O EMPRÉSTIMO

A comédia “O Empréstimo”, de Jordi Galceran, prorroga temporada no Teatro Folha até 25 de junho. No elenco os atores André Mattos e Leonardo Miggiorin, sob a direção de Isser Korik.

A peça traz situações hilárias que beiram o absurdo. Tudo acontece na sala do gerente de um banco, quando atende um homem desesperado em obter um empréstimo absolutamente necessário para seguir com a sua vida. O possível cliente não tem garantias nem propriedades. Oferece apenas a sua palavra de honra para o banco, o que coloca o gerente em uma situação delicada. O resultado deste conflito é um dinâmico e engraçado diálogo, que leva as personagens a um caminho inesperado, contagiando o espectador do início ao final do espetáculo.

O homem desconhecido usará todas suas possíveis cartadas para conseguir o empréstimo, cujas intenções nada ortodoxas levam o gerente ao desespero.

O texto “El Crédito” (O Empréstimo) é do famoso autor de “O Método Grönholm”, já encenado no Brasil com o ator Lázaro Ramos. O diretor Isser Korik diz que o texto “O Empréstimo” lhe chamou a atenção pela atualidade da história. A crise econômica no Brasil como em todo o mundo tornou comum a necessidade de, em algum momento, as pessoas solicitarem empréstimos a uma instituição financeira. Mas o que na peça surpreende é o argumento que o cliente encontra para convencer o gerente a conceder os recursos.

“El Crédito” faz sucesso por onde passa e já pode ser considerada uma das peças de Galceran com maior número de montagens. O texto já foi encenado na Espanha (Madri, Barcelona, Galícia, País Basco, Valença), Hungria, Itália, Áustria, Alemanha, Grécia, Turquia, Bulgária, Estônia, Suíça, Polônia, Romênia, Finlândia, Peru, Chile, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Porto Rico, Argentina, Uruguai, México e Estados Unidos. O texto foi publicado pela Ediciones Antígona

Isser Korik conta que a encenação dá total foco aos atores e ao texto. “Temos um texto muito bem escrito e excelentes atores. Não há necessidade de muitos recursos de cenário ou qualquer efeito visual. O mais importante é desenvolver o jogo na atuação de André Mattos e Leonardo Miggiorin. Eles são atores de gerações diferentes e cada um carrega influências diversas. Cada um tem seu estilo e por isso decidi trabalhar com este contraste, inclusive energético”, explica.

O ator André Mattos conta que se interessou pelo projeto imediatamente após a leitura do texto. “Gosto porque é comédia bastante contemporânea. O texto mostra o conflito entre o indivíduo e a instituição financeira. Antigamente a palavra era valorizada. Hoje a palavra não vale nada. Minha personagem não é o banqueiro, é um homem que tem o poder de tomar decisões. Mas ele está amarrado a uma série de regulamentos que determinam e limitam o seu poder”, comenta o ator que atualmente mora em Los Angeles e voltou ao Brasil especialmente para fazer “O Empréstimo”; gravar “Belaventura”, próxima novela da TV Record; e divulgar quatro longas-metragens: “O Nome da Morte”, de Henrique Goldman; “Divórcio 190”, de Pedro Amorim; “Aconteceu na Quarta-feira”, de Domingos Oliveira; e “Ninguém Entra, Ninguém Sai”, de Hsu Chien.

Leonardo Miggiorin, que vive o cliente do banco, diz que encontra no texto todos os ingredientes para fazer uma comédia ágil e muito inteligente. “O início do texto apresenta uma situação engraçada. Depois a peça vai mostrando aspectos das personagens, como, as diferenças sociais e o sentimento de impotência do indivíduo diante da força institucional. Todas as informações vão entrando na peça para valorizar ainda mais o efeito cômico”, diz.

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FICHA TÉCNICA

Texto – Jordi Galceran

Tradução e direção– Isser Korik

Elenco – André Mattos e Leonardo Miggiorin

Cenografia e figurinos – Paula de Paoli

Cenotécnico – Wagner José de Almeida

Serralheria – Kalango

Trilha sonora composta – Jair Oliveira

Criação gráfica Lab 212

Fotografia – João Caldas

Equipe técnica – Jardim Cabine

Coordenação de produção  – Isabel Gomez

Assistente de produção – Pedro Pó

Administração – Isabel Gomez  e Pedro Pó

Assistentes de direção – Ian Soffredini e Mariana São João

Iluminação –  Isser Korik

Realização – Conteúdo Teatral

 

SERVIÇO: O EMPRÉSTIMO

Local: Teatro Folha

Temporada até: 25 de junho de 2017

Apresentações: sexta-feira, às 21h30; sábado, às 20h e 22h; domingo, às 20h.

Ingresso: R$40,00 (setor 2) e R$60,00 (setor 1)

Duração: 80 minutos

Classificação etária: 14 anos 

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 – Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site: www.teatrofolha.com.br

O HOMEM DAS CAVERNAS

O Homem das Cavernas”, de Rob Becker, é um sucesso mundial que conquistou milhões de pessoas em quase 40 países e em mais de 15 idiomas diferentes. O ator Norival Rizzo faz a versão brasileira e volta a atuar no espetáculo que na primeira temporada em 2010 alcançou sucesso de crítica e público. A reestreia acontecerá no dia 14 de março no Teatro Folha, com sessões as terças e quartas-feiras.

A peça é uma brincadeira divertida e perspicaz sobre as formas como homens e mulheres se relacionam, conseguindo que ambos os sexos morram de rir e se reconheçam. O ator Norival Rizzo interpreta personagem que repensa sua vida amorosa enquanto, inspirado no homem das cavernas, disseca as diferenças entre homens e mulheres.

Com um efeito pacificador nos desentendimentos entre homens e mulheres, a primeira montagem estreou em São Francisco, em 1991, e foi rapidamente levada para Dallas, Washington, Philadelphia e Chicago, antes de sua estreia na Broadway, em 1995. Depois de dois anos e meio e 702 apresentações no teatro Helen Hayes Theater, “O Homem das Cavernas” entrou no livro dos recordes como o monólogo que mais tempo ficou em cartaz na história da Broadway.

Rob Becker escreveu “O Homem das Cavernas” depois de um período de três anos de estudo informal de antropologia, pré-história, psicologia, sociologia e mitologia. Usou como base as informações para criar um texto com grande capacidade de comunicação com o público.

O diretor Alexandre Reinecke conta que a montagem será apresentada com novo cenário e figurino, mas manterá o estilo da direção visto na primeira temporada em 2010. “Faço uma grande parceria com o Norival. Já o dirigi em outros espetáculos e esta experiência serve para esta remontagem, que faz uma um paralelo divertido e pertinente entre o homem das cavernas e o homem contemporâneo”, observa o diretor, que também trabalhou com Norival Rizzo nas peças “Adultérios”, de Woody Allen, e “O Sucesso a Qualquer Preço”, de David Mamet.

O ator Norival Rizzo observa que a sua percepção sobre um texto teatral muda constantemente, de acordo com as novas experiências vividas e com o tempo de realização de uma temporada. O texto é o mesmo, mas a percepção para a obra resulta em outras nuances na atuação. “Agora estou percebendo muitos detalhes diferentes no espetáculo”, conta o ator que em 2005 recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator pelo espetáculo “Oração Para um Pé-de-Chinelo”, de Plínio Marcos, e direção de Reinecke.

Hoje a peça “O Homem das Cavernas” pode ser vista nos seguintes países: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Croácia, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Guatemala, Hungria, Islândia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, México, Holanda, Noruega, Polônia, Rússia, Eslováquia, Eslovênia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos, Argentina, Coréia e China.

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O Homem das Cavernas
Com Norival Rizzo
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 75 minutos
14/03 até 31/05
Terça e Quarta – 21h
$50
Classificação 12 anos
 
Realização: Açafrão Produções
Texto: Rob Becker
Direção: Alexandre Reinecke
Diretor de produção: Evaristo Sánchez
Assistente de produção: Henrique Portela
Cenário e figurino: Alex Grilli
Desenho de iluminação: Henrique Portela
Adaptação do texto: Açafrão Produções
Produção: Açafrão Produções, Alafin Cultural, IRIA Producciones, Theatre MOGUL

O EMPRÉSTIMO

A comédia “O Empréstimo”, de Jordi Galceran, estreia dia 03 de março no Teatro Folha e tem no elenco os atores André Mattos e Leonardo Miggiorin, sob a direção de Isser Korik.

A peça traz situações hilárias que beiram o absurdo. Tudo acontece na sala do gerente de um banco, quando atende um homem desesperado em obter um empréstimo absolutamente necessário para seguir com a sua vida. O possível cliente não tem garantias nem propriedades. Oferece apenas a sua palavra de honra para o banco, o que coloca o gerente em uma situação delicada. O resultado deste conflito é um dinâmico e engraçado diálogo, que leva as personagens a um caminho inesperado, contagiando o espectador do início ao final do espetáculo.

O homem desconhecido usará todas suas possíveis cartadas para conseguir o empréstimo, cujas intenções nada ortodoxas levam o gerente ao desespero.

O texto “El Crédito” (O Empréstimo) é de Jordi Galceran, o mesmo autor de “O Método Grönholm”, já encenado no Brasil com o ator Lázaro Ramos. O diretor Isser Korik diz que o texto “O Empréstimo” lhe chamou a atenção pela atualidade da história. A crise econômica no Brasil como em todo o mundo tornou comum a necessidade de, em algum momento, as pessoas solicitarem empréstimos a uma instituição financeira. Mas o que na peça surpreende é o argumento que o cliente encontra para convencer o gerente a conceder os recursos.

“El Crédito” faz sucesso por onde passa e já pode ser considerada uma das peças de Galceran com maior número de montagens. O texto já foi encenado na Espanha (Madri, Barcelona, Galícia, País Basco, Valença), Hungria, Itália, Áustria, Alemanha, Grécia, Turquia, Bulgária, Estônia, Suíça, Polônia, Romênia, Finlândia, Peru, Chile, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Porto Rico, Argentina, Uruguai, México e Estados Unidos. O texto foi publicado pela Ediciones Antígona

Isser Korik conta que a encenação dá total foco aos atores e ao texto. “Temos um texto muito bem escrito e excelentes atores. Não há necessidade de muitos recursos de cenário ou qualquer efeito visual. O mais importante é desenvolver o jogo na atuação de André Mattos e Leonardo Miggiorin. Eles são atores de gerações diferentes e cada um carrega influências diversas. Cada um tem seu estilo e por isso decidi trabalhar com este contraste, inclusive energético”, explica.

O ator André Mattos conta que se interessou pelo projeto imediatamente após a leitura do texto. “Gosto porque é comédia bastante contemporânea. O texto mostra o conflito entre o indivíduo e a instituição financeira. Antigamente a palavra era valorizada. Hoje a palavra não vale nada. Minha personagem não é o banqueiro, é um homem que tem o poder de tomar decisões. Mas ele está amarrado a uma série de regulamentos que determinam e limitam o seu poder”, comenta o ator que atualmente mora em Los Angeles e voltou ao Brasil especialmente para fazer “O Empréstimo”; gravar “Belaventura”, próxima novela da TV Record; e divulgar quatro longas-metragens: “O Nome da Morte”, de Henrique Goldman; “Divórcio 190”, de Pedro Amorim; “Aconteceu na Quarta-feira”, de Domingos Oliveira; e “Ninguém Entra, Ninguém Sai”, de Hsu Chien.

Leonardo Miggiorin, que vive o cliente do banco, diz que encontra no texto todos os ingredientes para fazer uma comédia ágil e muito inteligente. “O início do texto apresenta uma situação engraçada. Depois a peça vai mostrando aspectos das personagens, como, as diferenças sociais e o sentimento de impotência do indivíduo diante da força institucional. Todas as informações vão entrando na peça para valorizar ainda mais o efeito cômico”, diz.

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O Empréstimo
Com André Mattos e Leonardo Miggiorin
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 80 minutos
03/03 até 28/05
Sexta – 21h30; Sábado – 20h e 22h; Domingo – 20h
$40
Classificação 14 anos
 
Texto – Jordi Galceran
Tradução e direção- Isser Korik
Cenografia e figurinos – Paula de Paoli
Cenotécnico – Wagner José de Almeida
Serralheria – Kalango
Trilha sonora composta – Jair Oliveira    
Criação gráfica – Lab 212
Fotografia – João Caldas
Equipe técnica – Jardim Cabine
Coordenação de produção  – Isabel Gomez
Assistente de produção – Pedro Pó                          
Administração – Isabel Gomez  e Pedro Pó                
Assistentes de direção – Ian Soffredini e Mariana São João
Iluminação –  Isser Korik
Realização – Conteúdo Teatral

 

 

NOVE EM PONTO

Mistério, suspense e muito humor é o que promete ao público a peça “Nove em Ponto”, que reestreia no Teatro Folha dia 11 de janeiro e permanece em cartaz até 09 de março com sessões às quartas e quintas-feiras. Com elenco encabeçado por Bianca Rinaldi e Leonardo Vieira, o espetáculo reúne quatro personagens que vivem um encontro de potencial explosivo. A direção da montagem é de Isser Korik e o elenco conta ainda com Alex Gruli e Carol Bezerra.

Na trama, dois casais têm um encontro marcado para as nove da noite na casa de um deles. A história é contada a partir de três versões diferentes: o casal convidado chegando 15 minutos antes, o casal chegando no horário marcado, o casal chegando 15 minutos atrasado. A trama se desenrola a partir de um acontecimento misterioso do passado que gera discórdia e tensão entre as personagens, resultando em um espetáculo com muito humor e suspense. O público é levado a observar os personagens sob as diferentes possibilidades, conforme a variação de horários em que os personagens se encontram.

O texto foi feito a partir de uma ideia original do autor de novelas Rui Vilhena, escrito por ele com a colaboração de Joana Jorge e Vinícius Marquez.

Heloísa, personagem de Bianca Rinaldi, é a diretora de uma revista feminina e alvo de constante desconfiança de seu marido, o piloto de aviões Diogo, interpretado por Leonardo Vieira. Alex Gruli faz Henrique Bonaparte, amigo de Heloísa e ator em ascensão que se prepara para trabalhar numa novela. Carol Bezerra interpreta a misteriosa Alice, professora e esposa de Henrique.

O diretor Isser Korik explica que a engenhosidade do texto remete à Teoria do Caos e ao Efeito Borboleta. “O texto nos mostra o quanto a vida de todos nós acaba sendo regida por uma sucessão de acasos e como tudo poderia ter saído diferente graças a aspectos meramente circunstanciais”, comenta. “O desafio da direção é deixar claro ao público qual foi o fato, o acontecimento que deflagra consequências diferentes em cada versão”.

O autor Rui Vilhena conta que a inspiração para a peça partiu de uma experiência pessoal, quando ao dirigir um carro surgiu de repente uma moto na contramão. “A moto bateu no meu carro. Na realidade o motociclista estava fugindo da polícia, olhou pra trás e o acidente aconteceu. Fiquei imaginando que se eu estivesse passado por ali cinco segundos antes ou depois nada disso teria acontecido”, conta.

Na peça, a personagem Diogo é maníaca por pontualidade e isto influencia seu humor em relação às outras personagens, de acordo com o horário de chegada dos convidados para o jantar. “Quando os convidados chegam quinze minutos antes nada está pronto para o jantar e isto, para a anfitriã, é uma situação caótica porque ela ainda não está preparada para recebê-los. Quando Henrique e Alice chegam na hora isto causa surpresa em Diogo. Quando chegam quinze minutos atrasados, Diogo já está com um humor insuportável e o suflê que ele preparou passou do ponto”. Todos estes detalhes, de acordo com o momento em que os convidados chegam, influenciam a relação entre as personagens e determinam o que acontecerá.

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Nove em Ponto
Com Bianca Rinaldi, Leonardo Vieira, Carol Bezerra e Alex Gruli
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (R. Dr. Veiga Filho, 133 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 80 minutos
11/01 até 09/03
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia: ideia original de Rui Vilhena
Texto: Joana Jorge, Vinícius Marques e Rui Vilhena
Cenografia: Paula de Paoli
Figurinos: Marichilene  Artisevskis
Expressão corporal: Juliana Sanches                                            
Trilha sonora composta: Rodrigo Zalcberg
Video: Lucas Mendes
Criação gráfica: Winnie Affonso
Fotografia: Gilberto Haider
Equipe técnica: Jardim Cabine
Administração: Isabel Gomez e Iná Schneider
Coordenação de produção: Isabel Gomez
Assistentes de direção: Ian Soffredini e Mariana São João                    
Direção e iluminação: Isser Korik            
Realização: RDP Marketing Cultural Ltda / Conteúdo Teatral

 

 

FESTIVAL DE FÉRIAS – TEATRO FOLHA – JUVENIL

Novidade no Festival de Férias do Teatro Folha.  Pela primeira vez, a programação inclui duas peças direcionadas para o público jovem: O Alvo Parte 1 – Ser ou Não ser o Centro das Atenções” e “O Alvo Parte 2 – Hateclub”. As duas montagens, texto e direção de Pedro Garrafa, serão apresentadas a partir do dia 09 de janeiro, às segundas feiras.

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O Alvo – Parte 1 – Ser ou Não Ser o Centro das Atenções
Espetáculo aborda o bullying entre estudantes adolescentes. Cinco amigas populares do colégio estão na sala de espera da diretoria. A amizade dessas garotas está ameaçada por causa de um estranho encontro delas com a “menina mais zoada do colégio”, que tomou proporções graves, quando a menina rolou as escadas e acabou em um hospital, bastante machucada. Em meio a divertidas situações e discussões acaloradas, a trama faz com que elas revelem fatos e opiniões surpreendentes umas às outras, e mudem as suas vidas para sempre. A montagem ganhou os prêmios FEMSA Coca Cola e SP de Teatro na categoria Melhor Texto em 2015.
 
Com Andressa Andreatto, Julia Freire, Luiza Porto, Kuka Annunciato, Pauline Mingroni. Stand in: Maira Sarmento.
Duração 70 minutos
09 a 23/01
Segunda – 17h30
$40
Classificação 10 anos
 
Texto e direção: Pedro Garrafa
Iluminação: Matheus Heck
Produção: Elemento Cultural
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O Alvo – Parte 2 – Hateclub
 
Depois da “menina mais zoada do colégio” rolar as escadas e se machucar por conta de uma provocação, as cinco meninas mais populares se transformam no novo alvo de bullying do colégio. Na segunda parte da história as amigas Amanda, Maria Anna, Nina, Amélia e Rebecca recebem a ajuda de uma nova e misteriosa personagem para descobrir quem anda difamando a imagem delas pela internet. A trama, dividida entre o mundo real e virtual, aborda tanto o tema do cyberbulling, quanto o do crescente discurso de ódio destilado pela internet.
 
Com Andressa Andreatto, Julia Freire, Luiza Porto, Kuka Annunciato, Pauline Mingroni. Stand in: Maira Sarmento.
Duração 80 minutos
09 a 23/01
Segunda – 19h
$40
Classificação 10 anos
 
Texto e direção: Pedro Garrafa
Iluminação: Matheus Heck
Produção: Elemento Cultural

ELA É O CARA

A atriz Vera Fischer abre a programação do Teatro Folha em 2017 com a comédia “Ela é o Cara!”, escrita especialmente para ela por Márcio Araújo e Andrea Batitucci. Com direção de Ary Coslov, o espetáculo fica em cartaz de 06 de janeiro a 26 de fevereiro de 2017.

A peça conta a história de Gilberto Fonseca, personagem do ator Edson Fieschi, um terapeuta de competência e caráter duvidosos. Após um incidente com um paciente famoso, ele se vê obrigado a administrar a repercussão negativa do caso, o assédio da imprensa e a fúria dos fãs do seu paciente, que o culpam pelo ocorrido e estão ávidos por vingança. Sem saída e com a sua carreira fadada ao fracasso, Gilberto cogita vender sua alma ao Diabo. Neste exato momento, surge em seu consultório Vera Fischer, que insiste em ser atendida.

Sofrendo um  transtorno de personalidade, a famosa atriz insiste em dizer que não é Vera Fischer. Diante da gravidade do quadro, Gilberto aceita atendê-la em troca de publicidade, na esperança de retomar sua carreira. Gilberto passa a viver um novo conflito: quem será a solução para os seus problemas? O Diabo ou Vera Fischer?

A autora Andrea Batitucci é uma das escritoras de “Vai que Cola”, um dos programas de maior sucesso da TV paga do país. Instigada a investigar o que as pessoas são capazes de fazer para alcançar seus desejos, se inspirou para escrever a peça “Ela é o Cara!” com parceria de Márcio Araújo, por considerar o tema  um dos males modernos da humanidade.

O diretor Ary Coslov tem em seu currículo a direção de mais de 25 espetáculos teatrais e mais de 40 obras televisivas, entre novelas, seriados, séries e programa humorístico. “A peça é uma crítica à atitude das pessoas que querem fama a qualquer preço. Muitas pessoas são capazes de se submeter a tudo por quinze minutos de fama”, observa o diretor.

O espetáculo, que é uma obra de ficção, tem algumas informações biográficas de Vera Fischer. “Achei a Vera Fischer muito corajosa ao fazer esta peça. O conteúdo do espetáculo não tem nada demais. Mas ela aceitou esta exposição”, comenta o diretor. “A peça tem somente duas personagens. Uma quer ser famosa, a outra se apresenta como Vera Fischer”.

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Ela é o Cara!
Com: Vera Fischer e Edson Fieschi
Teatro Folha – Shopping Pateo Higienópolis (R. Dr. Veiga Filho, 133 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 60 minutos
06/01 até 26/02
Sexta – 21h30; Sábado – 20h e 22h; Domingo – 20h
Apresentações: sexta-feira, às 21h30; sábado, às 20h e 22h; domingo, às 20h.
$50/$70
Classificação: 12 anos
Autores: Marcio Araújo e Andrea Batitucci
Direção: Ary Coslov
Cenário e Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Anderson Peixoto
Diretor geral de produção: Luciano Borges
Realização: Borges & Fieschi Produções Culturais

JOGO ABERTO

Três casais se reúnem para mais um jantar entre amigos e a noite garante muitas surpresas, segredos e emoções na comédia “Jogo Aberto”, de Jeff Gould, traduzida e dirigida por Isser Korik. A temporada foi prorrogada até 25 de setembro no Teatro Folha.

A versão brasileira da comédia “Jogo Aberto” (It’s Just Sex) tem no elenco os atores André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Pedro Henrique Moutinho e Nina Morena.

Na trama, o que começa como um simples encontro entre amigos, logo se transforma num perigoso jogo de sedução, em que os personagens confessam intimidades e acabam vivendo experiências que vão afetar a ‘estabilidade’ dos casais. Num “Jogo da Verdade Alcoólico”, eles confessam desejos e sentimentos íntimos e  acabam discutindo sobre valores como honestidade e monogamia. O resultado tem efeito cômico, romântico e ao mesmo tempo provocativo.

O diretor Isser Korik comenta sobre a escolha do texto: “Sempre gostei de comédias de situações, de textos em que a força dos acontecimentos é maior que a dos diálogos. Achei o tema muito pertinente e bem tratado. São questões que estão na vida de todos aqueles que vivem um relacionamento de longa duração. Os personagens são muito bem construídos e não há como o público não se identificar com algum deles”.

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O ator André Bankoff faz o personagem Paulo, um executivo de finanças que é flagrado numa traição conjugal pela esposa Evelyn, personagem de Nina Morena. Júlia, interpretada por Samara Felippo, é uma massagista sexy que resiste aos avanços sexuais do insaciável marido Milton, personagem de Eduardo Leão. Natallia Rodrigues vive a advogada Lilian, uma mulher controladora, casada com o tenso André, um profissional da informática, personagem de Pedro Henrique Moutinho.

O encontro entre as personagens acontece na casa de Paulo e Evelyn, logo após a mulher flagrar Paulo com outra mulher. O jantar, cujo pretexto era comemorar a liberdade alcançada com a viagem dos filhos para um acampamento, acaba se tornando o momento em que todos revelam as angústias de seus casamentos. Eles tentam esconder sentimentos em conversas descontraídas, mas as altas doses de álcool liberam fantasias e segredos inconfessáveis. Quando a “mágica” desaparece os três casais precisam encarar o resultado de suas ações, provocando uma reflexão sobre o amor e o compromisso conjugal.

Em todos os lugares onde foi encenada, a peça recebeu ótimas críticas e foi considerada ruidosamente engraçada, provocante, perspicaz, tocante e, finalmente, edificante. Devido ao seu tema universal, as plateias se identificam com as situações da peça ao verem a si mesmas em cada um dos personagens e casais.

Isser Korik diz que para alcançar o resultado cômico, concentra a atenção em todas as nuances oferecidas pelo texto e no trabalho dos atores. “É uma comédia que depende muito da química dos atores entre si e de um ritmo preciso. É esse resultado que buscamos para garantir o efeito cômico”, diz o diretor.

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Jogo Aberto
Com André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Nina Morena, Pedro Henrique Moutinho e Elisa Telles
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
06/05 até 25/09
Sexta – 21h30; Sábado – 20h e 22h; Domingo – 20h
$30/$50
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia – Jeff Gould
Cenografia – Paula de Paoli
Assistente de Cenografia – Clau Carmo
Cenotécnico – Wagner José de Almeida
Serralheria – José da Hora
Figurinos – Luciano Ferrari
Produção de Figurinos – Elen Zamith
Costureira – Maria de Lourdes Oliveira
Trilha Sonora – Jair Oliveira
Criação gráfica – Agência  LAB 212
Fotografia – João Caldas
Assessoria Internacional – Claudio Erlichman
Equipe Técnica –  Jardim Cabine
Coordenação de Produção – Isabel Gomez
Assistente de Produção – Felipe Costa
Estagiários – Gustavo  Thompon e Pedro Pó
Administração – Isabel Gomez e Felipe Costa
Consultoria em atuação – Márcio Mehiel
Assistentes de Direção – Thiago Ledier e Mariana São João                         
Tradução, Iluminação e Direção – Isser Korik
Realização – RDP Marketing Cultural / Conteúdo Teatral