ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE

Nos dias atuais em que os relacionamentos são tão efêmeros, durando cada vez menos, em que numa semana o casal está na capa da revista mostrando o começo de namoro e na semana seguinte o fim da união, ficar junto durante 20 anos não é tarefa fácil.

Em Até que o Casamento nos Separe, reestreia dia 19 de agosto no Teatro Itália, conta as intimidades de Otávio (Eduardo Martini) e Maria Eduarda (Suzy Rego), durante os seus 20 anos de história.

Com inteligência e romantismo Até que o Casamento nos Separe, é não só uma grande comédia, mas uma seqüência de momentos hilários que poucas vezes são tão bem colocados. Tavinho e Duda com a maior sinceridade abrem sua vida, cheia de comédia, contrapontos e riqueza de detalhes onde fica absolutamente impossível não se identificar com algum fato da vida deles.

Durante a peça eles falam com muito bom humor sobre assuntos pertinentes a qualquer casal: TPM, a lua de mel, o cotidiano da casa, a divisão de tarefas, as brigas, o balanço da relação e de amor. FOTO 02 A.jpg

Até Que o Casamento Nos Separe
Com Eduardo Martini e Suzy Rêgo
Teatro Itália, (Av. Ipiranga 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
19/08 até 01/10
Sábado – 21h30; Domingo – 19h
$80
Classificação 12 anos

E O VENTO VAI LEVANDO TUDO EMBORA

Todo mundo teve ou tem um grande amigo que em determinado momento se afasta e deixa muita saudade. Você já passou por isso?

E o Vento vai levando tudo embora” é a história de dois melhores amigos, irmãos de alma, que pelo destino da vida acabam se apaixonando pela mesma mulher. A grande dúvida da peça é o questionamento: O que vale mais a pena, o valor do amor entre um homem e uma mulher ou de uma amizade verdadeira? Uma grande lição de vida, de forma lúdica, bem humorada e sensível, um espetáculo para todas as idades e tribos.

Escrito e dirigido por Regiana Antonini, “E o Vento Vai Levando Tudo Embora” é a segunda obra da trilogia autoral livremente inspirada na canção “Vento no Litoral”, de Renato Russo, iniciada com o texto “Aonde está você agora?”, de 1995, que alcançou o sucesso em suas nove montagens, inclusive no exterior. No palco, um trio de jovens talentos como protagonistas: Gabriel Chadan, o intérprete de Robinson Rocha na novela A Lei do Amor, Josie Pessôa, que esteve em Império, novela que levou o Emmy InternacionalJuliano Laham, o Rômulo da última temporada de Malhação – Pro Dia Nascer Feliz.

Josie_Gabriel_Juliano_34061 crédito Nana Moraes

Em “E o vento vai levando tudo embora”, a autora retoma o valor da amizade – iniciado em “Aonde está você agora?” – entre Gabriel (Juliano Laham) e Pedro (Gabriel Chadan), melhores amigos que sofrem uma separação quando Gabriel se muda para Nova York deixando seu irmão de vida em Vila Velha, numa praia rodeada de águas límpidas e areias douradas no Estado do Espírito Santo.

Na peça,a força desta amizade vence a separação de dez anos e as mudanças que esses dois personagens sofreram durante esse período. Mas o reencontro traz uma nova provação: a paixão por uma mesma mulher, Bia (Josie Pessôa).

Na época em que a primeira parte da peça se passa a internet não era tão acessível como hoje. Amigos de alma, eles se comunicavam através do Livro da Sorte, uma espécie de livro mágico – um pensaria no outro e abriria o livro em qualquer página e o livro responderia como o outro estaria.

A trilha da peça enaltece os sentimentos ali vividos e traz uma gravação inédita, em fita k7, da música “Mãos Atadas”, escrita por Simone Saback e gravada em 1982 por ela e Cássia Eller.

Nunca poderia imaginar que uma das minhas músicas pudesse gerar um espetáculo tão lindo! O Brasil inteiro, ou melhor, o mundo precisa ver essa peça! Se todas as pessoas que habitam esse planeta, pudessem ver esse espetáculo, acho que sairiam daqui, com mais amor no coração, com mais esperança em suas vidas! Pois essa peça fala disso: do amor, da amizade, da esperança! E ter amigos é a melhor coisa que existe nessa vida! Vou sair daqui, ligar para o meu melhor amigo e dizer: cara, eu te amo! Se cada um de vocês também fizer isso, a gente vai conseguir juntos, espalhar um pouco de amor por aí!”, declarou Renato Russo, para toda a plateia, ao assistir a montagem de “Aonde está você agora?”, em 1995.

E o Vento Vai Levando Tudo Embora
Com Gabriel Chadan, Josie Pessôa e Juliano Laham
Teatro Itália – Sala Drogaria SP
Duração 75 minutos
07 a 30/07
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
$60
Classificação 14 anos
Veja abaixo o convite dos atores.

 

 

ASSIM É (SE LHE PARECE)

A premiada montagem de Assim é (se lhe parece), dirigida por Marco Antônio Pâmio, mistura humor, ironia, suspense e melodrama para discutir a natureza da verdade.O espetáculo estreou em 2014 e recebeu os Prêmios: APCA de melhor diretor (para Marco Antônio Pâmio), Shell de melhor ator (para Rubens Caribé) e Arte Qualidade Brasil de melhor atriz em comédia (para Bete Dorgam).

Na história, uma família vai morar numa pequena província do interior da Sicília (sul da Itália), após sobreviver a um terremoto. Na nova cidade, eles começam a chamar a atenção dos habitantes locais. O motivo: a filha, casada, e sua mãe moram em casas separadas. Genro e sogra tentam explicar o fato com duas curiosas e conflitantes versões. A Sra. Frola afirma que ela e a filha vivem em casas diferentes devido à possessividade do marido da última, o Sr. Ponza. Ele, por sua vez, jura que sua primeira esposa, filha da senhora Frola, está morta e que a sogra tem problemas mentais e, por isso, crê que a filha ainda esteja viva.Assim, segundo ele, sua segunda esposa é obrigada a se fazer passar por filha dela para não contrariá-la. Logo, é necessário que as duas morem em casas diferentes. Os moradores da cidade decidem, então, reunir esforços para descobrir qual dos dois está mentindo e quem é, na verdade, a misteriosa Sra. Ponza.

Temos uma história que, mesmo se passando numa outra época,nos faz refletir sobre a curiosidade obsessiva sobre a vida alheia, tão característica dos nossos dias.Os depoimentos conflitantes de sogra e genro evoluem num crescendo de intensidade que atinge seu ápice na cena final, de longe a mais comentada, discutida e citada da peça. Procuramos instigar, provocar, e por que não dizer “enlouquecer” o espectador – assim como enlouquecem os personagens da história – para descobrir a tal “verdade”. Mesmo que esta seja incapaz de ser alcançada. 100 anos depois, Pirandello continua atual e necessário“, comenta o diretor.

Como em junho completam-se 150 anos do nascimento do grande dramaturgo, poeta e romancista italiano, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, o Instituto Italiano de Cultura fez uma parceria com o espetáculo e o inseriu nas comemorações da data, além de incluí-lo no evento de estudos sobre a obra de Pirandello na USP.

Nesta temporada comemorativa houve algumas substituições no elenco: Ricardo Gelli (Lamberto Laudisi), Mateus Monteiro (Sr. Ponza) e Luciano Schwab (Sr. Sirelli). O restante do elenco permanece como no original: Bete Dorgam(Senhora Frola), Joca Andreazza (conselheiro Agazzi), Martha Meola (senhora Amália), Amanda Hayar (Dina), Ella Bellissoni (senhora Sirelli), Regina Maria Remencius (Senhora Cini), Mara Rúbia Monteiro (senhora Nenni e secretária Centuri), Luis Deschamps (copeiro na casa dos Agazzi), Hugo Coelho (Prefeito).

 

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FICHA TÉCNICA

Texto: Luigi Pirandello. Tradução: Sérgio Nunes Melo. Direção: Marco Antônio Pâmio. Assistência de Direção:Gonzaga Pedrosa. Elenco: Bete Dorgam, Ricardo Gelli, Joca Andreazza, Mateus Monteiro, Martha Meola, Luciano Schwab, Regina Maria Remencius, Ella Bellissoni, Hugo Coelho, Mara Rúbia Monteiro, Amanda Hayar e Luís Deschamps. Cenários e figurinos: Fabio Namatame. Iluminação: Caetano Vilela.  Fotos de Divulgação: Rosano Mauro.Produção: Fernanda Moura e Renata Araújo.Realização: Ministério da Cultura e Palimpsesto Produções Artísticas. Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO

Assim é (se lhe Parece). Apresentações: de 02 a 25 junho de 2017, sexta e sábado, às 21h e domingo, às 19h no Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo). Informações e Vendas: Compre Ingressos (11) 2122-2474 Capacidade: 274 lugares. Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos.Ingressos: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia – conforme legislação e com cartão vale-cultura)

NA MEDIDA DO POSSÍVEL

Na Medida do Possível” reestreia no dia 03 de março de 2017 e fica mais um mês em cartaz no Teatro Itália, apresentando um retrato bem-humorado da sensibilidade desses machões. São quatro esquetes escritas sob encomenda pelos autores Luíz Carlos Góes, Léo Jaime e João Batista e do próprio diretor Marcelo Saback

A dupla Martini e Saback, amigos há 25 anos, procurava um texto com personagens masculinos que fugissem dos estereótipos, quando resolveu montar um “clube da bolinha” e criar sua própria peça. A partir daí, convidaram outros três homens, é claro, para escrever os textos que enfocam os questionamentos de um desquitado, um viúvo, um solteirão e um casado.

Os homens de hoje em dia fazem parte de uma geração que não sabe para onde ir. Eles estavam sendo criados por seus pais machistas enquanto as mulheres se emancipavam. Os nascidos na década de 60 acabaram ficando perdidos sem saber se deviam trocar a fralda, chorar e falar sobre amor“, explica Eduardo Martini ao contar sobre a inspiração para montar o espetáculo.

Enredo

No primeiro esquete “Coisinhas Pequenas“, de João Batista, Adamastor é um homem separado que diz não sentir saudades da mulher, mas só do que ela fazia. Em “Virou Estrela“, de Luiz Carlos Góes, o personagem, numa tocante interpretação, é um viúvo de uma mulher vinte anos mais velha. O quarentão que nunca se casou protagoniza “O Julgamento Final” escrito por Léo Jaime, mostrando situações hilárias de um solteirão convicto. O autor João Batista assina também junto com Marcelo Saback o último esquete do espetáculo, “O Dia Seguinte“, em que Adamastor descobre que está completamente apaixonado pela sua esposa.

Em meio a situações engraçadas, estes diferentes homens se veem obrigados a questionar e encarar suas crises, chegando a admitir sua porção sensível, o que lhes dá o direito de derramar algumas lágrimas, e quem sabe até sofrer de TPM, sem jamais esquecer, é claro, de manter sua masculinidade.

O espetáculo “Na Medida do Possível” foi a grande surpresa do projeto Grandes Baratos, apresentado pelo teatro Folha, onde cumpriu temporada por dois meses com filas imensas e ingressos esgotados.

 

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Na Medida do Possível
Com Eduardo Martini
Teatro Itália – Sala Drogaria SP – Edifício Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 75 minutos
03 a 31/03
Sexta – 21h30
$50
Classificação 12 anos
 
Texto: Luíz Carlos Góes, Léo Jaime, João Batista e Marcelo Saback
Direção: Marcelo Saback
Assistente de Direção: Viviane Alfano
Figurino: Adriana Hitomi
Trilha Sonora: Paulo Ivanovitch
Cenário: Adriana Hitomi e Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Operador de Luz: Marcus Filomenus
Operador de Som: Ale Rocha
Produção: Eduardo Martini, Valdir Archanjo e Bira Saide
Administração: Valdir Archanjo e Bira Saide
Realização: Martini Produções

ROSE, A DOMÉSTICA DO BRASIL

Rose, a doméstica do Brasil”, volta a São Paulo para uma temporada no Teatro Itália no mês de março de 2017. Rose é uma mulher batalhadora que ficou famosa por se tornar a doméstica dos gays depois que postou seu vídeo na internet cantando “Grelo”, paródia de “Halo”, da consagrada cantora pop Beyoncé.

Ela agora ganha uma versão para o teatro, onde relembra toda a sua história antes de ficar famosa. Sua vida dura na infância, seus filhos e suas desilusões amorosas são contadas com muita música ao vivo e sotaque nortemineiro – que é a marca registrada da personagem -, além de um divertido sonho com seu ídolo Amado Batista.

Sobre o Personagem

Segundo o ator Lindsay Paulino, que criou e vive a personagem, “A Rose já existe faz muito tempo. Mas não se chamava Rose. O personagem era uma dona de casa do interior com seus conflitos típicos de mãe: problema com os filhos, com o marido, com a casa, etc. Ela se chamava Supriana, bem roceira mesmo, caipira. Quando me mudei pra Belo Horizonte tive a ideia de deixá-la mais urbana. Então dei um corte na peruca que era longa, mudei o nome pra Rose e pensei: porque ela não se especializa em faxina gay? Na época eu morava com um amigo e estava rolando uma onda de fazer blog e postar vídeos. Gravamos no nosso apartamento mesmo e postamos no blog sem pretensão nenhuma de fazer sucesso. Fizemos pros amigos mesmo. Só que o personagem foi crescendo e depois de um tempo eu criei a paródia “Grelo” que foi responsável pelo sucesso”.

A história é inventada, mas é tudo verdade!

Sempre tendo como referência a infância, a família, os vizinhos e vários outros personagens que cruzam nossas vidas e nunca mais deixam nossa imaginação, Lindsay Paulino e a diretora Adriana Soares, entre risos escandalosos e profunda identificação com a Rose, enveredaram em descobrir o rumo para onde estas estórias iriam levar. “Rose apresenta uma narrativa simples e descontraída, como se estivéssemos falando com uma velha conhecida que entre uma espanada e outra, um sonho e outro, divide conosco o seu mundo”, diz Adriana. Soares ainda completa: “O espetáculo “Rose, a doméstica do Brasil”, com certeza já estava pronto na cabeça do ator-criador Lindsay Paulino, que com coragem, muita dedicação e confiança deu à personagem, que já existe há tanto tempo, ainda mais sentido e forma”.

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Rose, a Doméstica do Brasil
Com: Lindsay Paulino
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 75 minutos
04/03 até 02/04
Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50
Classificação 10 anos
 
Direção: Adriana Soares
Produção: LP Produções
Texto e atuação: Lindsay Paulino
Cenário e luz: Diego Benicá
Figurino: Lindsay Paulino
Bonecos: Paulo Emílio Luz
Preparação Vocal: Beto Sorolli
Coreografias: Alberto Venceslau e Andressa Corso
Voz em off: Luiz Arthur
Trilha Sonora adaptada: Lindsay Paulino
Gravação, mixagem e masterização: Audioartte e Maria Tereza Costa
Backing vocal: Milene Vianna e Raissa Alves
Maquiagem: Bianca Tocafundo
Projeção: Rafael Bastos
Fotografia: Guto Muniz
Programação Visual: Daniel Augusto
Imagens: Self Produções
Cenotécnica: Companhia Cenográfica
Confecção de Figurino: Sisan confecções
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação

ENTREVISTA COM EDUARDO MARTINI

Neide Boa Sorte, uma especialista em auto ajuda, participou de um reality show rural e, como prêmio, ganhou uma passagem aérea ao redor do mundo. Com isso, ela pôde passear por Amsterdam, Nova Iorque, Paris e realizar um safári na África. E ela conta tudo isso em “I Love Neide!! A Viagem”.

O ator Eduardo Martini traz de volta seu personagem, que cativou o público brasileiro, no novo espetáculo, que está em cartaz, todas as quintas, às 21 horas, no Teatro Itália.

“I Love Neide!! – A Viagem”
Com Eduardo Martini e Pedro Fabrini
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/01 até 23/02
Quinta – 21h
$50
Classificação 14 anos
Texto: Pedro Fabrini
Direção: Eduardo Martini
Coreografias: Viviane Alfano
Figurinos e design gráfico: Adriana Hitomi
Trilha: Herbert Azzul
Desenho de luz e operação: Marcus Filomenus
Operação de Som: Alexandra Rocha
Direção de produção: Valdir Archanjo
Produção: Bira Saide, Valdir Archanjo e Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa: Flávia Fusco Comunicação

I LOVE NEIDE – A VIAGEM

Depois de temporada de sucesso com o primeiro espetáculo, e tendo sido visto por mais de 100 mil pessoas, Eduardo Martini revive sua personagem – Neide Boa Sorte – em “I Love Neide!! – A Viagem“. A comédia estreia no dia 12 de janeiro no Teatro Itália.

O espetáculo mostra agora as loucuras desta senhora engraçada, especialista em autoajuda, que virou uma celebridade como participante de um reality show. Apesar de não ser a vencedora, ganhou como prêmio de consolação uma viagem pelo mundo. O que era para ser uma viagem dos sonhos, tornou-se um pesadelo cômico.

A peça tece uma divertida crítica social, nas várias cenas que mesclam interpretação e dança. “A ideia é fazer rir ao apontar os defeitos de tipos comuns na nossa sociedade, tirando exemplos do cotidiano que são irritantes, como a falta de educação de profissionais que lidam com o público”, explica Eduardo Martini.

A dramaturgia é de Pedro Fabrini, que também faz uma participação na peça.

Neide Boa Sorte foi criada por Eduardo Martini para a televisão. Tornou-se popular através de um quadro, que era apresentado semanalmente no programa de Hebe Camargo. A ida para os palcos foi um pulo, e a partir de 2007, as primeiras aventuras de Neide foram apresentadas no país inteiro.

Ela não diz a idade nem se é casada, usa muitas joias, salto alto, é cafona e chic ao mesmo tempo. A personagem não foi planejada, aconteceu. Tive uma vaga inspiração em livros de autoajuda e em pessoas esotéricas que dizem acudir os outros mas no fundo pioram tudo”, fala Martini.

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“I Love Neide!! – A Viagem”
Com Eduardo Martini e Pedro Fabrini
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/01 até 30/03
Quinta – 21h
$50
Classificação 14 anos
Texto: Pedro Fabrini
Direção: Eduardo Martini
Coreografias: Viviane Alfano
Figurinos e design gráfico: Adriana Hitomi
Trilha: Herbert Azzul
Desenho de luz e operação: Marcus Filomenus
Operação de Som: Alexandra Rocha
Direção de produção: Valdir Archanjo
Produção: Bira Saide, Valdir Archanjo e Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa: Flávia Fusco Comunicação