DESTAQUE IMPRENSA DIGITAL

Para comemorar o final do ano, o parceiro Acesso Irrestrito resolveu fazer um programa especial de final de ano como forma de reconhecer o trabalho das pessoas que trabalham no Teatro Musical paulistano (atores, técnicos e produtores).

Foi assim que nasceu o programa “Destaque Imprensa Digital” (DID), que vai ao ar hoje. E pela primeira vez, reuniu outros cinco sites especializados em Teatro Musical para participar do programa.

São eles: A Broadway é Aqui, Acesso Cultural, Circuito Teatral SP e nós, do Opinião de Peso. Contou também com o apoio do Funny Girl e do Perdido In Sampa.

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No programa, serão apresentados quem os cinco parceiros reconheceram como destaques em 12 áreas neste ano de 2016. E como forma de reconhecimento, eles receberam um certificado e uma caixa com brigadeiros, feitos pela parceira Cookies by Priscila.

O programa “Destaque Imprensa Digital” pode ser visto hoje, a partir das 19 horas, aqui. Não perca!

Aproveitamos para desejar um feliz 2017 a todos nossos parceiros e leitores. Com certeza, nos reencontraremos com muitas novidades referentes ao mundo do Teatro e Teatro Musical da cidade de São Paulo.

CURSO TÉCNICO DE TEATRO MUSICAL SESI-SP

Desde quarta até domingo, 27 de novembro, os alunos da primeira turma do Curso Técnico de Teatro Musical do SESI-SP (uma parceria do SESI-SP com o Atelier de Cultura) apresentarão o espetáculo musical “Freak Show“, como trabalho de conclusão de curso.

Serão 11 sessões, para que os 52 alunos do curso (turmas manhã e tarde), possam apresentar no palco a história das irmãs siamesas Violet e Daisy Hilton. Mas mais do que isso. Servirá para que eles possam mostrar o resultado de três anos de preparação para se formarem atores especializados em Teatro Musical.

E lá se foi uma jornada.

Começou no início de 2014, quando cerca de 1.000 candidatos, vindos de vários cantos do Brasil, participaram das quatro fases do processo seletivo: aptidão musical, dança, atividade corporal e  canto.

Na banca, nomes de peso do Teatro Musical brasileiro, como Saulo Vasconcelos, Sara Sarres, Carlos Bauzys, Floriano Nogueira e Cleto Baccic (um dos idealizadores do projeto).

Foram aprovados 64 alunos, que começaram as aulas em março de 2014. Estudaram juntos na unidade do SESI Vila Leopoldina, cerca de 2.400 horas, divididas em 64 disciplinas, que foram ministradas por profissionais de renome na área.

E o resultado já pode ser visto. Vários dos alunos trabalharam em musicais enquanto estudavam. Puderam ser vistos nos palcos em “Ghost – o Musical“, “Hoje é Dia de Maria, o Musical“, “O Musical Mamonas“, “Nuvem de Lágrimas, o Musical“, “Refúgio – o Musical“, “Godspell“, “Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta“, entre outros espetáculos..

O aluno Andrey Alfaia disse que o curso foi válido, porque “nestes três anos cresci muito nas três áreas – canto, dança e interpretação. Mas tem que estar sempre se renovando, estudando sem parar. A gente se formou, mas o estudo continua“.

A gente construiu um laço muito forte. A gente dividiu por três anos, de segunda a sexta, a sala de aula. É uma separação difícil, mas a gente acredita que vai dar certo para todo mundo. É o que a gente torce”, complementa o aluno Hícaro Nicolai.

O contentamento com o nível dos alunos formados é compartilhado entre os professores e o corpo técnico do SESI-SP. Daniel Rocha, diretor musical do espetáculo, e que também foi professor, diz que “foi muito emocionante vê-los em cena. Eles vieram de vários lugares e com vivências diferentes, e a escola fez uma base de formação para deixá-los prontos para o mercado. Com certeza, é uma turma muito aguardada pelo mercado profissional do Teatro Musical“.

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“Freak Show”

O espetáculo escolhido para o trabalho de conclusão do curso foi “Freak Show“, uma adaptação inspirada no musical da Broadway – “Side Show” (1997).

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As irmãs Hilton

Side Show” baseou-se na história verídica das irmãs siamesas britânicas, Violet e Daisy Hilton. Ambas nasceram unidas por seus quadris e nádegas; compartilhando a circulação sanguínea e fundidas na pelve, mas sem compartilhar órgãos importantes. Na época, se fosse feita uma cirurgia para separá-las, uma das irmãs acabaria falecendo.

Violet e Daisy foram trazidas para os Estados Unidos para participarem de um Circo de Aberrações, local que apresentava pessoas com deformações físicas. Ambas eram as estrelas principais, só que eram abusadas e maltratadas pelo dono do estabelecimento.

Até que chegam ao circo, um caçador de talentos e um músico, que as descobrem e querem levá-las para se apresentarem em shows de vaudeville. Ambas aceitam e vão atrás da fama, mas sem nunca conseguirem encontrar o verdadeiro amor, exceto o do que uma tinha pela outra.

O diretor da montagem, Rogério Mathias, disse que a escolha por “Side Show” foi pela “pluralidade do espetáculo, pela oportunidade de falar sobre a diversidade. O que é realmente o anormal? O anormal é só aquilo que está visível, ou também é o que está escondido no interior das pessoas“. “Além do que, também poderíamos ter muitos “freaks” em cena, visto que é um trabalho de conclusão de curso e nosso elenco (alunos) é muito grande“.

Veja abaixo a cena de abertura de “Freak Show”, com o número “Vem ver o anormal”.

Na plateia, além de pais, familiares e amigos dos formandos, estavam os atores e produtores Jarbas Homem de Mello e Carlinhos Machado. Jarbas ficou muito impressionado com o que viu. “Primeiro, o projeto é de uma importância ímpar. É uma oportunidade que essa moçada tem de estudar três anos, enquanto a minha geração se formou na raça e fazendo. O resultado é maravilhoso. Eles podem estrear em qualquer teatro. Saio com uma expectativa superada com o que assisti hoje“.

Nós, do Opinião de Peso, aplaudimos de pé a ação educativa do SESI junto com o Atelier de Cultura na transformação e formação de jovens em atores profissionais do Teatro Musical Brasileiro; e também “desejamos uma linda jornada na carreira de cada um destes 52 jovens atores, que acompanharemos nos palcos nacionais, e quiçá, internacionais. Merda!!!”

Em breve, no site do SESI, maiores informações sobre o processo seletivo para a segunda turma do Curso Técnico de Teatro Musical do SESI-SP (previsto para 2017).

O DIA DOS MUSICAIS

Aconteceu nesta terça feira, 08 de novembro, a primeira edição de “O Dia dos Musicais“. O evento foi organizado por Lurryan Nascimento (“A Loja dos Musicais”) e Jessé Scarpellini. O objetivo era apresentar para quem quer começar na carreira, ou conhecer novos profissionais e reciclar conhecimento, cursos de Teatro Musical que estarão vigentes em 2017.

Lurryan falou conosco sobre como surgiu a ideia de criar este dia.

Jessé Scarpellini explicou como funcionou o evento, que aconteceu nas três salas do Espaço 10×21.

Veja algumas fotos do evento, que teve aulas das 10h até as 18h.

A última atividade do dia foi um pocket show, onde atores que trabalharam em musicais neste ano, interpretaram canções que não faziam parte do repertório de seus espetáculos. O show foi comandado por Adriana Quadros e Diego Montez.

Veja abaixo os melhores momentos de Adriana e Diego:

Foram apresentados nove números musicais, passando por “Nuvem de Lágrimas, o Musical“, “We Will Rock You“, “Wicked” e “Ghost, o Musical“, entre outros.

Alírio Netto, de “We Will Rock You”, interpretou “Evidências” de “Nuvem de Lágrimas, o Musical“.

Carol Costa (“My Fair Lady”) e Thaís Piza (“We Will Rock You”), juntaram-se para interpretar um certo sentimento de “Ódio” de “Wicked“.

Davi Tápias (“Urinal, o Musical”) criou um mashup com alguns temas de “My Fair Lady” para apresentar no evento.

Giulia Nadruz e André Loddi, o casal de “Ghost, o Musical”, escolheram uma canção de “Urinal, o Musical“.

Ingrid Gaigher, de “Gabriela, um Musical” apresentou a canção tema de “Ghost, o Musical“.

Kiara Sasso, de “O Palhaço e a Bailarina” cantou uma música de “A Cor Púrpura“.

Lívia Dabarian, saiu do rock de “We Will Rock You” para o pop de “O Musical Mamonas“, a bordo de uma brasília amarela.

Talita Real (“Wicked”) fez parceria com Thiago Machado (“Rocky Horror Show”) para cantarem “Under Pressure” de “We Will Rock You“.

Thuany Parente (“Wicked”) relembrou o musical “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos“.

E como encerramento, o elenco da nova montagem de “Rent” (estreia em dezembro no Teatro Frei Caneca), se apresentou pela primeira vez, cantando dois números do espetáculo: “Dias de Amor” (“Seasons of Love”) e “Aluguel” (“Rent”).

Agora é esperar pelo próximo ano e pela nova edição de “O Dia dos Musicais“.

Abaixo, fotos do Pocket Show.

(As filmagens e fotografias foram uma parceria entre os sites Opinião de Peso e A Broadway É Aqui)

HOJE É DIA DE MARIA, A FÁBULA MUSICAL (OPINIÃO)

          “Sonhos são o alimento para a alma. Fazem com que consigamos enxergar saídas em momentos onde elas não estão tão visíveis”.

Assistimos “Hoje é dia de Maria, a Fábula Musical” ontem (03/10) na sessão para convidados. E já entregando spoilers, amamos o que vimos (mas leia a nossa opinião inteira, você irá gostar).

Esqueça a minissérie transmitida pela rede Globo em 2005. O espetáculo assemelha-se mais ao texto original, escrito por Carlos Alberto Soffredini, adaptado por Francisca Braga.

Como diz o título, uma fábula brasileira descortina-se no palco do Teatro Cetip, desde o dia 30 de setembro, em sessões de sexta a domingo. Mas como as fábulas, ela não deve ser vista com os olhos materiais, mas sim com o olhar da imaginação e da pureza das crianças. “Quem tiver olhos para ver, que veja.

Sinopse

O musical conta a história de Maria. Uma menina como qualquer outra. Vive no interior do estado de São Paulo com sua família, ou o que restou dela. Órfã de mãe, mora apenas com o pai num sítio humilde. Seus irmãos foram todos embora para lutar pelo sustento numa outra fazenda. Em mais um infortúnio da vida, ela sofre um abuso pelas mãos do pai.

É quando chega no sítio uma senhora viúva, vinda com sua filha. Cuida de Maria e casa com seu pai. Mas a madrasta não é tão boa assim. Quando o pai sai de casa para cuidar dos negócios, a senhora transforma Maria em sua empregada. Para fugir dos maus tratos, Maria inicia uma viagem a procura das “franjas” do mar. Esta jornada será decisiva para o seu crescimento pessoal.

“A Jornada de Maria”

Soffredini ao escrever sua peça, bebeu dos contos de Câmara Cascudo e Silvio Romero (“A Menina da Figueira”, “Lenda do Dia e da Noite” e “Cinderela”). Mas pode-se ir mais além. Foi influenciado pelo que o antropólogo americano Joseph Campbell denominou de “A Jornada do Herói

O conceito criado por Campbell é uma mescla dos arquétipos (Jung), com as forças inconscientes (Freud), com a estruturação dos ritos de passagem (von Gennep). Apresenta uma estrutura própria, que é dividida em três partes: a Partida (ou Separação), a Iniciação e o Retorno.

Esta estrutura está presente em vários mitos (fábulas), como é o caso das histórias de Prometeu, Osíris, Buda, Jesus Cristo, Cinderela, e Hoje é Dia de Maria.

Maria precisa ter o seu crescimento pessoal. Se continuar vivendo no sítio, como uma ‘princesa’, não crescerá, não se tornará mulher dona de si. Será sempre dependente de uma figura masculina (pai, marido). As coincidências da vida fazem com com que ela parta (Partida) em busca da sua jornada (a ‘busca pelas franjas do mar’).

Durante esta procura, vive uma série de aventuras (Iniciação), pelo país do sol a pino, até o encontro com os índios que guardam a noite dentro de um coco. Mas ela não está só. Como todo bom herói, Maria tem os seus protetores – os Encantados (Água, Fogo, Terra, Ar e Conexão com Deus). Não podendo esquecer o principal, o Pássaro Incomum (a força interna que transforma a dor em renovação, que nos faz prosseguir).

Ao término desta aventura (Retorno), Maria atingiu o conhecimento pleno. Madura e consciente de si, dona de um poder pessoal, perdoa o pai, abandona o destino que se repetirá com o casamento com o príncipe e parte novamente para novas jornadas.

P.S. Quer saber mais? Leia o livro “O Herói de Mil Faces” (editora Pensamento) ou “O Poder do Mito” (editora Palas Athena), ambos de Joseph Campbell.

Opinião

Pode-se dizer que o musical também é um pouco de uma das jornadas da atriz/produtora/coreógrafa/diretora Lígia Paula Machado. A montagem deste texto era um dos seus sonhos. E foi feito no momento certo. Precisou cada peça produzida antes para que chegasse neste resultado apresentado. É a conclusão vitoriosa de sua jornada.

Lígia uniu-se, como ela diz, de amigos (família) para este projeto, que encerra o ciclo de musicais luso-brasileiros (“O Primo Basílio, o Musical” e “Lisbela e o Prisioneiro, o Musical“). Estão presentes :

Francisca Braga, na adaptação do texto e escolha das músicas. As canções – de grandes artistas (Victor e Leo, Caetano Veloso, Renato Teixeira, Jessé, entre outros) ou de domínio público – parece que foram feitas especialmente para a peça. Suas letras casam perfeitamente com o que os personagens precisam falar naquele momento específico

Já que falamos da música, temos a direção musical e arranjos lindos de Dyonisio Moreno, que escolheu a dedo os músicos que acompanhariam a jornada desta heroína. O som, feito por André Breda, preenche todo o espaço interno do teatro. Realmente uma pena que não teremos o registro em cd deste espetáculo, para podermos ouvir em casa.

Falando de escolha a dedo, temos o elenco: Luiz Araújo, que foi par romântico de Lígia em outras produções, está lá novamente com sua voz e atuação marcante. Kleber Montanheiro que faz uma madrasta má (honrando a tradição), maravilhosa e divertidíssima. Cleto Baccic que se junta a trupe de amigos, com toda sua forma de interpretar e cantar única (bom tê-lo novamente nos palco). Acompanhados de Camila Brandão, Felipe Machado, Alberto Goya, Guilherme Pivetti, João Canedo, Roger Ciel, Vittor Fernando e Hicaro Nicolai, que se multiplicam e ocupam todo o espaço cênico com suas coreografias, canto e atuação.

Kleber também é responsável pelos figurinos e cenários que retratam a simplicidade do interior do país, mas com uma riqueza de detalhes que fica lindo de se ver. Está lá presente a estrutura do circo de Leléu (Lisbela e o Prisioneiro, o Musical), transformado na casa de Maria. É uma estrutura circular, que mostra movimento; que tudo tem um início, meio e fim, e um recomeço; e serve para o caminhar da protagonista.

Para finalizar, tem a presença de Dan Rosseto, que juntamente com Lígia, Kleber e Dyonisio, colocou as peças todas juntas, e formou este espetáculo que é uma linda opção de entretenimento para toda a família. Prevejo várias indicações para os prêmios teatrais do próximo ano.

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Cleto Baccic, Dyonisio  Moreno, Dan Rosseto, Ligia Paula Machado, Francisca Braga, Kleber Montanheiro e Luiz Araújo

Uma música que combina com a jornada da heroína, e faz parte da trilha sonora da peça, é “Tocando em Frente“, de Almir Sater e Renato Teixeira, que diz assim em um trecho:

“Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz”

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Hoje é Dia de Maria – A Fábula Musica
Com Ligia Paula Machado, Cleto Baccic, Kleber Montanheiro, Luiz Araújo, Camila Brandão, Felipe Machado, Alberto Goya, Guilherme Pivetti, João Canedo, Roger Ciel, Vittor Fernando e Hicaro Nicolai
Músicos: João Paulo Pardal (guitarra), Murilo Emerenciano (piano), Renan Cacossi (flauta), Guto Brambilla (baixo), Felipe Machado (violão), Jonatan Motta(violino), Mathilde Fillat (violino), Rafael Lourenço (Percussão).
Teatro Cetip (Rua Coropé, 88 – Pinheiros, São Paulo).
Duração 145 minutos
30/09 até 27/11
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$60 / $120
Classificação 12 anos
Texto: Carlos Alberto Soffredini
Adaptação do roteiro original: Francisca Braga
Equipe de Direção: Dan Rosseto, Ligia Paula Machado e Kleber Montanheiro
Direção Musical: Dyonisio Moreno
Cenografia e Figurinos: Kleber Montanheiro
Coreografias: Ligia Paula Machado
Designer de Som: André Breda
Designer de Luz: Wagner Pinto
Supervisão Circense: Circo Garcia
Técnicos de palco: Jackson Oliveira e Beto Boing.
Assistentes de produção: Tiago Queiroz e Wallace Toledo
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: MP Produção Cultural

VIRADA CULTURAL SP 2016 – PALCO DOS MUSICAIS

Mais uma vez, o Teatro Musical brasileiro faz parte da programação da Virada Cultural SP.

Neste ano, no palco localizado no Vale do Anhangabaú (ao lado do Teatro Muncipal), seis musicais se apresentarão. São “Gilberto Gil – Aquele Abraço, o Musical“, “Elis, a Musical“, “SamBRA“, “Dzi Croquettes“, “Raia 30, o Musical” e “Meu Amigo Charlie Brown, Um Musical da Broadway“.

Uma nova oportunidade para rever, gratuitamente, estes musicais que fizeram sucesso durante suas temporadas na cidade.

Entre as apresentações, o espaço também recebe intervenções do Australia Now, com o espetáculo “EveryBody” e o e o “Pyrophone Juggernaut“, um instrumento experimental gigante.

Só se preparar, chegar cedo e se divertir.

Programação

Sábado – 21/05

18:00 – “Gilberto Gil – Aquele Abraço, o Musical

21: 30 – “Elis, a Musical

Domingo – 22/05

01:00 – “SamBRA

03:30 – “Dzi Croquettes

13:00 – “Raia 30, o Musical

17:00 – “Meu Amigo Charlie Brown, Um Musical da Broadway