FAZENDO CENA – INVADINDO OS BASTIDORES

Teatro Alfa apresenta nova opção de entretenimento cultural para a criançada no mês de julho: Fazendo Cena – Invadindo os Bastidores. A atividade vai acontecer nos dias 16 e 30 de julho, domingos, às 11 horas, e engloba a apresentação de espetáculo seguida de passeio por cada área do teatro.

A atividade começa com a apresentação da peça Caixa MágicaDois técnicos (os atores Sidnei Caria e Thiago Andreuccetti) contam a história da arte dramática de forma divertida e da perspectiva de quem está atrás do palco. Começam mostrando uma incrível maquete do teatro grego, que era feito ao ar livre, só por homens e com máscaras. Passam pelos os personagens ritualísticos do teatro japonês, do trovadorismo da era medieval e da commediadell’arte até o teatro elisabetano, teatro realista e teatro contemporâneo. Ainda faz parte da trama uma inusitada fuga pelos bastidores e um final surpreendente!

Durante a fuga, os espectadores vão passar pelos camarins,coxias, por baixo do palco e na parte técnica do teatro.Em seguida os técnicos (de verdade), vão mostrar o funcionamento do som, da iluminação e da máquina cênica.

“Explicaremos como um espetáculo é construído para proporcionar o envolvimento do espectador em cada história que é contada após a aberturadas cortinas“, informa Haroldo Costanzo, Subgerente Técnico. Toda a explanação será feita pela Equipe Técnica do Teatro Alfa, vencedora do Prêmio APCA 2016 (Associação Paulista dos Críticos de Arte).

Esta experiência nasceu a partir de nosso Projeto Social Descobrindo o Teatro, que acontece há 15 anos no Teatro Alfa e tem como objetivo apresentar para os jovens todas as profissões do universo cênico, despertar neles o interesse pelas artes e também a formação de novas plateias“, informa Elizabeth Machado, superintendente do Instituto Alfa.

É um produto único, exclusivo e muito consistente porque já tem 15 anos de bagagem do Descobrindo o Teatro. Além da premiada equipe que fará as apresentações“, conclui Elizabeth.

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Fazendo Cena – Invadindo os Bastidores
Com Sidnei Caria e Thiago Andreuccetti
Teatro Alfa (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 120 minutos
16 e 30/07
Domingo – 11h
$80
Classificação Livre

A VIDA

Em A VIDA, Nelson Baskerville e seus atores somaram às questões biográficas a pesquisa de um jogo cênico constituído de forma aleatória. Uma roleta define a cada sessão quais cenas serão apresentadas e qual a ordem delas. “Queria criar um espetáculo que pudesse ser aleatório e ao mesmo tempo ensaiado, partindo de experiências biográficas minhas e dos atores. A questão do uso biografia como ponto de partida dramatúrgico é que sempre consigo ver a vida e entendê-la melhor desta forma”, diz Nelson.

A VIDA não se trata de um espetáculo de improvisação já que as 35 cenas do espetáculo foram pré ensaiadas. As cenas são resultantes da grande efervescência criativa dos nove meses de ensaio onde cada membro da equipe criou seu material com as próprias ferramentas. As cenas funcionam com certa autonomia, mas se conjugam de formas diversas, conforme os resultados de um sorteio realizado a cada sessão.

O espetáculo é dividido em 7 fases, 12 cenas por noite (contando com as transições fixas), mais de 1.000 combinações possíveis, garantindo ao público em cerca de 110 minutos um espetáculo único a cada noite e a possibilidade de assistir ao espetáculo várias vezes. “Parti da ideia de Schopenhauer sobre uma aparente aleatoriedade da vida; não estamos falando exatamente de destino aqui, porque não é como se as coisas já estivessem traçadas, mas sim como se tudo fosse traçado a cada momento conforme as coisas acontecessem”, diz o diretor.

O expediente autobiográfico e do documentário cênico é bastante familiar ao diretor Nelson Baskerville, que conduziu com grande êxito o processo que resultou no espetáculo “Luis Antonio – Gabriela” (pelo qual recebeu o Prêmio Shell por sua direção entre outros destaques). O espetáculo tem como enredo a vida de sua irmã travesti Gabriela (Luis Antonio Baskerville Lerardi, nome masculino) numa sociedade conservadora e preconceituosa da cidade de Santos, nos anos 1960, e os problemas pelos quais passaram Gabriela e todos os membros de sua família.

O uso das biografia partiu da premissa de que cada pessoa é e tem em si própria um arquivo, uma reserva de experiências, memórias, saberes e principalmente imagens. Neste processo, as situações biográficas foram colocadas em cena de forma que ganhassem um coeficiente de teatralidade e transcendessem à memória. Temas como morte, abuso, origem, infância, relações familiares estão presentes no espetáculo.

O objeto de investigação da AntiKatártiKa Teatral é um teatro que sequestra a realidade para transferí-la para o palco, incorporando uma possível camada cênica fantástica, onírica, que desloca a narrativa do relato individual e alcança a dimensão de imaginário/discurso coletivo, uma vez apropriada e manipulada por todos os agentes. Como em Tchechov: o teatro não é a vida como ela é ou a vida como deveria ser, o teatro é a vida que se tem através dos sonhos”.

Sinopse

Seis atores e seu diretor se propõe a investigar suas tragédias pessoais e fazer delas teatro. Um mergulho em questões viscerais que resistiram à passagem do tempo. Um jogo de combinações e subjetividades. Uma rede de encontros preciosos em que cada cena emerge em mútua relação com as outras. Um espetáculo caótico e imponderável como a vida. A cada sessão, uma nova versão de si mesmo.

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Serviço

SESC Santo Amaro (R. Amador Bueno, 505 – Santo Amaro, São Paulo)

Temporada: de 2 de junho a 9 de julho – sextas às 21h, sábados às 20h e domingos às 18h.

Ingressos: R$ 25,00 (inteira), R$ 12,50 (meia) e R$ 7,50 (comerciários)

Classificação: 16 anos

Duração: 90 minutos

Ficha Técnica

Direção Geral: Nelson Baskerville

Assistência de Direção: Anna Zepa

Dramaturgia: Nelson Baskerville e Elenco

Colaboração Dramatúrgica: Marcos Ferraz

Elenco: Camila Raffanti, Felipe Schermann, Hercules Moraes, Nuno Carvalho, Tamirys Ohanna e Thaís Medeiros

Cenografia: Amanda Vieira

Figurinos: Marichilene Artisevskis

Iluminação: Wagner Freire

Trilha Sonora: Daniel Maia

Direção Audiovisual: Laerte Késsimos

Direção de Pesquisa Corporal: Cristiano Karnas

Estudo de estruturas matemáticas: Carlos Vianna

Fotografia: Ligia Jardim

Designer Gráfico: Amanda Vieira

Estagiários: Rafael Carvalho e Rafael Érnica

Assistente de Adereços e Cenografia: Marita Prado

Cenotécnicos: PADÔ e Rúben Pagani

Costureira Cenário: Nirce Santos de Abreu

Contra-regra de Montagem: Andreas Guimarães

Costura: Judite Gerônimo de Lima

Modelagem Fit: Fernanda Binotti

Produção Executiva: Amanda Vieira e Thaís Medeiros

Assistência de Produção: Maria Medeiros

Idealização e Produção Geral: AntiKatártiKa Teatral (AKK)

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

BEM SERTANEJO, O MUSICAL

A montagem conta a história da música sertaneja, desde a sua origem caipira, na década de 1920, até os dias mais recentes e traz no repertório cerca de 56 sucessos de nomes consagrados, como Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Almir Sater, Renato Teixeira, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Gustavo Lima, entre outros. 

Do “Fantástico” para os Palcos

Com o mesmo nome do quadro, que foi um sucesso no programa “Fantástico”, exibido pela Rede Globo de Televisão, o protagonista do musical no teatro será o mesmo apresentador da série que é um sucesso e voltará a ser exibida, em breve, no programa.  Michel Teló fará a sua estreia como ator.

Esse é outro mundo para mim. É muito novo ter texto para decorar, ter que interpretar um personagem, aprender as marcações diferentes, estar em cima do palco para um musical é diferente. Mas tem sido um desafio muito bacana”, afirma Michel.

O elenco trará ainda nomes de destaque no cenário do teatro musical brasileiro, como Lilian Menezes, que recentemente chamou a atenção ao protagonizar o sucesso “Elis, A Musical”, Sergio Dalcin, cantor sertanejo e ator, com experiência em musicais, e o premiadíssimo elenco de “Samba Futebol Clube” e “Aquele Abraço” que trabalha com o autor e diretor Gustavo Gasparani há cinco anos. São eles: Alan Rocha, Cristiano Gualda, Daniel Carneiro, Gabriel Manita, Jonas Hammar, Luiz Nicolau, Pedro Lima e Rodrigo Lima.

Ao escrever Bem Sertanejo – O Musical, voltei à minha infância na fazenda quando queria ser veterinário. A peça conta a trajetória e a formação da música caipira e da cultura interiorana do nosso país de forma poética e não cronológica.  Proponho uma viagem pelos nossos interiores – memórias, infância, descobertas – resgatando, assim, o sertão que há em cada um de nós, e ao mesmo tempo, um contato direto com as nossas raízes culturais. Um sertão mítico, onde o erudito se encontra com a alma popular para criar a identidade de um povo. Um encontro livre de preconceitos e longe da palavra progresso. Onde Tarsila, Mário de Andrade e   Villa-Lobos se encontram com Tonico e Tinoco, Mazzaropi, Jararaca e Ratinho e tantos outros”, explica Gustavo Gasparani.

A turnê percorrerá as seguintes cidades brasileiras: São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Ribeirão Preto.

O Universo Sertanejo

Para criar toda a estrutura do musical, o pesquisador André Piunti e Gustavo Gasparani utilizaram vários livros e ouviram muitas músicas, num trabalho minucioso que já dura cerca de dois anos. Marcelo Olinto, figurinista, explica um pouco de onde buscou a inspiração para criar a vestimenta dos atores em cena: “De pesquisa histórica (onde se destaca o livro de Rosa Nepomuceno “Música Caipira – da roça ao rodeio”) aos ensaios de moda. Destaco as telas pintadas por artistas brasileiros, retratando a vida no interior do país e de seus personagens. Vale ressaltar a importância do trabalho de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e, principalmente, Almeida Junior no conceito deste trabalho. Também contribuíram me inspirando os estilistas Gianni Versace e Roberto Cavalli, além da Maison Lesage e seus bordados espetaculares”.

O público que vai assistir ao espetáculo precisa se atentar que não se trata de um show de música sertaneja. É linguagem teatral”, ressalta Aniela Jordan, da Aventura Entretenimento. No Rio de Janeiro, uma ousadia: “Tivemos a ideia de fazer a apresentação no Theatro Municipal, exatamente para levar o público que gosta de sertanejo para esse espaço nobre na cultura da cidade, que está sempre aliado ao clássico”, afirma Aniela que acredita ainda que vai conseguir com o musical atingir ao público que frequenta os teatros, mas desconhece a música sertaneja.

Gringo Cardia, cenógrafo premiado, vai voltar às origens. Tem em seu currículo inúmeros shows sertanejos, realizados no começo de sua carreira. “Eu sempre fui mais da área pop, e conheci o sertanejo de fato há 15 anos. O barato dessa peça, é que vamos poder contar a história do sertanejo raiz. Para isso, eu pensei de imediato na Tarsila do Amaral, que sempre valorizou a cultura do interior do Brasil de uma maneira muito plástica, colorida e moderna.

A história

O primeiro ato é completamente rural, lírico, interiorano, entremeado por poemas de Cora Coralina, Manoel de Barros e inspirado no universo de Guimarães Rosa. Flerta, ainda, com o movimento modernista, que ajudou na construção da nossa identidade brasileira, através dos versos de Mário de Andrade, Manuel Bandeira, da música de Villa-Lobos e da obra de Tarsila do Amaral, que inspirou a cenografia da peça. Monteiro Lobato, Catulo da Paixão Cearense, Chiquinha Gonzaga, Mazzaropi, Jararaca e Ratinho, Alvarenga e Ranchinho, também fazem parte desse nosso sertão. Toda a cena se passa no meio do mato, com jeito e perfume do mesmo. Um sertão mítico, onde o erudito se encontra com a alma popular para criar a identidade de um povo. Um encontro livre de preconceito e longe da palavra progresso.

No segundo ato, o foco será a trajetória dos artistas caipiras, tais como: Angelino de Oliveira, Raul Torres, João Pacífico, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro, entre outros. Das primeiras apresentações pelo interior até chegar à cidade grande.  De como aquele sertão mítico, isolado do resto do país, vai ficando cada vez mais para trás e os efeitos da sua transformação devido ao progresso e a globalização. O grupo de atores, agora, representa o típico caipira – com o seu chapéu de palha e camisa xadrez – e vai se modificando através do circo/teatro, da rádio e da TV até chegar ao universo pop/multimídia da música sertaneja atual. É nesse contexto que discutimos a rivalidade que há entre o sertanejo pop e o caipira raiz. Mas será que ela existe mesmo? E assim, a tradicional viola caipira das rotas de tropeiros sai do interior do Brasil, se transforma, dialoga com o contemporâneo e vai conquistar o mundo.

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Bem Sertanejo, o Musical
Com Michel Teló, Lilian Menezes, Alan Rocha, Cris Gualda, Daniel Carneiro, Gabriel Manita, Jonas Hammar, Luiz Nicolau, Pedro Lima, Rodrigo Lima e Sergio Dalcin
Músicos: Sanfona / Gaita / Regente – Marcelo Costa Lima, Teclado 1 – Roberto Bahal, Teclado 2 – Daniel Pereira dos Santos, Bateria – Wesley Abdo, Percussão – Tiago Ferreira, Baixo – Sergio Henrique Soares Lima, Violão / Guitarra – Jonathas Xavier da Silva, Viola – Marcelo Mello do Nascimento
Tom Brasil (R. Bragança Paulista, 1281 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 200 minutos
21 a 23/04
Sexta e Sábado – 22h; Domingo – 20h
$50/$160
Classificação Livre
 
Porto Alegre – RS – 28 a 30 de abril (SESI) – 21h (28 e 29/04) e às 20h (30/04);
Curitiba – PR – 05 a 07 de maio (Guaíra) – 21h (05 e 06/05) e às 19h(07/05)
Rio de Janeiro – RJ – 10 a 12 de maio (Teatro Municipal) – 20h30m;
Brasília – DF – 19 a 21 de maio (CICB) – 21h (19 e 20/05) e 20h (21/05);
Belo Horizonte – MG – 27 a 28 de maio (Minas Centro) –22h (27/05), 16h e 20h (28/05);
Ribeirão Preto – SP – 02 a 04 de junho (Centro de Eventos) – 21h (02 e 03/06) e 19h (04/06)
 
Texto – Gustavo Gasparani
Direção Geral– Gustavo Gasparani
Direção Musical e arranjos – Marcelo Alonso Neves
Arranjos e Preparação vocal – Mauricio Detoni
Roteiro Musical – Gustavo Gasparani 
Coreografia – Renato Vieira
Cenografia – Gringo Cardia
Figurino – Marcelo Olinto 
Visagismo – Marcio Mello
Pesquisa – André Piunti e Gustavo Gasparani
 

O QUEBRA NOZES

A Cisne Negro Cia de Dança já está pronta para entrar em cena novamente com o espetáculo natalino O Quebra-Nozes, criado por Tchaikovsky em 1891. A obra entra em cartaz dia 10 de dezembro, sábado, às 20 horas, no Teatro Alfa, com sessões até dia 21 de dezembro, com matinês aos sábados e domingos. Além do elenco oficial da companhia, participam também solistas que são primeiros-bailarinos das companhias que fazem parte. Tradicional na cidade, o espetáculo recebeu em 2012 o Prêmio Governador do Estado como Melhor Espetáculo de Dança – preferência popular.

Com direção artística de Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt, conta com a colaboração de ensaiadores renomados na área da dança, a ex-primeira bailarina da Ópera de Wiesbaden na Alemanha e maître Daniela Severian, a maitre do Teatro Municipal do Rio de Janeiro Tereza Augusta e a ensaiadora da Cisne Negro Cia de Dança Patrícia Alquezar.

O Quebra-Nozes conta a história de Clara e seu precioso boneco Quebra-Nozes, presente de seu padrinho, o mago Drosselmeyer. Juntos, eles enfrentam uma cruel batalha contra o Rei dos Ratos e seu exército, viajando pelo Reino das Neves até o Reino dos Doces.

A obra produzida pela Cisne Negro foi apresentada pela primeira vez em 1983 sob a direção de Hulda Bittencourt, recebendo naquele ano  o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), como Melhor Espetáculo de Dança. Desde então, foi incorporado ao repertório da Cisne Negro Cia de Dança até os dias de hoje. Uma das marcas do grupo é renovar o espetáculo a cada ano, emprestando a ele um toque de originalidade e inovação sem perder sua essência. A diversidade pode ser vista tanto nas coreografias quanto na montagem cênica.

Nos efeitos especiais circenses e na acrobacia de tecido contará com o Circo Escola Picadeiro, considerada uma das mais respeitadas escolas circenses do país, fundada em 1983 por Wilson Moura Leite, que tem em seu currículo grande número de ex-alunos atuando em importantes companhias no exterior, alguns deles inclusive no Cirque Du Soleil.

Neste ano de 2016, O Quebra-Nozes contará novamente no seu elenco de Anjos com integrantes da Usina da Dança, projeto social desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, de Orlândia-SP, presidido pela empresária Josimara Ribeiro de Mendonça que atua pelo desenvolvimento integral de crianças e adolescentes na região Nordeste do Estado de São Paulo e mantém parceria com a Cisne Negro Cia. de Dança.

No saguão do Teatro, haverá a apresentação de Corais convidados, interpretando músicas natalinas, uma hora antes do início dos espetáculos, sob a coordenação da pianista Maria Inês Vasconcellos.

O espetáculo tem ainda maquiagem e visagismo especial da Equipe Jacques Janine, sob a supervisão de Chloé Gaya.

É uma obra que nos faz embarcar no sonho de Clara, transportando-nos a um mundo de imagens fascinantes, repletas de magia e beleza, que ficam gravadas para sempre em nossas mentes e em nossos corações”, dizHulda Bittencourt, fundadora da companhia e diretora artística do espetáculo O Quebra Nozes. Hulda completa: “esta 33ª edição presta uma homenagem especial à grande “maestrina da dança” Toshie Kobayashi, in memorian, que participou por 8 anos consecutivos ativa e brilhantemente da produção de O Quebra-Nozes.

O Quebra-Nozes é apresentado pelo Ministério da Cultura, PATROCÍNIO: Banco Alfa – APOIO: Cristália, Deutsch, Balletto, Brasken, Camarim Artigos para Dança, Cecília Dale, Hilton São Paulo-Morumbi, Jacques Janine, Legas Displays, Saracena Produções, Só Dança.

Sinopse

Encenado em dois atos, o ballet conta a fantasia de Clara, uma menina que na noite de Natal ganha muitos presentes, mas se encanta de uma maneira especial por um deles, um boneco quebra-nozes. Quando todos vão dormir, Clara vai à sala para brincar com seu novo presente adormece e entra no mundo da fantasia. Os brinquedos ganham vida, dançam, lutam, viajam para O Reino das Neves e Reino dos Doces, onde Clara e seu príncipe são homenageados com danças típicas de vários países e com um gracioso pas-de-deux da Fada Açucarada.

A criação de O Quebra Nozes foi inspirada em uma adaptação francesa de um trecho do conto Nussknacker und Mauserkonig (Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), de Hoffmann. Tchaikovsky se encantou com as colorações sinistras e fantásticas que envolvem a história e compôs a música para o ballet. O resultado é uma obra repleta de fantasia e romantismo.

Grade de Solistas

Dias 10, 11, 12 e 14 (todos os horários) – Nadia Muzyca (1ª Bailarina do Teatro Colón, de Buenos Aires, Argentina) e Esteban Schenone (1º Bailarino do Ballet de La Plata, Argentina).

Dias 15, 16, 17 (20h) e 18 (18h) – Svetlana Lunkina (Principal Dancer do Ballet Nacional do Canadá) e Thiago Soares (Principal Dancer do Royal Ballet de Londres).

Dias 17 (17h), 18 (15h), 19, 20 e 21 – Márcia Jaqueline (1ª Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e Cícero Gomes (1º Bailarino do Teatro Municipal do Rio de Janeiro)

O Quebra Nozes
Com Cisne Negro Cia de Dança
Teatro Alfa (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 120 minutos
10 a 21/12
Segunda, Terça, Quarta e Quinta – 21h; Sexta – 21h30; Sábado – 17h e 20h; Domingo – 15h e 18h
$50/$140
Classificação livre

LUA DE CHOCOLATE

Com dramaturgia de Adriana Gattermayr e Patrícia Franco – esta última também na direção -, o espetáculo começa no quarto de duas irmãs que tentam fugir da hora de dormir, simbolizada pelo copo de leite que a mamãe traz para elas. Num momento de desatenção, uma delas derruba a bebida. O vovô, que tem o costume de tomar todos os copos de leite para evitar o desperdício, conta uma história que começa lá atrás, na época em que os astecas moravam na América Central, e vem até os dias de hoje, em que o chocolate e os doces feitos a partir dele são industrializados e vendidos em escala industrial mundo afora.

No século XVI, região da civilização Asteca, época em que a lua era reverenciada como um deus e o cacau era matéria-prima do xocoátl – uma bebida voltada para as elites e consumida com pimenta e água -, os espanhóis invadiram a região a fim de colonizar seus povos e ampliar as terras.

Numa dessas incursões, o cacau e a receita do xocoátl foram levados para a Espanha. O cacau não foi bem aceito a princípio e passou anos tendo o acesso restrito ao uso dos monges, sendo terminantemente proibido para o restante da população. Anos depois, o fruto se popularizou e foi utilizado como moeda de troca até cair no gosto da realeza com uma adaptação no sabor que tornou a receita mais próxima do que a que conhecemos hoje: com leite e açúcar em vez de pimenta e água.

Da Espanha para o resto da Europa foi um pulo! Um dos motivos para isso acontecer é que a aristocrata Ana de Áustria, que foi, ao mesmo tempo, infanta da Espanha e Portugal, arquiduquesa da Áustria e mais tarde rainha da França, fez com que a bebida se popularizasse nesses países e em outros em que exercia influência.

Na peça, toda essa história é contada a partir dos objetos do quarto das meninas e com adaptações de nomes e lugares que tornam a narrativa lúdica e compreensível para os pequenos.

Elementos do teatro negro, que fazem aparecer e sumir seres marinhos e pássaros lendários, dividem a cena com bonecos espanhóis e até com o próprio público, que sobe ao palco para brincar de vivo ou morto em referência à guerra que dizimou parte da civilização asteca, na tentativa da Espanha de conquistar seu território.

Além do espetáculo, o teatro receberá também um estande com exemplares à venda do livro em versão literária. Escrito por Patrícia Franco e Adriana Gattermayr, o livro está sendo lançado agora, simultaneamente à estreia do espetáculo.

Lua de Chocolate
Com Patrícia Franco, Eduardo Coutinho, Laila Dawa, Luara Bolandini e Adriana Gattermayr.
Teatro Alfa – Sala B (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 55 minutos
08/10 até 27/11
Sábado e Domingo – 16h
$30
Classificação livre
 
Dramaturgia: Adriana Gattermayr e Patrícia Franco.
Direção: Patrícia Franco.
Criação, Direção e Produção Musical: Ruriá Duprat e Sérvulo Augusto.
Cenografia, Bonecos e Figurino: Márcio Vinícius – Mais Cenografia. 
Direção de Produção: Adriana Gattermayr.
Designer de Luz: Silviane Ticher.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação