CORPO ACROBÁTICO – INICIAÇÃO CIRCENSE

Quer aprender noções básicas das diferentes habilidades circenses? Você pode inscrever seu filho maior de 12 anos – ou você mesmo – no curso Corpo Acrobático – Iniciação Circense, atividade da Escola de Circo do Sesc Parque Dom Pedro II a ser realizada dia 6 de abril, sábado, das 10h30 às 12h30, na Tenda Arquibancada. As inscrições são gratuitas na Central de Atendimento. Vagas limitadas.

Quem ministra é a artista circense Luciana Menin, criadora do  e sócia do Circo Zanni desde 2004. Ela se dedica à cena artística  circense como artista e também ao estudo do corpo acrobático circense, ao ensino da técnica. É especializada nas técnicas de parada de mãos, acrobacia e aéreos.

O projeto Escola de Circo oferece cursos voltados para profissionais, estudantes de artes e interessados em geral. As atividades abordam diferentes habilidades circenses, apresentando as inúmeras possibilidades estéticas da linguagem.

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Curso – Corpo Acrobático – Iniciação Circense

Com Luciana Menin.

SESC Parque Dom Pedro II (Praça São Vito, s/n – Brás, São Paulo)

06/04

Sábado – 10h30 às 12h30

Grátis (Inscrições na Central de Atendimento ou pelo e-mail  oficinas@pqdompedro.sescsp.org.br, informando o nome da atividade, nome completo do interessado, data de nascimento, CPF, RG e número de matrícula da Credencial Sesc.))

Classificação 12 anos

A FABULOSA CHARANGA DOS EXCÊNTRICOS

A Fabulosa Charanga dos Excêntricos se apresenta no Sesc Parque Dom Pedro II!

É uma banda composta por palhaços e palhaças excêntricos que são responsáveis pela trilha musical e sonoplastia desse grande espetáculo. Os cômicos da Charanga tocam trombone, trompete, saxofone, surdo, repiques e instrumentos inusitados. Além da performance do sensacional homem-banda.

O espetáculo exalta a beleza e a simplicidade do palhaço, que tocam os instrumentos e o coração do público por meio de reprises tradicionais e números que integram a música como elemento principal, criando uma performance repleta de risos, sonoridades e poesias.

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A Fabulosa Charanga dos Excêntricos

Com Palombar Circo Teatro

SESC Parque Dom Pedro II – Tenda Arquibancada (Praça São Vito, s/n – Brás, São Paulo)

Duração não informada

16/12

Domingo – 16h

Grátis

Classificação Livre

ARQUITETURA EFÊMERA – CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UM MONUMENTO DE PAPELÃO

A construção coletiva de um grande monumento arquitetônico da cidade, feita com caixas de papelão, sem ajuda de máquinas ou guindastes, apenas com energia humana e força muscular. Ao final, tudo é desfeito! Os habitantes da cidade têm a oportunidade de se reunir para realizar uma obra surpreendente, efêmera e sem utilidade.

Essa é a proposta do artista francês Olivier Grossetête em Arquitetura Efêmera – Construção Coletiva de um Monumento de Papelão que chega a São Paulo para reproduzir uma construção efêmera da catedral da Sé, a maior igreja da cidade de São Paulo e um dos cinco maiores templos góticos do mundo, no Sesc Parque Dom Pedro II.

O projeto acontece em três etapas: oficinas, construção e desconstrução. As oficinas ocorrem de 23 a 26 de outubro, em dois horários, às 10h30 e às 14h30, com duração de 3 horas cada. O público pode participar de todas ou de apenas uma oficina. Inscrições a partir do dia 03/10 pelo e-mail: oficinas@carmo.sescsp.org.br ou na Central de Atendimento da unidade.

A montagem da construção efêmera da Catedral da Sé acontece no dia 27 de outubro, sábado. Os participantes são convidados a se reunir às 10h para começar a subir a torre. São necessárias cerca de 150 pessoas para cumprir essa etapa. A torre fica em exposição até o dia 4 de novembro, domingo, quando todos podem participar da desmontagem.

O objetivo do projeto é tanto compartilhar a experiência de uma construção coletiva como o resultado final da obra. Ele nos permite recriar conexões uns com os outros, compartilhando momentos em comum. Podemos erguer montanhas ou pelo menos uma construção de um monumento medindo mais de 20 metros de altura e pesando mais de 1 tonelada. Este é um projeto universal que mobiliza jovens e idosos e permite que as pessoas se encontrem e construam alegremente”, fala Olivier Grossetête.

Durante os dias de oficinas, adultos, crianças a partir de 6 anos, idosos de todas as idades e origens são recebidos para preparar elementos específicos da construção. É um momento no qual a abordagem artística é compartilhada e as técnicas usadas para construir são colocadas em prática. As partes específicas são construídas e os elementos do monumento, como telhados, arcos, varandas, são pré-montados. A programação conta com o apoio do Institut Français.

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A construção

Os habitantes da cidade, visitantes e passantes são bem-vindos durante todo o dia para construir o edifício. Os elementos produzidos anteriormente nas oficinas são preparados, novas caixas para completar a torre são construídas e a estrutura vai sendo levantada, andar por andar, etapa por etapa e fixadas com fitas adesivas. “À medida que progredimos, a estrutura se torna mais pesada e demanda mais pessoas para levantá-la. É chegada a hora em que precisamos de todos em seus devidos lugares e o momento chave do projeto quando sentimos a força da energia coletiva”, explica o artista.

A desconstrução

Os participantes são convidados a ajudar na demolição da construção. Ao final, o público é incentivado a pisar e pular em todas as caixas, num momento simbólico de diversão. Participam assim de um evento artístico em que cada um encontra seu lugar, numa performance coletiva.

O fim do projeto também é um momento de festa e alegria. Porém, com reflexão sobre a imagem e simbolismo da arquitetura que explora espaços urbanos e permite trazer questionamentos políticos e sociais.

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Sobre Olivier Grossetête 

Nascido em Paris em 1973, vive em Marselha e trabalha no mundo todo. Estudou na École des Beaux-Arts, em Valence, e através do seu trabalho artístico tenta manter a poesia e os sonhos vivos em nossas vidas cotidianas. Utilizando brincadeiras com falsa ingenuidade, ele enfrenta um determinado contexto para questionar as leis, tanto físicas quanto sociais, que nos governam. Em 2002, criou colagens de documentos administrativos, como notas bancárias, multas de estacionamento e multas ou cartas de recusa com as quais ele invoca a realidade para inventar novas ficções.

Uma outra faceta de seu trabalho se aproxima da escultura, apresentando “objetos poéticos” in loco. Esses funcionam cada um de sua própria maneira, indo e vindo entre sonhos, imagens poéticas e as leis que governam nosso mundo. Com as construções participativas de monumentos feitas de papelão, explora os espaços urbanos e nos permite vivenciá-los juntos.

Grossetête convida os habitantes de uma cidade a se unirem para erguer um prédio utópico, temporário e inútil, feito de papelão e fita adesiva. Para participar de uma experiência artística em que todos encontram seu lugar.

Seja com suas construções de monumentos de papelão usando energia coletiva em torno dele, ou com vias e pontes que desafiam a gravidade ou com seus cortes/colagens negando símbolos autoritários, tenta reverter, pelo menos simbolicamente, o equilíbrio de poder, que nos liga ao mundo, questionando o valor de nossas trocas e de nossos pertences.

 

Arquitetura Efêmera – Construção Coletiva de um Monumento de Papelão

Com Olivier Grossetête

SESC Parque Dom Pedro II (Praça São Vito, s/n – Brás, São Paulo)

23/10 a 04/11

Oficinas: dias 23, 24, 25 e 26/10. Terça a sexta – Inscrições a partir do dia 03/10.

e-mail: oficinas@carmo.sescsp.org.br

Grátis