REFUGO URBANO

Após uma aclamada temporada no Centro Cultural São Paulo no ano de 2015, a Trupe Dunavô está de volta com o seu espetáculo Refugo Urbano! O grupo está em cartaz no Espaço Parlapatões, localizado na Praça Roosevelt, até o dia 27 de março.

Em sua primeira temporada, Refugo Urbano arrebatou o público e atraiu os olhares da crítica especializada em teatro infantil, recebendo duas indicações para o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, nas categorias Melhor Atriz (Gabi Zanola) e Prêmio Sustentabilidade, categoria na qual foi premiado. Em uma votação especial, organizada para eleger os melhores do ano, o espetáculo foi eleito pelos leitores do Guia Folha como Melhor Espetáculo Infantil do Ano de 2015.

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“Refugo Urbano” conta a história de dois palhaços vindos de universos particulares e completamente distintos, que a partir de um encontro improvável, passam a conviver e lidar com suas diferenças. Pamplona e Claudius se encontram em um beco esquecido da cidade, e a partir desse encontro, o inexplicável abre espaço para que essas duas personagens se reinventem pelo convívio e o atravessar dos afetos. O divertido convívio em meio ao improvável, é fio condutor da obra, construída sob a ótica dos seres “invisíveis” que habitam as grandes cidades.

“Chamamos ‘invisíveis’ tudo aquilo que está ao nosso redor, mas que preferimos ignorar a existência, por não ser agradável aos olhos ou porque nos habituamos a ficar em nossa bolha individual”, diz Gislaine Pereira, integrante da Trupe DuNavô. “O que ambicionamos foi criar uma obra capaz de dialogar com todos os cidadãos, propondo uma reflexão sobre o que há nas ruas e qual é a nossa capacidade de ressignificar o que nossos olhos já se habituaram a ignorar”, ela complementa.

Gabi Zanola (Pamplona), indicada como Melhor Atriz, conta um pouco sobre este trabalho: “O que aproxima Refugo Urbano do público é sua humanidade! O espetáculo é cheio das mais sinceras tolices humanas, que podem ser bem engraçadas ou muito dolorosas e cruéis! Refugo Urbano é uma permissão de dois mundos muito diferentes, que se deixam levar juntos para um mesmo propósito, o que os torna iguais. A partir da solidão e da individualidade de cada mundo, esses dois palhaços tão distintos, e ao mesmo tempo tão iguais, criam um universo único!

Refugo Urbano é uma fábula que traz para o palco o resultado dos experimentos anteriores da trupe, pesquisando a máscara do palhaço e realizando intervenções urbanas, onde entraram em contato com a realidade das ruas do centro de São Paulo e de algumas periferias. Com esse espetáculo, a Trupe aprofunda suas pesquisas em torno do tema do refugo urbano, colocando sobre essa realidade outra perspectiva, explorando o que há de mágico na fria e crua realidade de quem vive à margem na sociedade.

Com brincadeiras circenses, corpo cômico, malabarismo e o divertido jogo do palhaço, a Trupe DuNavô diverte e surpreende o público com uma possível história de amor.

Para a execução desse projeto, a trupe contou com um time de peso! Entre os parceiros, estão nomes como Ronaldo Aguiar, recentemente premiado por seu trabalho em Simbad – O Navegante, que atuou como preparador corporal, contribuindo para que o espetáculo buscasse com maior intensidade os movimentos e brincadeiras circenses. Outro convidado especial do projeto foi o ator Rani Guerra, do Grupo Esparrama, que atuou como responsável pela preparação de boneco.

O responsável pela dramaturgia é Nereu Afonso, que já atuou como professor de teatro, na conceituada escola de Philippe Gaulier e no Conservatório de Arte Dramática de Champigny-sur-Marne (França). E quem assina a direção é Suzana Aragão, que já trabalhou com nomes como Teatro da Vertigem, atuou no espetáculo Folias Galileu com direção de Dagoberto Feliz, no Galpão do Folias, dirigiu espetáculos da Cia. Orbital, Núcleo Dois Tempos de Teatro,  Grupo de Teatro da Universidade São Judas e, atualmente, é Formadora Residente da SP Escola de Teatro no curso de Humor.

A página da Trupe Dunavô no facebook> www.facebook.com/DuNavo

Refugo Urbano
Com Gabi Zanola, Renato Ribeiro e Gis Pereira
Teatro Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 55 minutos
05 a 27/03
Sábado e Domingo – 17h
Recomendação livre
$30
 
(crédito foto – Sissy Eiko)

“A Idade da Ameixa”

A peça “A Idade da Ameixa” utiliza o universo feminino para abordar questões como a nostalgia de ter esperado tempo demais para realizar seus sonhos e, de repente, perceber que já é tarde demais. Os amores, os costumes, os afetos vividos – o quanto eles nos amarram e nos fazem perder tempo, além de serem repetidos por gerações.
As personagens são mineiras, e existe um paralelo entre a produção de vinho de ameixa que cultivam em sua residência , e a passagem do tempo, pois, para se fazer o vinho é preciso um momento específico da fruta – não pode nem ser antes do tempo nem depois, senão não fica bom.
Esse paralelo é feito em relação a passagem do tempo na residência, onde a convivência entre as gerações da família é relembrada constantemente.
Esta é a quarta temporada da peça, que está atualmente no Teatro dos Parlapatões, todas as quintas, às 21 horas, até o dia 13 de agosto.
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(crédito fotos – divulgação oficial)

“A Idade da Ameixa”
Com Juliana Soares, Marcela Lino, Mariana Neves, Mariana Mazivieiro, Renata Souza
Teatro Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
02/07 até 13/08
Quinta – 21h
$40

“Quando Eu Era Bonita”

Devido ao sucesso, a peça “Quando Eu Era Bonita”, volta para mais uma temporada no Teatro Parlapatões, a partir deste sábado, 20 de junho..
A peça, que tem as atrizes Ester Laccava e Lulu Pavarin no elenco, mostra duas amigas que estão na festa de confraternização de fim de ano da firma.
Na festa, as duas personagens paqueram, falam mal dos colegas, dançam, enquanto relembram os bons momentos que já viveram, sempre se referindo ao passado como o tempo “em que eram bonitas”.
O espetáculo teve origem numa versão reduzida apresentada nas Satyrianas/2014, e quer discutir sem pudor o lugar da mulher que já não sangra, mas que continua em pleno controle do querer, que vibra e se entrega como antes, mas que precisa lidar com o tempo que passa. E falar disso de uma forma libertária, aberta e sem melindres, só mesmo com a entrega total das duas atrizes”, diz o dramaturgo e diretor, Elzemann Neves.
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“Quando Eu Era Bonita”
Com Ester Laccava e Lulu Pavarin
Teatro Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo).
Duração 55 minutos
20/06 até 12/07
Sábado – 22h; Domingo – 21h
$40

crédito foto – João Caldas

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