CONTRAÇÕES

Contrações volta para a cidade onde estreou, depois de passar por Brasília, Curitiba, BH, Vitória e Rio de Janeiro, onde foi considerada uma das 10 melhores do ano pelo Jornal O Globo. Em São Paulo, as atrizes abarcaram o APCA por suas interpretações, prêmio raro de ser dividido por duas atrizes do mesmo espetáculo. Elas também levaram o Prêmio APTR de melhor atriz no Rio de Janeiro, o Prêmio Aplauso Brasil também para as duas atrizes e o prêmio Questão de Crítica para Yara de Novaes.

Com texto do dramaturgo inglês Mike Bartlett, Contrações é uma obra cruelmente engraçada, que parte de uma situação totalmente plausível na realidade para demonstrar sua faceta mais absurda. A ação se passa em um único espaço: o escritório de uma grande corporação. A gerente (Yara de Novaes) convoca e solicita a Emma (Débora Falabella), sua funcionária, que leia em voz alta uma cláusula do contrato que proíbe aos funcionários qualquer relação sentimental ou sexual com outro empregado da empresa. Nos encontros seguintes, a gerente, amparada pelo poder que tem, libera suas diferentes facetas para manipular Emma. Para manter seu emprego, a funcionária acaba por se render e danifica sua vida privada.

Parceiros criativos constantes do coletivo Grupo 3 de Teatro, Silvia Gomez assina a tradução do texto,Morris Picciotto é o autor da trilha original e André Cortez criou cenário e figurino desta montagem. A companhia foi fundada pelos artistas mineiros radicados em São Paulo Débora Falabella, Yara de Novaes e Gabriel Fontes Paiva, que atualmente assinam a direção artística do Grupo.

contracoes_fotodevitorzorzal1346

O processo de criação de Contrações

Durante o mês de abril de 2013, a equipe criativa de Contrações viajou por oito cidades do interior paulista e expôs seus ensaios para plateias de aproximadamente 400 pessoas por cidade. A peça foi construída e modificada com a presença do público, em um processo criativo exposto no qual, ao fim de cada apresentação, a plateia podia colocar suas impressões e opiniões sobre o texto e a montagem. Ao todo, os ensaios foram vistos por aproximadamente 3.000 pessoas. “Foi uma das experiências mais ricas que tivemos em nossa trajetória. Pude verificar o que já tinha percebido na primeira leitura, que o texto do Bartlett é preciso, objetivo e comunica de imediato com o espectador. Além disso, essa experiência influenciou diretamente a construção do espetáculo. O público direcionou o caminho que deveríamos seguir.“, comenta Gabriel Paiva.

Repercussão e prêmios

O espetáculo recebeu ótimas críticas em sua temporada de estreia no CCBB São Paulo, em outubro de 2013, levando as atrizes Débora Falabella e Yara de Novaes à conquista do prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), na categoria melhor atriz. A divisão do prêmio, normalmente destinado a apenas uma pessoa, aconteceu também no Prêmio Aplauso Brasil. “Este reconhecimento é a celebração de uma parceria de oito anos e fecha com chave de ouro o ano de 2013, que foi um divisor de águas para o grupo, porque fizemos nossa mostra de repertório, dois longos trabalhos de formação de plateia e essa estreia, que só me deu alegria“, comemora Falabella.

Contrações
Com Débora Falabella e Yara de Novaes.
Teatro Frei Caneca – Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)
Duração 80 minutos
22/04 até 26/06
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
Recomendação 14 anos
$60 / $80
 
Texto: Mike Bartlett.
Tradução: Silvia Gomez.
Direção: Grace Passô.
Cenário e Figurinos: André Cortez.
Luz: Alessandra Domingues.
Trilha Sonora: Morris Picciotto.
Direção de Produção: Gabriel Paiva.
Idealização: Grupo 3 de Teatro
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

Vídeo

CAUBY, CAUBY!

O ator Diogo Vilela, em comemoração aos seus 45 anos de carreira, vai remontar em julho (previsto) deste ano, no Teatro Frei Caneca, o musical “Cauby, Cauby!“. O espetáculo estreou em 2005 no Rio de Janeiro e em 2006 veio para São Paulo, no Teatro Procópio Ferreira.
A peça, dramaturgia e direção de Flávio Marinho, narra a história do menino pobre de Niterói que se tornou um dos maiores cantores do país. Em breve, maiores notícias sobre o espetáculo.
Relembre abaixo a participação de Diogo Vilela cantando “Bastidores” (Chico Buarque) no Programa do Jô para o homenageado, Cauby Peixoto.

(fonte: Mônica Bergamo, jornal “Folha de São Paulo)

COLETIVA – “MEU AMIGO, CHARLIE BROWN”

Na coletiva do musical “Meu Amigo, Charlie Brown“, perguntamos para os atores que participaram da primeira montagem (Leandro Luna, Mariana Elisabetsky e Paula Capovilla) como é revisitar o espetáculo; e para os novos integrantes (Douglas Tholedo, Tecca Ferreira, Mateus Ribeiro e Guilherme Magon) qual a sensação de fazer a peça.

 

MEU AMIGO, CHARLIE BROWN

Um dos espetáculos musicais com maior número de montagens na história do teatro americano You’re a Good Man, Charlie Brown agora nos palcos brasileiros como MEU AMIGO, CHARLIE BROWN. O texto original de Charles M. Schulz foi traduzido e adaptado por Mariana Elisabetsky, com direção e coreografia de Alonso Barros.

Uma superprodução para todas as idades, bom para as crianças e melhor ainda para os adultos que acompanham estes personagens desde os anos 50. Uma história que celebra a amizade e traz personagens humanos, repletos de dilemas atuais que culminam em situações muito engraçadas, mas que mostram de maneira genuína que a felicidade está presente nas pequenas coisas, nos pequenos gestos.

Baseada na célebre história em quadrinhos criada pelo desenhista Charles M. Schulz em 1950 e até hoje publicada em milhares de jornais de todo o mundo.

 

No papel do emblemático Snoopy o ator Tiago Abravanel de volta aos palcos dos musicais depois do grande sucesso de Tim Maia, Vale Tudo – o musical. O elenco também é formado porLeandro Luna (Charlie Brown), Mariana Elisabetsky (Sally Brown), Paula Capovilla (Lucy Van Pelt). Completam o elenco Guilherme Magon (Schroeder) e Mateus Ribeiro (Linus Van Pelt), assim dos Swings Tecca Ferreira e Douglas Tholedo.

As canções originais são de Clark Gesner, canções adicionais de Andrew Lippa. Direção original de You’re A Good Man, Charlie Brown (versão 1999), de Michael Mayer. A cenografia de Chris Ayzner e os figurinos de Jô Resende são uma releitura da criação de Schulz, contudo não perdem a identidade e referências desse artista. A iluminação é de Paulo César Medeiros e a Realização da Néctar Cultural que traz à frente da produção Danny Olliveira e Leandro Luna.

A HISTÓRIA

“Um dia normal na vida de Charlie Brown”. Assim os autores resumem a história deste musical. Um dia recheado de pequenos momentos da vida de Charlie Brown; do Dia do Amigo à temporada de beisebol, do extremo otimismo ao desespero total, tudo isso misturado às vidas de seus amigos e colocado juntos num único dia, de uma linda e incerta manhã a um pôr do sol cheio de esperança.

O universo de Charlie Brown se caracteriza pelo humor delicado e melancólico, com personagens inteligentes, sensíveis, mordazes e criativos que provocaram uma revolução no mundo das histórias em quadrinhos. Afinal, o protagonista é um menino cheio de preocupações e com algumas frustrações; Schroeder vive debruçado ao piano e tem Beethoven como herói; Lino não desgruda de seu cobertor; Lucy tem uma banca de analista; Sally, a irmã mais nova de Charlie Brown, vive num dilema escolar e Snoopy é absolutamente extraordinário. Todos personagens refletem sobre a simplicidade e a complexidade do cotidiano, além de questionarem e tentarem entender tudo que os rodeia.

A dramaturgia e a música propõem o encontro do menino Charlie Brown com o mundo que o cerca, e sua constante busca pelo significado das coisas e dos sentimentos.

 

10-20160302_161748_3

Douglas Tholedo, Guilherme Magon, Mariana Elisabetsky, Leandro Luna, Tiago Abravanel, Paula Capovilla, Mateus Ribeiro e Tecca Ferreira.

Meu Amigo, Charlie Brown – Um Musical da Broadway
Com Tiago Abravanel, Leandro Luna, Paula Capovilla, Mariana Elizabetsky, Guilherme Magon, Mateus Ribeiro, Tecca Ferreira, Douglas Tholedo
Teatro Frei Caneca
Duração 90 minutos
05/03 até 24/04
Março:
Sábados e Domingos às 17h30 e 20h
Abril:
Sábados às 15h e 17h30 | Domingos às 16h
Recomendação livre
$80
 
Baseado nas Tirinhas de Charles Schulz
Um Musical de Clark Gesner
Versão Brasileira – Mariana Elisabetsky
Direção e Coreografia – Alonso Barros
Diretor Musical e Maestro Regente – Sandro Silva
Direção Vocal – Rafael Villar
Direção de Produção – Danny Olliveira e Leandro Luna
Cenários – Chris Aizner
Figurinos – Jô Resende
Direção Financeira – Danny Olliveira
Stage Manager – Lucas Farias
Assessoria Jurídica – Marcelo Takeyama
Fotógrafo – Caio Gallucci
Comunicação e Filmes – Ponto Case
Assessoria de imprensa – Morente Forte
Realização – Néctar Cultural

THE HISTORY – A TRIBUTE SHOW TO ABBA

Para você que assistiu o musical “Mamma Mia” – e adora as músicas do grupo ABBA, esta é a oportunidade para reviver o grupo no palco, com o show “ABBA – The History“.
Venha celebrar os 40 anos do fenômeno pop, da década de 70. Falar de ABBA é falar de sucesso, hits que colaram nos ouvidos do planeta pop, trazendo à tona memórias e emoções das mais diversas gerações – de Madonna, que sampleou Gimme! Guimme! Guimme! (A Man After Midnight) em Hung Up (2005), fabricando outro megasucesso, a Gucci Mane,que tomou trechos da mesma canção emprestada em 2013, como pano de fundo do rap Bob Marley.
Este e outros clássicos do ABBA serviram de inspiração para o grupo de músicos paulistas para compor o espetáculo The History – A Tribute Show to ABBA. O espetáculo, que já rodou mais de 180 cidades no Brasil e América Latina, celebra as quatro décadas de carreira da banda, completados em abril de 2014.
Ovacionado por onde passa – longe de ser mais um projeto cover para inglês ver –, o show The History é uma homenagem dos cantores Mari Moraes, Patrícia Andrade, Diego Sena e Jheff Saints a Agnetha, Björn, Benny e Anni-Frid, cujas iniciais formam o nome ABBA, de quem são fãs de carteirinha.
Os brasileiros têm conquistado plateias pelo modo peculiar com que revivem sucessos do ABBA – aqueles que colocam pra fora a Dancing Queen que existe em todos nós aos feitos para dançar de olhos fechados, em bailinhos desavergonhadamente kitsch.
“Quebramos o gelo e o protocolo das frias terras suecas, incorporando um toque ‘caliente’ de brasilidade ao intepretar estes hinos do ABBA”, define Mari Moraes, cantora que interpreta Agnetha Fältskog, a loira do ABBA.”
Fizemos muitas pesquisas sobre o grupo e descobrimos que o comportamento dos integrantes nos vídeos, mais contidos, era bem diferente do que se via no palcos, onde enlouqueciam”, continua Mari, citando o documentário ABBA: The Movie, de 1977, que mostra a banda numa turnê australiana.
Em The History, o público também vai à loucura com a oportunidade de dançar e cantar clássicos como Chiquitita e Take a Chance on Me, ambas do filme Mama Mia, cuja história é amarrada e contada por canções do ABBA.
O repertório de The History é baseado na trilha sonora do musical britänico tornado longa-metragem, estrelando Meryl Streep.Outro filme que influenciou The History é Priscilla, A Rainha do Deserto, (1994).
Referência para artistas desde os anos 70, quando viveu seu auge, o quarteto está bem representado em sua versão nacional – brasileiros que arrancariam palmas e gritinhos de Bjorn e Anni-Frid, remanescentes da formação original do grupo presentes em carne e osso na festa do 40o. aniversário acompanhada de exposição na Tate Modern Gallery, em Londres, no início de abril. Para celebrar a data, o grupo sueco acaba de publicar um livro com fotografias antigas e inéditas e uma edição especial do álbum Waterloo (com o título da canção que lhes deu a vitória no tradicional festival Eurovision, em abril de 74). O disco chega às lojas da Inglaterra com extras em áudio e um DVD com atuações da época.

 

The History – A Tribute Show To Abba
Com Mari Moraes, Patrícia Andrade, Diego Sena e Jheff Saints e a banda formada por Davi Fernandes (direção musical e teclado), Glauco de Almeida (baixo), Rogério Dutra Jr. (bateria), Christian Coelho (guitarra) e Jéssica Nascimento (backing vocal).
Teatro Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)
Duração: 90 minutos.
22/01 até 14/02
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
Recomendação Livre
$80
Galeria

OS AVENTUREIROS NO REINO CONGELADO

Na peça, o esperto Finin, um menino superdescolado, e seu melhor amigo Jakão, o cão que possui poderes mágicos, que lhe permite alterar a forma e tamanho conforme sua vontade, ajudam a princesa Ana, que nessa versão ganha ares roqueiro, e sua amiga boneca de neve, Olaf, a encontrar sua irmã Elsa, que fugiu após o fim da temporada da turnê de Frozen!
O Heigelado, se apaixonou por ela e apagou sua memória, fingindo ser seu noivo, planeja o casamento. Juntos, estão congelando todo o reino!
Embalados com muita música e aventura, Finin, Jakão, Ana e Olaf, tem a missão de salvar Elsa, descongelar o reino e todos os habitantes de Ooo!
O desfecho é a quebra do encantamento, onde um ato de amor verdadeiro, transforma o Heigelado, num lindo príncipe bom.
A grande lição do musical é mostrar que mentir é muito feio, que para você ser aceito não precisa enganar as pessoas que você ama. Basta ser você mesmo.

Os Aventureiros no Reino Congelado
Com Fabio Brasile, Gabriela Oliveira, Livia Luglio, Lucas Becerra, Maryana Minóboli e Nalin Junior
Teatro Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – , São Paulo)
Duração 60 minutos
16/01 até 27/03
Sábado e Domingo – 15h
Recomendação livre
$60

Texto: Pablo Bispo e Lidy Marx
Direção: Rafael Zulu e Lidy Marx
Composições Musicais: Pablo Bispo
Arranjos e Direção Musical: Zé Neto
Preparação Vocal: Sônia Fioranelli
Coreografia: Arthur Rozas
Figurino: Vanny Figurinos
Caracterização: Manu Monteiro
Máscaras e próteses: Rafaela Figueiredo
Designer Gráfico: Allex Salles
Assessoria de Imprensa: Marx Comunicação!
Produção São Paulo: Beatriz Correia e Lucas Fioranelli
Produção geral e realização: Rafael Zulu e Lidy Marx

 

CADA DOIS COM SEUS POBREMA

“Cada Dois Com Seus Pobrema” volta em cartaz em janeiro para uma nova temporada no  Teatro Frei Caneca às quartas e quintas – feiras às 21h.
Escrita e interpretada por Marcelo Medici, a peça foi criada pela mesma equipe que participou de “Cada Um Com Seus Pobrema”. Ricardo Rathsam, que dirigiu e colaborou no texto há dez anos, agora participa como ator, a atriz Paula Cohen que fez assistência de direção na montagem de Cada Um agora assina a direção e Kleber Montanheiro continua responsável pelo cenário iluminação e figurinos.
A comédia “Cada Dois Com Seus Pobrema” não é uma continuação, é uma peça independente, que será igualmente aproveitada pelo público que não assistiu “Cada Um Com Seus Pobrema”. Os personagens da primeira versão voltam para esta nova dramaturgia em outro contexto, com novas histórias.
cada-dois-com-seus-pobrema-joao-caldas-1
“Cada Um Com Seus Pobrema” teve uma trajetória privilegiada, foi vista por aproximadamente 250 mil espectadores desde sua estreia em 2004 e no Teatro Shopping Frei Caneca teve em toda sua temporada ingressos esgotados com 3 meses de antecedência.
Os personagens dessa montagem que estão em “Cada Dois Com Seus Pobrema” são: Cleusa (funcionária do teatro), Mico Leão Dourado (o último da espécie), Sanderson (motoboy, torcedor do Corinthians), Tia Penha (apresentadora infantil que não mente, fuma, detesta crianças e adora dinheiro) e Mãe Jatira (vidente que trabalha a espiritualidade usando referências do universo infantil).
Todos esses personagens ganharam fama para além dos palcos. O Mico, por exemplo, está entre os virais mais vistos no youtube, Sanderson é integrante do programa humorístico “Vai Que Cola”, no Multishow, Mãe Jatira fez o comercial de uma Universidade e criou a gíria “toda trabalhada”, que passou a ser usada nas ruas, em programas de TV e no cinema. “Muita coisa mudou no mundo nestes 10 anos e vemos esse reflexo na identidade dessas figuras”, comenta a diretora Paula Cohen.
pobrema
“Cada Dois Com Seus Pobrema”
Com Marcelo Medici e Ricardo Rathsam
Teatro Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 596 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
13/01 até 25/02/16 (não haverá espetáculos em 10/02/16)
Quarta e Quinta – 21h
$50 / $70
Texto: Marcelo Medici.
Colaboração: Ricardo Rathsam.
Direção: Paula Cohen.
Cenário e Luz: Kleber Montanheiro.
Figurinos: Kleber Montanheiro e Marcelo Medici.
Visagismo: Emi Sato.
Trilha Sonora: Aline Meyer.
Locução de Abertura: Paula Cohen.
Operador de Luz: Adriano Tosta.
Operador de Som: André Luis Omote.
Contrarregras: Paulo Travassos e Mauro Félix.
Camareira: Sabrina Rafaela.
Fotos de Estudio: Jairo Goldflus.
Fotos de Cena: João Caldas.
Produção: Henriqueta Produções Artísticas e Solo Entretenimento.
Realização: Henriqueta Produções Artísticas.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Assessoria de Imprensa