FLICTS

Em uma época em que preconceitos de todos os gêneros estão cada vez mais gritantes, o espetáculo Flicts, com direção e adaptação de Lívia Gaudencio, ensina para a criançada a importância de respeitar e aceitar o outro como ele é. A peça reestreia no Teatro Municipal da Moóca Arthur Azevedo, no dia 9 de junho.

A partir do primeiro livro infantil escrito pelo cartunista Ziraldo, a montagem narra o drama de uma cor chamada Flicts, que não está presente no arco-íris, nas bandeiras e nem em nada deste mundo. Por esse motivo, o personagem é excluído e mal recebido onde quer que vá e parte em uma jornada mundo afora para descobrir o seu lugar.

Flicts é uma metáfora para as pessoas excluídas, solitárias e diferentes. A ideia da encenação é mostrar para os pequenos que o bullying e toda forma de discriminação devem ser tratados como algo nocivo e desrespeitoso, além de reforçar a noção de que cada um tem sua individualidade e subjetividade. Outro tema é a relativização do belo, a noção de que a beleza não tem um padrão pré-determinado e cada um deve desenvolver seu pensamento crítico sobre o que é bonito ou não.

Escrita em 1969, ano em que o homem pisou pela primeira vez na Lua, a obra de Ziraldo foi dada como presente da embaixada brasileira nos Estados Unidos ao astronauta Neil Armstrong, que, em resposta ao autor, disse: “A Lua é Flicts”. A temática do livro que encantou o viajante espacial continua atual quase 50 anos depois de seu lançamento, por isso o grupo resolveu encená-lo.

O elenco conta com a participação de Bárbara Salomé, Bianca Fernandes, Ederson Miranda, Eliot Tosta e Rai Teichimam.

Como a história se passa nos anos de 1960, a montagem tem uma trilha sonora original, composta por Leo Mendonza, inspirada na sonoridade da banda inglesa The Beatles.

Já os figurinos, assinados por Paolo Suhadolnik, dialogam com as cores e formas geométricas presentes nas obras do pintor holandês Piet Mondrian. O trabalho com os atores, proposto por Gaudencio, é baseado em partituras físicas inspiradas no circo-teatro e no melodrama, utilizando vários registros de energia do corpo em cena.

SINOPSE

Flicts é discriminado entre as outras cores porque ninguém o conhece. Ele representa o excluído, o solitário, o diferente. Mas, como todos têm o seu lugar no mundo, Flicts também irá encontrar o seu. A peça é uma adaptação da obra de Ziraldo, com dramaturgia inédita e trilha sonora original. O espetáculo traz diversão, interação e reflexão sobre o preconceito e a relativização do belo.

HISTÓRICO

O espetáculo Flicts estreou em São Paulo em março de 2018 cumprindo 10 apresentações, no Teatro Paulo Eiró, e já realizou apresentações em Feira de Santana/BA, Belo Horizonte/MG, Contagem/MG e João Monlevade/MG.

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Flicts
Com Bárbara Salomé, Bianca Fernandes, Ederson Miranda, Eliot Tosta e Rai Teichimam
Teatro Municipal da Moóca Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Moóca, São Paulo)
Duração 55 minutos
09/06 até 01/07 (exceto dia 17/06)
Sábado e Domingo – 16h
$16
Classificação 4 anos

FOREVER YOUNG

Com grande sucesso de público, indicado aos principais prêmios em 2017, a comédia musical Forever Young retrata de forma bonita, poética e bem-humorada, a terceira idade. O espetáculo chega ao Teatro Municipal Da Mooca Arthur Azevedo com sessões sexta e sábado, às 21h, domingo, às 19h, de 3 a 26 de novembro. A nova temporada traz a entrada de Nany People no elenco, que também conta com Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima Marcos Lanza.

Com grande sucesso de público, o espetáculo musical Forever Young do aclamado espetáculo Forever Young do suíço Erik Gedeon, estreou em agosto de 2016, no Teatro Raul Cortez em São Paulo, realizou temporada em 2017 no Rio de Janeiro e passou por mais oito capitais brasileiras, com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. O espetáculo foi indicado aos maiores prêmios de teatro musical como Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Reverência, e entre outros.

De forma bonita, poética e bem-humorada, o musical Forever Young aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.   A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações.

Forever Young é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90. Músicas que são verdadeiros hinos como “I Love Rock and Roll”, “Smells Like a Teen Spirit”, “I Wil Survive”, “I Got You Babe”, “Roxanne”, “Rehab”, “Satisfaction”, “Sweet Dreams”, “Music”, “San Francisco”, “California Dreamin”, “Let It Be”, “Imagine”, e a emblemática “Forever Young”. Já o repertório nacional conta com canções como “Eu nasci há 10 mil anos atrás” de Raul Seixas, “Do Leme ao Pontal” de Tim Maia e “Valsinha” de Chico Buarque.

Quem assina a direção é Jarbas Homem de Mello, tradução e adaptação de Henrique Benjamin, direção musical de Miguel Briamonte (piano ao vivo) e elenco composto pelos atores Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima, Marcos Lanza e Nany People. (Participação especial da Fafy Siqueira, substituindo a Nany, nos dias 03/11 e 17/11).

Abaixo, uma matéria que fizemos sobre os bastidores do espetáculo, na temporada no Teatro Nair Bello.

Forever Young
Com Nany People, Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Marcos Lanza, Naima. Piano: Miguel Briamonte
Teatro Municipal Da Mooca Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 100 minutos
03 a 26/11
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$30
Classificação 10 anos

OS SERVOS DE PAN

Os Servos de PAN é um espetáculo da Cia Terranova,  destinado a toda a família, que promove a parceria entre Euritmia, Teatro, Bonecos, Literatura e Música ao vivo (canto, piano, flauta e percussão), com 24 artistas em cena. Destaque para Euritmista Loreto Suárez*, formada pela Escola de Euritmia de Santiago do Chile, que faz participação especial nesta temporada e está em residência artística no Brasil. A direção é de Marília Barreto, coreógrafa e Euritmista formada pela Escola Superior Hogeschool Helikon em Haia/ Holanda, onde integrou o Nederlands Eurythmie Ensemble, antes de seu retorno ao Brasil em 1988.

O espetáculo já esteve em turnê pela Europa em 2016 e se prepara para nova temporada internacional em 2018. De 11 a 26 de novembro ele estará em cartaz em São Paulo, no Teatro Arthur Azevedo, com sessões aos sábados e domingos, às 16h.

Dinâmico e lúdico, inovador e profundo, o espetáculo Os Servos de Pan nos leva da turbulência à contemplação, através do intrigante deus Pan, com seus faunos bufanescos. E seus servos mais sutis – as ondinas das águas, os gnomos das cavernas, os silfos do ar, as fogosas salamandras… – quem serão eles? Onde se inserem? Será mera fantasia, alienante, ultrapassada? Ou serão entidades, potências atuantes no devir das coisas?

O Mito e os Contos de Fadas compõem, junto a outras fontes e narrativas, as “eternas histórias de antigamente”… que encerram os pequenos e grandes arquétipos curadores, conhecidos desde tempos imemoriais como fontes fortalecedoras da psique, atuantes no inconsciente da humanidade. 

Em Os Servos de Pan esses seres ganham ainda mais expressão, através da pesquisa do filósofo e cientista Rudolf Steiner acerca de tais entidades, que a Cia Terranova apresenta de forma arquetípica e inovadora, evitando clichês e caricaturas.

Os Servos de PAN
Com Ana Ghirello, Ana Paula Nigro, Anna Teresa Marsilio, Andréa Ikeda, Bruna Munhoz, Bárbara Salomé, Clarissa Mattoso, Denise Seignemartin, Eduardo Elias Gotlib, Evas Carretero, Fernando Aveiro, Guilad Haim,Isabela Leibl, José Sampaio, Julia Hebbel, Lilian Soarez, Loreto Suárez, Marília Barreto, Marília Duarte, Murilo Inforsato, Nadia Muradi.
Teatro Arthur Azervedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 70 minutos
11 a 26/11
Sábado e Domingo – 16h
$16
Classificação Livre

ABELHA RAINHA

A Senhoura Antonieta de Bernardo é a figura central de uma nobre família aristocrata em meados do Século XVIII. Ela viveu atormentada pelos desejos mais obscuros de sua mente. Lembranças do seu passado retornam no dia em que sua enteada é pedida em casamento por um jovem rapaz. Ao aceitar o compromisso formal entre os dois jovens, o Comendador Alcântara, esposo de Antonieta e pai da menina, não imaginava o que sua família enfrentará. Para Tibéria, a sua escrava de confiança, Antonieta revelou a sua pior faceta, transformando este segredo íntimo no maior e mais doloroso tormento para a sua nobre família. 

Sobre o Grupo Trapo

Grupo Trapo em 17 anos de trabalhos ininterruptos, volta á cena com seu elenco fixo para uma temporada do espetáculo teatral “Abelha Rainha” concebido e dirigido pelo jovem diretor Muriel Vitória. A história nos transporta para meados do Século XVIII e para as relações conflituosas de uma família aristocrata, cuja personagem principal sofre com transtornos de personalidade. Como o título mesmo indica, a personagem principal vivida pela atriz Marília Pacheco, é a matriarca da nobre família, a “abelha-mestra”: de comportamento tidos como “estranhos” e incompreendida pelos familiares e até por ela mesma em dados momentos, visto que o Brasil do século XVIII, era precário em informações de cunho psiquiátrico.

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Abelha Rainha
Com Diego Brito, Hélio Leão, Marília Pacheco, Marília Vitória, Priscilla Rosa.
Teatro Municipal da Mooca – Arthur Azevedo – Sala Multiuso (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 80 minutos
29/09 até 22/10
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos

 

 

ATO FALHO

O último ano foi movimentado nos meios teatrais/culturais da cidade de São Paulo. A crise econômica que o país vem atravessando amedrontou patrocinadores, as verbas de cultura municipais sofreram cortes e a Lei Roaunet sofreu mudanças marcantes. Diante desse cenário desfavorável às produções artísticas independentes, as atrizes e dramaturgas Bruna Anauate e Tati Lenna, fundadoras da Cia Imaginária de Teatro, resolveram criar um espetáculo que se encaixasse neste momento de dificuldades tornando-se realizável independentemente de patrocínios ou editais.

Estávamos cansadas de ter textos e projetos presos na gaveta pela impossibilidade de recursos que os viabilizassem. Acreditamos que a força do teatro está no texto e no ator. Esse material já tínhamos, então resolvemos investir nisso e criar uma montagem com o mínimo de recursos possível, focada na palavra e no jogo cênico.

O espetáculo teve seus custos de produção supridos pelas próprias artistas que tiveram o retorno do investimento através da bilheteria da bem-sucedida primeira temporada no Espaço Cia do Pássaro em São Paulo.

A comédia dramática ATO FALHO reestreia dia 01 de setembro na Sala Multiuso do Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo para temporada até 24 de setembro. Bruna Anauate e Tati Lenna assumem praticamente a ficha técnica toda trazendo um espetáculo árido onde o riso se faz bastante presente.

Optamos por assumir o maior número de papéis da ficha técnica possível para reduzir custos, logística e também para experimentarmos o teatro neste lugar mais essencial, o poder da síntese cênica. O produto artístico passa em todas as instâncias por nossas mãos. Assumimos todos os riscos e o retorno foi maravilhoso“.

Bruna Anauate e Tati Lenna, criadoras da Cia Imaginária de Teatro e do espetáculo ATO FALHO, se conheceram em 2008 no CPT – Centro de Pesquisa Teatral, sob a batuta de Antunes Filho, e desde então seguiram em contato. Bruna Anauate já havia se envolvido na área de produção em 2013 quando atuou como atriz e produtora em “Tem alguém que nos odeia”, texto de Michelle Ferreira. Tati Lenna investiu mais na área da dramaturgia ao integrar o Núcleo de Dramaturgia do Sesi através do qual publicou em 2016 seu primeiro texto teatral “Circo Chernobyl – Um ensaio sobre a peça“.

Sinopse

Um ato falho. Um acidente. O acaso urbano. Uma distração. Uma tragédia. Um ritmo. Um descaso. Um descontrole. Uma cidade. Os trajetos. A manifestação dos dias, das esquinas, dos desejos. O congestionamento de viver. O cotidiano. O ato. A falha.

Um ato fortuito no cotidiano de uma mulher cansada desencadeia uma série de situações onde a fragilidade humana é revelada sem cuidado. Fatos aparentemente pequenos e irrelevantes assumem grandes proporções quando as personagens se encontram a ponto de explodir. Um copo que cai, um mascar de chicletes excessivamente barulhento, um atendimento de telemarketing que não se conclui, uma foto que não fica boa. Tudo, qualquer coisa, pode ser o estopim para uma revelação que estávamos tentando esconder na ansiedade de viver e cumprir um cotidiano aprisionador.

Ato Falho-9

Ato Falho
Com Bruna Anauate e Tati Lenna
Teatro Municipal Arthur Azevedo (Avenida Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 60 minutos
01 até 24/09
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$20

AGNALDO RAYOL – A ALMA DO BRASIL

Agnaldo Rayol – A Alma do Brasil é um espetáculo musical que homenageia uma das mais emblemáticas vozes masculinas do nosso país. Com direção de Roberto Bomtempo e texto de Fátima Valença, a peça retrata momentos singulares de sua trajetória nos palcos e da sua vida ao redor do Brasil. O elenco é formado Marcelo Nogueira (que interpreta Agnaldo), Stela Maria RodriguesMona Vilardo e Fabrício Negri.  Direção musical e arranjos de Marcelo Alonso Neves.

Espetáculo foi indicado a 5 prêmios pela temporada no Rio de Janeiro: Melhor ator de musical, melhor atriz de musical e melhor direção musical (Prêmio Cesgranrio de Teatro 2014), melhor espetáculo pelo júri popular (Prêmio Fita de Teatro 2014) e melhor atriz coadjuvante (Prêmio APTR de Teatro 2014). Em São Paulo, a temporada será curtíssima: de 4 de agosto a 3 de setembro no Teatro Arthur Azevedo.

O texto conta passagens da vida musical de Agnaldo numa espécie de show intimista, entremeado de registros sonoros e visuais de sua carreira e as cenas. A ideia dessa estrutura é mesclar cenas ao vivo com os grandes sucessos da carreira de Agnaldo Rayol. “Importante destacar que, embora sejam contadas e vividas diversas passagens de Agnaldo em diferentes fases de sua carreira, o ator protagonista não se transforma. Não envelhece, não vira menino. É sempre o mesmo belo e elegante Agnaldo, como se pudéssemos congelar no tempo o nosso momento melhor. Nessa concepção, o que prevalece não é a emoção provocada pela transformação física, mas a que vem de dentro, que enternece e emociona”, diz o diretor Roberto Bomtempo.

Combinadas às fotos e cenas reais da vida e obra de Agnaldo Rayol, personagens e trechos de filmes, telenovelas, fotos, shows, entrevistas e programas de rádio e tevê – como os históricos: Papel Carbono, Jovem Guarda, Corte Real Show, Hebe Camargo – especialmente recriados para o espetáculo. Se constituindo num painel sonoro, visual e musical de uma época, que assim retrata, recria e rende a nossa homenagem ao personagem título do musical.

Cantor e ator, de cinema e televisão, apresentador de TV, pintor e poeta, Agnaldo Rayol começou cantando na Rádio Nacional aos oito anos de idade. Seu primeiro disco foi feito em uma das agências dos Correios, onde se gravava mensagens. Lá, neste estúdio, gravou seu primeiro disco. Agnaldo Rayol, que já foi galã de novela ao lado de Fernanda Montenegro e Hebe Camargo, ganhou vários prêmios em sua carreira, entre eles “O Festival Internacional da Canção” e o “Prêmio Sharp de Melhor Cantor de Música Popular”.

Com sua peculiar forma de cantar, a magistral interpretação de Ave Maria de Gounod emocionou noivas de várias gerações. No espetáculo apresentamos um roteiro de sucessos como: “Se todos fossem iguais a você”, “A Praia”, “Fascinação”, “Serenata do Adeus”, “O princípio e o fim”, “Mia Gioconda”, “A voz do violão”, “Estrada do sol” entre outras canções que transmitem a época, a cultura brasileira e suas influências.

(Abaixo, um clipe da divulgação do espetáculo enquanto esteve em cartaz no Rio de Janeiro).

Agnaldo Rayol – A Alma do Brasil
Com Marcelo Nogueira, Stela Maria Rodrigues, Mona Vilardo e Fabrício Negri. Pianista-regente: Roberto Bahal
Teatro Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 100 minutos
04/08 até 03/09
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
Classificação 12 anos

LIVRO DE OURO

Com texto de Geraldo Rodrigues e Luciana Esposito e direção de Geraldo Rodrigues, o espetáculo infantil Livro de Ouro traz no elenco os atores Erica Ribeiro, Daniel Costa (escolhido melhor ator coadjuvante pelo Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem), Luciana Esposito e Gutto Szuster.

Livro de Ouro reestreia dia 8 de julho no Teatro Arthur Azevedo na Mooca com ingressos a R$ 10.

Sinopse
O Livro de Ouro é a fonte de toda inspiração, criatividade e imaginação de uma peculiar e apaixonante cidade chamada Livrópolis. Devido a um breve descuido, o Livro desaparece e todas as suspeitas recaem sobre a doce e divertida protagonista, Sofia (Erica Ribeiro). Acompanhada de seu atrapalhado amigo de quatro patas, Millôr (Daniel Costa), nossa heroína decide fugir da cidade e se livrar, de uma vez por todas, do problemão em que se meteu. É nesse impulso fugitivo que Sofia e Millôr viverão a maior aventura de suas vidas, contando com a ajuda de personagens mágicos e misteriosos que lhes ensinarão lições valiosas que mudarão suas vidas para sempre.

BEM VINDO A LIVRÓPOLIS
Imagine uma cidade mágica, diferente de tudo o que você já viu. Assim é Livrópolis. Aqui os habitantes passam a maior parte do tempo lendo, escrevendo, desenhando, tocando instrumentos e pintando também. Abrimos as portas da nossa pequena cidade para proporcionar ao espectador uma fascinante aventura e uma poderosa reflexão acerca do papel dos livros e da tecnologia em nossas vidas. É com muita música, mistério e diversão que apresentamos o espetáculo teatral infantil “Livro de Ouro”.

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Livro de Ouro
Com Erica Ribeiro, Daniel Costa, Gutto Szuster, Luciana Esposito. Stand in: Johnnas Oliva e Daphne Bozaski.
Teatro Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
08 a 30/07
Sábado e Domingo – 16h
$10
Classificação Livre