CIDADE DOS CÃES

Uma cidade qualquer, pouco importa onde é, quatro estranhos se cruzam, um professor atormentado, uma psicóloga depressiva, uma adolescente vingativa e um matador de aluguel, quatro objetivos diferentes.
Suas angústias, medos e demônios se confrontam como cães de rua, brigando pelo escasso lixo para comer.
Uma metáfora irônica e violenta de uma sociedade que já não produz mais heróis.
A peça Cidade dos Cães, texto de José Alberto Martins, estreia em 05 de outubro no Teatro Paiol Gurgel.
CARMEN
Cidade dos Cães
Com Alinne Bello, Liza Caetano, Ronney Thiago, Vagner Miranda, José Alberto Martins, Mário Bortolotto (Narração)
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
05 até 26/10
Sexta – 21h
$40
Classificação – não informada

SABE QUEM DANÇOU?

Ambientada nos anos 1980, a tragicomédia “Sabe Quem Dançou?”, de Zeno Wilde, mesmo autor de Blue Jeans e Zero de Conduta, estreia no palco do Teatro Paiol Cultural dia 12 de outubro. Com novo elenco, a peça dirigida por Hermes Carpes acompanha personagens marginalizados para tratar de temas como jovens de rua, milícia, prostituição e roubos. Em cena, as mazelas, personagens, contexto, linguagem e situações que se aplicam perfeitamente aos dias atuais. A postura realista adotada na peça provoca choque e reflexão sobre questões tão conhecidas, mas muitas vezes ignoradas.

O personagem central é Madonna (Hermes Carpes), receptador de objetos roubados, que ampara meninos em sua casa. A primeira montagem ocorreu em 1990, com Clodovil Hernandes (1937-2009) no papel principal e recebeu prêmio por melhor texto, no mesmo ano, do “Timochenco Wehbi”. Foi finalista de melhor texto pelo prêmio Shell em 1991.

As sessões acontecem nos dias 12, 19 e 26 de outubro, quintas-feiras, sempre às 21h.

Peças teatrais são diferenciadas por diversos parâmetros, mas independente de sua classificação, uma peça tem que ser feita por gente que entende o que é Teatro, e que se entrega ao ofício com talento e suor, com prazer e amor pelo que faz. Essa tragicomédia me proporcionou ótimos momentos. Com texto realista, porém sem ser exagerado, mostra uma das facetas do submundo da sociedade, onde a lei da selva se impõe.” Jorge Leão – Jornalista, Produtor Cultural, Editor das revistas impressas Guia Teatro Carioca e Barra Cultura & Lazer.

 

Sabe Quem Dançou?
Com Hermes Carpes, Ronaldo Spedaletti, Cleber Batista e Ferruccio Cornacchia
Teatro Paiol Cultural (Rua Amaral Gurgel, 164, Consolação – São Paulo)
Duração 70 minutos
12 a 26/10
Quinta – 21h
$40
Classificação 18 anos

DAS RUAS, UM ORFEU DE MOCHILA

O dramático mito de Orfeu e Eurídice ganha vida nas periferias paulistanas. O herói grego entra em cena como o jovem mais desejado da região, enquanto a sua amada é uma visitante que atrairá olhares impiedosos na comunidade. Separados por um rio, eles lutarão pelo seu amor em um caminho cheio de pedras e obstáculos cruéis. É assim que a Tô Em Outra Cia. de Teatro apresenta o musical inédito “Das ruas, um Orfeu de mochila”.

O enredo original criado por Andreza Rodrigues e Thuane Campos aposta na mescla da fantasiosa mitologia grega com a dura realidade das periferias. As personagens da  narrativa de Orfeu são representadas por moradores de uma comunidade carente de São Paulo. O musical é composto por 15 músicas em tem uma hora e meia de duração.

Mais do que uma trágica história de amor, a peça tem como fundo um importante diálogo sobre as relações e o estilo de vida dos jovens que vivem em regiões mais pobres da capital. A descoberta do amor, o início da vida profissional e as relações que eles estabelecem com o tráfico, com o poder público e com a imprensa são alguns dos pontos trabalhados no espetáculo.

O texto surgiu em 2012 e foi apresentado por dois anos em periferias e no interior do Estado com o apoio do projeto Vizinho Legal, ação social da Roche Brasil na comunidade do Jaguaré, e com o patrocínio do Programa Aprendiz Comgás (PAC), iniciativa da Comgás em parceria com a Associação Cidade Escola Aprendiz.

Sinopse reduzida
Era um dia de festa. Dois amores se encontram. Orfeu e Eurídice, trazendo em suas mochilas seus encantos, músicas e alegrias. Ela com seus balões e ele com seu pandeiro encantado. Juntos encontram o amor, mas um acontecimento inesperado muda tudo. Orfeu terá que provar o quanto ama Eurídice, a “doidinha dos balões”. Texto baseado na mitologia grega (mito de Orfeu) e adaptado para os dias atuais.

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Das ruas, um Orfeu de mochila
Com Jose Paulo Rocha, Uédia Alves, Andreza Rodrigues, Bruno Gomes, Carlos Castro, Gabriel Hammer, Jorge Alves, Renan Marques, Thayna Rodrigues, Thuane Campos
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
02/09 até 28/10
Sábado – 19h
$30
Classificação 14 anos

O MAMBEMBE

O Mambembe, comédia musical da Cia das Artes, volta com nova temporada no dia 05 de novembro, sábado, às 21h30 no Teatro Paiol Cultural. Dirigida por Jair Aguiar, que também adaptou o texto de Arthur de Azevedo e interpreta Pantaleão na peça, a montagem conta a saga de uma trupe teatral que viaja pelo interior do Brasil e as dificuldades e contrariedades que enfrentam para atrair público. Sem dinheiro e lugar para dormir, o grupo se vê rendido pelas vontades de um político corrupto.

Apesar de ter sido escrito no final do século XIX, a narrativa retrata a realidade de muitos artistas da atualidade. “O Mambembe foi escrachado na época, mas o tempo o fez crescer e ser o sucesso que é”, afirma o ator e diretor Jair Aguiar, referindo-se à genialidade do dramaturgo, um dos precursores da comédia no Brasil.

Em cena durante todo o espetáculo, Leão Lobo interpreta Dona Rita, madrinha da mocinha da história, Laudelina (Gaby Ribeiro), que faz teatro amador e vive às voltas com as investidas duvidosas do empresário da jovem aspirante a atriz, Frazão, interpretado por Antonio Netto. “Ela é uma dona de casa que representa a vontade do povo de ser artista, o deslumbramento por um mundo muitas vezes distante”, comenta o jornalista, que integra pela segunda vez o elenco da peça.

Com uma mistura de linguagens, passando pelo circo e pela farsa, o diretor da montagem mantém a marca registrada da Cia das Artes de dar luz ao trabalho dos atores. “O foco é ser minimalista, com economia de gestos e movimentos”. Por isso, a cenografia e os figurinos de Marcio Tadeu são visualmente limpos. Já a iluminação assinada por Will Damas é aplicada na medida para dar ênfase às atuações cômicas e expressivas. Números musicais completam a encenação que ressaltam a dramaturgia rica em humor satírico com paródias melodramáticas e ácida crítica ao descaso dos governantes com a arte dramática.

O Mambembe
Com Antonio Netto, Caio Solano, Jair Aguiar, Leão Lobo, Gaby Ribeiro, Ananda Ferreira, Tainam Pongelupe, Amanda Bobadilha, Eduardo Salafia, Ubiratan Negrão, Fabio Moreira, Carol Gomes, Bruno Mariani, Duanny Mello, Eduardo Campagnolo, Emerson Leite, Gabriel Silverio, Geria Vasconcelos, Julia Nascimento, Kevin Oliveira, Larissa Cristina, Leandro Coelho, Luana Mello, Marcos Kaczan, Priscilla Gonçalves, Raimundo Oliveira, Wagner Avelino, Leo Silveira.
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
05/11 até 04/12
Sábado – 21h30; Domingo – 19h30
$26
Classificação livre
 
Autor: Arthur de Azevedo. 
Direção e Adaptação: Jair Aguiar. 
Diretor Assistente: Rubem Alves.
Direção Artística: Antonio Netto.
Direção Musical: Alt Garcia. 
Iluminação: Will Damas 
Produção: Cia. Das Artes. 
Produção Executiva: Keese Contino/Pedro Mashki. 
Cenário/Figurinos: Marcio Tadeu.
Assistentes: Weverton Caria (Direção), Italo Alves (Geral), Figurinos (Tainá Barrionuevo). 
Programação Visual: Jair Aguiar. 
Fotos:Lucas Pereira. 
Costureira: Dona Lucia. 
Assessoria de Imprensa: Corleone Assessoria de Imprensa Cultural

O DESPERTAR DA PRIMAVERA

O espetáculo “O Despertar da Primavera”, da Cia. Sentidos de Teatro, estreia em 20 de agosto de 2016 no Teatro Paiol Cultural. A peça ficará em cartaz aos sábados, às 19h30, em curta temporada, até dia 10 de setembro.

Um dos espetáculos mais aclamados de todos os tempos do teatro, “O Despertar da Primavera” foi escrito em 1891 por Frank Wedekind, autor e ator teatral e romancista que foi precursor do movimento expressionista. Considerado um gênio do teatro, Wedekind transforma sua literatura em um território sem leis pré-estabelecidas; ele apresenta desafios para a moralidade e as crenças; e muitas de suas peças apresentam cenas brutais – apresentam uma versão de uma vida ampliada, ilusória, mas reconhecível, conseguindo assim captar seu poder e beleza.

Na releitura da Cia. Sentidos, o espetáculo ganha uma estética singela, que combina elementos do expressionismo com uma trilha sonora rock n’ roll, que mistura canto e dança. O espetáculo é contado por 17 atores, que encenam, dançam e cantam, e por uma banda de cinco músicos, que realizam a música do espetáculo ao vivo.

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SINOPSE

“O Despertar da Primavera” descortina a sociedade da Alemanha no final do século XIX; uma sociedade profundamente enraizada em conceitos e moralidades patriarcais e religiosos. Optando por adotar o ponto de vista das crianças, trata do desabrochar da sexualidade e do fim da inocência da infância. Melchior Gabor é um jovem brilhante e rebelde, que ousa questionar os dogmas vigentes; enquanto que Wendla Bergman é uma menina criada por uma mãe com rígidos princípios morais e religiosos. O encontro dos dois irá provocar a explosão do desejo, da vontade de conhecer o sexo e o amor.

A história deles é acompanhada por outros jovens, como o oprimido e trágico Moritz, melhor amigo de Melchior, ou a bela Ilse, jovem errante que ousou aventurar-se pelo mundo e usufruir da liberdade. Todos eles têm que enfrentar o peso da repressão e do conservadorismo, nos mais diversos estágios da sociedade. Questões como abuso sexual, violência doméstica, gravidez na adolescência, prostituição, suicídio e homossexualidade, entre outros, vêm à tona na vida desses jovens.

Site: www.ciasentidos.com.br

O Despertar da Primavera
Com Jéssica Benite, Diego Santos, Marcelo Cazzelato, Angelo Favero, Larissa Medina, Lucas Furlan, Kevin Pacco, Danielle Carvalho, Giselli Trukiti, Leilane Bertunes, Polyana Porfírio, Rodrigo Odone, Mayumi Honda, Maciel Ferreira, Peter Macuzaya, Rita Mirone e Larissa Leão (swing).
Banda: Dario Ricco, Fabrício Sampaio, Felipe Grazia e Hiago Guirra. Músico swing: Marco De Laet.
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 120 minutos
20/08 até 10/09
Sábado – 19h30
$40
Classificação 16 anos.
 
Um espetáculo da Cia. Sentidos de Teatro.
Adaptado da obra original de Frank Wedekind.
Texto adaptado por Angelo Favero.
Direção Cênica: Angelo Favero.
Direção Musical de voz: Mayumi Honda.
Direção Musical de banda: Marco De Laet.
Direção de Atores: Rodrigo Odone.
Coreografias: Wellington Al.
Produtor Associado: Gustavo Dittrichi.
Sonorização / Operador de Som: Marco De Laet.
Iluminação / Operador de Luz: Gustavo Dittrichi.
Criação gráfica e Arte: Diego Santos.
Design de site e Divulgação: GDArt.
Produzido por: Lusco-Fusco Produções Artísticas.

 

CALA A BOCA JÁ MORREU

Mesclando histórias de migrantes que chegam a São Paulo com as malas cheias de sonhos e ilusões, a Cia das Artes reestreia Cala A Boca Já Morreu na quinta-feira, 16 de junho às 21h no Teatro Paiol Cultural. A montagem tem direção de Antonio Netto e é um clássico da dramaturgia brasileira do autor Luís Alberto de Abreu. A temporada será quintas e sextas, às 21h até 15 de julho.

Na trama, João é um jovem interiorano que chegou na capital paulista recentemente. Já Atílio, mais velho e experiente, nasceu nesta cidade tão grande e cheia de surpresas. Juntos, vivenciam uma jornada cheia de humor e drama no mundo dos migrantes de São Paulo.

Por intermédio da trajetória dos personagens, o espectador depara-se com diversas situações que ilustram o quanto esses migrantes se tornam presas fáceis para a exploração, desemprego, desrespeito, violência e miséria.

Viaduto do Chá, bairro do Bixiga, Cracolância, as ruas do centro velho da cidade. A essência e a verve destes lugares são os cenários por onde caminham os personagens criados por Luís Alberto de Abreu, que criou a dramaturgia durante os anos de repressão política no Brasil. O mosaico de personagens traz artistas das casas noturnas, prostitutas, travestis, malandros, homens e mulheres de bem. Uma das participações especiais fica por conta de Leão Lobo, que interpreta uma verdadeira Mamma do Bixiga e uma atriz decadente.

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O texto e o autor tem uma influência muito forte por São Paulo. A cidade serve como pano de fundo para todas as ações entre os personagens. Mostra a vida noturna, a poesia e inquietude do centro, as peculiaridades dos bairros, é uma verdadeira nostalgia pela metrópole paulistana”, conta o diretor Antonio Netto.

O espetáculo integra a programação do projeto Oficina de Atores, iniciativa da Cia das Artes que objetiva a formação, por meio da pesquisa de linguagem do gesto mínimo, a montagem de textos da dramaturgia brasileira e internacional, além de fomento à criação de Coletivos Teatrais. O grupo tem mais de 15 anos de atividades e já montou mais de 70 peças. Entre as montagens já realizadas estão Homens de Papel O Poeta da Vila e Seus Amores, de Plínio Marcos; O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues; Foi bom, meu Bem, de Luís Alberto de Abreu; Até Onde a Vista Alcança, de Reinaldo Santiago, entre outras montagens.

www.ciadasartes.com.br

www.facebook.com/TeatroCiadasArtes

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Cala a Boca já Morreu
Com Alexandre Iagobucci, Alt Garcia, Ana Carolina Bardi, Ana Paula Garozo, Angélica Moura, Anguair Gomes, Celso Oliveira, Gabriela Neves, Gabriela Ribeiro, Géria Vasconcelos, Ítalo Alves, Jeane Sakaki, Kevin Santos, Leão Lobo, Lucas Pereira, Márcio Vasconcelos, Maria do Desterro, Mateus Dalcin, Michele Shebra, Mirella Martina, Monique de Cassia, Patrícia Ribeiro, Richard Germano, Sergio Buck, Sidney Nunes, Tainan Pongeluppe, Thiago Fernando, Thiago Cardoso, Ubiratan Negrão.
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
16/06 até 15/07
Quinta e Sexta – 21h
$26
Recomendação 12 anos
 
Texto: Luís Alberto de Abreu. 
Direção: Antônio Netto. 
Iluminação: Will Damas. 
Cenários/figurinos: Márcio Tadeu. 
Assistente de Direção: Adriana.  
Produção: Cia. das Artes. 
Fotos: Sérgio Massa. 
Assessoria de Imprensa: Corleone Assessoria de Imprensa Cultural

VIOLETA, A MENINA LEITORA

A peça “Violeta, a Menina Leitora”, que já participou por duas vezes da Mostra FRINGE do Festival de Teatro de Curitiba e foi premiada com o Arlequim de Melhor Atriz Coadjuvante na 5ª Edição do Festival de Teatro Cidade de São Paulo (além de ter mais 7 indicações, na premiação), fará sua primeira temporada em São Paulo neste mês de novembro.
Violeta, a protagonista da história, conhece um livro mágico – e personagens fantásticos que o habitam – e aprende a enfrentar seus medos e se torna uma criança mais feliz, ao mesmo tempo em que descobre o universo encantado da literatura.
“Nosso objetivo é levar nosso público a entrar em contato com dois universos mágicos e capazes de transformar o mundo: o teatro e a literatura. ”, diz Tally Mendonça, autora do texto e diretora e produtora do espetáculo, em que também atua.
Tally é também autora do livro, de mesmo nome, que será publicado no início do ano que vem. Sobre o livro, ela diz: “Se vamos incentivar a leitura, nada melhor do que colocar toda a magia e o encanto da peça em um livro, que as crianças possam levar com elas. ”
“Violeta não é uma peça. Você não se sente em um teatro. Você se sente parte da história, acolhida por todos. Crianças e adultos estão na mesma sintonia, encantados!”, fala Veridiana Bastos, sobre o espetáculo. “Tenho participado dos Festivais de Teatro em Curitiba há alguns anos e a peça infantil que mais me empolgou foi Violeta, a Menina Leitora. Prendeu a atenção de todos – crianças e adultos -, de seu início ao fim, com mensagens de alto teor educativo quanto a leitura, ética, posicionamento social, vida em família e muito mais…”, afirma a secretária executiva Valéria Martinek.
Além de pretender incentivar a leitura com a peça, o Grupo Oba! de Teatro trabalha em parceria com o projeto CLICKLIVRO, que visa arrecadar livros novos e usados para escolas públicas, bibliotecas e outras instituições. A parceria se dá através de ações de arrecadação de livros.
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“Violeta, a Menina Leitora”
Com Gabriel Oliveira, José Nascimento, Letícia Junqueira, Lucas Stevanato, Marcos Simões, Marina Dall’Acqua, Matheus Toniazzi, Nadia Verdun, Raquel Zichelle, Tally Mendonça e Telma Esteves
Dramaturgia, Produção e Direção: Tally Mendonça
Colaboradora: Gabriele Salyna
Música original de: Alef Barros
Teatro Paiol Cultural (Rua Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 55 minutos
21/10 até 29/11
Sábado e Domingo – 15h
$30
Grupo Oba! de Teatro: www.facebook.com/grupoobadeteatro