MISSA PARA CLARICE – UM ESPETÁCULO SOBRE O HOMEM E SEU DEUS (RIO DE JANEIRO)

Depois de bem-sucedida trajetória de um ano de apresentações ininterruptas, passando por mais de 15 teatros pelo Brasil e arrebanhando plateias de todo o Brasil com seu belíssimo e comovente ritual, ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE – UM ESPETÁCULO SOBRE O HOMEM E SEU DEUS, retorna ao Rio de Janeiro  no Teatro Glauce Rocha, no Rio. Criado e dirigido por Eduardo Wotzik, e contando com Cristina Rudolph, Natally do Ó e o próprio Eduardo em seu elenco, o espetáculo fica em cartaz no Centro da cidade, de quarta a domingo, sempre às 19h.

“Estudo Para Missa para Clarice” – Um espetáculo sobre o Homem e seu Deus, se transformou em um daqueles espetáculos necessários. “Missa Para Clarice” nos ajuda a nos lembrarmos que somos humanos. E cumpre com louvor a função do Teatro. Todo dia uma catarse. Uma catarse apolínea, meditativa, que costura para dentro, como queria Clarice. É lindo ver as pessoas durante o espetáculo se aproximando de si mesmas.

ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE traz um arauto e duas beatas claricianas que organizam, professam e processam as palavras de Clarice e recebem os espectadores. Assim como acontece nos templos religiosos, seguindo um missal (que também terá uma versão em braile), o público senta, levanta, reza, canta, respira junto, como num ritual. Em formato de missa, a montagem une o espaço físico do Teatro e todo o seu poder de encantamento, ao poder da palavra transformando o teatro num templo de reflexão.

Sagrada Clarice

É preciso dizer não à estupidificação, e sobreviver à miséria intelectual e espiritual a que estão nos submetendo. Nosso espaço artístico tem sido usado como passatempo ou entretenimento, em um verdadeiro desperdício de tempo, dinheiro e HD. Clarice Lispector usava uma expressão: “Use-se”. Complemento com o não “desperdice-se”, provoca o diretor. “A arte é o melhor remédio para o ser humano: ela nos ajuda a suportar a vida, a consciência da finitude e as doenças. Arte e religião são dois sistemas muito bem bolados pela humanidade, e, enquanto existirmos, lá estarão eles. ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE une esses dois sistemas num mesmo espetáculo e, as temporadas passadas, nos mostraram uma bela comunhão entre a palavra de Clarice, a cena, a música de Gorécki e o público”.

“Missa Para Clarice”, é um espetáculo reflexivo e divertido. Sem duvida, uma missa como você jamais viu.

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Missa para Clarice
Com Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik.
Teatro Glauce Rocha (Avenida Rio Branco 179, Centro – Rio de Janeiro)
Duração 80 minutos
08/02 até 02/04
Quarta, Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Da obra de Clarice Lispector.
Edição e Texto final: Eduardo Wotzik
Direção de Arte: Analu Prestes
Iluminação: Fernanda Mantovani
Direção Artística Geral: Eduardo Wotzik
Direção de Produção: Jessica Leite e Michele Fontaine
Produção Executiva e Administração: Luana Manuel
Realização: Wotzik Produções Artísticas Ltda.
Assessoria de Imprensa: Aline Salcedo

 

 

DIAS PERFEITOS

Scott Turow, um dos autores policiais de maior prestígio no mundo, disse que Raphael está “entre os mais brilhantes ficcionistas jovens” da atualidade. “Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial.” Seu segundo livro, Dias perfeitos, cuja adaptação e tradução de César Baptista estreia no palco do Teatro Candido Mendes dia 3 de março para curta temporada.

Nesse suspense, Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia, conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez.

Dias perfeitos tem clima sombrio e claustrofóbico, personagens em tensão permanente e diálogos afiados. Angustiante e repleto de reviravoltas, a montagem é uma história de amor obsessivo e paranoico que consolida Raphael Montes como uma das mais gratas surpresas da literatura brasileira.

Com sessões sexta e Sábado, ás 20h30 e domingo, ás 19h30, a temporada segue até o dia 30 de abril.

Raphael Montes está entre os mais brilhantes ficcionistas jovens que conheço. Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial.” – Scott Turow.

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Dias Perfeitos
Com Dani Brescianini, Helio Souto Jobim, Arno Afonso, Leonardo Vasconcelos e Virgínia Castellões
Teatro Cândido Mendes (R. Joana Angélica, 63 – Ipanema, Rio de Janeiro)
Duração 100 minutos
03/03 até 30/04
Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h30
$ 50
Classificação 16 anos
 
Romance original: Raphael Montes
Direção e adaptação: César Baptista
Assistentes de Direção: Diogo Pasquim e Leonardo Vasconcelos
Iluminação: Edson FM
Fotos: Marco Furlan
Cenário e Figurino: Igor Alexandre Martins
Trilha Sonora: César Baptista
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Instagram: @espetaculodiasperfeitos

 

MILTON NASCIMENTO – NADA SERÁ COMO ANTES

O musical “Milton Nascimento – Nada será como Antes” encerra sua temporada, após quatro anos de sucesso e de ter se apresentado para mais de 300 mil espectadores, com duas sessões gratuitas e ao ar livre.

O espetáculo, uma produção Möeller & Botelho e patrocínio REDE, despede-se com uma apresentação no dia 03 de dezembro na Praça Mauá (Rio de Janeiro) e no dia 10 de dezembro no Memorial da América Latina (São Paulo).

No palco, um grupo de treze artistas dá voz a temas fundamentais da música de Milton Nascimento, como amor, amizade, criação artística, negritude, brasilidade e solidão. “Não há uma divisão entre orquestra e atores: todos são uma única voz a serviço da brilhante obra musical de nosso homenageado”, explica Charles Möeller.

O cenário, de Rogério Falcão, remete a uma tradicional casa mineira e os figurinos, assinados por Charles Möeller, tem um ar de ‘roupa vivida’, como se tivessem saído de um antigo baú.

A simplicidade dá o tom: “Milton fala de temas fundamentais com um despojamento sem igual. É universal ao falar de Minas Gerais e do seu universo particular de amigos e artistas. A ideia central do musical é colocar os atores como se fizessem parte de um grupo antigo, uma espécie de ‘clube da esquina’ que ficou esquecido no interior”, resume Möeller.

O roteiro do musical se divide em quatro atos correspondentes às estações do ano. Enquanto composições que remetem a um solar imaginário interiorano (‘Bola de Meia, Bola de Gude’, ‘Aqui é o País do Futebol’) compõem o Verão, ‘A Cigarra’, ‘Um Girassol da Cor do seu Cabelo’ e ‘Nuvem Cigana’ dão colorido à Primavera. Clássicos que atravessaram gerações (‘Cais’, ‘Caçador de Mim’, ‘Encontros e Despedidas’ e ‘Faca Amolada’) moldam o Outono e continuam pelo Inverno, com ‘Nada Será como Antes’ e ‘O que foi Feito Devera’.

Milton Nascimento – Nada será como Antes
Com Bruno Tessele, Cássia Raquel, Estrela Blanco, Jules Vandystadt, Lui Coimbra, Malu Rodrigues, Marya Bravo, Pedro Aune, Pedro Sol, Rodrigo Cirne, Sérgio Dalcin, Tony Lucchesi e Whatson Cardozo
 
03/12
Sábado – 20h
Praça Mauá (Rio de Janeiro)
10/12
Sábado – 20h
Memorial da América Latina (São Paulo)
Entrada gratuita
Classificação livre
 
Criação e direção – Charles Möeller & Claudio Botelho
Arranjos musicais – Délia Fischer
Arranjos musicais adicionais – Tony Lucchesi
Arranjos vocais = Jules Vandystadt
Cenografia – Rogério Falcão
Figurinos – Charles Möeller
Iluminação – Paulo Cesar Medeiros
Design de som – Marcelo Claret
Coordenação artística – Tina Salles
Direção musical – Claudio Botelho
Direção – Charles Möeller
Assessoria de Imprensa – Factoria Comunicação
Patrocínio – REDE

 

50 ANOS DE MPB – A ERA DOS FESTIVAIS

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” celebra o repertório que marcou a geração dos anos 1960, quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros.

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, a mostra leva ao palco Soraya Ravenle, a primeira-dama dos musicais brasileiros, revivendo o áureo nascimento da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais.

O show, marcado para o dia 23 de novembro, às 21h, no Theatro Net Rio,  revelará a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.

No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas TVs Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. Soraya Ravenle, por sua vez, se vale não somente do talento vocal, mas também da maestria cênica para “passear” pelas intérpretes da MPB dos anos 1960, como Elis Regina, Gal Costa e Maria Alcina.

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” revela como as letras e melodias desse repertório calam fundo na alma das pessoas, pois são constituintes de nossa identidade cultural. Ao provocar emoção, também evocam diálogo – um diálogo de gerações, pois os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

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50 anos de MPB – a era dos festivais
Com Soraya Ravenle
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro).
Duração 60 minutos
23/11
Quarta – 21h
$40/$100
Classificação: 12 anos.

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL (RIO DE JANEIRO)

Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” do documentário musical “60! Década de Arromba”, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer e que chega aos palcos no próximo dia 1º de dezembro. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira o amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” fica em cartaz quinta e sexta às 21h, sábado às 18h30 e 21h30 e domingo às 20h, até o dia 18 de dezembro, no Theatro Net Rio.

O espetáculo inicia com um prólogo em 1922 contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir daí a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

Se hoje em dia a discussão em torno do empoderamento feminino está em alta, já em 1960 mulheres marcaram época com frases que deram o que falar. “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher” afirmava a escritora francesa Simone de Beauvoir. Marilyn Monroe fazia sucesso e bradava “mulheres comportadas raramente fazem história”.  Aqui no Brasil, mulheres como Leila Diniz também não ficavam atrás com atitudes e frases que marcaram história, como: “Na minha cama deita quem eu quiser”.

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

Fiquei muito emocionada em receber esta homenagem justamente quando a Jovem Guarda completa 50 anos. Ainda mais estreando neste palco, onde fiz shows memoráveis como ‘Maravilha’ e ‘Feito Gente’. Nunca havia imaginado integrar um grande musical”, diz Wanderléa.

Produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui, “60! Década de Arromba” é uma superprodução com 20 cenários, 10 toneladas de material cênico e mais de 300 figurinos, e além dos 24 atores,conta também com uma orquestra de 10 músicos.

Escrever um doc. Musical foi começar do zero. Definimos que não seria biográfico e não seria ficcional, sem dramaturgia clássica. Tudo que está em cena se originou do documental, do fato, da história real. Não há personagens definidos, o elenco em cena são todas as pessoas que viveram aquela época. As músicas cantadas na cronologia em que foram lançadas e fizeram sucesso. O espectador acompanha a narrativa do espetáculo ano a ano, relembra sua história e descobre novos acontecimentos”, conta o autor Marcos Nauer.

Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mistura humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine,  I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma verdadeira viagem no tempo!

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60! Década de Arromba – Doc. Musical
Com Wanderléa, Amanda Döring, Analu Pimenta, André Sigom, Bel Lima, Cássia Raquel, Deborah Marins, Erika Affonso, Fabiana Tolentino, Giu Mallen, Jadde Flores, Jullie, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Marcelo Ferrari, Mateus Ribeiro, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossato, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin e Tauã Delmiro
Theatro NET Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana, Rio de Janeiro)
01/12/16 até 25/03
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h30 e 21h30; Domingo – 18h
$50/$180
Classificação 12 anos
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Dani Sanchez
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Designer de Som: Talita Kuroda
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtores Associados: Tadeu Aguiar e Eduardo Bark
Produtor Executivo: Leandro Bispo
Produtor Assistente: Allan Fernando
Estagiária de Produção: Joelma di Paula
Diretor Executivo: Léo Delgado
Gerente de Marketing: Mauricio Tavares
Direção de Arte: Barbara Lana
Assistente de direção musical: Alexandre Queiroz
Figurinista Assistente: Teresa Abreu
Estagiária de Figurinista: Tayane Zille
Estagiária de Figurinista:Jemima Oliveira
Estagiária de Figurinista:Gabriela Silva Fernandes
Coreógrafa Assistente:Clara Costa
Dance Captain: Rodrigo Morura
Cenógrafa Assistente:Marieta Spada
Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro
Camarins: Vivi Rocha
Assessoria de Imprensa: Minas de Idéias

AMERICAN IDIOT

A produção brasileira de “American Idiot” já tem o seu protagonista. O músico Di Ferrero, vocalista da banda NX Zero e jurado do programa X Factor (Band), interpretará “”St. Jimmy“. Na Broadway, Billie Joe Armstrong, vocalista e guitarrista do Green Day, também deu vida ao protagonista em algumas sessões do musical, junto com Tré Cool Mike Dirnt, também integrantes do Green Day (fonte – Mônica Bergamo, Folha de São Paulo).

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A direção é de Mauro Mendonça Filho, que também participa da produção junto com Renata Borges, da Fabula Entretenimento, que trouxe neste ano a montagem “Cinderella, o Musical – Rodgers & Hammerstein“.

Além de Di Ferrero, o elenco conta com atores de peso do teatro musical brasileiro:

A versão do musical para o português conta com o trabalho da dupla Bianca Tadini e Luciano Andrey (vencedores do Prêmio Bibi Ferreira pela versão de “Mudança de Hábito”)

O espetáculo estreou em 2010 na Broadway, inspirado no álbum homônimo da banda norte americana Green Day, e tem previsão de estreia, primeiramente no Rio de Janeiro, em janeiro de 2017.

American Idiot” é uma ópera rock que fala sobre a desilusão e falta de rumo da juventude do tempo do 11 de setembro. É a história de três jovens (Johnny, Will e Tunny) descontentes que querem fugir do seu estilo de vida suburbana. Johnny e Tunny vão para a cidade para correr atrás dos seus sonhos, enquanto Will fica para poder resolver o relacionamento com a namorada que ficou grávida. Na cidade, ambos percebem que ela não é a solução completa para suas vidas. Johnny cai no vício das drogas e Tunny alista-se no exército, vai para a guerra, de onde volta sem uma perna.

Abaixo a apresentação do elenco de “American Idiot” durante a premição do Tony em 2010, quando ganharam os prêmios por Melhor Design Cênico de Musical – Christine Jones, e Melhor Design de Ilumunação de Musical  – Kevin Adams.

 

ZENÓBBIA – A SECRETÁRIA DO PRESIDENTE (RIO DE JANEIRO)

O Teatro Municipal Café Pequeno apresenta a partir de nove de novembro, a comédia “Zenóbbia – a Secretária do presidente” cujo texto de Marcelo Aoiula e Lígia Ferreira, irmã de Bibi Ferreira,  teve montagens clássicas nos anos 90, nos tempos em que o Brasil passava por maus bocados na nos cenários político e  econômico.

Considerando a atual situação política brasileira, a montagem ganha agora uma nova adaptação, bastante humorada, com um contexto bem similar ao que é noticiado acerca dos escândalos políticos e denúncias que envolvem grandes empresas e membros do governo.

Em cena, Fran Rorato, Nando Moretzsohn e Rodrigo Correa dão vida a 11 personagens que contam a história de Zenóbbia, secretária de confiança, de um funcionário do alto escalão de uma multinacional. Ela chega ao escritório e lê nos jornais uma reportagem acusando a empresa em que trabalha de superfaturamento de verbas; por causa desses desvios, todos os empregados estão sendo investigados numa Operação da Polícia Federal.

Ela se vê em um dilema: entregar o chefe para a Polícia Federal ou salvar o emprego de todos que trabalham na empresa? Para complicar ainda mais a balança de decisão, Zenóbbia traz à tona um momento no passado em que era apaixonada pelo chefe e ele a rejeitou, casando-se com outra. A trama conta ainda com um jornalista infiltrado na empresa, que tentará forçá-la a contar detalhes do que sabe e descobrir mais sobre a rotina da organização.

A direção fica por conta de Rogério Passos, considerado um dos melhores diretores de comédia da televisão brasileira, e diretor de algumas novelas e séries da Record e também da segunda temporada de “Tudo Pela Audiência”, de Fábio Porchat e Tatá Werneck, no Multishow.

Produzida pela Dots – Projetos Culturais, e coprodução da Arrastão de Ideias, a peça promete uma grande interação com a plateia e intérprete de Libras para que deficientes auditivos possam acompanhar esse imperdível espetáculo que cumpre temporada até dia 24 de novembro, sempre as quartas e quintas-feiras, 20h30.

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Zenóbbia – a secretária do presidente
Com Fran Rorato, Nando Moretzsohn e Rodrigo Correa
Teatro Municipal Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon, Rio de Janeiro)
Duração 60 minutos
09 até 24/11
Quarta e Quinta – 20h30
$40
Classificação 14 anos
 
Texto: Marcelo Aouila e Lígia Ferreira
Direção: Rogério Passos
Iluminação: Genilson Barbosa
Fotos: Vinicius Mochizuki
Designer Gráfico: Fabio Nobrega
Figurino: Filomena Mancuzo
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Assistente de produção: Marcela Rosário
Produção Executiva: Dots Projetos Culturais
Co-Produção: Arrastão de Ideias