COBRA NA GELADEIRA

Depois de estrear no Centro Cultural São Paulo (CCSP), a versão de Marco Antônio Pâmio para Cobra na Geladeira, do canadense Brad Fraser, reestreia no Teatro Viradalata, no dia 6 de outubro. O espetáculo segue em cartaz até 25 de novembro, com apresentações aos sábados, às 21h30, e aos domingos, as 18h30.

Esta e a segunda montagem de Pâmio – vencedor do prêmio APCA 2014 pela direção da peça Assim É (Se lhe parece) – para uma obra do dramaturgo canadense; a primeira foi a peça Pobre Super Homem.

Inédito no Brasil, o texto relata a vida e relações de nove personagens, a maioria deles vivendo em uma casa antiga e misteriosa caindo aos pedaços, que serve como república. Produto do mundo contemporâneo, brutalmente desumanizado e dominado pelo consumismo, eles beiram o universo da vida noturna e da indústria do sexo, através de comportamentos insanos e descontrolados.

A partir de temas como o consumismo descontrolado, a dependência química, a autocobrança dos jovens para corresponder às exigências sociais, o uso da internet na propagação de conteúdo adulto, o racismo, o abuso sexual, entre outros, o texto traça um panorama ácido e ao mesmo tempo bem-humorado sobre a sociedade contemporânea e seus valores em transformação.

A encenação explora a linguagem cinematográfica, assim como o texto original, para dar conta das mais de 100 cenas de Fraser, que têm rápidos saltos no tempo/espaço, cortes secos e diálogos curtos, diretos e sarcásticos.

Outra característica da obra é sua capacidade de deixar a plateia ser conduzida por uma espécie de montanha russa, ao percorrer caminhos eletrizantes e sem chance de volta no seu percurso tortuoso. O objetivo é fazer com que o espectador se sinta dentro da Casa, que pode ser considerada a protagonista da peça, onde habitam e convivem esses personagens. “Minhas peças são sobre pessoas que estão tentando criar famílias e sobre a grande dificuldade de se fazer isso”, diz Fraser. Vale citar que a “cobra na geladeira” do título também se torna uma habitante da Casa e elemento-chave da história.

Com poucos elementos realistas no cenário, a montagem privilegia o trabalho do ator, à medida que todas as decisões e emoções acontecem no próprio texto. Já a iluminação tem a proposta de marcar as transições de lugar e de tempo em cada cena.

Sem temer provocar progressistas ou conservadores, a peça não se perde em sentimentalismos e relata pessoas solitárias na sua busca desesperada por alguma forma de afeto.

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Cobra na Geladeira

Com Esdras de Lúcia, Felipe Hofstatter, Gustavo Moura, Juliane Arguello, Lui Vizotto, Marina Possebon, Regina Maria Remencius, Rodrigo Basso, Tailine Ribeiro

Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)

Duração 120 minutos

06/10 até 25/11

Sábado – 21h30, Domingo – 18h30

$30

Classificação 16 anos

OS ÚLTIMOS 5 ANOS

O conceito de que toda história de amor dá certo pelo tempo em que dura é o mote especial de “Os Últimos 5 Anos”, musical que nasceu em 2001, em Chicago, Estados Unidos, estreando no circuito Off-Broadway no ano seguinte. Desde então a produção já passou por mais de 10 países, ganhou uma adaptação para os cinemas, em 2015, e agora chega ao Brasil, a partir de 16 de setembro, para uma curta temporada no Teatro Viradalata, em São Paulo.

Relatando os altos e baixos de um relacionamento de cinco anos vivido por Cath Hyatt, uma jovem atriz em busca de sua realização profissional, e Jamie Wellerstein, um romancista em desfrute de sua ascensão, os dois se descobrem vítimas do desencontro, situação que os leva a repensar o tempo juntos e sobreviver ao dilema de ter que escolher entre o amor e o trabalho. Fugindo de um relato óbvio e apoiada no referencial da teoria da relatividade, a trama coloca as emoções na contramão e se desenrola de forma inversa, onde o rapaz conta a história do início para o fim, desde o namoro até o casamento, e a moça a revive de trás para frente, propondo ao público percepções diferentes de uma mesma situação.

Os atores Beto Sargentelli e Eline Porto, conhecidos especialmente no eixo Rio-São Paulo por diversos trabalhos em teatro musical, são os responsáveis por encenar os dilemas atemporais retratados na versão brasileira de “The Last Five Years”, e juntos eles encaram um desafio dobrado, de não apenas protagonizar o espetáculo como também produzi-lo, compartilhando a função no projeto com o produtor executivo Lucas Mello. O casal que hoje divide a vida dentro e fora dos palcos compartilha da mesma paixão pelo musical há mais de 10 anos, mas isso só veio a tona há alguns meses, quando contracenaram juntos pela primeira vez na adaptação teatral de “2 Filhos de Francisco”. A descoberta por sonhos em comum despertou neles o desejo de reunir grandes profissionais e amigos que admiram e que hoje os acompanham no duplo desafio.

A frente da direção está o premiado João Fonseca, que embora venha se dedicando mais ao teatro musical brasileiro, aceitou o desafio de ser o responsável por conduzir os encontros e desencontros que, nesta versão, deixam de lado o clima nova-iorquino e ganham como pano de fundo outra grande metrópole mundial, a cidade de São Paulo. “Esse ‘pequeno’ musical possui músicas lindas, fortes e teatrais, e uma história de amor irresistível, porém a originalidade da forma como ela é contada foi o que mais me atraiu, é um desafio delicioso para qualquer encenador”, revela Fonseca.

“Uma peça para dois atores, um casal, com músicas tão maravilhosas e tão complexas, com uma ordem cronológica inversa e essa qualidade dramatúrgica já é por si só um diferencial, mas na nossa montagem acho que há um plus pelo fato de ser do Brasil, conseguimos adaptar para a nossa realidade, trazer para mais perto da gente e ‘abrasileirar’ no humor e no estilo. Cada criativo está bastante envolvido com a proposta e pensando em tudo para deixar as linhas bem definidas”, pontua Beto.

Baseado em fatos reais, os cinco longos anos que no palco transcorrem em intensos 80 minutos, são inspirados no relacionamento do autor do texto e músicas, Jason Robert Brown, e Theresa O’Neill, com quem teve um casamento fracassado. Considerado um dos mais aclamados compositores de musicais contemporâneos dos EUA, Brown inovou ao unir dois atores em cena sem que, para isso, precisem interagir diretamente, exceto pela lembrança do dia do casamento, quando uma das 14 músicas possibilita um cruzamento entre as duas linhas de tempo.

“Um dos grandes diferenciais deste musical é poder mostrar dois pontos de vista diferentes, mostrar que não há uma verdade absoluta e que cada pessoa vê a relação por um prisma. Nossa encenação traz os dois lados bem claros e isso provoca diversas sensações, aproximando muito o espectador que se coloca por vezes na situação dos personagens. Somos todos pessoas dúbias, existem mil versões de nós, e queremos que o público vivencie essa história junto com a gente”, explica Eline.

Com muitas nuances, elas estão presentes também na trilha sonora, vencedora do Drama Desk Award de Melhor Música e Letra em 2002, que conta com diversos gêneros musicais, entre eles pop, jazz, clássico, rock e folk, dando espaço até mesmo para a música latina. Todos eles dão ritmo à vida a dois de Cath e Jamie, que ganha boa parte da interpretação por meio da música, trabalho este que conta com os cuidados do diretor musical Thiago Gimenes e do versionista Rafael Oliveira – fundamental para que a narrativa seja clara e emotiva. A produção é ainda acompanhada por três músicos ao vivo, responsáveis por uma orquestração composta por Cello, Violão/Baixo e Piano.

“Para mim, como compositor, poder analisar a maneira como o autor compõe as músicas, como ele traduz os sentimentos e coloca as situações lá, tem sido uma aula geral, não só de poesia, mas de conhecimento e harmonia. Muito do texto está na música e é interessante observar como as canções da Cath são mais românticas e com melodias menos dissonantes, enquanto as do Jamie, por serem autorais e escritas por ele, revelam sua mente loucamente criativa, detalha Gimenes.

Produzido em parceria pela Lumus EntretenimentoH Produções e Andarilho Filmes, o musical apresentado pelo Ministério da Cultura e patrocinado pelas empresas Solví e Loga, conta ainda com o design de luz de Paulo César Medeiros, design de som de Tocko Michelazzo e o visagismo de Marcos Padilha.

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Os Últimos 5 Anos

Com Beto Sargentelli e Eline Porto

Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo0

Duração 80 minutos

16/09 até 19/11

Domingo – 21h30, Segunda – 21h

$50/$80

Classificação 14 anos

DEPOIS DAQUELA NOITE

Com direção de Eduardo Martini e dramaturgia de Carlos Fernando BarrosDepois Daquela Noite está em cartaz no Teatro Viradalata. A comedia traz no elenco Carol Hubner, Renato Scarpin, Theo Hoffmann, além do próprio Eduardo Martini. A temporada ocorre todas as sextas-feiras até 28 de setembro.

Na trama, Ana e Rafael, dois amigos que trabalhavam na mesma empresa, ao saírem do trabalho, deparam-se com a cidade transformada em um verdadeiro caos por uma chuva torrencial. Após tentarem em vão, voltar para suas casas, resolvem passar a noite em um hotel.

No lugar, Ana telefona e conta a situação ao seu marido Maurício, que não entende e acha tudo muito estranho. Já André, namorado do Rafael, ao saber do que está acontecendo, pensa que está sendo traído. Enquanto Ana e Rafael se preparam para dormir, Maurício e André vão até o hotel para cobrar satisfação. O encontro serve de pano de fundo para que todos mostrem o seu verdadeiro “eu”.

Um dos maiores trunfos da dramaturgia do espetáculo é a de falar do amor entre as pessoas, a premissa mais básica de todas, ainda mais nesse mundo conectado com todas as redes sociais. Precisamos falar sobre amor, pois as pessoas estão demonstrando apenas nos emojis da vida. É uma história simples que começa com uma amizade, fala de laços, das decisões que tomamos, tudo que envolve a vida dos quatro personagens. O cenário é um quarto de hotel, onde ocorre todas as ações, que se vale pelo trabalho dos atores”, conta Eduardo Martini.

O ator celebra mais de 40 anos de carreira e também está em cartaz no Teatro Viradalata com A Rainha do Rádio com sessões Sábados as 21h30 e domingos 19h.

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Depois Daquela Noite

Com Carol Hubner, Renato Scarpin, Theo Hoffmann e Eduardo Martini

Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)

Duração 70 minutos

10/08 até 28/09

Sexta – 21h

$50

Classificação 16 anos

O PLANETA DOS ESQUECIDOS

No próximo dia 02 de junho estreia no Teatro Viradalata o espetáculo O Planeta dos Esquecidos, uma ficção científica de Luccas Papp, que também está está em cena. Completam o elenco as atrizes Francis Helena Cozta e Raissa Chadad e o ator Wilson Gomes. A peça tem direção de Dan Rosseto marcando sua estreia no universo infanto-juvenil.

A peça se passa no ano de 2087, o planeta Terra está devastado por um vírus que já dizimou parte da humanidade. Nessa época vive Cora Corada uma jovem sagaz, que está imune e mora em uma pequena construção em meio ao vazio. Suas únicas companhias são Malone, um misterioso senhor de personalidade infantil e Íris, uma inteligência artificial.

Sua rotina muda quando uma misteriosa figura do espaço desembarca na Terra. É Hector, um clone vindo de Dynamo, planeta para onde foram levados na metade do século XXI os ricos, os líderes mundiais e o material genético dos “melhores” seres humanos da Terra.

 A partir desse encontro no planeta esquecido, sua relação com Cora Corada e os rumos da existência humana mudarão para sempre, além do futuro dos dois mundos.

A peça pretende questionar as ações do homem no presente para um melhor futuro usando um discurso realista, abordando temáticas como a relação entre homem e máquina, tecnologia, clonagem, traumas, perdas, alienação. O espetáculo tem um cenário que gira em 360º graus no palco e dois andares. Parte dos figurinos, cenários e adereços foram utilizados a técnica “upcycling”, que é totalmente sustentável e consiste na reutilização de materiais sem valor comercial que seria descartado transformando em algo diferente, novo sem utilização de processos químicos; dando continuidade ao ciclo de vida do produto, tornando assim o planeta sustentável. Um exemplo: calças, jaquetas e bermudas jeans foram transforadas em casacos longos, inspirados em guerreiros medievais.

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O Planeta dos Esquecidos

Com Francis Helena Cozta, Luccas Papp, Raissa Chadad e Wilson Gomes

Teatro Viradalata (Rua Apinajés 1387, Sumaré, São Paulo)

Duração 70 minutos

02/06 até 28/07

Sábado – 18h30

$60

Classificação 10 anos

NOSSAS TRILHAS

Nossas Trilhas é um espetáculo em capítulos, uma revista de flashes e impressões de nossa História – entremeados com músicas e canções – que trazem a reflexão sobre as questões contemporâneas do Brasil.
A peça transita por momentos que vão desde a colonização, passando pelo cotidiano de ambulantes do transporte público e sua irreverência, pela peculiar conversa com um ET, por um filósofo morador de rua e seu amor pelos cachorros, pela mente afiada dos repentistas nordestinos, pelo doloroso “7×1” e pela indagação de onde de fato nos encontramos depois de quase dois séculos de independência.
E, é claro, sem esquecer o bom humor.
texto e direção geral é de Caio Salay, que em 2015 estrelou o sucesso “Urinal, o Musical”, no papel do protagonista Bonitão.
elenco conta ainda com Diego RoddaFlávio Rubens e Pedro Macedo, além da participação especial de Nábia Villela.
Nossas Trilhas
Com Caio Salay, Diego Rodda, Flávio Rubens, Pedro Macedo, Nábia Villela
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387, Sumaré – São Paulo)
Duração 80 minutos
02/06 até 29/07
Sábado – 21h30, Domingo – 19h
$50
Classificação Livre

DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU (Opinião)

Diga Que Você Já Me Esqueceu” é o novo trabalho – texto e direção – de Dan Rosseto, e está em cartaz aos sábados, às 21h30, e domingos, às 19h, no Teatro Viradalata.

Dan inspirou-se na obra de Nelson Rodrigues para escrever o texto. Considerado uma tragicomédia, estão presentes arquétipos encontrados nos textos rodrigueanos: a família, com sua organização e conflitos internos; o incesto; a traição; o assassinato como meio de lavar a honra; além do humor negro.

O texto foi construído em capítulos como parte de um folhetim, sendo que “cada cena apresenta ganchos para dar ao espectador a experiência de ter de esperar o jornal do dia seguinte para continuar a história“, afirma o autor.

O espetáculo conta a história de um casal, Sílvio e Lúcia, que no dia do casamento decide revelar seus segredos e frustrações, que estavam guardados ‘a sete chaves’.

O humor negro está presente já no prólogo. A peça começa com um cortejo nupcial, que à medida que os personagens vão entrando no palco, se transforma em uma procissão fúnebre. Isto porque, fechando o cortejo, vêm dois personagens carregando um caixão. O esquife é erguido e fica presente durante toda a história.

Nesta montagem – a terceira e definitiva – os personagens são grotescos, parecem que foram retirados de filmes de terror trash. Usam sobre seus rostos brancos, maquiagens exageradas, com figurinos com ‘ares de antigamente’. O que poderia dar errado, nas mãos da direção é um diferencial positivo da peça.

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O espetáculo traduz-se em um lindo conjunto estético, inspirados em obras de arte. “É um modelo novo de trabalhar, onde a gente – direção cênica – define a estética do espetáculo que queremos contar e estes profissionais – diretor de arte e iluminação – dão uma assinatura em cima da primeira ideia. Por isso que se percebe uma unidade tão grande destes elementos na peça” explica Dan Rosseto.

Outro ponto positivo que vale realçar é o trabalho dos atores. Um elenco bem selecionado e muito bem dirigido. Os oito atores formam uma unidade, mas alguns personagens nos saltaram mais aos olhos – Dona Querubina (Juan Manuel Tellategui), a matriarca da família; Selma (Marjorie Gerardi), uma das primas de Lúcia; e Teresa (Larissa Ferrara), a irmã de Sílvio. Ou seja, três personagens femininos que demonstram a importância e o poder feminino.

Por que você tem que ver?

Gosta de textos de – e inspirados em – Nelson Rodrigues;

Gosta do trabalho de Dan Rosseto;

O conjunto estético da montagem;

O elenco.

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Diga Que Você Já Me Esqueceu
Com Ana Clara Rotta, Daniel Morozetti, Carol Hubner, Juan Manuel Tellategui, Larissa Ferrara, Marjorie Gerardi, Nalin Junior e Pablo Diego Garcia
Coros dos vizinhos (em fotos): André Grecco, Carolina Stofella, Giovanna Marqueli, Glória Rabelo, Rodrigo Castro e Samuel Carrasco
Teatro Viradalata (Rua Apinajés 1387 – Sumaré, São Paulo)
31/03 até 27/05
Duração 105 minutos
Sábado – 21h30, Domingo – 19h
$60
Classificação 14 anos

DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU

Inspirado no universo do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912-1980) e no movimento expressionista, estreia no dia 31 de março no Teatro Viradalata o espetáculo Diga que Você já me Esqueceu, com texto e direção de Dan Rosseto.

A tragicomédia apresenta temas comuns à obra de Nelson Rodrigues. As cenas com forte presença expressionista na luz, figurino e encenação, os personagens lidam com situações em que devem explorar suas motivações, fantasias, desejos secretos e a autopunição.

Durante a apresentação o público passeia, dentro de um contexto artístico com capacidade total de catarse, por sensações provocadas intencionalmente pelos atores o que torna possível motivar, podar, punir, seduzir, fantasiar, chocar e fazer refletir.

A peça repousa sobre a palavra, trabalhada dramaticamente e resulta em uma poesia e a fragilidade que se funde com o poético. Para dar um ar mais expressionista, diversas cenas foram inspiradas em obras de arte.

No elenco os atores Ana Clara Rotta, Daniel Morozetti, Carol Hubner, Juan Manuel Tellategui, Larissa Ferrara, Marjorie Gerardi, Nalin Junior e Pablo Diego Garcia, dão vida aos personagens da obra de Rosseto.

Sinopse: Inspirado no universo Nelson Rodrigues e no movimento expressionista, o espetáculo conta a história do dia do casamento de Silvio e Lúcia, um casal unido pela família que guarda em ambos os lados muitos segredos que estão à beira de serem revelados durante a cerimônia. A peça tem imagens inspiradas em obras de artes.

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Diga Que Você Já Me Esqueceu
Com Ana Clara Rotta, Daniel Morozetti, Carol Hubner, Juan Manuel Tellategui, Larissa Ferrara, Marjorie Gerardi, Nalin Junior e Pablo Diego Garcia
Coros dos vizinhos (em fotos): André Grecco, Carolina Stofella, Giovanna Marqueli, Glória Rabelo, Rodrigo Castro e Samuel Carrasco
Teatro Viradalata (Rua Apinajés 1387 – Sumaré, São Paulo)
31/03 até 27/05
Duração 105 minutos
Sábado – 21h30, Domingo – 19h
$60
Classificação 14 anos