ‘Nuvem Cigana’ dão colorido à Primavera. Clássicos que atravessaram gerações (‘Cais’, ‘Caçador de Mim’, ‘Encontros e Despedidas’ e ‘Faca Amolada’) moldam o Outono e continuam pelo Inverno, com ‘Nada Será como Antes’ e ‘O que foi Feito Devera’.

Milton Nascimento – Nada será como Antes
Com Bruno Tessele, Cássia Raquel, Estrela Blanco, Jules Vandystadt, Lui Coimbra, Malu Rodrigues, Marya Bravo, Pedro Aune, Pedro Sol, Rodrigo Cirne, Sérgio Dalcin, Tony Lucchesi e Whatson Cardozo
 
03/12
Sábado – 20h
Praça Mauá (Rio de Janeiro)
10/12
Sábado – 20h
Memorial da América Latina (São Paulo)
Entrada gratuita
Classificação livre
 
Criação e direção – Charles Möeller & Claudio Botelho
Arranjos musicais – Délia Fischer
Arranjos musicais adicionais – Tony Lucchesi
Arranjos vocais = Jules Vandystadt
Cenografia – Rogério Falcão
Figurinos – Charles Möeller
Iluminação – Paulo Cesar Medeiros
Design de som – Marcelo Claret
Coordenação artística – Tina Salles
Direção musical – Claudio Botelho
Direção – Charles Möeller
Assessoria de Imprensa – Factoria Comunicação
Patrocínio – REDE

 

50 ANOS DE MPB – A ERA DOS FESTIVAIS

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” celebra o repertório que marcou a geração dos anos 1960, quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros.

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, a mostra leva ao palco Soraya Ravenle, a primeira-dama dos musicais brasileiros, revivendo o áureo nascimento da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais.

O show, marcado para o dia 23 de novembro, às 21h, no Theatro Net Rio,  revelará a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.

No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas TVs Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. Soraya Ravenle, por sua vez, se vale não somente do talento vocal, mas também da maestria cênica para “passear” pelas intérpretes da MPB dos anos 1960, como Elis Regina, Gal Costa e Maria Alcina.

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” revela como as letras e melodias desse repertório calam fundo na alma das pessoas, pois são constituintes de nossa identidade cultural. Ao provocar emoção, também evocam diálogo – um diálogo de gerações, pois os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

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50 anos de MPB – a era dos festivais
Com Soraya Ravenle
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro).
Duração 60 minutos
23/11
Quarta – 21h
$40/$100
Classificação: 12 anos.