DA AUDIÇÃO À PRÁTICA DE MONTAGEM

Atendendo a (muitos) pedidos, o curso prático de Teatro Musical com o diretor Charles MoellerDa Audição à Prática de Montagem estará de volta a partir de 24 de outubro, desta vez no Teatro do Leblon!

As aulas ocorrerão às terças e quintas, em dois horários diferentes:
* Módulo I: 14h às 17h
* Módulo II: 18h às 21h
Total: 16 aulas

Inscrições: 02 a 23 de outubro, de 13h às 20h (Segunda a Sexta)

Para mais informações, dúvidas e inscrições, escreva para  cursos@moellerbotelho.com.brcursos@moellerbotelho.com.br ou ligue para 2529-7700 (13 às 20h) e/ou (21) 99525-9629.

* Voltado para estudantes, atores, técnicos e apaixonados por Teatro Musical.

ARTE-POST---CURSO-MB-final.jpg

EU NÃO POSSO LEMBRAR QUE TE AMEI – DALVA & HERIVELTO (Rio de Janeiro)

Depois das temporadas no Theatro NET Rio e no Imperator, com 10.000 espectadores, a montagem Eu não posso lembrar que te amei – Dalva & Herivelto, com Sylvia Massari e Tadeu Aguiar e texto de Artur Xexéo, se despede do Rio de Janeiro com as apresentações na Cidade das Artes, dias 14 a 15 de outubro de 2017, sábado e domingo, sob direção de Tadeu Aguiar.

Em seguida às sessões na Barra da Tijuca, o espetáculo segue para Teresópolis, Petrópolis, São Gonçalo e Nova Iguaçu [circuito SESC].

A montagem é uma celebração ao centenário de Dalva de Oliveira, nascida em Rio Claro, São Paulo, em 1917.

O espetáculo usa o repertório de Dalva [1917-1972] e Herivelto Martins [1912-1992] para narrar a trajetória dos dois, do tempo do Trio de Ouro, nas décadas de 1930 e 40, quando eram casados, ao famoso duelo musical, no começo dos anos 1950, que marcou a carreira do casal, depois que ele se desfez.

Sylvia e Tadeu contam e cantam essa história cheia de paixão, ilustrada com alguns dos maiores sucessos da música brasileira – “Ave Maria do Morro”, “Tudo acabado”, “Errei, sim”, “Caminhemos”, “Bandeira Branca”, totalizando 24 canções, acompanhados por Tony Lucchesi [diretor musical da encenação] / Tarantilio Costa – piano e regência [eles revezam], Thais Ferreira – violoncelo  e Léo Bandeira – bateria e metalofone.

Na primeira parte da peça, a do encontro dos dois, o repertório é o de sucessos do Trio de Ouro, grupo vocal que Dalva e Herivelto formaram com Nilo Chagas: “Praça Onze”, “Ave Maria do Morro”, “Segredo” e outros. Na segunda parte, a da separação, a seleção é quase toda formada pela famosa polêmica travada pelos dois: “Tudo Acabado”, “Que Será”, “”Errei Sim” e outras.

Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei – Dalva&Herivelto
Com Sylvia Massari e Tadeu Aguiar
Cidade das Artes – Grande Sala (Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Duração 70 minutos
14 e 15/10
Sábado – 21h, Domingo – 18h
$50/$100
Classificação etária: 10 anos

 

 

AMALUNA (Fotos do Dress Rehearsal)

Em uma ilha – Amaluna – onde vivem somente mulheres e deusas, a princesa Miranda vai comemorar sua passagem para a idade adulta. Durante a celebração, uma tempestade acontece e traz um grupo de jovens para a ilha. A princesa se apaixona por um bravo pretendente. Os dois terão que passar por uma série de desafios para provarem que poderão ficar juntos.

Veja as fotos da sessão de dress rehearsal, um dia antes da estreia para o público.
(crédito fotos – Andy Santana)

Amaluna
com Cirque du Soleil
Duração 130 minutos
$250/$450
Classificação Livre

05/10 até 17/12
Parque Villa Lobos (Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Terça, Quarta, Quinta, Sexta – 21h; Sábado – 17h30 e 21h; Domingo – 16h e 19h30
Classificação Livre

28/12 até 21/01
Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/n – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Terça, Quarta, Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 16h30 e 20h, Domingo – 16h e 19h30

JAZZIN’ MINAS (Rio de Janeiro)

Os músicos Eduardo Braga, Fernando Pereira, João Braga e Paulo Emmery apresentam o show “Jazzin’ Minas” dia 13 de outubro, 22h30, no Beco das Garrafas, em Copacabana. Sempre com participações especiais – incluindo amigos “sócios” do famoso Clube – e misturando no tempero musical elementos do pop e do funk, o show traz no repertório tanto faixas que já se tornaram standards como Vera Cruz, Beijo Partido, Tarde, Nascente e Canção do Sal quanto abordagens jazzísticas inéditas de sucessos como Clube da Esquina no. 2, Diana, Sonho Real, O Trem Azul e Certas Canções ou de temas menos conhecidos – mas nem por isso menos apreciados – como Novena, Vidro e Corte, Morro Velho e Cravo e Canela.

O encontro alia a afinidade e admiração pelos clássicos eternos de Milton, Toninho Horta, Lô Borges e cia. à paixão ao jazz, num encontro entre a voz premiada de Eduardo Braga e a experiência e explosão criativa de expoentes da música instrumental, em arranjos que privilegiam a improvisação e a liberdade do jazz sem perder de vista o lirismo da música de Minas.

Jazzin’ Minas
Com Eduardo Braga, Paulo Emmery, Fernando Pereira e João Braga
Bottle’s Bar – Beco das Garrafas (Rua Duvivier, 37 – J, K, L – Copacabana, Rio de Janeiro)
13/10
Sexta – 22h30
$40
Classificação livre

CHACRINHA, O MUSICAL

Grande sucesso dos palcos em todo o país desde 2014, “Chacrinha, o musical” volta ao Rio de Janeiro, em curta temporada, em homenagem ao centenário de Abelardo Barbosa. O espetáculo marcou a volta de Stepan Nercessian ao teatro, emocionando com sua interpretação do velho guerreiro. Em cena, personagens emblemáticos do Cassino, como Russo, Elke Maravilha, Pedro de Lara, Boni e, claro, as Chacretes. Produzido pela Aventura Entretenimento, com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o musical conta com direção de Andrucha Waddington. “Chacrinha, o musical” reestreia dia 28 de setembro, no Teatro Riachuelo Rio.

Comandante de extravagantes concursos de calouros, responsável por revelar grandes nomes da música nacional e inventor de bordões infames, o apresentador completaria 100 anos em 2017. Para homenageá-lo, “Chacrinha, o musical” passará também pelas cidades de Ribeirão Preto (Centro de Eventos do Ribeirão Shopping), Recife (Teatro Guararapes), Campinas e Belo Horizonte (Cine Theatro Brasil).

A montagem é assinada pela Aventura Entretenimento e já foi assistida por mais de 2 milhões de pessoas no teatro e na exibição do espetáculo no Canal VIVA. As temporadas contaram com a participação especial de artistas que batiam ponto nos programas do Chacrinha, como Xuxa, Fábio Jr, Paulo Ricardo, Biafra e Wanderléa. Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o espetáculo marca a primeira direção teatral de Andrucha Waddington. Com apresentação do Grupo Bradesco Seguros, “Chacrinha, o musical” tem patrocínio da Riachuelo e Avianca como transportadora oficial.

O espetáculo acompanha a trajetória do apresentador desde sua infância em Surubim, Pernambuco, até o auge da carreira na TV Globo, comandando o programa de auditório “Cassino do Chacrinha”, com espaço para as rebolativas chacretes, os trocadilhos infames, buzinadas e troféu abacaxi. Dois atores dão vida ao protagonista: Stepan Nercessian interpreta o Chacrinha consagrado no rádio e na TV, enquanto Thiago Marinho incorpora o jovem Abelardo Barbosa. Aos 63 anos, Nercessian retornou aos palcos depois de mais de 10 anos sem trabalhar no teatro. “Eu sempre disse que só voltaria se fosse para participar de um projeto muito especial. É uma atividade que requer muita dedicação, esforço e disciplina. Falei desde o início que não sou um imitador. O Chacrinha aconteceu naturalmente“, explica Stepan. Completam o elenco 18 atores-cantores-bailarinos, que vão dar vida a familiares do Velho Guerreiro e personalidades que fizeram parte da vida do apresentador como Boni (Saulo Rodrigues) e Elke Maravilha (Laura Carolinah). 

O diretor Andrucha Waddington fez sua estreia na atividade teatral depois de quase três décadas de carreira dedicada à produção cinematográfica.

A trama

O jornalista Pedro Bial foi responsável pelo primeiro tratamento do texto, a partir de extensa pesquisa de Carla Siqueira. A trama é dividida em dois atos, com espaço para episódios biográficos e momentos líricos e fantasiosos. A infância difícil com a falência do pai, o ingresso no rádio e revolução que ele promoveu na televisão brasileira são temas presentes, assim como momentos em que são revelados sua bipolaridade, autoritarismo e obsessão pelos números de audiência. “Responder a pergunta: ‘por que Chacrinha?’ é difícil. Temos que perguntar: ‘Como Chacrinha?’ . ‘Como o Abelardo inventou o Chacrinha?’ ,’Como esse sujeito inaugurou no Brasil e no mundo a comunicação de massas?’, ‘Como esse cara inventou o primeiro palhaço da televisão?’, ‘De onde ele tirou isso?’. A gente se pergunta e vai atrás das respostas durante o espetáculo“, descreve Bial. O dramaturgo Rodrigo Nogueira frisa o lado teatral que sempre marcou a carreira do apresentador. “Acho que o Chacrinha é uma das pessoas mais teatrais que eu já conheci. Ele conseguiu levar a profanação para a televisão, um ambiente que até então era careta e regido por fórmulas. O que a gente quer fazer é pegar toda essa liberdade e excentricidade e jogá-las de volta ao teatro. O público vai ter a oportunidade de viver a experiência que tinha quando assistia aos seus programas“, detalha Rodrigo. 

A trilha sonora é composta por mais de 60 canções (com medleys) consagradas na história da música nacional. Muitos desses sucessos fizeram parte do repertório do Cassino do Chacrinha e dos artistas que o comunicador ajudou a consagrar, como ‘O meu sangue ferve por você’ (Sidnei Magal), ‘O amor e o poder’ (eternizada por Rosana), ‘Tente outra vez’ (Raul Seixas), ‘Televisão’ (Titãs) e ‘Fogo e Paixão’ (Wando). “Vamos reunir músicas desde o fim dos anos 30 até meados dos 80, apresentadas nos últimos programas. Entre os musicais em que trabalhei, este é o que reúne canções com comunicação mais imediata da plateia. São obras bem populares, mas que os espectadores terão oportunidade de escutar de uma outra forma. Muitas são consideradas bregas, mas são belíssimas“, conta a diretora musical Delia Fischer. Os atores serão acompanhados por uma banda de cinco músicos.

Também fazem parte da equipe criativa o diretor de movimento  e coreógrafo Alonso Barros (Diretor e coreógrafo de ‘Se eu fosse você, o musical’), Gringo Cardia (Direção de arte e cenografia), Carlos Esteves (Desenho de som), Claudia Kopke (Figurinista – venceu o Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro na categoria figurino com o espetáculo), Paulo César Medeiros (Desenho de luz) e Marcela Altberg (Produção de elenco). 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Chacrinha, o Musical
Com Stepan Nercessian, Thiago Marinho, Ana Elisa Schumacher, André Lemos, Diego Campagnolli, Diego Montez, Fabiana Tolentino, Hugo Kerth, Jullie, Laura Carolinah, Leonam Moraes, Nay Fernandes, Neusa Romano, Saulo Rodrigues, Saulo Segreto, Vittor Fernando, Natacha Travassos e Gabriel Demartine
Teatro Riachuelo Rio (Rua do Passeio, 38/40 – Cinelândia, Rio de Janeiro)
Duração 160 minutos
28/09 até 11/10
Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 20h30, Domingo – 18h
$70/$150
Classificação Livre

AMALUNA

O Cirque du Soleil retorna ao Brasil após quatro anos com uma nova superprodução, Amaluna. Este novo espetáculo enaltece a força e o empoderamento das mulheres. A turnê tem apresentação do Banco Original e realização da IMM.

AMALUNA estreia em São Paulo no 5 de outubro, no Parque Villa Lobos, e segue depois para o Rio de Janeiro, onde inicia temporada no dia 28 de dezembro, no Parque Olímpico.

AMALUNA

AMALUNA convida o público a uma misteriosa ilha governada por Deusas e guiada pelos ciclos da lua. Para marcar a passagem de sua filha Miranda à idade adulta, a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio, e marca a passagem dessas ideias e valores de uma geração a outra.

Após uma tempestade causada por Prospera, um grupo de jovens aporta na ilha, desencadeando uma história épica e emocional de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem pretendente. Mas o amor deles será posto à prova. O casal deve enfrentar inúmeras provações difíceis e superar dramáticos contratempos antes que eles possam alcançar a confiança mútua, fé e harmonia.

AMALUNA é uma fusão das palavras ama, que se refere a “mãe” em muitas línguas, e luna, que significa “lua”; um símbolo de feminilidade que evoca tanto a relação mãe-filha quanto a ideia de deusa e protetora do planeta. AMALUNA é também o nome da misteriosa ilha onde esta história mágica se desenrola.

AMALUNA estreou em Montreal em 2012 e desde então já passou por 30 cidades de 10 países e foi visto por mais de 4 milhões de espectadores.

Este slideshow necessita de JavaScript.

UM TRIBUTO AO TRABALHO E À VOZ DAS MULHERES

Pela primeira vez na história do Cirque du Soleil, um espetáculo apresenta um elenco majoritariamente feminino, com uma banda inteiramente composta por mulheres. “AMALUNA é um tributo ao trabalho e à voz das mulheres”, explica o Diretor de Criação Fernand Rainville. “O espetáculo é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres”, acrescenta a diretora Diane Paulus, vencedora do Tony Awards 2013 (Pippin) e eleita uma das 100 Pessoas Mais Influentes de 2014 pela revista Time, diz: “Eu não queria construir um espetáculo que fosse uma ‘agenda para mulheres’. Queria criar um show em que as mulheres fossem o centro, algo que tivesse uma história escondida que apresentasse as mulheres como heroínas”. Ela foi buscar nas referências clássicas a inspiração para criar o conceito do espetáculo – desde histórias das mitologias grega e nórdica até A Flauta Mágica, de Mozart, e A Tempestade, de Shakespeare.

Banco Original VIP Experience

O Banco Original e o Cirque du Soleil firmaram uma parceria inédita no mundo e o Tapis Rouge, glamorosa aérea vip dos espetáculos da companhia canandese, levará o nome de Banco Original VIP Experience durante a turnê brasileira de AMALUNA. Com a parceria, os clientes que adquirirem o serviço vip terão uma experiência especial e diferenciada, reservada para apenas 250 pessoas, além de assistirem ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco.

Este slideshow necessita de JavaScript.

UMA CIDADE SOBRE RODAS

A vila itinerante do Cirque du Soleil inclui a Grande Tenda (Big Top), a tenda de entrada, a tenda artística, além de cozinha, escritórios, armazéns e muito mais. Totalmente autossuficiente em energia elétrica, as instalações dependem localmente apenas do abastecimento de água e de um sistema de telecomunicações.

O Complexo do Cirque du Soleil

• São cinco dias para montar e três para desmontar toda a estrutura do Cirque, incluindo a instalação da Grande Tenda, a tenda VIP, as tendas de entrada e artísticas, bilheteria, escritórios administrativos, cozinha e refeitório (para os artistas e a equipe técnica).

• Um total de 90 caminhões transportam as cerca de 2.000 toneladas de equipamentos com as quais AMALUNA viaja. Alguns desses caminhões são usados como espaços de armazenamento e oficinas de trabalho.

• 6 geradores (350 kilowatts) fornecem eletricidade para a Grande Tenda e todo o complexo.

• A Grande Tenda, a tenda artística e a tenda VIP Rouge são inteiramente climatizadas.

A Tenda de Entrada

• Uma grande tenda de entrada abriga a bilheteria, a loja de souvenirs e os bares com serviço de alimentos e bebidas, além do hall para concentração do público antes do início do show e no seu intervalo.

A Tenda Banco Original VIP Experience

• A tenda tem capacidade limitada e proporciona uma experiência especial e diferenciada aos clientes, que assistirão ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco.

A Tenda Artística

• A tenda artística inclui a área de camarins, vestiários, uma área de treinamento totalmente equipada e uma sala de fisioterapia.

A Grande Tenda

• Concebida por uma equipe de engenheiros canadenses, a lona foi produzida por uma empresa francesa especializada em velas e grandes tendas, a Les Voileries du Sud-Ouest.

• A lona da tenda e seus 11 túneis pesa aproximadamente 5,2 toneladas.

• A Grande Tenda tem 19 metros de altura, 51 metros de diâmetro e é sustentada por quatro mastros, cada um com 25 metros de altura.

• A Grande Tenda acomoda mais de 2.600 pessoas e exige uma equipe de aproximadamente 85 pessoas para a sua montagem, incluindo a colocação dos assentos.

A Cozinha

• A cozinha e o refeitório são o coração do complexo circense – não apenas servem entre 200 e 250 refeições por dia, seis dias por semana, como funcionam como o principal local de encontro e descontração para o elenco e a equipe técnica.

FATOS RÁPIDOS SOBRE AMALUNA

• AMALUNA teve sua estreia mundial em Montréal em 19 de abril de 2012 e se apresentou no Canadá e Estados Unidos antes de seguir para a Europa.

• AMALUNA marca a primeira colaboração de Diane Paulus, renomada diretora de teatro de Nova York, com o Cirque du Soleil.

• O elenco de AMALUNA é formado majoritariamente por mulheres, incluindo uma banda 100% feminina.

Elenco e Equipe

• O elenco de AMALUNA é composto por 46 artistas. Uma equipe adicional de cerca de 68 funcionários viaja com o espetáculo nas funções de gestão artística, atendimento ao cliente, serviços de turnê, técnicos de show e para a instalação do complexo.

• As cerca de 120 pessoas que integram a turnê de AMALUNA possuem 22 nacionalidades. Há gente da Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Japão, México, Mongólia, Holanda, Nova Zelândia, Rússia, Espanha, Suécia, Suíça, Ucrânia, Reino Unido, EUA, entre outros.

• Embora as línguas predominantes sejam o francês e o inglês, muitas outras podem ser ouvidas nos bastidores: chinês, espanhol, russo, japonês, português e muito mais.

• A turnê depende de fornecedores locais para muitos itens essenciais, tais como alimentos, biodiesel, gelo seco, maquinário, alimentos e bebidas servidos ao público, bancos, serviços de entrega, reciclagem e gestão de resíduos – injetando um aporte financeiro significativo na economia local.

• Durante as apresentações em uma cidade, mais de 150 pessoas são contratadas localmente para uma variedade de serviços, incluindo bilheteiros, recepcionistas, porteiros, vendedores de alimentos e bebidas, garçons, vendedores de souvenirs, assistentes de cozinha, faxineiros e seguranças, além de mais de 100 ajudantes para a montagem e desmontagem das tendas.

• A cozinha emprega um gerente e 3 cozinheiros.

• 2 profissionais ligados à medicina de performance (um fisio e um terapeuta) viajam com a turnê.

Amaluna
com Cirque du Soleil
Duração 130 minutos
$250/$450
Classificação Livre
 
05/10 até 17/12
Parque Villa Lobos (Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Terça, Quarta, Quinta, Sexta – 21h; Sábado – 17h30 e 21h; Domingo – 16h e 19h30
Classificação Livre
 
28/12 até 21/01
Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/n – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Terça, Quarta, Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 16h30 e 20h, Domingo – 16h e 19h30

PORQUINHOS, O MUSICAL (Rio de Janeiro)

Com texto de Dharck Tavares, o espetáculo inova o teatro musical infantil no Rio de Janeiro com músicas apresentadas ao vivo, passando por gêneros musicais como o jazz, blues, pop e o rock. No elenco, Diana Cataldo vive a Porquinha Rosa, além dos atores Rodrigo Fernando (Porquinho Pietro), Mayla Hadalla (Porquinha Kika), Raí Valadão (Lobo Mau), Rayssa Bentes (Chapeuzinho Vermelho) e Diego Luri (Narrador).
Porquinhos O Musical”,  adaptado do clássico da literatura “Os três porquinhos”, apresenta duas porquinhas e um porquinho no lugar dos três tradicionais. Ele conta a história dos bichos que viviam na floresta e decidem construir as suas casas, mas terão que lutar contra o Lobo Mau, que mora faminto na floresta e vai tentar destruí-las e jantar todos.
Os diretores Leandro Bispo e Patrick Dadalto fazem da encenação, uma versão original e bem humorada, mas também com um tema educativo para as crianças: o trabalho árduo é sempre mais seguro do que o mais fácil. Os figurinos são inspirados nos musicais da Broadway. A novidade é que ainda esse ano, será lançado o CD com todas as músicas da peça.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Porquinhos, o Musical
Com Alexia pires, Rodrigo Fernando, Mayla Hadalla, Raí Valadão, Rayssa Bentes, Paulo Campos
Teatro Miguel Falabella – Norte Shopping (Av. Dom Helder Câmara , 5332 – Cachambi, Rio de Janeiro)
Duração 60 minutos
09/09 até 01/10
Sábado e Domingo – 16h
$60
Classificação Livre