APARECIDA, UM MUSICAL

O musical APARECIDA, com texto de Walcyr Carrasco e direção de Fernanda Chamma reestreia no Teatro Prevent Senior, a partir de 6 de julho, sábado, às 20h.  As sessões acontecem às quintas e sextas, às 20h, e sábados e domingos, às 16h, até 29 de setembro.

O espetáculo já foi visto por mais de 50 mil pessoas em sua primeira temporada no Teatro Bradesco. Com um elenco de 33 artistas, 20 canções originais, dezenas de figurinos e cenários grandiosos, a peça conta a história de Nossa Senhora Aparecida, um dos maiores símbolos de fé dos brasileiros há mais 300 anos, cujo santuário recebe mais de 17 milhões de fiéis por ano.

O espetáculo tem música original e direção musical de Carlos Bauzys, letras de Ricardo Severo, cenografia de Richard Luiz, figurinos de Fábio Namatame, desenho de luz de César de Ramires, desenho de som de Gabriel D’Angelo e produção da MPCult.

Nossa Senhora Aparecida faz parte do cotidiano de milhões de brasileiros. A fé, a coragem, e a solução de pequenos e grandes problemas vêm da devoção criada em torno de sua adoração“, comenta Walcyr Carrasco sobre os motivos que o levaram a escrever a obra. Além dos milagres conhecidos e outras passagens importantes, Walcyr se inspirou em uma história contemporânea real para mostrar ao público um exemplo onde a crença proporciona as transformações humanas mais difíceis. “Eu estava em busca de um milagre atual, que reafirmasse a fé. Ao conhecer o casal que protagoniza a história, me entusiasmei por não criar um espetáculo simplesmente histórico”, revela o dramaturgo.

O ponto de partida da trama é a história do casal Caio (Julio Assad), um advogado ambicioso e sua esposa Clara (Bruna Pazinato), na São Paulo dos dias de hoje. Com a esperança de curar Caio, que perde a visão por causa do tratamento de um câncer, os jovens embarcam em uma jornada de descobrimento espiritual que culmina em uma ida até a basílica da Padroeira do Brasil. Paralelamente, é narrada a história da pequena estátua de Nossa Senhora Aparecida, descoberta em 1717, desde uma pequena capela em Itaguaçu (interior de São Paulo) até a grandiosa Basílica na cidade de Aparecida.

Para a diretora e coreógrafa Fernanda Chamma, o trabalho explora bastante a interação do elenco com a cenografia. “Usamos uma movimentação cênica contemporânea, por todo palco executada pelos bailarinos durante todo o espetáculo”, explica.

A história é contada com emocionantes músicas originais de Carlos Bausys, com letras compostas por Ricardo Severo. “A partir do texto do Walcyr, propus manter uma parte das canções inspiradas no melodrama e uma outra mais épica. Acho que um grande diferencial de nosso musical original está nas letras, que trazem um discurso mais próximo da estética da canção brasileira, e não tão direto como nos musicais com estética da Broadway. Todas as letras foram compostas a partir de uma pesquisa intensa que fiz sobre a história de Nossa Senhora Aparecida, de seus milagres, sua mitologia, e dos significados e mensagens por trás de cada momento”, explica Severo.

Os arranjos, de acordo com Bauzys, misturam sonoridades diferentes: “Como a própria figura da Nossa Senhora, que abrange a enorme riqueza de toda a cultura brasileira, as melodias e harmonias do espetáculo são bem ecléticas”, fala o diretor musical.

Inspirada na arquitetura da Basílica de Aparecida, a cenografia mescla estruturas físicas grandiosas com projeções de vídeo mapeadas. Ao todo são 23 mudanças de cenários, com 15 vídeos produzidos para o musical. Além dessa cenografia inovadora, o musical tem vários efeitos especiais e tecnológicos.

FACE

 

Aparecida, um musical

Com Julio Assad, Bruna Pazinato, Edson Montenegro, Ditto Leite, Rogério Edmundo Vitor, Conrado Helt, Vanessa Mello, Joyce Cosmo, Ana Luiza Ferreira, Hellen de Castro, Maurício Xavier, Rubens Caribé, Marco Azevedo, Guilherme Pivetti, Danilo Martho, Ana Araújo, Vinícius Loyola, Lucas Cândido, Alessandra Vertamatti, Nábia Vilela, Carla Vazquez, Isabela Castro, Gigi Debei, Alberto Venceslau, Nina Sato, Guilherme Pereira

Teatro Prevent Senior (Rua Coropé, 88 – Pinheiros, São Paulo)

Duração 135 minutos

06/07 até 29/09

Quinta e Sexta – 20h, Sábado e Domingo – 16h

$120/$220

Classificação Livre

TEATRO BREVE DE GARCIA LORCA

“Teatro Breve de Garcia Lorca”, do dramaturgo e poeta espanhol Federico Garcia Lorca, produzido pela Cia Noir Sur Blanc, estreia temporada no Teatro Cacilda Becker de 27 de setembro até 7 de outubro. A peça, dirigida por Brigitte Bentolila (“Hamlet é Negro” e “Os Negros”), francesa domiciliada no Brasil, traz em seu elenco os atores Paulo Guidelly (“Noites do Vidigal” e “Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo”) e Vanessa Pascale (“Anônimas”, “Medea en Promenade” e “Feira de Humor”). As sessões acontecem de qui a sáb às 20h e domingos às 19h.

O Teatro Breve de Garcia Lorca é composto por três peças: “O Passeio de Buster Keaton”; “A Donzela, o Marinheiro e o Estudante” e “Quimera” que são levadas em cena com poesia, dança e música. O espetáculo pode ser entendido e apreendido de forma quase muda. Percebido através do corpo e do gesto, feito de imagens, ruídos e sensações, escrito e desenhado no espírito de juventude que desperta um olhar sobre a vida. Sua leveza é poética e profunda, onde a palavra surge a partir da rara necessidade – diz a diretora.

Lorca foi poeta, pintor e músico. Criado por Lorca na década de 30, “La Barraca”, cuja tradução do espanhol, significa “tenda”, foi um lugar de encontro de pintores, bailarinos, comediantes, músicos, entre outros artistas que fomentavam o debate e as experimentações artísticas da época. Em Teatro Breve, ele fala desse encontro feliz de todas as artes reunidas em uma só: o Teatro.

Eu estou muito ansioso, pois é uma responsabilidade grandiosa fazer no teatro obras de Frederico Garcia Lorca e substituir o grande ator que foi Antônio Manso. Esse espetáculo é uma homenagem a ele. Não vou ser pretensioso de dizer que tudo que eu levo em cena partiu somente da minha intuição de ator, ele é minha grande inspiração. Somos atores de geração e formação bem diferentes. O espetáculo não será eu imitando o Antônio. De fato ele é o meu ponto de partida, meu anjo da guarda – diz Paulo Guidelly sobre a importância do papel que foi vivido posteriormente por Antônio Manso.

O cinema mudo de Buster Keaton, em Nova York, o amor da Donzela para o Marinheiro; o Estudante na Espanha; o pai que deixa filhos e mulher, em casa, na Andaluzia são histórias simples e curtas, com imagens leves e alegres, tristes e profundas, amargas e doces que se provocam, se interpelam.

Vanessa Pascale soube dos testes para a peça por intermédio de uma amiga. Ela, que recentemente viveu Manu em “Malhação: Vidas Brasileiras”, estrela, ao lado de Paulo Guidelly o espetáculo.

O processo é muito intenso e rico! Há dança, poesia, cinema e culturas variadas. Viajamos no tempo e no espaço. O Paulo é um presente, um ator habilidoso, com percepção refinada e gentil. É um trabalho de muita sensibilidade. A Brigitte, nossa diretora, é admirável, inteligentíssima, pragmática, generosa e também nos dá liberdade para criar junto – diz Vanessa Pascale sobre o processo de criação do espetáculo.

O desejo, a sexualidade e a homossexualidade afloram de forma sutil, porém violenta na obra do poeta. Lorca foi assassinado em plena guerra civil espanhola por causa das suas opções de vida e de arte. Teatro singelo e singular, diferente das obras antológicas do Teatro mais reconhecido de Lorca, como “A Casa de Bernarda Alba”, “Bodas de Sangue” ou “Yerma”. “Teatro Breve” se destaca nas Obras Completas de Lorca. Essa peça foi escrita em Nova York em plena crise mundial em 1929 e ressoa de uma forma atual, moderna e contemporânea – finaliza Brigitte.

CARMEN

Teatro Breve de Garcia Lorca

Com Vanessa Pascale e Paulo Guidelly

Teatro Cacilda Becker (Rua do Catete, 338 – Largo do Machado, Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

27/09 até 07/10

Quinta, Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 19h

$30

Classificação 14 anos

A CASA DA BERNARDA ALBA

A aclamada peça de Federico García Lorca, em uma surpreendente adaptação feita só com homens, nos leva ao pequeno povoado de Andaluzia, em uma Espanha pré-guerra civil.

A sociedade é machista e o nome e a honra contam mais do que a vida e os prazeres carnais. A austera Bernarda Alba fica viúva pela segunda vez, e, segundo suas ordens, suas filhas terão de viver um luto de oito anos em regime de clausura.

Bernarda tem cinco filhas e todas se interessam por um único homem do vilarejo, que é prometido à filha mais velha: Angustias. Numa trama de intrigas e amargura, as filhas são quase como soldados, e se digladiam longe dos olhos da mãe.

Nessa montagem especial, homens interpretam essas mulheres sem amantes, mostrando o quão brutas e fortes podem ser as personagens de Lorca que metaforizam os soldados da guerra civil espanhola e a oposição à ditadura.

CARMEN

A Casa de Bernarda Alba

Com Rafael Mallagutti, Pedro Ruffo, Joaquim Araújo, Victor Garbossa, Caio Baldin, Bruno Akimoto, Renan Rezende, Miguel Langone, Cleber Cley Braz, João Pedro Uvo, Leonardo Malinowski, Lucas de Campos e Miguel Langone

Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)

Duração 90 minutos

29/09 até 27/10

Sábado – 21h

$60

Classificação 12 anos

SCRIPT – UM LONGA-METRAGEM IMPROVISADO

Script – Um longa-metragem improvisado” é o segundo espetáculo da Mostra Espontânea que acontece no Teatro dos Arcos. Com direção de Ian Soffredini, o espetáculo de improviso faz referências à estética cinematográfica e será apresentado de 28 de setembro a 02 de novembro, incluindo sessões no Festival Satyrianas, com entrada grátis.

Ian Soffredini conta que o espetáculo “mimetiza os efeitos do cinema utilizando-se dos recursos da construção cênica teatral”. Close, enquadramento, movimento de câmeras e outros recursos da linguagem cinematográfica são sugeridos nas movimentações e posicionamento dos atores em cena. É teatro de improviso que brinca com a narrativa do cinema.

Em cena um personagem inicia o jogo de improviso: é o Roteirista, que descreve o que o público verá na “tela do cinema”: onde acontece a cena, quem são os personagens da história, quando acontece a ação. Com base nestas informações sugeridas pelo Roteirista, os improvisadores desenvolvem as cenas.

Neste jogo de improviso, a participação da plateia é fundamental. Logo na recepção, o público é convidado a inventar e escrever num papel um título de filme. A plateia também sugere três lugares onde podem acontecer as situações dramáticas. Cabe ao Roteirista usar as sugestões do público e interferir no improviso.

As cenas e personagens em cada apresentação são inesperadas para o público e para os próprios atores, assim como o gênero a ser representado, que pode variar entre drama, horror e ficção científica, dependendo de como os estímulos dados pela plateia inspirem os atores. “A transposição da estética cinematográfica para o espaço do teatro improvisado que não possui nem de longe os mesmos recursos técnicos do cinema tem grandes chances de apresentar resultados cômicos”, comenta o diretor Ian Soffredini.

Nesta busca pela estética cinematográfica, a iluminação de Diego Rocha é um recurso decisivo. Diego é um dos mais experientes iluminadores de espetáculos de improvisação no País. Em “Script – Um longa-metragem improvisado”, o iluminador trabalha com recortes bem delineados para criar no teatro a ilusão do cinema.

O diretor musical Pedro Rabello, que é Mestre em Composição para Cinema e TV pela Kingston University London, criará trilhas sonoras ao vivo a cada sessão. Na mesma sintonia de improvisação do elenco, ele pode criar músicas que evidenciam e aprofundam propostas trazidas pelos atores como pode oferecer contrapontos que interferem na construção dramatúrgica do espetáculo.

Para alcançar o estado de prontidão necessário para o espetáculo, os improvisadores praticaram a técnica de improvisação com preparação comandada pelo colombiano Gustavo Miranda, fundador da Cia. Acción Impro e um dos mais importantes pesquisadores desta linguagem na América Latina.

A preparação corporal do elenco foi feita por João Paulo Gomes, professor de Contato Improvisação, com foco em educação somática. Ele estimulou os atores a desenvolver a intimidade necessária para a criação no improviso e expandir o repertório de representação corporal.

SOBRE A MOSTRA ESPONTÂNEA

O projeto é realizado para contribuir com a pesquisa de Improvisação Brasileira e para estimular novas criações. Improvisadores experientes se reúnem para aprofundar os estudos dos mais relevantes métodos de improvisação do cenário mundial na atualidade.

A Mostra Espontânea iniciou com o espetáculo “Haroldo”. “Script” é o segundo espetáculo do projeto. O terceiro trabalho será o espetáculo “Sigo de Volta”, que promoverá a interação com usuários do Instagram.

Todas as apresentações serão gravadas e o conteúdo disponibilizado no canal Teatro dos Arcos no Youtube.

Mais informações sobre a Mostra Espontânea estão nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/teatrodosarcos/

Instagram: https://www.instagram.com/teatrodosarcos/

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Script – Um Longa-Metragem Improvisado

Com Adriano Castanheira, Aline Ewald, Daniel Obregon, Ian Soffredini, Maria Eugenia Portolano,  Manuela Origuella, Priscila Muniz

Teatro dos Arcos (Rua Jandaia, 218. Bela Vista, São Paulo)

Duração 50 minutos

28/09 até 02/11 – Sexta – 21h

11/10 – Quinta – 21h

14/10 – Domingo – 21h

Entrada gratuita (entrega de convites no local uma hora antes da sessão)

Classificação 12 anos

ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE

Eduardo Martini e Cris Nicolotti levam ao palco a peça Até que o Casamento nos Separe. Além de representarem juntos, os dois também são responsáveis por escrever o texto da comédia que mostra a real intimidade de um casal após 20 anos de matrimônio. A peça reestreia no Teatro Itália, no dia 15 de setembro, às 21 horas, e segue até 18 de novembro.

O cotidiano de Otávio e Maria Eduarda promete muito humor e identificação com o público. O casal mostra com a maior sinceridade e muita graça o dia a dia de casados. Com inteligência e romantismo, é uma sequência de momentos que incluem as crises que nos fazem rir e refletir sobre essa difícil arte de conviver com o companheiro debaixo do mesmo teto.

A peça teve sua primeira apresentação há 10 anos, inicialmente tendo o Eduardo e a Cris como protagonistas. O espetáculo já teve outras atrizes que dividiram o palco com o Martini ao longo desses anos, entre elas estão: Viviane Alfano, Viviane Araújo, Suzy Rêgo, retornando agora para a Cris.

Sem perder a elegância, o espetáculo traz direção e trilha sonora que vão encher os olhos e o coração de todos, sejam eles comprometidos ou não. Situações com a família, amigos, tabus sexuais e muito mais são alguns dos temas abordados de forma bem humorada durante os 80 minutos de espetáculo.

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Até que o casamento nos separe

Com Eduardo Martini e Cris Nicolotti

Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)

Duração 80 minutos

15/09 até 18/11

Sábado – 21h

$50

Classificação 10 anos

O DIÁRIO DE MIKA – O MUNDO É NOVO PARA MIM

Depois do enorme sucesso da temporada no Teatro Dr. Botica e no Teatro Playcenter Family em São Paulo e no Teatro Clara Nunes no Rio de Janeiro o musical “O Diário de Mika em: O mundo é novo para mim” chega ao Teatro Morumbi Shopping para curta temporada.
O espetáculo é baseado na série animada “O Diário de Mika”, que tem como protagonista uma menina de 4 anos muito curiosa, que está aprendendo a lidar com todas as novidades que o mundo tem a oferecer.
Exibida nos canais Disney Júnior, Rede Brasil, TV Brasil e várias emissoras de TV em mais de 130 países de todos os continentes, a série também é sucesso na internet, com mais de 500 mil inscritos nos canais do YouTube. Recentemente, a animação 100% nacional, que foi indicada ao “6º International Emmy Kids Awards 2017” na categoria “Crianças: pré-escolar,” estreou no pacote de novidades da Netflix.
No musical, Mika além de contracenar com seus amigos bichinhos- Javô, Abelhuda, Bláblá, Lilá, Puquê e Bru- também conta com dois novos ajudantes humanos – Niko e Kiko- criando uma maior interação com o público e agradando a toda a família.
Com produção da Supertoons, criação de Elizabeth Mendes, e direção de Rodrigo Maiellaro, o espetáculo estará em cartaz a partir do dia 01 até o dia 30 de setembro às 16hs.
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O Diário de Mika em: O Mundo é Novo Para Mim
Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Vila Gertrudes, São Paulo)
Duração 55 minutos
01 a 30/09
Sábado e Domingo – 16h
$60
Classificação Livre

PIRATAS DO CARAMBA

O espetáculo para crianças “Piratas do Caramba” continua em cartaz no Teatro Folha, com apresentações aos sábados e domingos, às 17h40, até 16 de dezembro. A peça, que mostra as aventuras de uma atrapalhada tripulação de piratas em busca do sonhado tesouro, também será apresentada em sessões extras nos feriados dos meses de outubro e novembro.

Os piratas Capitão Pantufa, Espadinha e Barnabé passam os dias recolhendo o lixo que encontram pelos oceanos e lembrando das antigas batalhas. Numa manhã encontram uma misteriosa garrafa que poderá transformar suas vidas. Surge um dilema: continuar suas vidas pacatas ou se arriscar no mar em busca do tesouro. Eles decidem por novas aventuras.

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Piratas do Caramba

Com Rafael Pequeno, Vanessa Bonandi e Renato Pitanga

Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (R. Dr. Veiga Filho, 133 – Higienópolis, São Paulo)

Duração 60 minutos

Até 16/12 (Sessões extras 12/10, 02, 15, 16, 19 e 20/11)

Sábado, Domingo e Feriado – 17h40

$40

Classificação Livre