GRACIAS A LA VIDA OU OS ÚLTIMOS DIAS DE SOLIDÃO DE ROBINSON CRUSOÉ

Livremente inspirado na obra de Jérôme Savary, na cultura latina e na célebre Violeta Parra, o espetáculo Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé estreia no dia 6 de março, sexta, no Teatro Nair Bello, às 21 horas.

A montagem é uma realização da Escola de Atores Wolf Maya, com adaptação e direção de Kleber Montanheiro, tendo no elenco alunos formandos da turma M6A da Escola. A temporada vai até o dia 15 de março com sessões às sextas-feiras e aos sábados, às 21 horas, e aos domingos, às 19 horas.

A peça é uma epifania lítero-carnavalizada circense, que conta a história de um homem que, após um naufrágio, consegue chegar a uma ilha deserta próxima, onde vive em profunda solidão. A lenda diz que esse homem existiu e a ilha se localiza no Chile. Ela foi primeiramente nomeada Santa Cecilia pelo seu descobridor, o capitão espanhol que ali chegou, oficialmente, em 22 de novembro de 1574. Numa época desconhecida, foi também chamada pelo nome do seu descobridor e, mais recentemente, por Más a Tierra (ou “Mais Próxima de Terra”).

 O marinheiro escocês Alexander Selkirk permaneceu ali solitário por mais de quatro anos. Os relatos do navegante teriam dado vida a Robinson Crusoé, famoso personagem do livro homônimo de Daniel Defoe. A ilha tornou-se famosa por causa dessa história e, em 1966, o governo chileno deu-lhe o nome da personagem. O romance foi, originalmente, publicado em 1719, no Reino Unido, em forma de folhetim no The Daily Post, sendo o primeiro romance-folhetim da história. A obra é uma autobiografia fictícia da personagem-título, que passou 28 anos em uma remota ilha tropical próxima a Trinidad, refletindo sobre ética e moral, enfrentando canibais, cativos e revoltosos, antes de ser resgatado.

A adaptação para os palcos por Jérôme Savary foi feita no início da década de 1970. O trabalho desse diretor e ator de teatro argentino-françês democratizou e ampliou o apelo do teatro musical na França, reunindo e misturando gêneros como ópera, opereta e comédia musical. Foi com a Compagnie Jérôme Savary – que evoluiu para Le Grand Magic Circus e, finalmente, para Le Grand Magic Circus et Ses Animaux Tristes – que Savary encontrou o teatro de variedades, o circo-teatro e a linguagem burlesca.

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé faz um paralelo com a atualidade – debochada, feroz e crítica, nessa montagem, adaptada e aproximada ao Brasil de nossos dias pelo diretor Kleber Montanheiro.

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Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Com Bia Méll, Carol Lazarin, Catharina Viezzer, Edu Queiroz, Fernanda Novoa, Flávio Macch, Gonçalo Segre, Hiago Trindade, Letícia Nerak, Luana Pessi, Lucas Lorca, Nathi Oliveira, Raffah Beletti, Raissa Abreu, Ramon Fischer, Ricardo Paiva, Sabrina Nask, Sarah Angelis, Vic Baccarelli e Vinicius Fontana

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 90 minutos

06 a 15/03

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$30

Classificação 12 anos

ACHADOS E PERDIDOS (O MUSICAL)

Depois de uma temporada no Rio de Janeiro em 2019, Achados & Perdidos (o Musical) estreia no dia 9 de fevereiro no Teatro Nair Bello, no Shopping Frei Caneca, onde segue em cartaz até 29 de março. O espetáculo tem texto de Simone Beghinni, direção de Cininha de Paula e Gustavo Klein e um time de 30 atores mirins, entre 6 e 18 anos, que se revezam em dois elencos. A direção de ator é assinada pela atriz Cynthia Falabella.

Com uma mistura de drama e comédia, a montagem transita entre o realismo e a fantasia para acompanhar a comovente jornada de crianças e adolescentes que vivem sozinhos em um casarão em uma cidadezinha qualquer, onde todos os adultos sumiram misteriosamente em uma manhã de céu azul.

Esses jovens não sabem como ou por que foram parar ali e precisam aprender a sobreviver sem ajuda das tecnologias e ferramentas da sociedade contemporânea. São eles: a Menina do Casarão, o Garoto Puxa-Saco, a Menina-Órfã, a Menina do Computador e o Menino das Cartas, a Menina do Coelho e a Menina-Maluquinha, a Menina-Bailarina e sua irmã mais velha – Cleo (a única a ter nome) –, a Menina-Fútil, a Menina do Riso, a Menina Novata, a Menina do Pijama, a Menina da Praia e a Menina do Calendário.

O passado com os adultos determina as atitudes e o comportamento assumidos por cada um no presente. Que padrões vigoram quando o pai, a mãe, os avós, professores e responsáveis não estão mais por perto? Em que se transformarão sem a censura, sem os limites? Obrigados a crescer antes do tempo, contra a Natureza, que projeto de ser humano surgirá em cada personagem? Achados & Perdidos fala dessas crianças perdidas, mas também fala dos adultos que as criaram. É uma obra de ficção, mas que contém uma verdade universal: o ato de crescer se desenvolve por dores e glórias. Por perdas e ganhos. Por repetições e rupturas. Por dezenas de fins e de recomeços”, comenta a autora Simone Beghinni.

A trama acompanha as crianças por 20 anos, quando elas terão que aprender a lidar com assuntos cada vez mais assustadores como o aquecimento global e o fim do planeta Terra. “A nossa discussão vai mais alto! Depois que temos filhos ficamos, na maioria, apreensivos com nossa possível ausência. Mas se pensarmos NA AUSÊNCIA, sob a ótica da criança, como seria? Aí está o cerne do musical. Sei que parece drama, mas não é! Sim, talvez, uma “dramédia”, um gênero novo da atualidade. Se passa agora em 2020 e termina em 2040, com um final esperançoso e feliz!”, explica a diretora Cininha de Paula.

O musical conta com 17 números musicais interpretados ao vivo, com sonoridades do rap ao rock n’roll. “Aproveitei os predicados de todos do elenco, na feitura do espetáculo, que é cantado ao vivo, dançado, com um número de sapateado na realidade musical brasileira e, principalmente, com uma discussão à altura de atores maduros. Simples e também divertido. Discutimos relações humanas ligadas ao confinamento, hoje muito em voga nos REALITY SHOWS! Claro, com a possibilidade da saída a qualquer momento, como também da chegada de outrem! É preciso conferir para saber como são possíveis e próximos estes momentos vividos por este elenco”, acrescenta a encenadora.

Para retratar os vários ambientes do casarão onde a história se desenrola, o espetáculo explora um cenário virtual e objetos cênicos eitos com materiais alternativos.

SINOPSE

O musical narra a comovente jornada de grupo de 15 crianças e adolescente que ficaram sozinhos em um casarão depois que os adultos simplesmente desapareceram sem qualquer explicação. Eles precisam aprender a viver sem ajuda pelos próximos 20 anos e terão que enfrentar questões como as consequências do aquecimento global e o fim do planeta Terra. O que será que acontece quando o pai, a mãe, os avós, professores e responsáveis não estão mais por perto?

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Achados e Perdidos (O Musical)

Com Clarah Passos / Paola Rabetti, Mafê Mossini / Lívia Peruzza, Ryan Cursino / Daniel Freitas, Marcus Carvalho / Gui Brumatti, Bela Moleiro /Annie Leonel, Kaká Rufato / Julya Inhota, Aurora Jockyman/ Babi Correia, Ludmylla Reis/ Giovanna Leão, Carol Rachid/ Carol Pfeiffer, Mariana Di Giacomo/ Duda Mota, Pietra Lucas / Bia Bom, Rafa Calazans/ Anthony Caio, Miguel Varela/ Bruna Rodrigues, Erin Borges / Manu Reis, Natália Calanca/ Leticia Natal

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 60 minutos

 09/02 a 29/03

Domingo – 12h e 15h

$70

Classificação Livre

O DESPERTAR DA PRIMAVERA

Nos dias 2, 3 e 4 de dezembro – de segunda a quarta, às 21h – a Escola de Atores Wolf Maya apresenta o espetáculo O Despertar da Primavera, um estudo sobre a obra de Frank Wedekind com direção de Dan Rosseto. As sessões acontecem no Teatro Nair Bello, tendo no elenco os alunos da Turma M5A da escola.

Com fortes críticas à sociedade alemã do fim do século XIX, que culturalmente reprimia a sexualidade, a obra é uma dramatização viva de fantasias eróticas, além de tocar em assuntos como morte, aborto, abuso e religião. Pela ousadia da abordagem, a peça foi censurada à época.

Escrita entre o outono de 1890 e a primavera de 1891, O Despertar da Primavera teve sua primeira montagem autorizada somente em novembro de 1906, em Berlim, com direção de Max Reinhardt. Em 1917, a obra atravessou o continente e estreou na cidade de Nova Iorque – primeira encenação em inglês -, onde também sofreu censura. Em 2006 a versão musical estreou na Broadway, arrebatando prêmios (foram oito Tony Awards, incluindo melhor musical) e atraindo os jovens para o teatro. No Brasil, diversas montagens do texto ganharam os palcos pelas mãos de importantes diretores, revelando novos talentos para as artes cênicas.

Nesta versão inédita, o dramaturgo Dan Rosseto traz ao público uma história que atravessa o tempo, situando os conflitos dos adolescentes em 1890, nos anos 60 e nos dias atuais. Sem uma linha narrativa cronológica, o espectador acompanha os dramas vividos pelos jovens em cada época, embalados por músicas e acontecimentos marcantes. “As personagens vivem, em cada período, os conflitos escritos por Wedekind com seus desdobramentos sociais, morais, sexuais, éticos e religiosos”, comenta o diretor Dan Rosseto, que completa: “Será espantoso e surpreendente acompanhar Moritz, Melchiors, Wendlas, Marthas, Ilses, em diferentes períodos, e perceber que o ser humano continua em busca de algo que está longe de encontrar”.

Frank Wedekind (Hanover, 1864 – Munique, 1918) foi ator, dramaturgo e romancista. É um dos precursores do movimento expressionista. O Despertar da Primavera (1891) é sua peça mais conhecida. Sua obra antecipou o teatro épico de Bertolt Brecht e já apontava para o que veio a se chamar teatro do absurdo. Brecht cita Wedekind como uma de suas grandes influências, tendo escrito um ensaio sobre ele na ocasião de sua morte, além de o considerar um dos grandes educadores da Europa moderna como Tolstoi e Strindberg.

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O Despertar da Primavera 

Com Alejandro Chiaradia, Andressa Ghezzi, Andressa Sifuente, Beatriz Matos, Fabiano Issas, Gabriel Scudeler, Gabriela Abrão, Guilherme Conceição, João Pedro Ruiz, Lara Handler, Larissa Bruna, Letícia Monezi, Lívia Guimarães, Luis Felipe Gimenes, Marília Troiano, Nathalia Marzola, Patrick Oliveira, Pedro Gottardi, Sara Rodrigues, Tayane Araújo, Thaís Rovesta e Vicky Souza.

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 90 minutos

02 a 04/12

Segunda, Terça e Quarta – 21h

$20

Classificação 12 anos

A IMPORTÂNCIA DA ARTE EM UMA SOCIEDADE

No dia 19 de novembro, terça, o filósofo Yuri Ulbricht participa do bate-papo “A Importância da Arte em Uma Sociedade”, ao lado da atriz Irene Ravache e de Andréa Bassitt, autora da peça Alma Despejada, dirigida por Elias Andreato.

O evento acontece na Escola de Atores Wolf Maya (no Teatro Nair Bello), às 19 horas, com entrada franca.

Yuri Ulbricht, que é graduado e doutorando em Filosofia pela USP, vai falar sobre a importância da cultura em uma sociedade, destacando o valor da arte como forma de expressão, identificação e retrato de um povo.

Esta iniciativa é da produção do espetáculo Alma Despejada em parceria com o Ministério da Cidadania e a Porto Seguro.

Alma Despejada – que está em cartaz no Teatro Porto Seguro até o dia 28 de novembro – conta a história de Teresa, uma mulher de mais de 70 anos que, depois de morta, faz sua última visita à casa onde morava porque a casa foi vendida e sua alma foi despejada. Teresa é uma professora de classe média, apaixonada por palavras, que construiu sua vida familiar ao lado de um marido trabalhador e bem-sucedido. A teatralidade do texto de Andrea Bassitt instiga o espectador a seguir uma história aparentemente trivial, mas que tem uma trajetória surpreendente, em sintonia com a nossa sociedade e os fatos atuais, valorizando o humor e a poesia.

Flyer -bate-papo Alma Despejada

Alma Despejada

Com Irene Ravache

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 80 minutos

até 28/11

Quarta e Quinta – 21h

$30/$70

Classificação 14 anos

 

Bate-papo: A Importância da Arte em Uma Sociedade

Com: Irene Ravache, Andréa Bassit e Yuri Ulbricht

Teatro Nair Bello (

Duração 90 minutos

19/11

Terça – 19h

Grátis

Classificação não informada

O vencedor do Drama Desk de Jason Robert Brown, ”Os Últimos 5 Anos”, do original “The Last Five Years”, foi traduzido para inúmeros idiomas em mais de 20 países e foi nomeado um dos dez melhores shows da TIME Magazine de 2001.

O sucesso, já adaptado para o cinema, é um musical que retrata a realidade de muitos  casais no mundo todo: o amor ou a profissão? Sua perspectiva é retratada pelo olhar de  cada um no casal, levando o público a conhecer os dois lados da mesma história. Muito aguardado pelos fãs de musicais e com um fascinante roteiro recheado de canções de tirar o fôlego, a montagem brasileira do musical da Broadway “Os Últimos 5 Anos” irá
aproximar famílias, jovens e idosos, que por sua vez, já vivenciaram alguns desses momentos em suas vidas.

Com licença da MTI, a obra, que encerrou com sucesso de crítica sua primeira temporada no Brasil, trás a originalidade do autor pela primeira vez em terras sul-americanas, oferecendo ao público um requinte dramatúrgico nunca visto antes nos musicais.

SINOPSE: Cathy Hyatt e Jamie Wellestein tem um casamento feliz. Ela é atriz em busca da grande chance na carreira, mas sofre com o insucesso. Ele, um romancista em ascensão cuja última obra está entre os primeiros lugares em vendas nas livrarias. A diferença entre o sucesso de Cathy e de Jamie os faz entrar em conflito e repensar os últimos cinco anos em que estiveram juntos. Com uma fascinante história e roteiro recheado de canções de tirar o fôlego, o autor teve a genial ideia de fazer os personagens contarem a mesma história em sentidos cronológicos opostos, Cathy contando do fim para o começo e Jamie contando do começo para o fim, atestando assim, o requinte e charme deste musical aclamado mundialmente.

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Os Últimos 5 Anos

Com Beto Sargentelli e Eline Porto

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

03 a 18/08

Sábado – 21h, Domingo – 19h

$80

Classificação 14 anos

LUA DE SANGUE

Escola de Atores Wolf Maya apresenta espetáculo Lua de Sangue, concebido por sua Turma M6A, inspirado em obras de Frederico Garcia Lorca. Com direção de Kleber Montanheiro, as apresentações acontecem nos dias 9 e 10 de março (sábado e domingo) e entre os dias 14 e 17 de março (quinta a domigo), no Teatro Nair Bello.

A montagem é um estudo que celebra o universo de García Lorca (1898-1936). O grupo de formandos coloca em cena um diálogo cruzado que se estabelece entre três importantes obras do poeta e dramaturgo espanhol: Bodas de SangueYerma e A Casa de Bernarda Alba. Segundo o diretor, a peça traz as relações existentes nos três textos. A história se passa em uma aldeia onde circulam personagens de Bodas de Sangue que se relacionam com outros de Yerma e A Casa de Bernarda Alba.

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Lua de Sangue

Com André Albuquerque, Andressa Miranda, Bruno Peres, Carolinne Assis, Carol Meyer, Giovanna Paola, Giovanni Pilan, Larissa Antonello, Layla Faraj, Liz Olivier, Lucas Amorim, Luiza Loup, Luiza Martucci, Marcela Fernandes, Marcela Furlan, Natália Melli, Rafael Licks, Rayssa Emy, Thaisa Carvalho e Thiago Lima

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

09 e 10/03

Sábado – 21h, Domingo – 19h

14 a 17/03

Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$15

Classificação 12 anos

A GREVE DO SEXO

Escola de Atores Wolf Maya apresenta espetáculo concebido por sua Turma M6B, A Greve do Sexo, obra de Aristófanes com direção de Hugo Coelho. As apresentações acontecem no período de 22 a 31 de março (de sexta a domingos), no Teatro Nair Bello.

No enredo, exausta das consequências da guerra, Lisístrata, uma ateniense, resolve convocar as mulheres gregas para convencê-las a fazer uma greve de sexo até que seus maridos resolvam assinar um tratado de paz. A montagem um estudo sobre o texto, também conhecido como Lisístrata, do dramaturgo grego (que viveu entre 447 e 385 a.C.). “Nossa montagem faz uma leitura contemporânea, procurando manter viva a essência provocadora e debochada da obra original“, comenta o diretor Hugo Coelho.

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A Greve do Sexo

Com Alexandre Ammano, Amanda Forte, Carolla de Rossi, Christiane Ohnmacht, Dayse Santos, Gabriella Oliveira, Giulia Lucci, Guilherme Hillwegg, Igor Berigo, Isabella Delalamo, Jarla Zimmer, Juliana Oliveira, Marcelo Ullmann, Monique Perdomo, Rafael Alvim, Rebeca Oliveira, Renata Aguirre, Rony Frauches, Vitor Nonno, Yasmine Salomão

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

22 a 31/03

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$15

Classificação 12 anos