LILI MARLENE

Lili Marlene” é um musical pop rock que utiliza a performance e as novas tecnologias para contar a história do Lili.

“O” Lili, como gostava de ser chamado, é o neto de Marlene, uma atriz hollywoodiana dos anos 30. Rejeitado pelo pai na infância, foge de sua casa em Berlim aos 13 anos de idade. Aos 18, morando em Paris, fazia sucesso nos palcos dublando sua avó, sem que ninguém soubesse do seu parentesco. Aos 30 se tornou sacerdote de uma religião quando morava nos Estados Unidos. Anos mais tarde, já afastado da igreja ele nos faz um relato de sua saga.

Lili Marlene é o primeiro musical autoral da dupla Haten & Cortada. Com texto e letras de Fause Haten, música e arranjos de André Cortada, materializa um projeto antigo da dupla de escrever musicais.

Durante o ano de 2016, Fause mergulhou num processo de pesquisa de material e múltiplas linguagens. Intensificou sua pesquisa de corpo onde o risco iminente e o desconforto corporal são usados pra potencializar as emoções do artista e dos personagens. Criando texto, personagens e performances a partir dos temas que rondavam seu imaginário, foi dando forma a um universo dramatúrgico.

Numa primeira fase trabalhou os textos numa escrita tradicional.

Numa segunda fase, trabalhou naquilo que intitula “escrita em cena”, onde com os personagens na cabeça, fazia performances de improviso para recolher textos e sensações a partir da relação imediata com o público.

Algumas dessas performances aconteceram na Galeria Mezanino e na Fábrica do Dr. F. dentro do projeto #ForadaModa no Sesc Ipiranga.

Com todo o material escrito e organizado, Fause reuniu sua banda sob o comando de André Cortada e partiram para as composições e os arranjos musicais.

Nesse momento surgia o roteiro e os personagens, que antes tinham casos isolados, passaram a se relacionar e as suas historias foram se interligando e criando um fio condutor.

Nasceu Lili Marlene!

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LILI MARLENE

TEATRO EVA HERZ (168 lugares)

Livraria Cultura – Conjunto Nacional

Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista

Bilheteria: 3170-4059 / www.teatroevaherz.com.br

Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingos das 12h às 19h. Formas de Pagamento: Dinheiro / Cartões de débito – Visa Electron e Redeshop / Cartões de crédito – Amex, Visa, Mastercard, Dinners e Hipecard. Não aceita cheque.

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Terça e Quarta às 21h

Ingressos:

R$ 60

Duração: 80 minutos

Recomendação: 14 anos

Estreia dia 16 de Maio de 2017

Curta Temporada: até 28 de Junho

Ficha técnica:

Direção, Texto e Letras: Fause Haten

Elenco: Fause Haten, Andre Cortada, Gabriel Conti, Marcos Magaldi e Raphael Coelho (alternante)

Músicas, Direção musical e Arranjos: André Cortada

Direção de movimento: Luis Ferron

Assistente de direção: Richard Luiz

Iluminação: Caetano Vilela

Figurino e Cenário: Fause Haten

Fotos, vídeos, direção de fotografia e Arte: Paulo Cabral

Edição de vídeos: Carlos Amorim

Assessoria em vídeo cenário: André Hã

Consultoria dramatúrgica: Claudia Hamra

Assessoria de imprensa: Morente Forte

Produção Executiva: Anna Abe

Direção de Produção: Henrique Mariano

MULHERES ÁCIDAS

Realizar Mulheres Ácidas é um sonho antigo das atrizes Marianna e Cristiane. O texto escrito por Cristiane conta a história de diversas mulheres, em diferentes estágios da vida, em épocas distintas. Suas relações, frustrações, medos, anseios e encontros. Suas vidas são narradas também por mulheres, que se identificam, criticam e se emocionam com as vidas das outras. “Eu escrevi para mim e para a Mari fazermos. Nos conhecemos há muito tempo e passamos várias fases da vida juntas. Agora, aos 40, a gente ficou com essa vontade de fazer um humor mais maduro. Acho que essa peça é o resultado de duas atrizes que estão repensando suas carreiras e suas posições dentro da sociedade“, conta a atriz e dramaturga Cristiane Wersom.

Uma peça sobre o feminino feita por três mulheres que tem muito em comum, Quito, Cristiane e Marianna. Cris e Marianna são amigas e parceiras de trabalho há anos, as duas já desenvolveram diversos projetos, como o canal de humor no youtube “Mulheres Ácidas” e a “As Olívias”, grupo de comédia da qual elas fazem parte, junto com as atrizes Renata Augusto, Sheila Friedhofer e o ator Victor Bittow. A diretora Cristiane Paoli Quito foi professora de ambas na Escola de Arte Dramática da USP e desde então, as três acompanham os trabalhos uma das outras. “Eu e Cris somos parceiras de vida e de trabalho. Mesmo quando é difícil, é fácil. Porque tem diálogo, tem o entendimento para além da fala. Só posso agradecê-la por confiar seu primeiro texto a mim. Muito do que ela escreveu é meu já, tem a ver com a minha história, que ela conhece de trás para frente. E ter a Quito como mestra disso é uma sorte!”, comenta Marianna.

As personagens da peça vivem diferentes contextos de vida em diferentes gerações.  Isadora, uma mulher que passa a vida inteira tentando entender um amor. Sofia, uma garota que não aceita os padrões impostos à ela. Otacília, uma senhora que espera a visita de seus filhos. Histórias passadas a limpo com humor, num texto ácido e rápido. “Essas mulheres são a minha mãe, a minha vó, eu, minhas amigas, as mães e filhas das minhas amigas…  Elas são um misto das alegrias, angústias, faltas e desejos que eu observei e vivenciei ao longo desses anos todos”, completa Cristiane Wersom.

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Mulheres Ácidas
Com Cristiane Wersom e Marianna Armellini
Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 80 minutos
14/02 até 29/03
Terça e Quarta – 21h (exceto dia 28/02 sessão será às 18 horas)
$40
Classificação 14 anos
 
Texto: Cristiane Wersom
Direção Geral: Cristiane Paoli Quito
Assistência de direção: Leonardo Devitto
Preparação corporal: Fabrício Licursi
Figurinos: Marianna Armellini
Projeto de luz: Fabrício Licursi
Técnicos de Luz e Som: Cris Souto e Ciro Godoy
Mídia digital: Elemento Cultural
Projeto gráfico: Victor Bittow
Fotos: Vitor Vieira
Produção: Leonardo Devitto
Administração: Joca Pacello
Patrocínio: Eurofarma

 

O BOSQUE SOTURNO

O Bosque Soturno, uma das mais recentes comédias dramáticas de Neil Labute, célebre autor americano de sucessos como Na Companhia dos Homens e Razões para ser Bonita, narra o universo particular de dois irmãos que, como eles mesmos afirmam, parecem
não ter saído da mesma barriga, por meio de uma trama que  mistura pitadas de “humor negro” com fortes emoções dramáticas e um mistério a ser desvendado.
A peça  teve sua estreia mundial em Londres no ano de 2011 com Matthew Fox e Olivia Williams, obtendo sucesso de critica e publico, e faz sua estreia brasileira em Fevereiro no Teatro Eva Herz com Guta Ruiz e Pedro Bosnich no elenco e direção de Otávio Martins.
Sinopse
O BOSQUE SOTURNO narra os conflitos entre um casal de irmãos que precisa superar as diferenças de personalidades e feridas antigas para resolver uma situação delicada e cheia de mistérios.
Presos em um chalé no meio de uma floresta, em uma noite fria e chuvosa, Betty e Bobby se mostram adultos repletos de conflitos e traumas não resolvidos, o que contribui para o clima de tensão da narrativa.
Um história sobre segredos, relação familiar, luto e maturidade, O Bosque Soturno é uma exploração da psique humana do célebre dramaturgo americano Neil Labute, reconhecido pela profundidade e intensidade de suas peças, além da sua enorme veia de humor negro que contagia todas suas peças.

 

O Bosque Soturno
Com Guta Ruiz e Pedro Bosnich
Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
02/02 até 24/03
Quinta e Sexta – 21h
$40
Classificação 16 anos
Texto: Neil Labute
Direção: Otávio Martins
Tradução: Flavio Moraes
Adaptação: Otávio Martins
Cenário: Mirtis Moraes
Figurino: Pedro Bosnich
Desenho e Operação de luz: César Pivetti
Fotografia: Gustavo Arrais
Design Gráfico: Osiris Junior
Produção: 4us e WST Produções
Assistente de Produção: Cora Valentini
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria

MYRNA SOU EU

Nelson Rodrigues escreveu por anos no Correio da Manhã, as crônicas em que assinava Myrna, e tentava falar direto aos corações femininos e suas dilacerantes dúvidas. Elias Andreato escolheu as crônicas e montou este roteiro ora engraçado, ora comovente, onde Myrna responde as perguntas que suas ouvintes lhe mandam, no programa de Rádio, chamado Consultório Sentimental.

Nas sessões dos dias 20 e 27 de novembro, serão realizadas sessões com audiodescrições para deficientes visuais.

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Myrna Sou Eu
Com Nilton Bicudo
Teatro Eva Herz – Livraria Cultura – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60minutos
20/11 até 11/12
Domingo – 15h
$50

PALAVRAS ESQUECIDAS – O EVANGELHO SEGUNDO TOMÉ

Depois de atuar no musical Ciao Amore Ciao – sobre a vida e a obra do cantor italiano Luigi Tenco -, no Theatre Petit Saint Martin, em Paris, o ator, bailarino e cantor radicado na França, Antonio Interlandi, volta ao Brasil para estrear o espetáculo Palavras Esquecidas – O Evangelho Segundo Tomé, no Teatro Eva Herz, em temporada de 15 de setembro a 9 de dezembro (sessões quintas e sextas-feiras, às 21h).
A montagem tem a participação da atriz portuguesa Maria de Medeiros em uma locução que abre o espetáculo. O texto foi traduzido e adaptado por Jean Gillibert e Antonio Interlandi, com supervisão de direção da diretora francesa Nita Klein e estreou em Paris, no Theatre Bichat, em 2012.
O espetáculo é baseado no texto do Evangelho Segundo Tomé (Século II). Uma série de 114 dizeres atribuídos a Cristo e encontrados na década de 1940 durante escavações no Egito. Diferente dos demais evangelhos, este texto apócrifo (que não está na Bíblia) não narra a vida de Jesus, mas traz uma coletânea de dizeres que teriam sido por ele pronunciados.
A peça mostra o apóstolo Tomé no instante em que se depara com estas palavras. Perplexo, atônito e atormentado pelo conteúdo, transmite, intuitivamente, com a sua voz e com o seu corpo, estes dizeres. “Imaginei o impacto que este texto poderia causar, conectando o personagem com pensamentos tão diferentes de sua época. Ao mesmo tempo perdido e encantado, confiante e assombrado. Por meio das palavras transmitidas por Tomé, a peça traz a ideia de que há em cada um de nós uma essência imortal que transcende o próprio homem”, explica Interlandi.
O ator tomou conhecimento da obra folheando livros na biblioteca de sua professora de teatro em Paris. “Fiquei surpreso com o conteúdo e com a forma, tão inesperados para um texto do gênero. Me veio a ideia da utilização contemporânea do movimento e da palavra para transmitir este texto”, conta.
O espetáculo expõe a noção da não-dualidade e questiona certos posicionamentos dogmáticos cristãos, como o conceito de culpa ou a visão maniqueísta de bem e mal. O texto defende ainda o pensamento gnóstico de que há em cada um de nós uma essência imortal que transcende o próprio homem, provendo sentido à nossa existência.
Para o ator, a montagem é uma imersão poética, na qual palavra, dança e canto coexistem em um só corpo, em uma só voz. “Quando li este texto pela primeira vez, encarei-o como um grande poema. Imediatamente senti a necessidade da dança, do movimento para poder contar esta aventura. Foram dois anos de um trabalho novo para mim, solitário, que conjugava as diferentes linguagens que eu possuía e que foi polido pelo diretor e escritor Jean Gillibert e pela diretora e atriz Nita Klein, tentando elaborar o justo equilíbrio entre o texto, o gesto e o som.
A atriz portuguesa Maria de Medeiros assistiu a um ensaio geral da peça, em Paris, quando Interlandi trabalhava na adaptação da montagem para o Brasil. “Fiquei feliz de poder de alguma maneira participar do espetáculo. Gosto da ideia de ‘dançar’ os textos, algo que procuro sempre fazer quando estou em cena. Antonio leva essa ideia muito longe, precisamente porque ele é também bailarino”, conta a atriz que está no México gravando um longa metragem.
Criamos esta peça inteiramente em francês. O fato de adaptá-la agora para o português trouxe uma nova respiração, uma cadência mais íntima, mais instintiva. A voz da Maria de Medeiros contribui para traçar este novo caminho, no qual o personagem de Tomé poderá se aventurar a cada noite de apresentação” conclui Interlandi.
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Palavras Esquecidas – O Evangelho Segundo Tomé.
Com Antonio Interlandi
Voz: Maria de Medeiros
Teatro Eva Herz – Livraria Cultura Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
15/09 até 09/12
Quinta e Sexta – 21h
$50
Classificação 14 anos
 
Idealização: Antonio Interlandi
Tradução e adaptação: Jean Gillibert e Antonio Interlandi
Supervisão de direção: Nita Klein
Iluminação: Nádia Luciani
Coreografia: Malavika
Trilha sonora original: Khalid Kouhen
Supervisão de texto: Silvia Bittencourt
Cenografia: Augusto Vieira
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli
Projeto Cultural incentivado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás.
Produção Executiva: Maria Júlia Interlandi e Berta Lucia de Freitas Campos

ATO A QUATRO

Em 25 cenas curtas, Ato a Quatro, montagem do texto britânico Fourplay, de Jane Bodie, narra com muito humor o jogo amoroso entre quatro pessoas. O público se identifica imediatamente com as personagens e com as situações. Aos poucos, entretanto, vêm à tona temas atuais como a solidão, o medo, o desejo insaciável e descartável, a obsessão pelo Eu, o voyeurismo e o ressentimento.

As personagens parecem não se comunicar. Muitas vezes falam, mas não se olham. Aproximam-se, mas não se tocam. Uma comédia dramática sobre a solidão do homem, em sua incapacidade de ser livre num ambiente global nunca tão próximo e tão conectado.

Com direção de Bruno Perillo, espetáculo volta ao cartaz dia 4 de agosto para curta temporada no Teatro Eva Herz. No elenco estão os atores Nicole Cordery, Luciano Gatti, Carolina Mânica e Edu Guimarães.

Ato a Quatro estreou em fevereiro de 2015 no SESC Pinheiros e teve sua segunda temporada no Viga Espaço Cênico no mesmo ano. Espetáculo teve duas indicações ao Prêmio Aplauso Brasil (melhor atriz para Nicole Cordery e melhor figurino para Chris Aizner).

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Sinopse

O espetáculo conta a história de Alice, uma ex-atriz que agora trabalha como cuidadora e está às voltas com o lento desgaste de sua relação com Tom. Ele é ator e está ensaiando uma peça em que faz o papel do amante de Natasha, uma atriz atraente e determinada, que coloca a sua carreira acima de tudo.

Ao longo dos ensaios, Tom começa a levar o seu papel como amante de Natasha muito a sério. A quarta personagem da história é Jack, um jovem enfermeiro que fica obcecado por Alice e passa a observá-la e segui-la, todos os dias, do trabalho até sua casa, no intuito de conhecer sua vida nos mínimos detalhes.

Por dentro desses temas, a autora Jane Bodie costura a sua linha dramatúrgica, brincando com eles, dando-lhes outros significados, até expô-los ao vazio e abrir espaço para novas possibilidades.

Dramaturgia

No texto, a autora Jane Bodie utiliza-se de alguns elementos característicos na estrutura da dramaturgia britânica contemporânea como a fragmentação da estrutura, as cenas curtas e alternantes e a sintaxe metalinguística.

O título original da obra, além de estabelecer um estado inicial para as personagens, faz, também, uma provocação à direção e aos atores: Fourplay. Um convite ao jogo metalinguístico – o teatro dentro do teatro, dentro de um mundo que já é representação de si próprio, no qual não se sabe mais onde começa e onde termina um evento real”, enfatiza Perillo.

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Encenação

A montagem é constituída de 25 cenas curtas, passadas em locais diferentes, exigindo um ritmo preciso entre as trocas de cenas, para descaracterizar o realismo, imprimir velocidade quando necessário e para que as pausas e os silêncios possam fazer sentido. Os quatro atores/jogadores já estarão em cena durante a entrada do público, e em cena permanecerão até o final.

No palco, a cenografia assinada por Chris Aizner e Nilton Aizner traz uma cama redimensionada, que será compartilhada pelas quatro personagens em diferentes ambientes: quarto de Tom e Alice, quarto de Natasha, quarto e casa de Jack, local de trabalho de Alice e Jack. Além da cama, o palco é ocupado por quatro cadeiras, uma pequena mesa e um espelho. A cenografia é completada por uma série de projeções de imagens inseridas em paredes ao fundo ou na lateral, no piso, nos figurinos e nos corpos dos atores.

A ideia é fazer com que os elementos como luz, vídeo, fotografias, corpos dos atores, cenário, adereços e figurinos criem, juntos, quadros que consigam exprimir as tensões e temperaturas ideais para cada narrativa, cada ação e, em especial, reforçar o caráter não realista da montagem”, detalha o diretor. Já a trilha sonora foi escrita pelo cantor e compositor Dan Nakagawa, especialmente para a encenação. O universo referencial e criativo para as composições é o da música contemporânea.

A luz na montagem tem um papel vital e simbólico, além de servir como elemento diferenciador para climas e ambientes. As fontes de luz foram criadas com formatos distintos: refletores, lâmpadas penduradas, pequenas fontes de led, lanternas, celulares, abajur e globo de luz, com muitos acionamentos e manipulações feitos pelos próprios atores, no palco.

As cores e os tecidos criados por Chris Aizner foram pensados para compor os quadros e as texturas pretendidas pela encenação. Desta maneira, os atores vestem figurinos incompletos que os fazem coexistir com os personagens, ao mesmo tempo em que o espectador tem uma sensação de dúvida diante do que vê.

Ato a Quatro
Com Nicole Cordery, Luciano Gatti, Carolina Mânica e Edu Guimarães
Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 75 minutos
04/08 até 08/09
Quarta e Quinta – 21h
$50
Classificação livre
 
Texto: Jane Bodie
Direção e tradução: Bruno Perillo
Assistente de direção: Janaína Suaudeau
Cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner
Figurino: Chris Aizner
Luz: Igor Sane e Flavio Barollo
Instalação audiovisual: Flavio Barollo
Trilha sonora: Dan Nakagawa
Corpo: Marina Caron
Fotografia: Carla Trevizani
Patrocínio: Meimundo
Produção executiva: Janaína Suaudeau
Direção de produção: André Canto
Realização: Canto Produções e Meimundo
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

SOLIDÃO NO FUNDO DA AGULHA

Depois de dois anos viajando pelo Brasil, o espetáculo “Solidão no Fundo da Agulha” chega em São Paulo. O espetáculo está em cartaz no Teatro Eva Herz (Livraria Cultura) até dia 30 de agosto às terças-feiras, às 21h.

A Fundação Carlos Chagas decidiu em 2013 reunir literatura, música e fotografia e convidou o escritor Ignácio de Loyola Brandão para escrever um livro de crônicas e contos inspirados em músicas que remetessem a momentos marcantes da vida do autor.

O repertório escolhido ganhou novas versões, foi gravado pela cantora Rita Gullo e gerou um CD que foi encartado com o livro, além das fotos que Paulo Melo Jr. fez especialmente para esses textos. O lançamento do livro “Solidão no fundo da agulha” em março de 2013 gerou o desejo de levar para o palco essas histórias.

O espetáculo “Solidão no fundo da agulha” leva o escritor Ignácio de Loyola Brandão aos palcos para contar histórias marcantes da sua vida. Momentos remetidos a canções interpretadas pela cantora Rita Gullo, filha do autor.

No repertório estão músicas como Amado Mio (Doris Fisher/ Allan Roberts) da trilha sonora do filme “Gilda”, que era proibido para crianças e que estimulou a criatividade do menino Ignácio, então com 12 anos de idade e que se fez presente muito anos mais tarde para ajudar o jovem jornalista a não voltar para a terra natal fracassado. Temas marcantes como Valsinha (Chico Buarque e Vinicius de Moraes), Que reste-t-il de nos amours? (Charles Trenet) e muitos outros ganham novo contexto ao vivo e permeados por lembranças.

Solidão no Fundo da Agulha
Com Ignácio de Loyola Brandão e Rita Gullo
Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 70 minutos
10/05 até 30/08
Terça – 21h
$50
Classificação 12 anos
 
Direção e Iluminação: Marcelo Lazaratto
Violão e Arranjos: Edson José Alves
Técnica de Som: Florência Saraiva
Produção Executiva: Ana Carolina Raymundo e Lili Molina 
Direção de Produção: André Canto
Produtora Associada: Rita Gullo
Realização: Canto Produções
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio