ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS” nos faz viajar no belo mundo desta  menina sonhadora, uma jovem que tem um simples desejo: criar e viver num mundo só seu, um mundo tal como de um livro infantis, com personagens diversos, numa floresta onde tudo pode acontecer. Alice consegue embarcar no seu fascinante mundo, onde encontrará personagens como: o Coelho apressado, o Mestre Gato, a Lebre e o Chapeleiro maluco, o Rei e a Rainha de Copas, entre outros personagens engraçados e fascinantes criados e retirados da imaginação desta jovem garota. 

Alice no País das Maravilhas
Com a Cia dos Tantos
Teatro Livraria da Vila – Shopping JK Iguatemi (AAv. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo )
Duração 60 minutos
05 a 27/11
Sábado e Domingo – 15h
$30
Classificação livre

UMA NOITE COM MARCELO MANSFIELD

Marcelo Mansfield foi pioneiro no gênero Stand up no país, lançando o Clube da Comédia há mais de 10 anos. São dele os solos “Nocaute” e “Como entrar mudo e sair calado”, além de ter integrado o elenco do show de humor “Terça Insana”. “Uma Noite Com Marcelo Mansfield” é seu mais novo espetáculo.

Ele acrescenta aos textos sobre a vida e o cotidiano, cenas criadas durante toda a sua carreira. Entre elas, famosos personagens  como o “Seu Merda”, e cenas mudas, como “Mambo”.

 “Uma Noite Com Marcelo Mansfield” fica em cartaz durante os sábados de julho, com espetáculos aos sábados, às 21h, no Teatro Jardim Sul.

Uma Noite com Marcelo Mansfield
Com Marcelo Mansfield
Teatro Jardim Sul – Shopping Jardim Sul (Av. Giovani Gronchi, 5819 – Vila Andrade, São Paulo
Duração 60 minutos
02 a 30/07
Sábado – 21h
$50
Classificação 14 anos

AS CEREJAS

Depois de uma curta temporada de sucesso no Club Noir, AS CEREJAS reestreia no recém inaugurado Teatro Jardim Sul, no próximo dia 3 de junho, sexta-feira, às 22 horas. O espetáculo inspirado na obra homônima do britânico Lawrence Durrell foi adaptada e dirigida por Roberto Alvim e tem no elenco os atores Alexandre Leal e Steffi Braucks, que integra o elenco da Cia Club Noir há quase dois anos.
Alvim, que costuma montar espetáculos onde as palavras ganham o foco central no palco, não foge à regra em AS CEREJAS. “É uma obra pela qual me apaixonei há muito tempo, um conto de Lawrence Durrell no qual percebi  imenso potencial para uma adaptação cênica. Costumo apontá-lo nas minhas oficinas de dramaturgia como paradigma da construção de uma estranha forma de vida através da criação de uma arquitetura linguística singular. Não se trata apenas do que a personagem diz, mas do modo como sua linguagem torta traduz um modo torto de habitar a existência. Por essa razão, AS CEREJAS foi considerado por alguns críticos como um dos textos mais estranhos escritos em língua inglesa”, comenta o diretor.
Lawrence Durrell foi um romancista, poeta e dramaturgo britânico, nascido na Índia em 1912 e morto em 1990. Sua obra, traduzida no mundo inteiro, permanece praticamente desconhecida no Brasil.
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Esquizofrenia 
Apesar de ter dois atores em cena, essa montagem se aproxima muito da estrutura de um monólogo. “Há muito tinha vontade de levar AS CEREJAS para o palco. Quando conheci o Alexandre Leal, vi que ele tinha a sensibilidade específica que eu precisava para o papel e resolvi levar o projeto adiante. Durante a adaptação do texto, senti a necessidade da presença de uma atriz que encarnasse todas as mulheres que atravessam a narrativa. Essas mulheres surgem como fantasmagorias, alucinações, delírios”, diz Alvim.

AS CEREJAS conta a história de um homem com um distúrbio esquizofrênico, que conduz o público por sua estranha trajetória, mostrando o mundo por meio de sua percepção singular. Ele vive num hospital para doentes mentais e a peça mostra a sua rotina, que se transforma quando ele se apaixona por uma mulher desconhecida, evento que promove a imersão da personagem em torvelinhos psíquicos devastadores.

O que me interessa não é um promover um olhar voyeurístico sobre um doente mental, mas sim em ampliarmos nossa humanidade por meio da possibilidade aberta por esta obra de nos colocarmos no lugar da alteridade”, afirma Alvim.

As Cerejas
Com Alexandre Leal e Steffi Braucks.
Teatro Jardim Sul – Shopping Jardim Sul (Avenida Giovanni Gronchi, 5.819, Morumbi, São Paulo)
Duração 45 minutos
03/06 até 29/07
Sexta – 22 horas
Recomendação 16 anos
$30
 
Texto e Direção – Roberto Alvim, inspirado na obra de Lawrence Durrell.
Iluminação e Cenografia  –  Roberto Alvim.
Figurinos – Juliana Galdino.
Trilha Sonora Original – LP Daniel.
Assistente de Direção – Andrea Boller.
Programação Visual – Felipe Uchoa.
Fotos – Ulisses Pereira.
Produção – Club Noir.
Produção executiva – Impacto R Cultura e Arte/ Renata Araújo.
Audiovisual – Central SP Produções.

TEATRO JARDIM SUL

O Shopping Jardim Sul abre as portas de sua nova opção de lazer para seus frequentadores – o Teatro Jardim Sul.

No dia 05  de abril, o novo teatro abrirá duas salas de espetáculos. A sala um terá capacidade para 192 lugares (sendo 5 para pessoas com mobilidade reduzida e 3 para obesos) e o palco de aproximadamente 40 m²; a sala dois com 247 lugares (sendo 4 para pessoas com mobilidade reduzida e 3 para obesos).

Como diferencial, as salas terão venda de vinho na plateia. Este serviço só acontecerá nas peças destinadas ao público adulto, e as vendas ocorrem meia hora antes do início do espetáculo.

Já estão programadas cinco peças voltadas tanto para o público infantil (“Cinderela e o Pé Inchado”, “Corsários Inversos – Uma Incrível Aventura Pirata” e “Sítio do Pica Pau Amarelo – Em Busca do Tesouro Perdido”), como para o público adulto (“Terça Insana – Lili & Cia.” e “Capitão Rodrigo – A Saga de um Homem Comum”).

O Teatro Jardim Sul vem se juntar aos estabelecimentos que já existem em alguns shoppings da cidade, como Eldorado,  Bourbon, Pátio Higienópolis, Vila Olímpia, Frei Caneca e o recém inaugurado, JK Iguatemi.

Mas esta tendência de teatros em shoppings – que oferece benefícios para o público como segurança, estacionamento fechado e opções de alimentação – não vem de uma forma gratuita.

Isto acontece porque, como forma de estimular a cultura, a Prefeitura implantou uma lei (em vigor desde 1991) que determina que todo novo centro comercial com uma área de mais de 30 mil m² é obrigado a ter pelo menos um teatro e um cinema com, no mínimo, 250 lugares cada um. Esta lei também vale para o empreendimento que tem sua área ampliada em mais de 10 mil m².

Em contrapartida a construção de opções de lazer, em 1994, uma lei concedeu o benefício fiscal aos teatros, que ficaram isentos da outorga onerosa (uma taxa paga ao município de acordo com a construção).

Só que muitos shoppings receberam este benefício desde esta data e ainda não tem o seu teatro funcionando, como é o caso dos shoppings Morumbi, Santa Cruz, Pátio Paulista, Itaquera, Penha, entre outros. Simplesmente ampliaram sua praça de alimentação.

Com isso, a Prefeitura deixou de recolher os impostos desde 1994, ou seja, há mais de 10 anos. Isto revela um desfalque nos cofres públicos e mostra a incompetência da fiscalização municipal.

Mas parece que este ano, o cerco aumentou. O Shopping JK Iguatemi foi o primeiro a abrir o seu teatro em março. Agora vem o Jardim Sul. É esperarmos para vermos novos teatros sendo abertos em shoppings pela cidade.

(fonte – Monica Bergamo in Jornal Folha de São Paulo)