ALÉM DOS 16 COMPASSOS (2ª EDIÇÃO)

Após o sucesso da primeira edição, o show que reúne artistas conhecidos do teatro musical, com temas diferentes e que envolvem o mercado, terá sua segunda edição, com novo tema e novos participantes.
Uma noite agradável, ambiente intimista, um piano acústico tocado ao vivo, acompanhando vozes marcantes do teatro musical brasileiro. Uma noite de interpretações poderosas de canções do repertorio dos cantores convidados.
Além dos 16 Compassos” é um novo projeto de Tomaz Quaresma, que uma vez por mês traz para o Botequim Contra Regra, no Espaço Cia da Revista, fortes interpretações de canções pelas vozes dos nomes do musical nacional.
Na segunda edição, o show traz o tema “Você Pode Ser Quem Quiser”. No teatro musical existem características específicas para um intérprete ser escolhido para dar vida à uma personagem numa peça. Tem gênero, idade, tipo de voz, etnia e outras características que a personagem tem como “regra” estabelecidos pelo escritor do texto geralmente. Nesse show jogaremos todas as regras no lixo. Qualquer um pode ser o que quiser por uma noite!
A noite será guiada pelo criador do projeto, Tomaz Quaresma, e os convidados serão Letícia Soares (A Pequena Sereia), Diego Martins (Peter Pan), Laura Lobo (Lés Miserables), Thiago Lemmos (Romeu e Julieta), Vânia Canto (A Noviça Rebelde), Oscar Fabião (Musical Popular Brasileiro) e Andreza Meddeiros (A Pequena Sereia). Todos serão acompanhados ao vivo no piano acústico pelo músico Rodolfo Schwenger.
O evento acontece em um restaurante, durante a noite é possível beber e comer enquanto curte ao show.
O show acontece no dia 4 de julho, às 20h30, no Espaço Cia da Revista, em São Paulo.
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Além dos 16 Compassos
Com Letícia Soares, Diego Martins, Laura Lobo, Thiago Lemmos, Vânia Canto, Oscar Fabião e Andreza Meddeiros.
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann 1135 – Santa Cecilia, São Paulo)
04/07
Quarta – 20h30
Ingressos antecipados por R$25,00 pelo sympla.com ou R$40,00 na bilheteria do teatro na hora do show.

CARGAS D’ÁGUA – UM MUSICAL DE BOLSO

O musical conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”.
Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral.
Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e também para a deles.
O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, André Torquato como Moleque e Vitor Rocha como Charles, como swings do espetáculo estão Gustavo Mazzei e Victória Ariante.
O musical estreia no dia 29 de abril, no Espaço Cia da Revista, às 17h. Os ingressos custarão R$60,00 inteira e R$30,00 meia.
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Cargas d’Água – Um Musical de Bolso
Com Ana Paula Villar, André Torquato e Vitor Rocha
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo)
Duração 90 minutos
29/04 até 27/05
Domingo – 15h
$60
Classificação Livre

RIBANCEIRA

RIBANCEIRA apresenta as lembranças do personagem Zé, sobrevivente de uma catástrofe na qual perdeu mulher e filhos, mas que tenta refazer a sua vida resgatando o antigo sonho de ser escritor. Zé é humano, tem preconceitos, comete erros e chega a ser cruel. Atribui a Deus as responsabilidades pelo que acontece aos seres humanos, se vê em uma situação da qual só sairá se tomar as rédeas da própria vida.

O texto fala sobre perdas e ganhos, dos valores e direitos pelos quais esquecemos de lutar. O Zé representa a vida dessa gente esquecida e que aos poucos foi perdendo a consciência do que é certo e errado, mas nem por isso para de sonhar e rir de suas próprias desgraças”, afirma o autor Aramyz. “Quando escrevi o texto ainda não tinha acontecido a tragédia de Mariana, mas acho que ela tem um diálogo direto com o texto”, completa.

A peça é inspirada na observação de uma realidade vivida por muitas famílias no Brasil e em diversos outros países. O Zé, personagem sem sobrenome, representa os diversos sobreviventes de catástrofes sejam as causadas por enchentes, pela falta de recursos financeiros, ou pela impotência de quem vive do lado reservado a uma parcela menos privilegiada da humanidade, demarcado pelo capital e pelo poder”, declara o ator Antonio Ginco.

A montagem tem como norteador o Teatro de Narração, além de Eugenio Barba, Piscator e Rudolf Laban, que embasaram o trabalho corporal e de interpretação. “A peça se realiza no plano da memória e no plano da realidade, e ainda que a realidade de Zé seja atemporal, ele nos fala do aqui e do agora. Alguns objetos cênicos criam imagens lúdicas que contrapõem o forte teor dramático”, afirma a diretora Maria Basilio. “Ainda que a interpretação seja feita por apenas um ator, o personagem dialoga com a plateia e com outros personagens que estão em sua memória e que, às vezes, ganham corpo e voz”, finaliza a diretora.

A peça tem iluminação de Décio Filho, cenografia e sonoplastia de Maria Basílio e Antonio Ginco, figurinos de Paulo de Moraes e adereços de Eduardo Mena. Além de projeções realizadas por Renato Grieco. O trabalho contou também com a colaboração dos pesquisadores Sol Verri e Diego Pereira.

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Ribanceira
Com Antonio Ginco
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 60 minutos
12/05 até 03/06
Sábado – 21h, Domingo – 20h
$50
Classificação 12 anos

DAMA DA NOITE

O ator Luiz Fernando Almeida, volta aos palcos com “Dama da Noite”, uma adaptação do conto de Caio Fernando Abreu, para mais uma temporada em São Paulo. A reestréia acontece no dia 19 de abril, quinta-feira, as 21horas, no Cabaret da Cecília. A direção e de Andre Leahun. A montagem comemora sete anos em cartaz e narra à vida de um ser humano que vê o mundo e não se sente inserido no mundo que vê.

A premiada versão do ator santista Luiz Fernando Almeida para o monólogo “Dama da Noite”, inspirado em um conto de Caio Fernando Abreu (1948-1996), comemora sete anos de existência em sua quarta temporada em São Paulo.

A peça fica em cartaz no Cabaret da Cecília, sempre as quintas-feiras, a partir de 19 de Abril, com apresentações às 21h. Os ingressos são no sistema pague quanto puder. Após cada apresentação é passado um chapéu, onde o público contribui voluntariamente.

Dirigido por André Leahun, o espetáculo revela as angústias de uma pessoa que não consegue se inserir no mundo em que vive. A personagem expurga todo o seu desprezo pela sociedade que a exclui.

Com clima intimista, a montagem é ambientada em um cenário que deve ser escolhido pela imaginação do espectador – pode ser uma balada, um bar, um clube ou qualquer outro lugar.

A montagem ganhou uma adaptação cinematográfica em 2014, dirigida por Dino Menezes. O curta-metragem já foi exibido em vários festivais nacionais.

O espetáculo foi classificado em segundo lugar no “Prêmio Nacional de Teatro de Mogi das Cruzes”, em 2011, e recebeu a premiação de melhor maquiagem no “2º FESTKAOS” no mesmo ano. Além disso, esteve entre os finalistas do “Aplauso Brasil 2013”, nas categorias de melhore ator, diretor e figurino e foi indicado a prêmios da comunidade LGBT na categoria Melhor Espetáculo Teatral LGBT pelos premio do Papo Mix e Guia Gay SP. Participou de eventos como: Corpo Subcorpo- SESC- SP, Festival Mix Brasil (SP, RJ, Acre), Sansex- Mostra da Diversidade Sexual de Santos, SIM- Semana da Diversidade Sexual de Araçatuba, Fringe- Festival de Teatro de Curitiba entre outros.

Plus

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Dama da Noite
Com Luiz Fernando Almeida
Cabaret da Cecília (Rua Fortunato 35- Santa Cecília, São Paulo)
19/04 até 26/07
Quinta – 21h
Pague quanto puder (somente em dinheiro).
Classificação 18 anos

EU AMO ROBÔ

Com texto e direção de João Hannuch, a terceira montagem da Benvinda Cia EU AMO ROBÔ, estreia dia 3 de março, sábado, às 21 horas, na Cia da Revista. O espetáculo, com 14 atores em cena, questiona os limites dos conceitos de loucura e amor.

Em EU AMO ROBÔ Zé (Daniel Paulo) foi internado em um hospital psiquiátrico pela sua própria família sem o seu consentimento. Agora, diferente de sua antiga e abastada realidade, ele se depara com medicamentos pesados, situações imorais e terapias ocupacionais. Dentre os mais diversos e peculiares pacientes, ele se encanta por Chii (interpretada pelas atrizes Ema Jovanovic e Isabela Tilli), que se autodenomina um robô. Seria esse contato, exatamente o que Zé precisava para garantir sua lucidez ou a sanidade de Zé significaria a condenação de Chii? Afinal, que preço se paga pela paz de espírito?

Para o autor e diretor João Hannuch, EU AMO ROBÔ aborda temas atuais como abuso e depressão. “A ideia é explorar o tema da loucura sobre vários aspectos, além de fazer uma metáfora do mundo atual com o hospital psiquiátrico onde se passa a encenação”, conta ele.

Universo HQ

Terceira montagem da Benvinda Cia, o espetáculo apresenta personagens escritos especialmente para os atores, com isso a direção deixou os mesmos mais livres e abertos para as construções dos personagens. “Esse foi o grande diferencial na direção em comparação a Limonada, nosso trabalho anterior. Também não tive medo de buscar referências em diretores que admiro, já que somos um grupo jovem e sempre com montagens originais”, revela o autor e diretor.

A encenação de EU AMO ROBÔ se inspira no universo das histórias em quadrinhos e dos animes, principalmente no desenho japonês Chobits, que tem uma personagem com o nome Chii. “Adoro esse desenho e resolvi prestar uma homenagem utilizando o mesmo nome para a personagem”, explica João.

A cenografia minimalista composta por 13 bancos brancos e um retângulo de led azul, assim como os figurinos com camisolas que lembram, pelo corte, um quimono, também trazem referências orientais. A ideia é recriar um ambiente antisséptico, que lembre um pouco um hospital, mas também que seja frio e futurista. Na trilha sonora, músicas eletrônicas alternativas.

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Eu Amo Robô
Com Amanda Diniz, Bárbara Grossi, Carolina de Biagi, Daniel Paulo, Emma Jovanovic, Érica Estevam, Fábio Pazitto, Isabela Tilli, Jhones Pereira, Jhullie Campos, Victor Klotz, Virgínia Lapoian, Yasmin Pavanelli e Matheus Silva
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 70 minutos
03 até 25/03
Sábado – 21h, Domingo – 20h
$40
Classificação 14 anos

ELENCO DE “HAIR, A REVOLUÇÃO DO AMOR” FAZ ENSAIO NU

Os valores trazidos pelo musical, sua descrição do uso de drogas ilegais, tratamento da sexualidade e uma cena de nu explícito, causaram e ainda causam enorme controvérsia.

A inspiração para incluir a nudez em “Hair” veio quando os autores, James Rado e Gerome Ragni, assistiram a uma demonstração anti-guerra na época, onde dois homens ficaram nus numa atitude de desafio e liberdade, e decidiram incorporar a ideia à peça.

Donna Summer, que fez parte da tribo alemã, resumiu o fato: “A cena não tinha nenhuma pretensão de ser sexual e não era. Nós ficávamos nus, em pé, simbolizando o fato de que a sociedade se preocupa mais com a nudez do que com mortes. Nós nos preocupamos mais com alguém andando quase nu pelas ruas do que com alguém andando por aí atirando nas pessoas“.

Mesmo após 50 anos de sua estreia, o musical vem para mostrar que muitos desses temas e tabus continuam atuais.

Uma maneira que o elenco encontrou de homenagear o musical, foi fazer esse ensaio inspirado no primeiro elenco e convidar a todos para assistirem a estreia de “HAIR – A Revolução do Amor” que acontece no Espaço Cia da Revista, em São Paulo, no dia 11 de novembro. Produzido pela Cena em SOL Produções, com produção executiva de Luciana Solitão. A nova montagem brasileira terá direção de Rafael Pucca, direção musical e vocal de Thiago Perticarrari, direção de movimento de Gabrielle Maia e versões de Giulia Nadruz. O regente será Gabriel Fabbri.

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Hair – A Revolução do Amor
Com Luana Zenun, Gabriel Calixto, Mateus Torres, Amanda Bamonte, Allex Costa, Celo Carvalho, Luciana Solitão, Flávia Mengar, André Nogueira, Alice Zamur, Bruno Gasparotto, Fernanda Cascardo, Gabriel Camilo, Grasi Manhães, Heder Becker, Julia Sanches, Karla Nasser, Luana Bichiqui, Rodrigo Damo, Ronie Suárez, Mary Minóboli, Pedro Passari, Stefany Tomaz e Thales Reys.
Espaço Cia da Revista (Al. Northmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 140 minutos
11/11 até 03/12
Sábado – 20h, Domingo – 19h
$80
Classificação 16 anos

AJUDEM O GALPÃO DO FOLIAS

O Folias D´Arte é um grupo teatral que dispõe de sua sede/teatro, o Galpão do Folias, no bairro Santa Cecília, em São Paulo. Um teatro projetado pelo arquiteto e cenógrafo J.C. Serroni há 17 anos abertos ao público.

Por falta de verba e de incentivos públicos, o espaço corre o risco de fechar. Por isso, o grupo lança uma programação de Estado de Emergência, com diversas atividades que visam arrecadar fundos para a manutenção do espaço.

O Grupo Folias d’Arte durante esses 20 anos de existência recebeu reconhecimento de público e crítica e com aproximadamente 50 prêmios, entre eles: Prêmio Shell, Prêmio APCA, Prêmio Molière, incluindo a participação e representação do Brasil no FITEI, Festival Internacional de Expressão Ibérica, na cidade do Porto, em Portugal, no MITE, Mostra Internacional de Teatro, em Lisboa e em Havana, Cuba, Festival Internacional de La Habana.

A fixação do grupo em sua sala de espetáculos representou um avanço e uma liberdade que possibilitou não só aprimoramento artístico e técnico, como uma interferência definitiva na cidade e nos vínculos que o teatro paulistano redesenhou com a sociedade. O Galpão do Folias, além de sede do grupo, é um espaço de resistência que abarca apresentações e diversas atividades das mais diversas linguagens, nacionais e internacionais, como também atividades de formação e reflexão.

Segue abaixo a programação de setembro do projeto FOLIAS _ Estado de Emergência:

Carne (Kiwi Cia. de Teatro)

SINOPSE
Carne discute as relações entre patriarcado e capitalismo, mostrando o panorama da opressão de gênero e a situação específica da violência contra as mulheres no Brasil. A peça, inspirada no teatro documentário é composta de 20 quadros interligados executados por duas atrizes e uma percussionista.

Com Fernanda Azevedo e Mônica Rodrigues

21 de setembro, quinta, 21h – $30

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Baderna (Núcleo Bartolomeu de Depoimentos)

A performance fala de despejo, do desprezo ao nome e da figura transgressora da bailarina Baderna, assim como o desprezo de nossa própria história. A narrativa perpassa o Brasil e sua mestiçagem e entre a poesia, dança, música e palavra, o espetáculo-intervenção propõe um território performático para a discussão da cidade em que vivemos.

Com  Luaa Gabanini.

23 e 24 de setembro, sábado às 21h e domingo às 20h – Pague o quanto puder

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Afinação I (Georgette Fadel)

Afinação é uma aula ministrada pela personagem, a pensadora e professora francesa Simone Weil. Uma conferência sobre a relação entre a opressão e o sofrimento no mundo e o incrível boicote ao pensamento racional. É tudo sobre a liberdade. São textos de Brecht, Hegel, da própria Simone Weil e algumas citações de Marx que compõem esse momento que pretende ser uma oração à razão. A beleza de conhecer, a possibilidade de através do trabalho sobre o espírito (pensamento), ver o mundo como ele é e habitá-lo com justiça.

O trabalho é de uma crueza e simplicidade cultivadas deixando todo o protagonismo para os movimentos do pensamento. Com muito cuidado, Simone afina as ideias, presentes nos sons e sentidos, e busca com muito fervor, fazê-las existir também no coração do público.

Um violoncelo é para Simone, o objeto de expressão dessa afinação sutil.

Com Georgette Fadel.

25 de setembro, segunda, 21h – $40

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Ensaio aberto: Medea Mina Jeje

SINOPSE

Ao saber que seu filho Age seria perseguido, mutilado e novamente aprisionado à boca de uma mina, a escrava Medea decide por sacrificá-lo, numa tentativa de libertá-lo da própria sina.

Com Kenan Bernardes.

26, 27 e 28 de setembro, terça a quinta, 21h – Pague o quanto puder

Toda nossa programação está disponível na página do Facebook: Facebook.com/GalpaoDoFolias