VISITANDO SR. GREEN

Atendendo a pedidos, o ator, diretor, artista plástico e produtor cultural Sergio Mamberti reestreia Visitando Sr. Green no Teatro Jaraguá, a partir de 12 de janeiro, em curta temporada com ingressos populares.

Na peça, que estreou em abril de 2015, Mamberti divide o palco com Ricardo Gelli, sob direção de Cassio Scapin.

Um pequeno acidente de trânsito nas ruas de Nova York acaba provocando a aproximação entre o Sr Green, um velho e solitário judeu ortodoxo, e Ross Gardner, um jovem executivo de 29 anos que, acusado de negligência na direção e considerado culpado pela ocorrência, recebe como pena prestar serviço comunitário junto à vítima uma vez por semana, por seis meses. A circunstância legal que os uniu involuntariamente, envolve os dois em situações inusitadas, com traços de fino humor e de profunda emoção.

Revelando pouco a pouco a personalidade de cada um, suas realizações e suas frustrações acabam por constituir a trama central da peça através da riqueza da narrativa e dos instigantes diálogos de Jeff Baron. Retratam também, magistralmente, os aspectos mais pitorescos da cultura judaica, bem como os encontros e desencontros de dois habitantes de uma metrópole como Nova York.

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Visitando Sr. Green
Com Sergio Mamberti e Ricardo Gelli
Teatro Jaraguá – Hotel Novotel (Rua Martins Fontes, 71. Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
12/01 até 18/03
Sexta – 21h30, Sábado – 21h, Domingo – 19h
$50
Classificação 14 anos

4EVER – A ÚLTIMA NOITE

“4Ever – A Última Noite” que reestreia no mês de Março devido ao grande sucesso em São Paulo.

No palco, os personagens de Eric Surita, Gui Araújo, Lucas Papp e Marcelo Arnal falam sobre gravidez inesperada, a responsabilidade de tomar decisões e outros temas do universo jovem.

Com direção de Alan Moraes e texto de Lucas Papp, conta a última noite de quatro jovens formandos na república onde moram. Após os planos de cada um ir por água a baixo, Matheus, Fernando, Daniel e Diego acabam se despedindo da vida universitária discutindo os acontecimentos recentes de cada um e fazendo um balanço dos anos que viveram juntos.

De forma bem humorada e atual, o espetáculo propõe uma reflexão aos jovens sobre como pequenos atos impensados podem ter grandes consequências, como é possível adquirir valores e referências mesmo com pessoas de personalidades tão diferentes, além de mostrar que as relações com amigos, namoradas (os) e família podem nos marcar e nos mudar para sempre.

O projeto oferece aos jovens de 12 a 25 anos uma peça totalmente pensada neles, com temas e elementos pertinentes ao seu universo e com texto inteligente. Para comunicar com esse público, foram escalados atores que também são celebridades do mundo digital, como é o caso do ator Gui Araújo, que nessa temporada substituí o ator Léo Picon. Gui é modelo e influenciador. Está consolidando sua presença no digital com mais de 400 mil seguidores no Instagram. Recentemente participou do reality De Férias com o ex na MTV.

Para alegrar ainda mais os fãs e seguidores das personalidades digitais, a cada semana a peça terá uma convidada, como aconteceu em sua temporada anterior. Já passaram pelo espetáculo: Nah Cardoso, Leticia Navas, Giovanna Grigio entre outras.

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4Ever – A Última Noite
Com Eric Surita, Gui Araújo, Lucas Papp e Marcelo Arnal
Teatro Jaraguá – Hotel Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
05/03 até 09/04
Domingo – 17h
$60
Classificação 12 anos

VISITANDO SR. GREEN

Um pequeno acidente de trânsito nas ruas de Nova York, que quase resultou num atropelamento, acaba provocando a aproximação entre o Sr Green, um velho e solitário judeu ortodoxo, e Ross Gardner, um jovem executivo de 29 anos que, graças ao juiz Kruger, foi acusado de negligência na direção e considerado culpado pela ocorrência. A pena consiste em fazer com que Ross Gardner deva prestar serviço comunitário junto à vítima uma vez por semana, pelos próximos seis meses.

A ação da peça se passa no velho apartamento do Sr. Green, tipicamente nova-iorquino, atulhado entre outras coisas de inúmeras edições de listas telefônicas já em desuso, jornais espalhados, pilhas de correspondências e um buquê de flores secas. Tudo parece ter sido adquirido nos anos 50 e mantido intocável desde então.

A circunstância legal que os uniu involuntariamente, envolve os dois em situações inusitadas, com traços de fino humor e de profunda emoção.

Revelando pouco a pouco a personalidade de cada um, suas realizações e suas frustrações acabam por constituir a trama central da peça através da riqueza da narrativa e dos instigantes diálogos de Jeff Baron. Retratam também, magistralmente, os aspectos mais pitorescos da cultura judaica, bem como os encontros e desencontros de dois habitantes de uma metrópole como Nova York.

O resultado final é estimulante e provocador, surpreendendo aos espectadores, pela originalidade das situações e a oportunidade de oferecer ao público um espetáculo de alta qualidade e de comoventes e inesquecíveis atuações.

Depois de mais de 11 anos atuando no Ministério da Cultura, finalmente retornei ao Teatro. Voltei a estar sobre o palco, como sempre estive por mais de 50 cinquenta anos – espaço sagrado onde passei a maior parte de minha vida. Para comemorar, fiz acertada escolha pelo texto do americano Jeff Baron, Visitando o Sr. Green, prestando assim justa homenagem a um grande mestre e defensor do teatro brasileiro, Paulo Autran, criador desse personagem. Nada mais significativo para mim, que retornei à minha carreira”, afirma Mamberti.

A montagem de Visitando o Sr. Green é apresentada pelo Ministério da Cultura e tem patrocínio da Atlas Schindler.

 

Visitando o Sr. Green
Com Sergio Mamberti e Ricardo Gelli / Gustavo Haddad
Teatro Jaraguá – Novotel Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71. Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
13/01 até 19/03
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos
 
Autor: Jeff Baron
Tradutora: Rachel Ripani
Direção: Cassio Scapin
Assistente de direção: Ando Camargo
Cenário: Chris Aizner e Nilton Aizner
Figurino: Fabio Namatame
Luz: Wagner Freire
Trilha sonora: Daniel Maia
Adereços: Nilton Araújo
Fotografia: Ale Catan
Programação Visual: Marcelo- Cordeiro Estúdio Bogari
Vídeo: Leandro Goddinho
Produção executiva: Daniel Palmeira
Assistente de Produção: Uli Alcântara
Coordenação Financeira: Cleo Chaves
Direção de produção: Carlos Mamberti
Realização: CD4 Produções e Mamberti Produções
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Patrocínio: Atlas Schindler
Apoio: Itaú
Apoio Institucional: Pronac – Lei Federal de Incentivo à Cultura

A FESTA DE ABIGAIU

A Festa de Abigaiu” estreou em 2007  no  11º Festival da Cultura Inglesa e venceu a competição, na categoria teatro adulto. Com grandes atores, mas sem nomes conhecidos no elenco,  e sendo a primeiro trabalho no teatro de um diretor originário do cinema, o espetáculo surpreendeu ao conquistar, de forma espontânea, a crítica e o público.

Esta montagem foi o trabalho mais radical que eu fiz como diretor, junto com a peça Êxtase, sem concessões nenhumas ao teatro  “convencional ” ou comercial e, paradoxalmente, A FESTA DE ABIGAIU foi um sucesso enorme de público, sem patrocínio, sem atores famosos, o que prova que, em geral, somos nós da classe artística que subestimamos o público  brasileiro“, fala o diretor Mauro Baptista Vedia sobre o trabalho.

Comemorando os 10 anos do início desta premiada produção, A FESTA DE ABIGAIU volta em cartaz no dia 6 de agosto,  no Teatro Jaraguá, com mesmo diretor. Voltam a cena também o elenco principal: Ana Andreatta, Eduardo Estrela, Ester laccava, Fernanda Couto e  Kiko Vianello. Laccava foi indicada ao Prêmio Shell 2007 de melhor atriz pelo papel de Beverly. Este Projeto foi viabilizado através do Programa de Ação Cultural – ProACICMS , lei de incentivo estadual. O patrocínio desta temporada é do Aché Laboratórios Farmacêuticos  e conta com o Apoio da Vivara, Madis e Branco Peres.

Abigaiu é um ponto feliz da história deste grupo de atores que se conheceu  nas aulas da EAD (USP) no início dos anos 90  e que continua vivendo e acreditando no teatro”, fala Fernanda Couto, que assina esta  produção ao lado de Laccava , Carlos Mamberti e Kiko Vianello.

A FESTA DE ABIGAIU é um texto do inglês Mike Leigh de 1977, criado, como as outras obras do cineasta, num longo processo de ensaios. Leigh é autor de peças como Vera Drake e Segredos e Mentiras. Com toques de humor ácido, a peça critica a cultura pop de massa e o consumismo. O espetáculo segue a linha de dramaturgia realista e popular, optando pelos pequenos dramas do cotidiano de pessoas comuns.

O jogo da interação entre os atores está no texto, interpretação e na direção, que utilizou uma abordagem polifónica com diversos registros de interpretação. “Os silêncios, as pausas e o ritmo geral são tão importantes quanto o texto. Um elenco de atores que se completam instintivamente em cena certamente contribuiu para o sucesso  da montagem” fala Ester Laccava, que também traduziu o texto, ao lado de Élcio Hardt.

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A FESTA DE ABIGAIU  se passa  em Londres, em  1977. O casal Beverly (Ester Laccava) e Lawrence (Eduardo Estrela) recebem a visita de Angela (Ana Andreatta), Tony (Kiko Vianello) e Susan (Fernanda Couto). Enquanto tomam um drinque, os cinco adultos revelam angústias e conflitos da classe média britânica.

Com toques de humor negro,  a peça combina reflexão com diversão ao fazer uma observação sobre hábitos e costumes da sociedade contemporânea.

A reestreia da peça marca um retorno de antigas parcerias muito frutíferas no teatro e no cinema. O processo de ensaios e a estreia serão filmados pelo diretor num novo projeto de longa documentário.

A Festa de Abigaiu
Com Ana Andreatta, Eduardo Estrela, Ester Laccava, Fernanda Couto e Kiko Vianello.
Teatro Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71- Bela Vista, São Paulo)
Duração 100 minutos
06/08 até 27/11
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
$50
Classificação
 
De: Mike Leigh
Tradução: Ester Laccava e Élcio Hardt
Direção: Mauro Baptista Vedia
Idealização do projeto: Mauro Baptista Vedia e Ester Laccava.
Assistente de Direção: Marcos Loureiro
Assistente de Direção na primeira montagem: Platão Capurro Filho e André Carvalho
Cenário: Álvaro Razuk
Fotos Cenário :Cláudia Jaguaribe
Cenotécnico: Nilton Araújo
Figurino: Maite Chasseraux
Identidade Visual: Márcio Araújo
Produção e Design Gráfico: Estúdio Bogari
Iluminação: Marcelo Montenegro
Trilha: Mauro Baptista Vedia
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Fotografia: João Caldas
Operador de som: Monique Salustiano
Operador de luz: Hugo Peake
Contra Regra: Paulo Travassos
Camareira: Silvia Lopes
Assistente Financeiro: Cris Domingos
Coordenação Financeira: Cleo Chaves
Produção Executiva: Daniel Palmeira
Direção de Produção: Carlos Mamberti
Patrocínio: Aché Laboratórios Farmacêuticos
Apoio: Vivara, Madis e Branco Peres
Este Projeto foi viabilizado através do Programa de Ação Cultural –
ProAC – ICMS , lei de incentivo estadual.
Realização: CD4 produções
Lacava Produções
Geradora Teatral

 

INFIÉIS

Com direção de Débora Dubois, Infieis trata do cruzamento entre as paixões eróticas e as paixões políticas. Dois casais formam os personagens da peça e coincidentemente o elenco é composto por atores que são casados na vida real, são eles: Marcela Pignatari (idealizadora do projeto) e José Trassi, Veridiana Toledo e Marcelo Galdino.

Felipe (personagem de Galdino) é um publicitário com sonho de ser poeta e que não vê espaço para exercer seu lado de esquerda em uma sociedade de consumo de um mundo neo liberal.

Ao reencontrar-se com Andreia (Veridiana Toledo) deixa vir à tona confusões e indecisões pois sente que pode recriar épocas revolucionárias, que o sexo e o amor são subversivos, que o matrimônio é uma instituição ditatorial e que merece uma nova oportunidade na vida. Convida Andreia, sem medir as consequências, a reviver uma paixão arrebatadora.

Daniela, sua mulher (personagem de Marcela Pignatari), se adaptou à vida de casada e defende o matrimônio como um lugar onde se renuncia a alguns sonhos, mas se consegue outros.

Carlos (José Trassi), é marido de Andreia, não conhece e nem conhecerá o amor verdadeiro. Se casou com Andreia atraído por seu jeito debochado, sua impulsividade e sensualidade. Quando se vê traído não vacilará em destruir Daniela. Ele sente que ela é sua parceira na penúria e que deve sofrer o quanto ele está sofrendo.

Andreia por sua vez se destruirá nesta aventura, um sonho a mais em sua vida.

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A obra mescla a história destes quatro simultaneamente frente ao adultério, um espetáculo em que jamais os personagens deixam de se olhar, sempre presentes em cena os amantes e os enganados.

Para Gustavo Kurlat que traduziu a obra para esta montagem talvez uma das questões mais fortes da atualidade seja a relação plena de tensões entre o público e o privado. E provavelmente o par “Relações amorosas – ação política” seja um elemento simbólico extremamente significativo dessa tensa relação.

O que será mais revelador daquilo que somos como indivíduos? O posicionamento político, o que dizemos e fazemos com relação ao que é público, ou nossa maneira de nos relacionarmos com nossos afetos, o que dizemos e fazemos com relação ao outro – que é privado?”.

Nesse lugar está a dramaturgia de “Infieis”. No entrecruzamento sem pudores dessas paixões que envolvem nossas vidas. Daí sua atualidade renovada, e seu questionamento – sem juízo de valor – de como somos e o que fazemos pelo outro e pelos outros, e na busca pessoal daquilo que chamamos de “felicidade”.

A diretora Debora Dubois vê na dramaturgia de Marco Antônio de La Parra muita semelhança com o mundo atual. “Com certeza o público irá se identificar – cada um à sua maneira – com alguma das formas de afeto que os personagens revelam nesse embate de corações e mentes que a peça propõe.” comenta a diretora.

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Infiéis
Com José Trassi, Marcela Pignatari, Marcelo Galdino, Veridiana Toledo
Teatro Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 – Centro, São Paulo)
Duração 90 minutos
17/06 até 31/07
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
$50
Recomendação 14 anos
 
Autor: Marco Antonio de La Parra
Tradução: Gustavo Kurlat
Concepção e Direção: Débora Dubois
Diretor Assistente: Marcio Macena
Cenários: Márcio Macena e Débora Dubois
Figurinos: Marichilene Artisevskis
Iluminação: Hugo Peake
Assistente de Direção: Felipe Correa
Preparação vocal: Renata Ferrari
Preparação corporal: Leo Bertholini
Visagismo: Luciana Alvarez
Programador visual: Alê Pessoa
Fotografia: Priscila Prade
Operador de luz: Hugo Peake
Operador de som: Robson Mello
Camareiro e contra regra: Luciano de Freitas
Direção de Produção: Elza Costa
Realização: Brancalyone Produções e Rhaiz Produções
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
 

 

 

OS LIVROS QUE MUDARAM MINHA VIDA

Dia 21 de maio estreia no Teatro Jaraguá o espetáculo Os Livros que Mudaram Minha Vida, uma produção independente do grupo Mães na Massa, dirigido por Marcelo Galdino, o Joel da novela Cúmplices de Um Resgate, do SBT. A direção de produção é de Veridiana Toledo, atualmente nos elencos de Rapunzel, da Le Plat du Jour, e Atreva-se, dirigido por Jô Soares.

Encenado por 16 crianças e jovens com idade entre 5 e 14 anos, o espetáculo aborda a relação entre os mundos digital e analógico, e mistura o tema da tecnologia com o folclore brasileiro para contar a história dos irmãos Maria Lua, Poema e Ian, que dividem o mesmo quarto, mas enxergam o mundo de maneira diferente.

As duas meninas são apaixonadas por livros e se orgulham de sua extensa biblioteca, onde estão obras e coleções que vão de Monteiro Lobato e Maria Clara Machado a clássicos dos Irmãos Grimm, Fábulas de Esopo e aventuras de Júlio Verne. 

Maria Lua e Poema adoram o cheiro dos livros e o toque das páginas, que para elas são tão gostosos como as histórias que fazem imaginar e sonhar. Já o menino Ian é fissurado por tecnologia. Ele acha que livro é coisa do passado e passa horas navegando na internet, jogando games pelo tablet.

Certa noite, já na hora de dormir, os três irmãos encontram o Negrinho do Pastoreio, que de surpresa aparece em seu quarto. A visita do Negrinho dá início a uma viagem pelo mundo folclórico, numa encenação lúdica e quase onírica que promove um diálogo estético entre os universos da fantasia e do mundo prático, imediatista e real.

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Os contos e as lendas fazem parte da nossa cultura, da nossa história. Tornaram-se tradição a partir da necessidade de promover às gerações futuras o conhecimento de suas origens naturais e fantásticas, afirma o diretor Marcelo Galdino. As crianças de hoje legislarão o futuro. Cabe a elas gerenciar o mundo virtual e tecnológico sem perder o gosto pelos comportamentos passados, completa o diretor.

Aspectos da montagem

Estantes que se transformam em ambientações dos contos compõem o colorido quarto dos irmãos, num cenário criado com aproximadamente 2.300 livros. Desde as camas até as árvores, tudo remete a muitos livros.

A trilha sonora tem misturas de músicas clássicas e indígenas, retiradas de LPs com canções tribais. A iluminação foi pensada para ser suave e colorida, potencializando a atuação dos atores mirins.

As Mães na Massa participaram na confecção de adereços dos figurinos, criados para serem menos realistas e mais abstratos.

Considero que os personagens que saem dos livros são gravuras, ilustrações que tomam vida. Por isso criei figurinos com cara de desenho e pintura, nada literal, diz a diretora de produção Veridiana Toledo. Neste processo, uma legião de mães fabricou todas as penas de índio, uma a uma, feitas com folhas de revistas, sob a supervisão da produtora.

Para ler: Os Livros que Mudaram Minha Vida

O texto do diretor Marcelo Galdino, escrito para o espetáculo Os Livros que Mudaram Minha Vida, virou um livro homônimo que será lançado pela editora Giostri na estreia do espetáculo, dia 21/5, sábado. Ao final da apresentação da peça, as estrelas mirins participarão de sessão de autógrafos do livro, que terá todo o elenco desenhado pelo ilustrador Arthur Fernandes.

Os Livros que Mudaram Minha Vida
Com grupo “Mães na Massa”
Teatro Jaraguá – Novotel Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 50 minutos
21/05 até 10/07
Sábado e Domingo – 16h
Recomendação livre
$40
 
Direção: Marcelo Galdino
Texto: Marcelo Galdino
Direção de produção: Veridiana Toledo
Produção executiva: Camila Sartorelli
Cenário: Antônio Saldanha e Marcelo Galdino
Figurino: Veridiana Toledo
Iluminação: Marcelo Galdino
Fotografia: Paula Perrier
Realização: Mães na Massa e Maria Lua Produções Artísticas
Apoio: BMart, BiFilmes, Paula Perrier Photo & Film, Trip Propaganda, Luna de Capri, Sulamericana Fantasias, Planetas Restaurantes
Assessoria de Imprensa: Galeria das Letras
 
 
 

CARTA RASGADA (MATÉRIA)

Dois irmãos – Mário (Gustavo Haddad) e Carlos (Pedro Bosnich) – que são iguais a quaisquer outros.  Brigam e se amam. São cúmplices. Até que uma revelação irá mudar suas vidas para sempre.

Carta Rasgada” é o espetáculo que está em cartaz no Teatro Jaraguá e que conta a vida destes dois irmãos. Baseado na obra de Alex Giostri, narra a história de Mário e Carlos em três momentos distintos, que acontecem em três ambientações – uma praça; o quarto da clínica onde está internado Carlos; e a cadeia, onde foi parar Mário.

Fomos assistir a estreia e tivemos a oportunidade de conversar com  os dois atores, Gustavo Haddad e Pedro Bosnich.

Corre que é uma curta temporada – todos os finais de semana do mês de maio.

Carta Rasgada
Com Gustavo Haddad, Pedro Bosnich e Lucas Lentili (stand in)
Teatro Jaraguá – Novotel Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
07 a 29/05
Sábado – 21h; Domingo – 19h
Recomendação 16 anos
$50 ($25 – cliente Porto Seguro)

 

Texto: Alex Giostri
Direção: Gerardo Franco e Beto Nasci
Light Designer: Cesar Pivete
Produção Executiva: Splendore Produções e Marketing
Realização:  4US Produções
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara