PEOPLE

Quem se lembra da animada época dos bailes charmes e dos passinhos cheios de criatividade e sincronia? Esta será uma ótima oportunidade de reviver estes momentos, pois nos dias 27 e 28 de novembro (quarta e quinta-feira), o Teatro Cacilda Becker, no Largo do Machado recebe a companhia Dança Charme & Cia, que apresentará o espetáculo People. A apresentação que tem como protagonista o Charme, faz parte programação do teatro em comemoração ao mês da Consciência Negra.

Dirigido pelo coreógrafo e diretor da Dança Charme & Cia, Marcus Azevedo, o espetáculo coloca em voga o sucesso dos anos 80, além de mostrar o cotidiano e a realidade vivida pelos dançarinos de ritmos urbanos como o Charme, popularmente conhecidos como “Charmeiros”.

O elenco conta com 22 atores e bailarinos, todos frequentadores dos bailes, que passaram por uma preparação corpórea e de movimentos rigorosa. Na seleção musical, a platéia poderá assistir a performances coreografadas com canções clássicas dos bailes de charme, além de Elza Soares, Racionais MCs, Tim Maia, Chaka Khan, entre outros.

O espetáculo pretende mostrar o quanto a cultura charme se mantém viva e faz parte da história do carioca, sendo um estilo de ritmos de danças urbanas. Para o diretor Marcus Azevedo, que carrega multidões em seus eventos na Zona Norte, apresentar seu espetáculo na Zona Sul do Rio é uma conquista. “O Charme faz parte de uma geração e continua vivo. Quem vivenciou aqueles momentos lúdicos e sadios onde os jovens se reuniam para criar danças em conjunto, com o desejo de fazer bonito nas festas, vai querer reviver esses momentos. Nós fazemos arte por amor e nos entregamos a nossa dança.  Queremos mostrar o quanto a dança nos faz manter vivo em nossos sonhos, além de fazer com que muitos revivam esta época das danças em conjunto”, conta Marcus Azevedo.

Cia dedicará um dia a aulas de charme com preço popular

Na segunda e terça-feira, dias 25 e 26, os coreógrafos de charme Marcus Azevedo e Eduardo Gonçalves da companhia Dança Charme & Cia ministrarão um animado Workshop de Dança Charme, das 14h às 17h, no Teatro Cacilda Becker. Para participar não precisa experiência previa, basta ter paixão pela dança e vontade de se reunir com a galera para fazer passinhos harmônicos em conjunto. Os interessados poderão se inscrever via e-mail culturacharme@gmail.com, ou no local por R$10. Sujeito a lotação.

FACE (1)

People

Com Jade Pitanga, Cris Marques, Cleiton Santos, Daianny dos Santos, Fernanda Amaral, Gedson Glabson, Haniel Vianna, Igor Gomes, Jessica Esteves, Luan Adão, Pedro Barreto, Felipe Salsa, Katia Bispo, Sevenir Jr, Wallace Vinicius, Xandy Neguitto, Ruan Daumas, Caio Lafaiete, Jader Gama, Erika Vidal, Rogério Jr

Teatro Cacilda Becker (R. do Catete, 338 – Catete, Rio de Janeiro)

Duração 70 minutos

27 e 28/11

Quarta e Quinta – 20h

$20

Classificação não informada

Workshop de Dança Charme

Teatro Cacilda Becker (R. do Catete, 338 – Catete, Rio de Janeiro)

25 e 26/11

Segunda e Terça – 14h às 17h

$10

Classificação não informada

3 MANEIRAS DE TOCAR NO ASSUNTO

Um tema, três solos curtos. O espetáculo inédito “3 maneiras de tocar no assunto” é um manifesto artístico contra a homofobia na sociedade moderna. O ator e diretor Leonardo Netto está de volta à dramaturgia depois de “A ordem natural das coisas” – peça cujo texto levou o Prêmio Cesgranrio 2018 e foi indicado ainda aos prêmios Shell, APTR e Botequim Cultural. Com direção de Fabiano de Freitas, “3 maneiras de tocar no assunto” estreia em 3 de outubro no Teatro Poeirinha, no Rio de Janeiro, onde fica em cartaz até 22 de dezembro (de quinta a sábado, às 21h; domingo, às 19h).

Interpretados por Leonardo Netto, os três solos independentes colocam em pauta questões relacionadas à homossexualidade e ao preconceito e intolerância contra o homossexual e a comunidade LGBT em geral. “Homofobia mata todo mundo: o pai que teve a orelha arrancada por beijar o filho, os irmãos que foram linchados por andarem abraçados. Não adianta achar que você está livre porque você não é gay. Estamos vivendo um retrocesso de entendimento sobre isso, um conservadorismo estúpido. A população LGBT no Brasil está alijada de quase setenta direitos previstos na Constituição”, ressalta o autor, que abordou o tema por três instâncias distintas, uma para cada texto: Escola, Lei e Estado.

No primeiro solo, O homem de uniforme escolar, o público assiste a uma aula de bullying homofóbico: o que é, como praticar e quais as suas consequências físicas e emocionais. São histórias reais de crianças e jovens que sofreram com o preconceito e a intolerância na escola.

Na sequência, O homem com a pedra na mão parte do depoimento ficcional de um dos participantes da Revolta de Stonewall, ocorrida em junho de 1969 em Nova York, marco fundamental da luta pelos direitos da comunidade LGBT, que completou 50 anos em 2019. Desenrola-se, então, uma descrição minuciosa da noite em que os frequentadores (gays, lésbicas, travestis, drag queens) do bar Stonewall Inn reagiram, pela primeira vez, a mais uma batida policial no local.

O último solo, O homem no Congresso Nacional, foi construído a partir de falas do ex-deputado federal Jean Wyllys, proferidos entre janeiro de 2011 e dezembro de 2018. Para criar o texto, Leonardo assistiu e transcreveu discursos, pronunciamentos, entrevistas e declarações do Jean e, cuidadosamente, criou o depoimento de um deputado gay e ativista na tribuna da Câmara.

Os textos propõem uma interlocução direta com o público: o que há, afinal, de tão incômodo, maléfico e repugnante na homossexualidade? Por que, através dos tempos, ela teve sempre de ser punida? Por que a orientação sexual de uma pessoa a transforma num cidadão de segunda classe, com menos direitos que o resto da população?

Para dirigir a montagem, Leonardo convidou o ator, dramaturgo e diretor Fabiano de Freitas, um artista-pesquisador dos temas LGBTI+. É a primeira vez que eles trabalham juntos. “Sempre quis trabalhar com o Dadado (apelido de Fabiano). Vi ‘O Homossexual ou a dificuldade de se expressar’, ‘Balé ralé’ (peças que abordavam a homossexualidade) e achei espetacular. Achava que ele teria o olhar perfeito para essa peça”, diz o autor. “Pesquiso e estudo esse personagem que é a bicha e sua identidade negligenciada. Essa peça fala a partir desse lugar. Quando li o texto, pensei: é parte da minha pesquisa”, conta o diretor.

Durante a temporada, estão programados três debates (datas e nomes a confirmar) após a apresentação do espetáculo, com os temas: “Maneira 1 – LGBTI+, Infância e Educação”, “Maneira 2 – As conquistas do movimento LGBTI+ na história” e “Maneira 3 – LGBTI+ e o poder”.

FACE (1)

3 Maneiras de Tocar no Assunto

Com Leonardo Netto

Teatro Poeirinha (Rua São João Batista, 104 – Botafogo, Rio de Janeiro)

Duração 80 minutos

03/10 até 22/12

Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$50

Classificação 14 anos

ERA MEDEIA

Você sempre age de acordo com seus princípios éticos? Ou será que muitas vezes suas ações e comportamentos contradizem o seu discurso? A partir dessa reflexão se desenrola a trama do espetáculo Era Medeia, que, depois de uma bem-sucedida temporada, estará em cartaz novamente, a partir de 9 de outubro, no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, sempre às quartas e quintas, às 20h, até 24 de outubro. Com supervisão de Cesar Augusto, texto e direção de Eduardo Hoffmann e argumento de Marina Monteiro, a peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão que também passa pelo machismo, o abuso de poder, exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão os atores Eduardo Hoffmann, Isabelle Nassar (nas sessões de quarta-feira) e Caroline Monlleo (nas sessões de quinta-feira), que vivem Pedro Lobo, um diretor excêntrico, e Verônica Albuquerque, uma atriz insegura. O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.

A escolha de Medeia como o texto que os personagens ensaiam tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor Eduardo Hoffmann. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando Medeia justamente para enaltecer a força dessa mulher que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.

A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, “Era Medeia” também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação. “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja cada vez mais com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os reality shows tornaram as pessoas personagens mais interessantes aos olhos do público do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”, analisa Hoffmann.

FACE (1)

Era Medeia

Com Isabelle Nassar, Caroline Monlleo e Eduardo Hoffmann

Teatro Glaucio Gill (Praça Cardeal Arcoverde, s/nº Copacabana – Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

09 a 24/10

Quarta e Quinta – 20h

$30

Classificação 14 anos

MUSICALMENTE, O MUSICAL

O espetáculo, fala sobre a vida de um músico que depois de um tempo no anonimato, recebe uma proposta de trabalho para escrever um musical. E nesse processo criativo, ele se depara com suas angústias, tristezas, amores e tudo isso com uma pitada de humor.

O repertório vai da MPB ao Rock e passeando pelos clássicos dos musicais. Todas as músicas são cantadas ao vivo. Venha viajar na cabeça desse músico você também.

FACE

Musicalmente, o musical
Com Angela de Andrade, Giovanna Toscano e Rafael Nascimento
Teatro Cândido Mendes Ipanema (R. Joana Angélica, 63 – Ipanema, Rio de Janeiro)
Duração 75 minutos
07 a 28/09
Sábado – 20h
$60 ($25 para leitores do Opinião de Peso)
Classificação Livre

OS ANALFABETOS

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 7 a 23 de junho, o espetáculo “Os Analfabetos”, com direção do curitibano Adriano Petermann e dramaturgia inédita de Paula Goja. A autora, que também está em cena e assina a produção, se inspirou em obras do cineasta sueco Ingmar Bergman, em especial em os filmes “Persona” e “Cenas de um casamento”. As apresentações acontecem de sexta a domingo, às 19h, com ingressos a partir de R$ 15.

A peça gira em torno do jantar promovido pelo ator Deco (Douglas Silveira), que finalmente consegue seu primeiro papel na televisão. Ele reúne amigos na casa de Mariana (Stella Mariss), uma famosa atriz famosa que, durante uma apresentação de “Vestido de noiva”, resolve calar-se perante o mundo. Não se sabe ao certo se ela está doente ou se, simplesmente, optou pelo silêncio. A sonhadora enfermeira Beth (Mariana Rosa) a acompanha em seu tratamento e, em paralelo, o casal Eva (Paula Goja) e Max (Paulo Maia), convidados para o evento, está prestes a assinar os papéis do divórcio, mas ainda depende emocionalmente um do outro. A essa comemoração, junta-se o personagem Luciano (Antonio Pina), que representa o alter ego do cineasta controlador que aparenta ser o mais bem sucedido de todos. Mas só aparenta.

Para a autora Paula Goja, todos os seis personagens querem romper com seus padrões, porém há uma enorme falta de conexão emocional entre eles. “Por isso o título analfabetos”, esclarece. “Em tempos atuais, de tanta intolerância e falta de escuta, a única coisa que pode nos salvar é o afeto”, reflete.

Apesar dos poucos elementos cênicos, o clima é sombrio, com referências diretas ao dark dos anos 80. O diretor Adriano Petermann criou uma realidade própria para a encenação, fugindo dos padrões habituais, com uma linguagem cheia de contrastes que alternam entre o surrealismo e metalinguagem e interferências Rodrigueanas. Em sintonia com a atmosfera do espetáculo, a trilha traz canções post-punks que se encaixam perfeitamente à iluminação de Fernanda Mantovani, que também é operada pelos atores em cena, e ao figurino com ares góticos de Maurren Miranda.

FACE

Os Analfabetos

Com Antonio Pina, Douglas Silveira, Mariana Rosa, Paula Goja, Paulo Maia e Stella Mariss

CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena (Av. Almirante Barroso, 25 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

07 a 23/06

Sexta, Sábado e Domingo – 19h

$30

Classificação 12 anos

9ª EDIÇÃO DO FESTU – FESTIVAL DE TEATRO UNIVERSITÁRIO

Os estudantes universitários de todo o país já podem se inscrever na 9ª edição do FESTU – Festival de Teatro Universitário. Até o dia 24 de maio, o evento recebe os projetos para participarem da Mostra de Espetáculos (peças longas) e da Mostra Nacional Competitiva (esquetes). As inscrições são gratuitas e podem feitas somente pelo site www.festu.com.br.  O resultado com os grupos selecionados será divulgado no site e nas redes sociais do FESTU, a partir do dia 5 de junho.

Este ano, o FESTU acontecerá entre 05 e 22 de setembro em diferentes espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. Criado em 2010 pelo produtor Miguel Colker e pelo diretor e ator Felipe Cabral, o FESTU é uma verdadeira maratona teatral com montagens criadas por jovens da cena universitária nacional. Em oito edições, o festival recebeu cerca de 2.600 inscrições de grupos de todo Brasil. Desde então, o evento apresentou 200 esquetes e 32 espetáculos, tendo patrocinado 11 peças e premiado 73 categorias.

De esquetes a espetáculos, passando por gêneros como drama, musical, teatro-dança, palhaçaria e experimental, o FESTU promove uma intensa troca entre as escolas e universidades de artes cênicas de todo o país e revela novos talentos. A cada edição, um novo júri é formado para julgar os projetos em competição. Já passaram 74 profissionais de artes cênicas pelo júri do FESTU. Entre eles, estão nomes como Marília Pêra, Cássia Kis Magro, João Falcão, José Wilker, Otávio Augusto, Debora Lamm, Renata Mizrahi, Pedro Kosovski, Tonico Pereira, Gregório Duvivier, Deborah Colker, Lilia Cabral, Milton Gonçalves, Catarina Abdalla, Karina Ramil, Johnny Massaro, Leopoldo Pacheco e Caio Paduan.

FACE

CÁLCULO ILÓGICO

A matemática é utilizada em metáforas em “Cálculo Ilógico”, espetáculo em que a atriz paulista Jéssika Menkel se apropria de uma dor pessoal e tenta entender esse sofrimento por meio de fórmulas e cálculos. Misturando ficção e realidade, o solo, dirigido pelo premiado Daniel Herz, apresenta o sentimento de inquietação que cerca a nós, humanos, quando nos deparamos com o fim. Com um potente trabalho corporal e um texto intrigante, em que o público embarca em emoções desmedidas, a peça, inédita no Rio, estreia em12 de abril na Casa de Cultura Laura Alvim, no Teatro Rogério Cardoso, um espaço da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. A direção de produção é de Maria Siman.

Em “Cálculo Ilógico”, Jéssika dá vida à Ella, personagem que vive em um universo numérico em busca de nova perspectiva para ver o mundo. “Busquei na matemática uma forma de contar também a história da perda do meu irmão. Todo o mundo já perdeu alguém. Quis transformar dor em arte, resignificar meu olhar para os acontecimentos da minha vida”, releva a jovem atriz, de 28 anos, que também assina a dramaturgia. Em cena, a personagem relembra, revive, calcula acontecimentos e expõe, em números, a eliminação errada de seu irmão D+ 1. “Ella enxerga por meio de uma lógica matemática, analisando a probabilidade dos acontecimentos e buscando razões nos números e nas fórmulas para explicar um cálculo chamado vida”, completa a artista.

Há cinco anos, a atriz vem realizando uma pesquisa a cerca de teatro documentário e autoficção. Em 2017, quando participou do Festival de Cabo Frio “A pastora do lixão” no (prêmios de melhor espetáculo curto pelo júri técnico e pelo júri popular, melhor atriz e melhor concepção cenográfica), conheceu o filho do diretor Daniel Herz, Tiago, que pouco tempo depois a apresentou ao pai, a quem sempre admirou o trabalho, e almejava que a dirigisse em “Cálculo Ilógico”.

Jéssika me apresentou uma cena curta e fiquei perplexo e, ao mesmo tempo, emocionado com a atuação dela e com a força do texto”, lembra o diretor. “Eu diria que o mais genial dessa dramaturgia é a ficção. A base é uma dor verdadeira da autora que, associada à criatividade, à inteligência e ao talento dela, produziu uma poesia cênica”, define Daniel Herz que, junto com a diretora de produção Maria Siman, aposta no talento da atriz e na potência do texto.

Durante o processo de criação, na sala de ensaio, Daniel Herz realizou diversas provocações dramatúrgicas que fizeram com que Jéssika investigasse memórias, sentimentos, abismos e recortes de sua vida. “Houve muita emoção e choro. Chegava em casa instigada e escrevia muito, muito. Há ficção, mas há muito da minha essência”, lembra.

A encenação valoriza a força do texto e o trabalho da atriz como principais motores da montagem. O figurino de Thanara Schonardie, que também assina a cenografia, traz fragmentos de diversas roupas, inclusive uma camisa do irmão de Jéssika. O cenário, delimitado por uma fita vermelha, traz poucos elementos, como três cubos, que ao longo da montagem ganham novos significados, e uma bicicleta. A trilha sonora original de Éric Camargo foi composta especialmente para o espetáculo, assim como luz de Aurélio de Simoni fortalece a dramaturgia e insere o público dentro da cena.

“Calculo Ilógico” estreou em outubro de 2018 em São Paulo, num curtíssima temporada o Top Teatro. A montagem carioca tem apoio da institucional do Teatro Rogério Cardoso e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ.

Cálculo Ilógico

Com Jéssika Menkel

Teatro Rogério Cardoso – Casa de Cultura Laura Alvim (Av. Vieira Souto 176, Ipanema – Rio de Janeiro)

Duração 55 minutos

12/04 até 05/05

Sexta e Sábado – 19h, Domingo – 18h

$40

Classificação Livre