COMMUNE: 15 ANOS

Considerada patrimônio imaterial de São Paulo desde 2015, a COMMUNE celebra sua trajetória com o lançamento do livro “Commune: 15 Anos” .

Sob autoria e organização de Augusto Marin e redação e revisão de Edileuza Pereira, Liniane Haag Brum e Rose Araújo, a publicação registra todo o processo de criação, pesquisa e formação da companhia, além da construção de sua sede, o trabalho de formação de jovens aprendizes e de espectadores e o diálogo com outros grupos do Brasil e do mundo. Com tiragem de 500 exemplares, o livro será distribuído gratuitamente no teatro e enviado para bibliotecas públicas, escolas de teatro, grupos, teatros, órgãos públicos, pontos de cultura e outros espaços culturais.

 “Ao longo de 15 anos de trajetória, a COMMUNE tornou-se um importante núcleo de pesquisa, produção, formação e intercambio teatral na cidade de São Paulo, com foco na linguagem das máscaras, na formação de jovens espectadores, no uso da improvisação, na comicidade física e na montagem e adaptação de obras clássicas. O livro trata da continuidade de uma proposta estética que investiga os cruzamentos e sobreposições entre a tradição da Commedia Dell’Arte e os matizes e personagens do teatro popular brasileiro, que coloca em prática um diálogo entre o saber erudito e o saber popular, na qual a poética resulta de um olhar crítico sobre a realidade”, explica Augusto Marin, diretor da companhia e um dos organizadores da publicação.

Para ilustrar essa história, o livro traz fotografias de André Murrer, Acauã Fonseca, Alexandre Castilho, Alicia Peres, Augusto Paiva, Augusto Marin, Bianca Vasconcellos, Camila Ventura, Éder Pires, Dani Coen, Emerson Natividade, Hamilton Penna, Jamil Kubruk, José Márcio C. Cruz, João Luis de Castro, Lucas Gomes, Maria Cristina Fontão, Marcela Meneguello, Marcelo Apontes, Michelle Mifano, Paulo Henrique, Rui Mendes, Sebastião de Souza, Tamara Simes e outros fotógrafos.

Para a atriz e organizadora Rose Araújo, um dos temas mais importantes apontados pelo livro é o Projeto Teatro Cidadão. “Nele jovens da periferia recebem uma ajuda de custo com transporte e alimentação para estudar teatro no Commune. E é interessante que os jovens não aprendem só a atuar, mas adquirem noções de cenografia, figurino, sonoplastia e iluminação, produção, técnicas de palco, e, no final, montam um espetáculo com um diretor profissional e se apresentam em curta temporada”, acrescenta. “Muitos desses jovens viraram atores, músicos, técnicos e trabalham no Commune ou em outros teatros e companhias pelo mundo a fora.”, acrescenta Augusto Marin.

Capítulo a Capítulo

O livro está dividido em sete capítulos que contam a história da companhia sem seguir uma ordem cronológica, mas a partir de diferentes temas. O “Ato 1: O Teatro e A Cidade” aborda a inauguração do teatro projetado por Cyro Del Nero em um terreno abandonado na Rua da Consolação e reúne depoimentos de vários amigos da trupe. No “Ato 2: Commune em Cena”, o leitor encontra uma retrospectiva sobre todos os espetáculos apresentados pelo grupo ao longo desses 15 anos, bem como as coproduções internacionais.

O capítulo “Ato 3: Teatro Cidadão: Arte, Cultura e Educação” relata a experiência da companhia com formação teatral gratuita de jovens aprendizes das periferias da cidade no projeto “Teatro Cidadão”. As trocas de experiências e residências com artistas internacionais como Enrico Bonavera (Itália), Donato Sartori (Itália), José Sanchis Sinisterra (Espanha), João Garcia Miguel (Portugal), Sonia Daniel (Argentina) e John Mowat (Inglaterra) são temas do “Ato 4: Projetos Especiais”, que ainda aborda projetos a criação do centro de aprimoramento da Funarte (CAT) para jovens artistas, o programa Escola na Cena para a formação de jovens espectadores na era digital, a criação da REDE de Teatros e Produtores Independentes e outras atividades.

Histórias engraçadas de camarim e imagens da reforma do espaço que abriga o teatro pautam o “Ato 5: Bastidores”. Já o “Ato 6: COMMUNE 15 anos” traça uma linha do tempo da trajetória do grupo ano a ano, desde a criação do grupo, passando pela construção do teatro. Finalmente, o “Ato 7: COMMUNE na Mídia” revela como a mídia brasileira pautou a trajetória da companhia.

O lançamento do livro Commune: 15 anos é possível graças ao projeto “Territórios da Imaginação: 15 anos de Resistência da Commune”, que foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Esta foi a primeira e única vez que o grupo foi contemplado pela lei ao longo de sua trajetória.

O lançamento do livro fecha com chave de ouro esse projeto fomentado, após a inauguração da Sala Adilson Barros e da Galeria Cyro del Nero, em homenagem a dois grandes ícones do teatro paulistano.

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SOBRE A COMMUNE – COLETIVO TEATRAL

Fundada em 2003, a COMMUNE é formada por um grupo de artistas produtores que cria e produz espetáculos a partir da pesquisa sobre a comédia física e visual, da linguagem da Commedia Dell’Arte, envolvendo música ao vivo e a releitura e adaptação de obras clássicas e peças do teatro italiano.

Algumas das principais produções do grupo são: “O Inspetor Geral” (2004), “A Verdadeira história de Adão e Eva” (2006), “Arlecchino” de Dario Fo (2007),  “Nem todo Ladrão vem para Roubar” de Dario Fo (2009), “O Mentiroso de Goldoni” (2010), “3 vezes A Igreja do Diabo” (2011), “A Greve das Pernas Cruzadas” (2012),  “Ton Sur Ton e Dois Pra Lá, Dois Prá Cá” de Mario Viana (2014), “Uma Roça de Verão” (2015 ), “A História do Amor da Donzela Teodora e o Valente Jeremias no Sertão de Lampião” (2015), “Anti-Comics, Descontruindo Super Heróis” de Sonia Daniel (2016), “Revisitando o Teatro de Revista – Oba!” (2016), “Histórias de Verão” (2017), Paulicéia Desvairada” (2018), “Morte e Vida Severina e João Cabral de Melo Neto” (2018), “Otelo” (2018) e “Na Cama com Molière – baseado em O Doente Imaginário” -, ambas com direção de John Mowat.

Em 2014, o COMPRESP e Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo declarou a COMMUNE um Bem Imaterial do Município de São Paulo, ao lado de outros 21 grupos teatrais da cidade.  Desde 2006, é um Ponto de Cultura.

O Teatro Commune é um espaço aberto para receber peças, shows, ensaios, cursos, eventos corporativos, comemorações, entre outros.

NA CAMA COM MOLIÈRE

Com trajetória consolidada no teatro, no cinema e na televisão, o ator Henrique Taubaté Lisboa comemora seus 50 anos de carreira no novo espetáculo da COMMUNE, a comédia “Na Cama Com Molière”, dirigida pelo encenador inglês John Mowat.  Estão previstas 30 apresentações, que acontecem no Teatro COMMUNE, entre 9 de fevereiro e 21 de abril, às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).

O texto é uma adaptação de “O Doente Imaginário”, a última peça escrita por Molière (1622-1673) e que marcou a derradeira vez que ele subiu aos palcos. O dramaturgo francês sofria de uma tuberculose em estágio avançado e morreu algumas horas depois de concluir a quarta apresentação da montagem original.

Publicada em 1673, a obra narra as peripécias de Aragão, um velho hipocondríaco que é incentivado por seu médico a testar novos tratamentos e remédios para todas as suas doenças imaginárias. Além disso, a segunda esposa de Aragão é a interesseira Beline e ele sonha casar sua filha Angélica com o filho de um amigo médico – só para ter um doutor na família.

A encenação, que acontece toda em cima de uma cama em um hospital, cria uma reflexão sobre o medo iminente da morte, a solidão do mundo contemporâneo e outros temas comuns à obra do autor, como a cobiça, o egoísmo, a charlatanice e a arrogância.  Trata-se de uma sátira bem atual sobre a poderosa indústria da medicina.

O diretor John Mowat desenvolve um teatro que comunica ideias levando em conta o aspecto visual da cena, sem deixar de criar um diálogo efetivo entre o lado cênico, o texto e as sonoridades das produções. Em suas montagens, nenhum elemento se sobrepõem ao outro. “Eu me interesso muito pelo equilíbrio entre o físico e o visual no teatro. A Commedia Dell ’Arte é algo que está sempre presente nas minhas montagens”, diz o diretor.

A maneira como o John conduz as improvisações do teatro físico é interessante. E, para mim, do alto dos meus 73 anos, tenho que prestar muita atenção para ir juntando tudo no cérebro, para filtrar e ver como conduzo, como resolvo. Trabalhar com o John é aquilo que eu digo: o ator tem sempre as suas surpresas. Seja de onde vier a opinião, o diretor ou o espectador, o ator está sempre aprendendo”, conta Taubaté.

Para dar vida à história, o elenco escolhido foi Henrique Taubaté Lisboa, Wilma de Souza, Augusto Marin, Fabricio Garelli, Dulcinéia Dibo e Paulo Dantas. “Nós trabalhamos juntos jogando e brincando até formarmos a peça a partir destas improvisações. Não tem truques ou segredos, é apenas uma questão de bagunçar tudo”, afirma Mowat.

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Na Cama com Molière

Com Henrique Taubaté Lisboa, Wilma de Souza, Augusto Marin, Fabricio Garelli, Dulcinéia Dibo e Paulo Dantas

Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

09/02 até 21/04

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h

$30

Classificação 12 anos

DEUS É HUMOR

A Deus é Humor é um espetáculo interativo que traz releituras de livros sagrados e números de stand up comedy para confissão de pecados. Com a fé de que o riso pode levar à transcendência, a apresentação, idealizada por Newton Cannito, faz parte de um movimento político e estético que se inspira no tropicalismo para debater o mundo  hoje.

O espetáculo, que tem cerca de 1h30 de duração, conta com momentos como a  “palavra da gozação”, seguida de homilia sobre temas como carma, livre-arbítrio e justiça divina. Mas tal como um cabaret, a cada semana há um tema unificador e uma programação diferente. Além das leituras e stand ups também há cantos e paródias espiritualizadas de clássicos do brega nacional com a apresentação ao vivo da banda Marcheiros.

É um rito teatral, um espetáculo de louvor à vida. Assim como no tropicalismo buscamos uma síntese de tudo que é diferente e contraditório”, explica Cannito. Para o roteirista, a  Deus é Humor busca romper as dicotomias que hoje dividem o país e  que paralisam o debate.

A ideia é unir pessoas com pensamentos diferentes, até mesmo opostos, a partir do humor, criando um ambiente de paz e tolerância para discussão de temas relevantes da sociedade brasileira.

Desse modo, questões como machismo, homofobia e racismo são levadas ao palco para transmutação da violência que provocam. “Nós respeitamos todas as religiões, todas as visões de mundo. Não pretendemos converter ninguém, apenas queremos possibilitar novas experiências, ampliando a consciência das pessoas”, finaliza.

As apresentações da Deus é Humor acontecem todos os sábados, até 08 de junho, às 16 horas, no Teatro Commune. A entrada é gratuita, com contribuição espontânea ao final do espetáculo.

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Deus é Humor
Com Newton Cannito
Teatro Commune (Rua Consolação 1218 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
03/06 até 08/07
Sábado – 16 horas
Entrada grátis (contribuição espontânea)
Classificação 16 anos

 

INFERO

Contamos a história de quatro desconhecidos: Lucy, uma jovem indiana que sofreu muito preconceito por conta de sua aparência pouco convencional; Belle, uma jovem francesa com uma voz de mel; Luca, um rapaz americano extremamente melancólico e Ya, uma indígena da tribo guarani com problemas com o pai.

Cada um com sua cultura, sonho, crença, costume e vivência. Eles têm, contudo, algo em comum: anseiam viver longe de suas casas e estão viajando pelo mundo para se redescobrir cada um a sua maneira.

Repentinamente, estabelecem uma conexão sensorial após uma experiência tocante de renascimento, na qual conseguem lembrar-se de como foi nascer. Assim, relações começam a ser traçadas e dúvidas aparecem por não saberem ao certo os motivos pelos quais estão conectados.

Conforme a afinidade desenvolve-se, eles vão aproveitando esses momentos de intimidade para criar laços, dando espaço para romances e dramas se desenrolarem numa busca pela sua identidade.

Numa trama politizada, cheia de críticas e banhada pelas artes plásticas, a ação discorre, transforma e potencializa. Nossos quatro heróis nunca mais serão os mesmos. Aqui, há uma sutil e subjetiva observação de que eles, na realidade, não só sempre estarão conectados, como sempre estiveram. Os quatro são, na realidade, a mesma pessoa aprisionada nos mármores eternos do inferno, revivendo eternamente a tortura dos dramas mundanos. O ciclo se repete em uma espiral viciosa até que por motivo de morte de algum deles, o início de tudo é marcado e voltamos ao começo. Um limbo eterno. Nossos personagens estão no inferno e são bons e maus.

Absortos em nossos próprios problemas e perdidos nas várias facetas – boas, más, indefinidas e complexas – trazemos a discussão de que todos os povos e nações devem conversar, conectar e dialogar porque somos o mesmo, somos um só, sem classificar de maneira maniqueísta quem são os bons ou os maus. Uma mandala de almas humanas.

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Infrero
Com Isabela Bustamanti, Isabella de Salignac, Kaé Onofre e Karol Garrett
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
19/03 até 17/06
Sábado – 21h; Domingo – 20h
$50
Classificação 14 anos

GASTANDO AMOR

Se perder nos próprios caminhos, se apaixonar perdidamente por alguém, sentir medo, saudade, ciúmes, lidar com o fim de um relacionamento. Difícil encontrar quem nunca tenha lidado com esses sentimentos que parecem ter se tornado ainda mais complicados depois das redes sociais.

O amor de hoje é diferente do compartilhado pelos amantes de antigamente? Será que os novos modelos de relacionamento são o caminho para ficar em paz com o coração? Um relacionamento sério está longe de ser complicado? E um relacionamento aberto deixa de ser sério? Essas perguntas que andam nos aparecendo cada vez mais são o ponto de partida de Gastando Amor.

O espetáculo, produzido, dirigido e encenado por Daniel Farias e Talis Castro, mistura ficção, música, referências do cinema e citações de estudiosos como Zygmunt Bauman e Regina Navarro Lins com narrativas construídas a partir da própria experiência dos atores. No palco Daniel e Talis cantam, declamam poemas e mandam mensagens via WhatsApp, tudo para falar de Amor. “É um jeito de trazer essa discussão tão presente na nossa rotina para a linguagem cênica usando tudo que está aí. A vida já está repleta de referências e de histórias de amor” explica Talis.

A montagem realizou duas temporadas de sucesso em janeiro e abril deste ano em Salvador, nos teatros Gamboa Nova e Eva Herz. Após as apresentações acontece um bate-papo com convidadas especiais sobre os temas abordados na peça, incluindo a estudiosa Mônica Barbosa, autora do livro Poliamor e Relações Livres, que também serviu de base para a construção de Gastando Amor. Ao público o convite é não economizar.

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Gastando Amor
Com Talis Castro e Daniel Farias
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
Duração 50 minutos
12 a 26/11
Sábado – 21h
$30
Classificação 16 anos
 
Texto, atuação e direção: Talis Castro e Daniel Farias
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação

E POR QUE JOHN CAGE?

Dois artistas pensando em voz alta. Dois atores falando do próprio trabalho e do produto artístico que querem criar juntos numa conversa na qual são discutidos aspectos como controle, inspiração e obsessão.

E por que John Cage? leva o público para este lugar de construção artística enquanto joga com a linguagem teatral e seus significados. Um espetáculo que desconstrói frases, orações e palavras e transforma o processo criativo das personagens em som, movimento e coreografia.

A versão brasileira da obra dos espanhóis Guillem Mont de Palol e Jorge Dutor estreou, em única apresentação, durante o Festival IC9 como resultado de uma residência artística que envolveu a dupla espanhola e os performers baianos Daniel Farias e Talis Castro. Depois disso, o espetáculo realizou uma temporada que rendeu a indicação de melhor ator do Prêmio Braskem de Teatro a Talis Castro.

Os atores espanhóis, que assinam seus trabalhos com os sobrenomes Mont de Dutor, pautam sua pesquisa na investigação da metalinguagem, do espaço e do corpo.

A dupla brasileira, por sua vez, incluiu no trabalho, aberto ao improviso e à interação com o momento presente, referências locais como carnaval, futebol, Oswald Andrade e Gilberto Gil. “Ficamos muito livres para encaixar a expressão do nosso próprio corpo incluindo versões e até criações a partir de nossas próprias referências” explica Talis Castro. Segundo Daniel Farias “O objetivo não era engessar uma coreografia, mas provocar uma apreensão do método de trabalho.”

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E Por Que John Cage?
Com Daniel Farias e Talis Castro
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
Duração 50 minutos
11 a 25/11
Sexta – 21h
$30
Classificação 16 anos

 

NOITES DE VERÃO – O MUSICAL

O que aconteceria se você misturar o bardo inglês William Shakespeare com a diva americana pop Britney Spears? O resultado você confere a partir desta terça, 18 de outubro, em “Noites de Verão – o Musical“, que estreia no Teatro Commune.
“Noites de Verão” é uma releitura gay, contemporânea e musical do clássico “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare, com músicas de Britney Spears.
A peça trata a sexualidade de seus protagonistas de maneira natural, sem alardes. O tema do musical é, acima de qualquer coisa, o amor, sem restrições de sexo, cor ou qualquer outro artifício. A ideia vem da vontade de Julio Velloso de falar sobre a visibilidade LGBT, de maneira descontraída, divertida e despretensiosa.
O espetáculo conta com hits como: “…Baby One More Time”, “(You Drive Me) Crazy”, “Oops… I did it again”, “Lucky”, “I’m a slave 4 U”, “Toxic”, “Womanizer”, “Till the world ends”, entre vários outros sucessos, que costuram a trama e colaboram na narrativa, trazendo um tom divertido, animado e muitas vezes irônico ao espetáculo.
Sinopse: 
A história começa quando o casal Hermes e Lissandro, resolve atravessar o país até Las Vegas, a fim de se casar em segredo. Apenas Heleno, melhor amigo de Hermes, é avisado e convidado a apadrinhar a relação. Porém, apaixonado por Demétrio, ex-namorado de Hermes, Heleno acaba contando para o mesmo, que aparece na cidade para impedir o casamento que está prestes a ser realizado por Oberon, um vidente, junto com sua assistente Puck, na Magic Chapel. Ao ver a situação, Oberon resolve dar uma forcinha aos casais, mas um engano causado por Puck transforma tudo numa grande confusão. Agora, Puck e Oberon precisam correr contra o tempo para desfazer o feitiço e trazer os meninos ao normal antes que um estrago maior aconteça.
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Noites de Verão – o Musical
Com Julio Velloso, Tya Rodrigues, Daniel Guisard, Fernando Reis, Beto Macedo, Ewerton Novaes, Allana Silva, Fernando Paes e Natália Ferreira.
Banda: Felipe Vianna (Guitarra), Janssen Lima (Guitarra), Wesley Rodrigues (Baixo), Bento (Teclado) e Tya Rodrigues (Bateria).
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
Duração 140 minutos
18/10 até 29/11
Terça – 20h30
$60
Classificação 18 anos
Texto, Direção e Produção: Julio Velloso
Direção Musical e Preparação Vocal: Tya Rodrigues
Coreografia: Julio Velloso e Allana Silva
Assistente de Produção: Kah Motoda
Figurino: Julio Velloso
Iluminação: Flavio Bregantim
Som: Tony Filho
Fotos: Gabriel Lippe
Maquiagem: Patrícia Ravelli
Arte: João Lubambo
Assessoria de Imprensa: Kah Motoda