UNFAITHFUL

UNFAITHFUL estreou em 2014 no Edinburgh Fringe Festival. Uma segunda montagem do texto foi realizada em 2016, em Londres e agora estreia em São Paulo, sob direção de Lavínia Pannunzio. No elenco, Noemi MarinhoHelio CiceroLuna Martinelli e Laerte Késsimos (idealizador do projeto). 
 
Owen McCfferty – autor irlandês de produção dramatúrgica focada nas relações humanas, com aproximadamente 20 textos escritos, vencedor de inúmeros prêmios de dramaturgia, nesta peça escreve a história de um casal de meia-idade no ápice da crise conjugal, Tom (Helio Cicero) e Joan (Noemi Marinho), e um casal de jovens na busca por sentido para suas vidas vazias, Tara (Luna Martinelli) e Peter (Laerte Késsimos). 
 
Uma noite em um bar de hotel, uma possível traição. Dois relacionamentos emaranhados, desejos não expressos, arrependimentos e conversas adiadas. Quatro personagens ligados pela sensação de que foram enganados pela vida. Um austero e abrasador vislumbre da realidade de nossos relacionamentos – dos desejos não ditos, dos arrependimentos penetrantes e das conversas adiadas que marcam a todos nós.
 
Lavínia Pannunzio criou um universo intimista para o espetáculo. Público e atores ficam muito próximos, já que a plateia é colocada no palco, ao redor do cenário. Assim, os diálogos muito bem escritos pelo autor e trabalho minimalista dos atores, podem ser ouvidos e vistos de perto. “UNFAITHFUL pretende, ao percorrer o labirinto do espelhamento desses casais formados por Tom, Joan, Peter e Tara, compreender o momento em que as “confissões das traições” – que o público sequer consegue saber se aconteceram ou não – estabelecem ou re-estabelecem os amorosos laços da confiança entre eles. Paradoxalmente. UNFAITHFUL é o nosso ´to be or not to be, that is the question´, o que quer que haja entre eles tece um labirinto de confiança e coisas ditas que se estende além de suas relações e toca algo no nosso coração de seres humanos”, comenta a diretora Lavínia Pannunzio.
 
A consciência do espectador fica maior que a consciência das personagens. O público passa a operar como um agente decifrador do comportamento anímico daqueles quatro personagens, na medida em que passa a conhecer os outros lados do quarteto de solitários.
 
Na trama Joan e Tom estão casados há quase trinta anos. Tom é um encanador de meia-idade que às vezes gosta de tomar uma bebida sozinho, após o trabalho, em um bar de hotel no centro da cidade. Certa noite, ele é abordado por Tara, uma jovem que insiste em ter relações sexuais com ele. Não é uma prostituta. Quando Tom diz a Joan o que aconteceu, ela não deixa por menos e se encontra com o garoto de programa, Peter, no mesmo hotel onde seu marido conheceu Tara. O público nunca tem certeza se que o que eles dizem é verdade.
 
“Ainda somos nós mesmos quando mentimos? O que significa ser infiel àqueles que você ama? A você mesmo? O amor é um tipo de fé. E quando duas pessoas acreditam, algo muito poderoso acontece. Se se está apaixonado, e um confia no outro o bastante para se inclinar em sua direção, eles se encontram no meio, como um triângulo, e sustentam um ao outro, e isso é muito forte. É inquebrável. Mas se um desaparece, o outro não pode manter o triângulo de pé. Ele cairá. Não existe amor sem confiança, sem fé. Por isso, quando alguém trai, é chamado de infiel (unfaithful)”, completa Lavínia.

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Unfaithful
Com Noemi Marinho, Helio Cicero, Laerte Késsimos e Luna Martinelli
Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 60 minutos
17/11 até 18/12
Sábado – 21h, Domingo – 19h, Segunda – 21h
$40
Classificação 16 anos

BUG CHASER – CORAÇÃO PURPURINADO

A peça gira em torno de Mark (interpretado por Ricardo Corrêa – que também assina a dramaturgia). Markestá em uma quarentena sendo analisado por uma voz, um programa de inteligência artificial. Em fragmentos e saltos atemporais, a peça conta a saga desse homem, um advogado criminalista que busca se infectar propositalmente, uma subcultura pouco discutida na comunidade LGBT contemporânea. A direção é de Davi ReisBug Chaser – Coração Purpurinado faz nova temporada noTeatro do Núcleo Experimental de 4 de outubro a 30 de novembro.
Falar de bareback, de um homem a procura de um vírus e de toda uma sociedade deteriorada, é trabalhar num universo particular que não deve ser entendido cartesianamente e requer cuidado para não reforçar preconceitos. O nosso desafio foi se debruçar sobre esse texto que trata de escolhas radicais e no trabalho do ator criador que lida com um personagem de extremos. Aqui, a luta contra a biopolítica impositiva e em estar fora da caixa social em que estamos automaticamente submetidos é levada ao limite. A partir da verticalização profunda no universo LGBT – abrangendo desde a sua subcultura até o mais violento preconceito sofrido – e a busca por ressignificações de lugar no mundo, pretendemos trazer questionamentos para além da simples reflexão e julgamento”, diz o diretor Davi Reis.
A quarentena da peça significa a de todos os dias em que os discursos biomédicos colocam o sujeito que pratica bareback como alguém anormal, portador de distúrbios psicológicos ou criminalizadores, que acabam contribuindo para a manutenção de novos estigmas que há séculos acompanham os indivíduos homossexuais. Aliás, ainda há campos de concentração para gays. Foi mais de um ano de pesquisa, baseada em documentos e depoimentos de homens que se dispuseram a falar sobre o bareback”, conta Ricardo Corrêa, que já lançou um curta documentário ‘No Sigilo’, como parte de sua pesquisa que também trouxe depoimentos de vários homens gays sobre sexualidade, bareback e o HIV para o espetáculo.
Há uma distinção entre o que se chama barebacking e bugchasing. Nem sempre os praticantes de bareback buscam a soroconversão. Percebi que esse é um assunto sobre o qual não se fala, há um silêncio na comunidade LGBT e por isso decidi enfocá-lo neste projeto artístico, pelos diferenciais que ele carrega em si e por sua tamanha complexidade. Existem, entretanto, diferentes aspectos ou dimensões culturais mais amplas, do nosso tempo, que devem ser considerados nestes contextos de fascinação pelo risco ou apostas nos ganhos sensoriais de encontros perigosos. Problematizo um homem em transito em um mundo doente, que busca encontrar pertencimento e aceitação. Uma jornada perigosa de autodescoberta para encontrar o melhor e o pior de uma nova comunidade que ele quer desesperadamente fazer parte. Falo de falo de escolhas, de desejos, de estigmas e principalmente sobre um novo capítulo da história do HIV”, conclui Ricardo.
Sinopse
Mark está em uma quarentena sendo analisado por uma voz, um programa de inteligência artificial. Em fragmentos e saltos atemporais, a peça conta a saga desse homem, um advogado criminalista que busca se infectar propositalmente.
Vamos rever a matéria que fizemos com o ator, Ricardo Corrêa, na temporada da peça na Oficina Cultural Oswald de Andrade.
Bug Chaser – Coração Purpurinado
Com Ricardo Corrêa e Leonardo Souza.
Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 60 minutos
04/10 até 30/11
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 16 anos

PALAVRA DE STELA

Nascida em 1941, Stela do Patrocínio foi internada no Centro Psiquiátrico Pedro II aos 21 anos, quando diagnosticada como psicopata e esquizofrênica. Quatro anos depois, foi transferida para a Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, onde permaneceu até sua morte em 1992. Durante seus anos de isolamento, Stela desenvolveu um discurso poético. Seu “falatório”, carregado de angústias, retrata a rotina manicomial e, sobretudo, revela sua visão da vida, do mundo e de si mesma.
 
Palavra de Stela é um espetáculo solo interpretado por Cleide Queiroz com direção e dramaturgia de Elias Andreato. No espetáculo a personagem narra sua trajetória, expõe seu cotidiano e revela seu olhar de perplexidade diante da vida e dos seres humanos.
 
Elias Andreato escreveu o texto especialmente para Cleide Queiroz. Com 50 anos de carreira em teatro, cinema e televisão, a atriz traz uma relação muito pessoal com a temática proposta, pois é uma mulher negra que durante sua adolescência conviveu com a internação de sua mãe esquizofrênica.
 
Por meio da fala de Stela do Patrocínio, pretendemos levar o espectador a uma reflexão acerca da visão que temos sobre loucura e lucidez, bem como chamar sua atenção para como a sociedade enxerga a diferença e lida com o outro”, diz Elias Andreato.
 
A criação do espetáculo tomou por base o registro em áudio da obra de Stela do Patrocínio realizado na década de 1980 pelas artistas plásticas Neli Gutmacher e Carla Guagliardi, posteriormente, transcrito e organizado por Viviane Mosé no livro Reino dos bichos e dos animais é o meu nome.

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Palavra de Stela
Com Cleide Queiroz
Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 60 minutos
01/09 até 29/10
$40
Classificação 14 anos

LEMBRO TODO DIA DE VOCÊ

Depois de temporada bem sucedida no CCBB, o musical Lembro Todo Dia de Você volta ao cartaz a partir de 8 de julho no Teatro do Núcleo Experimental. Texto, letras e direção musical de Fernanda Maia, direção geral de Zé Henrique de Paula e músicas de Rafa Miranda.

Nesta temporada, entram no elenco Luiza Porto e Pier Marchi, no lugar de Bruna Guerin (“Cantando na Chuva”) e Gabriel Mallo.  No elenco, além de Zé Henrique de Paula, estão os atores Anna Toledo, Davi Tápias, Fabio Augusto Barreto, Fabio Redkowicz, Luiza Porto e Pier Marchi.

Thiago (Davi Tápias) é um jovem que se descobre soropositivo aos 20 anos e, para aprender a conviver com o vírus, precisa antes passar por um acerto de contas consigo mesmo. Lembro todo dia de você é um musical inédito que faz um retrato realista e contemporâneo do HIV, colocando em questão muito do que se conhece sobre o assunto.

Com Lembro Todo Dia de Você, o Núcleo Experimental prossegue com a pesquisa de linguagem em teatro musical, que consiste em inserir as músicas no espetáculo de uma forma fundamental para a narrativa. A trilha sonora tem levada pop, com releituras de outros gêneros, como bolero, disco, jazz e música de jogos digitais dos videogames.

O Núcleo também se preocupa em fomentar a criação de espetáculos 100% nacionais, oferecendo ao público novas opções além das franquias internacionais ou adaptações de obras pré-existentes, como filmes, livros ou até mesmo outras peças teatrais. A produção vem depois do sucesso de público e crítica Urinal (2015), prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) na categoria Melhor Diretor e Prêmio Reverência 2016 nas categorias Melhor Musical, Melhor Direção, Melhor Cenário (Zé Henrique de Paula), Melhor Direção Musical (Fernanda Maia) e Melhor Ator Coadjuvante (Fabio Redkowicz). A peça foi vencedora, ainda, de duas categorias no Prêmio Bibi Ferreira (concorreu a sete) e venceu/concorreu em diversas outras nos prêmios Aplauso Brasil, Shell, Governador do Estado, Quem e Reverência. Zé Henrique também esteve recentemente no elenco de Nuvem de Lágrimas, interpretando o pai da protagonista Bete (Lucy Alves).

Sinopse
Thiago (Davi Tápias) tenta entrar em contato com seu ex-namorado, Júlio (Pier Marchi) para conversar sobre uma questão de seu passado como casal. É que Júlio contraiu HIV por meio da relação sexual com Thiago e, desde então, não conversa mais com o antigo companheiro. A partir daí, Thiago inicia uma jornada de autoconhecimento em direção a questões decisivas de sua vida – como o abandono paterno, a descoberta da sexualidade, relacionamentos, amizades e o estigma enfrentado diariamente por pessoas com HIV.

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Lembro Todo Dia de Você
Com Anna Toledo, Davi Tápias, Fabio Augusto Barreto, Fabio Redkowicz, Luiza Porto, Pier Marchi e Zé Henrique de Paula
Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637, Barra Funda – São Paulo)
Duração 120 minutos
08/07 até 28/08
Sábado – 21h; Domingo – 19h; Segunda – 21h
$60
Classificação 16 anos

SONHOS NÃO ENVELHECEM

SONHOS NÃO ENVELHECEM é um musical jovem baseado na obra “Sonho de uma Noite de Verão” de William Shakespeare com canções do movimento musical conhecido como Clube da Esquina, uma das mais ricas e sofisticadas manifestações musicais brasileiras. Com adaptação e direção de Fernanda Maia, a peça reestreia dia 17 de novembro no Teatro do Núcleo Experimental.

Sinopse
Em Atenas, o duque Teseu e a rainha Hipólita estão felizes com seu casamento que deverá acontecer dali a três dias, mas recebem uma queixa de Egeu: sua filha Hérmia, apaixonada pelo jovem Lisandro, recusa-se a casar com o escolhido do pai: Demétrio, que por sua vez é amado pela bela Helena. Hérmia deverá escolher entre casar com Demétrio ou ir para um convento. Lisandro então propõe que os dois enamorados fujam para a casa de uma tia que mora do outro lado do bosque. Lá eles poderão se casar e o pai da moça não poderá fazer mais nada contra este amor. Os dois fogem, mas são seguidos por Demétrio e Helena, embrenhando-se todos no bosque, povoado por espíritos, fadas e elfos.

Neste bosque, Oberon, o Rei dos Elfos, está em disputa com a Titânia, Rainha das Fadas. Com a ajuda de seu servo Puck, Oberon arma um plano para enfeitiçar Titânia com uma flor mágica que faz com que uma pessoa se apaixone pelo primeiro ser vivo que encontrar em sua frente. Enquanto isso, um grupo de operários ensaia no bosque uma peça de teatro para ser apresentada no dia do casamento de Teseu e Hipólita. Puck pega o mais falastrão dos operários e transforma sua cabeça numa cabeça de burro. Em seguida faz com que Titânia se apaixone pelo homem transformado.

Toda esta atmosfera de encantamento enche-se de poesia e lirismo com a ajuda de canções do Clube da Esquina como Nuvem Cigana, Vento de Maio, Um Girassol da Cor do Seu Cabelo, Nascente, Amor de Índio, Anima entre outras jóias da canção brasileira.

Oito atores dão vida a vinte personagens que cantam ao vivo acompanhados por três músicos.

Sonhos Não Envelhecem
Com Andressa Andreatto, Beatriz Amado, Júlia Maia, Leandro Oliveira, Luiz Rodrigues, Marcos Teixeira, Miriam Madi e Tito Soffredini
Músicos: Betinho Sodré / Maria Carolina – Percussão, Felipe Parisi – Violoncelo, Luiz Aranha – Violão
Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 90 minutos
17/11 até 17/12
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 16h
$40
Classficação livre
Adaptação de Texto, Direção, Direção Musical e Preparação Vocal –Fernanda Maia
Assistente de Direção Musical – Bibi Cavalante
Preparação de Elenco – Inês Aranha
Assistente de Direção – Cy Teixeira
Cenário e Figurinos – Zé Henrique de Paula
Assistente de Cenografia e Figurinos – Cy Teixeira
Iluminação – Fran Barros
Arte Gráfica – Herbert Bianchi
Coordenador de Produção – Louise Bonassi
Produção Executiva – Laura Sciulli
Assistente de Produção – Mariana Mello
Assessoria de Imprensa – Pombo Correio

LEMBRO TODO DIA DE VOCÊ

O Núcleo Experimental apresenta entre os dias 10 a 12 de outubro, a leitura cantada do musical “Lembro Todo Dia de Você“.

Thiago é um jovem que precisa passar por um acerto de contas consigo mesmo para entender o tamanho de cada coisa na sua vida. Para isso, ele revisita a sua história encarando seu ex-namorado, sua mãe, sua melhor amiga e um misterioso homem que o marcou. “Lembro todo dia de você” é um musical que acompanha Thiago em sua jornada de busca por respostas e autoconhecimento fazendo um retrato realista e contemporâneo de um assunto delicado, mas necessário.

O texto é de Fernanda Maia, com a colaboração de Herbert Bianchi. As músicas são de Rafa Miranda e as letras também de Fernanda Maia. A direção é de Zé Henrique de Paula.

Os atores Anna Toledo, Bruna Guerin, Davi Tápias, Fábio Augusto Barreto, Gabriel Malo, Mateus Monteiro e Zé Henrique de Paula serão acompanhados pelos músicos Abnes Paul, Benjamin Bernardes, Branco Bernardes, Clara Bastos, Felipe Parisi, Fernanda Maia e Rafa Miranda.

Para maiores informações, ligar para (11) 32590898.

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Lembro Todo Dia de Você
Com Anna Toledo, Bruna Guerin, Davi Tápias, Fábio Augusto Barreto, Gabriel Malo, Mateus Monteiro e Zé Henrique de Paula
Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
10 a 12/10
Segunda e Terça – 20h; Quarta – 21h
Entrada gratuita (ingressos distribuídos com uma hora de antecedência)

 

COMO TODOS OS ATOS HUMANOS (Entrevista)

Sinopse – “Filha relata ao público o seu crime. Sem tempo definido, sem nada além do aspecto lúdico pautado por uma lógica própria, no espetáculo o realismo fantástico amplia o espaço entre o real e o território abstrato.”

Como Todos os Atos Humanos“, da Cia. do Sopro, é uma peça que fala sobre a naturalização da violência. A experiência de assistir a peça é impactante. Por ficarmos próximos – fisicamente – a atriz, as cenas têm uma carga de intensidade maior. São momentos de questionamentos internos com outros de uma angústia, por nos reconhecermos no que vai sendo mostrado.

Após assistirmos a peça, aproveitamos para conversar (e extravasar e verbalizar o que tínhamos assistido) com Fani Feldman (atriz e dramaturga), Rui Ricardo Dias (diretor) e Plínio Meirelles (assistente de direção). Falamos sobre a violência – o que motivou a criação da peça, as simbologias presentes na montagem, a dicotomia do claro x escuro/ quente x frio, entre outros assuntos.

Como Todos os Atos Humanos
Com Fani Feldman
Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 60 minutos
04 a 26/08
Quinta e Sexta – 21h
$40
Classificação 16 anos

Dramaturgia: Fani Feldman
Direção: Rui Ricardo Diaz
Assistência de Direção: Plínio Meirelles
Preparação: Antonio Januzelli
Iluminação: Osvaldo Gazotti
Cenário/Figurino: Daniel Infantini
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Assessoria de Imprensa
Idealização: Cia. do Sopro
Produção: Quincas