EU NUNCA

O Teatro Raul Cortez recebe a peça adolescente ‘Eu Nunca’, que conta a história de três jovens com vidas extremamente opostas. No espetáculo, eles convivem e dividem as suas intimidades, sempre trazendo à tona as questões mais urgentes da juventude moderna.

No elenco e direção estão nomes já conhecidos pelo grande público. Júlio Oliveira é o diretor e também atua no espetáculo. O ator possui larga experiência na área artística e seu último trabalho na televisão foi em ‘Os Dez Mandamentos’, da TV Record. O ator, cantor e dublador Nicholas Torres interpretou o ‘Jaime’ na novela ‘Carrossel’ e na série ‘Patrulha Salvadora’ do SBT. Já a atriz Gabriela Gama começou sua carreira no palco aos 15 anos e possui mais de 30 peças em seu currículo, incluindo ‘Fortes Batidas’ – vencedor do Prêmio APCA como melhor espetáculo e o prêmio especial Femsa Coca-Cola por experimentação de linguagem.

A peça foi montada a partir de um conjunto de textos, depoimentos e pesquisas, escritos de forma coletiva. O texto possui uma linguagem descolada e aborda situações realistas a cada cena, sempre quebrando os clichês já apresentados em outros espetáculos do gênero.

O objetivo é fazer com que o jovem possa repensar o lugar em que se encontra atualmente, a partir de reflexões e críticas, e através das narrativas de vida dos personagens, que buscam transmitir um retrato dos principais problemas que afetam a juventude de hoje. A peça fica em cartaz até 26 de março, com apresentações às sextas às 21h, sábados às 20h e domingos às 19h.

 

Eu Nunca
Com Júlio Oliveira, Nicholas Torres e Gabriela Gama.
Teatro Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 80 minutos
10 a 26/03
Sexta – 21h; Sábado – 20h e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Júlio Oliveira
Dramaturgia: Criação Coletiva
Fotografia: Adriano Duarte
Produção Executiva: Aryane Faria & tOn Miranda
Direção de Produção: Bia Ramsthaler & tOn Miranda
Assessoria de Imprensa: Sanseverino Comunicação
Produção e Realização: Júlio Oliveira e Diversão & Arte

UM AMOR DE VINIL (OPINIÃO)

Memória. 

Um substantivo feminino que significa a faculdade que temos de conservar ideias ou imagens passadas e tudo que está associada às mesmas.

Ela norteou toda a criação do musical “Um Amor de Vinil“, que estreou ontem (11/11) no Teatro Fecomercio, sala Raul Cortez. O espetáculo é estrelado por Françoise Forton, Maurício Baduh e Marco Gérard.

A peça

O enredo conta a história de Amanda (Françoise) e Maurício.(Maurício), duas pessoas de meia idade, com experiência de vida. Ela é dona de uma loja de discos de vinil, onde trabalha Martinho. Amanda é meio desmemoriada para alguns fatos recentes da sua vida e Martinho funciona como sua memória musical. Já Maurício, infeliz no amor, é diretor financeiro na empresa de seu cunhado. Vai sempre na loja de vinis à procura de alguma raridade de espetáculo musical. Nestes vários encontros, acabam se envolvendo por causa da música.

Um Amor de Vinil” fala sobre a memória que temos da nossa vida, fatos que nos marcaram. Como reagimos com as lembranças do nosso passado, que podem vir acompanhadas de canções.

Já que estamos falando de música, a peça trabalha também com a lembrança que temos dos discos em vinil. Eles voltaram a moda, e para os amantes da música, a qualidade mais pura da gravação é através do vinil e da vitrola.

A produção pretende atingir o público com um espetáculo sem uma pretensão maior com a “mise-en-scéne” teatral, mas sim com o charme e delicadeza de uma história que fala sobre relacionamento humano, com afetividade, canções e humor.

A Trilha Sonora

Quando o autor, Flávio Marinho, começou escrever o musical, queria fazer um texto com músicas brega românticas, à la Roberto Carlos. Afinal, estas canções fazem parte da memória afetiva dos brasileiros. Mas conversando com os advogados do cantor, ficou sabendo que ele não cederia os direitos.

Não foi um problema, afinal o Brasil é um país musical.Marinho escolheu cerca de 100 músicas do período de 1964 até o final de 1970 e trabalhou a partir daí. Fez uma triagem até chegar nas 21 canções escolhidas. Privilegiou as músicas que combinavam com os diálogos que estava escrevendo, para que quando peça estivesse acontecendo, a transição fluísse naturalmente da fala para  o canto, e vice versa.

Estão na trilha sonora (playlist), clássicos de  Isolda, Antônio Marcos, Milton Nascimento, Tavito, Ivan Lins, Caetano Veloso, entre outros.

Experiência

Ao chegarmos na sala Raul Cortez, percebemos que a maior parte do público era de mais idade. Será que vieram por causa das lembranças das canções do tempo em que eram jovens? Mas o interessante é que muitos estavam acompanhados de filhos e netos, sendo que alguns destes mais jovens estavam indo pela primeira vez ao teatro.

Entrando na sala, tem-se a visão do cenário. O interior da loja “Um Amor de Vinil”. Estão lá, em pleno século XXI, prateleiras decoradas com as capas dos vinis. É uma diversão ficar tentando se lembrar daquele disco, de quando era, quem era o cantor (memória afetiva). Lá no interior da cabeça, já vem o barulho característico que a agulha da vitrola fazia quando a encostávamos no LP (o chiado característico)

Vem o terceiro toque e inicia a peça. Entra a personagem Amanda pedalando sua bicicleta em direção ao trabalho. No fundo, uma versão instrumental de “Paula e Bebeto”. Depois entram Maurício e Martinho. E começa o desenrolar desta comédia musical afetiva…

A história consegue nos remeter ao passado. No decorrer dos 90 minutos do espetáculo, muitas músicas desencadeiam nossas memórias. E sim, enquanto os atores cantam, a plateia vai murmurando em conjunto. Fica lindo de se ver, é emocionante.

Ao término, ainda tem a oportunidade de levar para casa uma recordação do espetáculo – uma foto com os atores; além de ir relembrando as canções no trajeto de volta a casa.

Memória Histórica

O autor, Flávio Marinho, lança no dia 14 de novembro, na sessão para convidados do musical, o seu mais novo livro “O Teatro é o Melhor Programa“. Flavio tem um arquivo com cerca de 5.000 programas de teatro de peças que se apresentaram no Rio de Janeiro de 1973 até 2014.

Com isso, além de fazer um registro jornalístico e histórico de 40 anos do teatro carioca, ele preserva uma parte da memória do teatro nacional, pois estão registradas peças da Bahia, Pernambuco e São Paulo, entre outras, que estiveram em cartaz na cidade do Rio (desde que fizeram o registro em programa)

A produção do espetáculo também vai lançar os livros dos dois últimos musicais – “Estúpido Cupido” e “Um Amor de Vinil“.

Mais uma forma de se manter viva a memória do teatro brasileiro!

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Um Amor de Vinil
Com Françoise Forton e Mauricio Baduh
Ator / músico: Marco Gérard
Teatro Fecomércio – Sala Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
05 e 06/11 – ensaio aberto às 21h (sábado) e 17h (domingo)
11/11 até 18/12
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 17h
$80 ($20 – final de semana da estreia)
Classificação 12 anos
Texto: Flávio Marinho
Direção: André Paes Leme
Direção musical: Liliane Secco
Música tema: Liliane Secco e Flávio Marinho
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurinos: Ticiana Passos
Iluminação: Paulo Denizot
Direção coreografica: Marina Salomon
Programação visual: Felipe Braga
Fotografia: Pedro Murad
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Direção de Produção: Elaine Moreira
Produção: Barata Comunicação

 

 

UM AMOR DE VINIL

Um espetáculo que aborda a memória emotiva através da música e do humor, que retrata o amor como agente de transformação”, detalha Flavio Marinho, autor de Um Amor de Vinil, dirigido por André Paes Leme.
Um Amor de Vinil fala de recordação, no seu maior aspecto. A vida da gente é um filme cheio de lembranças em que a música faz a nossa trilha”, conta Françoise Forton, protagonista do espetáculo, junto com Maurício Baduh. Os atores são acompanhados pelo ator/músico Marco Gérard
As canções de Um Amor de Vinil por si só bastariam para narrar a mais apaixonante história de amor. A cena corre ligeira e pontuada por uma sequência musical. Quando o poeta e o compositor se unem é impossível proteger o coração das memórias e das emoções”, relata Paes Leme.  “Uma história de amor entre um homem que ensina uma mulher a chorar e uma mulher que ensina um homem a sorrir”, define o autor e jornalista Flávio Marinho, que lança no dia 14 de novembro, segunda feira, na sessão para convidados, o livro: ’’Teatro é o melhor Programa”, que retrata os últimos 40 anos do teatro carioca.
O Vinil voltou à moda, rs. O amante da música, hoje, tem uma vitrola em casa e defende a qualidade mais pura da gravação, através do vinil e da vitrola. As músicas retratadas na peça continuam contemporâneas e atuais. Acho que o público cantará junto com os atores. Um Amor de Vinil tem uma dramaturgia original que homenageia a teatralidade que as músicas brasileiras produzem nas letras e canções”, revela Eduardo Barata, produtor e idealizador do musical.
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A peça conta o romance de Amanda e Maurício, personagens muito diferentes que se envolvem embalados por 22 clássicos da música popular brasileira. Composições presentes no imaginário do público. Canções de Isolda, Antônio Marcos, Milton Nascimento, Lulu Santos, Tavito, Ivan Lins, Caetano Velloso, entre outros, sucessos na voz de intérpretes como: Roberto Carlos, Fagner, Marisa Monte, Erasmo Carlos, etc. “A MPB é uma excelente dramaturgia, o texto e a encenação mostram a força que a música tem para contar uma história” relata Paes Leme que desde 1999 exerce a função de professor na cadeira de Direção teatral, na Uni Rio.

Dona de uma loja de discos de vinil, que sobreviveu até ao auge do CD, Amanda, é uma animada e bem-humorada proprietária que nunca chegou a se ligar, de verdade, a homem algum. Maurício é um dos seus clientes mais fiéis, que se diverte com ela, da mesma forma em que é extremamente fiel à mulher. Mas os dois acabam se envolvendo a partir do interesse em comum pela música. Martinho, interpretado pelo ator e músico Marco Gérard, faz a transição das emoções e sentimentos, através das canções. “Flávio foi muito feliz na escolha do repertório, ele resgatou e misturou pérolas brasileiras bem antigas com trilhas mais modernas. Todo o contexto musical é de extrema importância para trama e é por isso que estou transformando alguns arranjos e “dando uma nova vestimenta” às músicas”, conta Liliane Secco, diretora musical.

Um Amor de Vinil fala do cuidado que devemos ter com a nossa memória”, define Flávio Marinho, que completa 30 anos de carreira e já dirigiu 76 espetáculos, escreveu 23 peças originais, adaptou 19 e traduziu 23 textos. Atualmente é coautor com Miguel Falabella do seriado “Brasil a Bordo”. Flávio colaborou em 23 programas de TV na Globo, foi roteirista de 12 shows como os de Francis e Olívia Hime e teve 19 livros publicados.

A direção coreográfica é baseada nas relações dos personagens e nas musicas que contam a estória deles, trabalhando e estimulando sugestões corporais dos atores para tentar estabelecer uma ligação fluida entre a cena teatral e uma gestualidade mais elaborada”, conta Marina Salomon, coreógrafa do espetáculo. O cenário, de Carlos Alberto Nunes, se apropria da temática e utiliza os discos de vinil para a construção de objetos que compõem a ambientação da loja de Amanda. “Não criei nada além do que o texto pede, mas dei um toque vintage que é a cara da peça”, conta o cenógrafo. Completam a equipe: Ticiana Passos, no figurino e o iluminador Paulo Denizot. “Um Amor de Vinil é uma comédia romântica musical que não tem apenas uma plateia, tem cúmplices. Talvez cúmplices da nossa própria história de amor que, através da memória teremos coragem de reviver”, conclui André Paes Leme.
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Um Amor de Vinil
Com Françoise Forton e Mauricio Baduh
Ator / músico: Marco Gérard
Teatro Fecomércio – Sala Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 75 minutos
05 e 06/11 – ensaio aberto às 21h (sábado) e 17h (domingo)
11/11 até 18/12
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 17h
$80 ($20 – final de semana da estreia)
Classificação 12 anos
 
Texto: Flávio Marinho
Direção: André Paes Leme 
Direção musical: Liliane Secco
Música tema: Liliane Secco e Flávio Marinho 
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurinos: Ticiana Passos
Iluminação: Paulo Denizot
Direção coreografica: Marina Salomon
Programação visual: Felipe Braga
Fotografia: Pedro Murad
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Direção de Produção: Elaine Moreira
Produção: Barata Comunicação

O MUSICAL MAMONAS (OPINIÃO)

O arcanjo Gabriel vendo como está a situação do Brasil – chata e enfadonha e terra do nada pode – convoca os integrantes do grupo Mamonas Assassinas para trazerem de volta a alegria para o país. O jeito escolhido é que eles criem um musical autobiográfico para ser apresentado na Terra. Cabe a Dinho, Júlio, Bento, Samuel e Sérgio contarem suas histórias entremeadas de números musicais. E assim, começa o espetáculo “O Musical Mamonas“.

Fomos assistir nesta quinta, 10 de março, a primeira apresentação do espetáculo com plateia. Ou seja, os atores e a produção veriam como seria a reação que o público terá a partir de amanhã (sexta feira), a estreia oficial do musical.

O que nós e eles viram? Que o espetáculo funcionará perfeitamente. A plateia VIBROU desde o início com o número de abertura (evitaremos os spoilers). Quando os cinco meninos de Guarulhos entraram no palco, pela reação da plateia, perceberam que tinham conquistado a todos.

E a energia não caiu em nenhum momento, só cresceu. Foi assim durante todo o espetáculo até o ápice com o término da peça. Tudo bem que o público era formado de convidados da produção e dos atores, mas a alegria que o grupo trouxe nos seus quase 7 meses de sucesso para o público brasileiro, voltou a tona no Teatro Raul Cortez.

(Abrindo parênteses – um único senão é que hoje também estavam presentes os familiares dos integrantes do Mamonas. Alguns já tinham vistos os ensaios, mas como dissemos, hoje eles viram a reação do público perante as histórias de seus familiares. Quando terminou a peça, quase todos choravam de emoção.)

Lógico que durante a apresentação, a emoção vinha e apertava a garganta. Você olhava para o palco e já sabia como seria o trágico desfecho da vida daqueles rapazes. Mas a história de Walter Daguerre, com direção de José Possi Neto, impediu que o espetáculo se direcionasse para este lado. Foram mais de 120 minutos de pura emoção. Uma emoção para cima, positiva. Cantávamos juntos com os atores. As palmas vinham a toda hora.

No palco, foram mostrados o início do grupo Utopia; o encontro com Rick Bonadio; a mudança para o nome Mamonas Assassinas; o descobrimento pela gravadora EMI; a entrevista no Jô Soares; a briga pela audiência entre os programas televisivos onde se apresentavam; até o show histórico que fizeram no “Thomeuzão” (Guarulhos – SP)

Qual foi a solução encontrada por Walter Daguerre e José Possi Neto para encerrar o espetáculo? Para descobrir, você deverá ir até o teatro para assistir “O Musical Mamonas“.

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Precisa de mais motivos para ver, e rever, o espetáculo? Seguem abaixo mais cinco motivos do porque ir assisti-los.

  1. O Tema da peça – Foi pouco tempo, mas de uma alegria intensa, o período que os Mamonas Assassinas estiveram sob os holofotes. Então poder de novo ver as performances do grupo no palco, ouvir e cantar as músicas junto com eles, é uma catarse (se for insensível, fique em casa).
  2. O Elenco Principal – José Possi Neto tinha falado na coletiva de imprensa que procurou atores que sabiam cantar, dançar e atuar. Se fossem parecidos, melhor ainda. Ruy Brissac (Dinho), Adriano Tunes (Júlio), Yudi Tamashiro (Bento), Elcio Bonazzi (Samuel) e Arthur Ienzura (Sérgio) parece que incorporaram os Mamonas originais. Estão perfeitos nos papéis. Você percebe que, assim como o grupo, os atores também se divertem no palco. Vão melhorar (se é possível) a cada apresentação.
  3. O Ensemble – são 10 atores ( 4 mulheres e 6 homens) que se multiplicam no palco. Parece que são bem mais, mediante o número de papéis que fazem. A rapidez com que trocam de roupas é absurda. Além do principal – atuam, cantam e dançam muito, e também tem o timing da comédia. A produção foi extremamente feliz na escolha deste elenco.
  4. Patrick Amstalden – Falando em comédia, as cenas humorísticas são dominadas pelo ator Patrick Amstalden. Cada vez que entrava no palco com um novo personagem, a plateia vinha abaixo de tanto rir. Foi aplaudido inúmeras vezes em cena aberta. Já conhecíamos o seu trabalho de outros musicais, mas ficamos muito impressionado com este seu novo trabalho.
  5. As músicas – A produção não ficou apenas nas músicas do grupo Mamonas Assassinas. Foram escolhidas também músicas de bandas que fizeram a cabeça dos cinco rapazes. Então ouve-se Titãs, Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Guns’n Roses. Se não bastasse, ainda foram compostas paródias e músicas originais para o espetáculo. Tudo sob a direção musical de Miguel Briamonte.

E se precisar de mais um motivo extra, tem este:

      6. A direção de José Possi Neto – conseguiu encontrar uma maneira de contar uma história com um final trágico, sem cair para um sensacionalismo barato. Contou a história de cinco rapazes felizes com a vida e que fizeram o público sorrir. Possi extraiu o melhor de cada ator e fez com que todos se divertissem no palco, atingindo o objetivo do espetáculo de também divertir a plateia.

Sabemos que uma peça de teatro é o resultado do conjunto do trabalho de todos. Então também parabenizamos o trabalho de toda a equipe de “O Musical Mamonas“.

Abaixo seguem três números do espetáculo que foram apresentados na coletiva de imprensa (saiba que ver ao vivo é muito melhor):

Pelados em Santos

Lá Vem o Alemão 

Medley “Comida”/”Geração Coca Cola” 

“O Musical Mamonas”

Com Ruy Brissac, Adriano Tunes, Yudi Tamashiro, Elcio Bonazzi, Arthur Ienzura, Patrick Amstalden, Rafael Aragão, Vanessa Mello, Nina Sato, Gabriela Germano, Maria Clara Manesco, Marco Azevedo, Reginaldo Sama, Bernardo Berro, Andre Luiz Odin
Teatro Raul Cortez (R. Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
10/03 até 25/06
Quinta e Sábado – 21h; Sexta – 21h30; Domingo – 19h
$120
(50% exclusivo para clientes Banco do Brasil Seguridade, detentores de seguro, previdência ou capitalização do Banco do Brasil )
Texto – Walter Daguerre
Direção Geral – José Possi Neto
Direção Musical – Miguel Briamonte
Coreografia – Vanessa Guillen
Cenário – Nello Marrese
Figurinos – Fabio Namatame
Designer de maquiagem e cabelos – Anderson Bueno
Designer de Luz – Wagner Freire
Designer de som – Gabriel D’Angelo
Produtores Associados – Rose Dalney, Márcio Sam e Túlio Rivadávia
Assessoria de Imprensa – Morente Forte

O MUSICAL MAMONAS

Dê um trato na sua brasília amarela. Faça bem a barba e arranque seu bigode. Dê uma passadinha rápida por Santos, mas evite comer tatu porque dá dor nas costas. Eles estão voltando.

No ano em que se completa duas décadas sem a sua presença, a banda Mamonas Assassinas está de volta aos palcos. Desta vez, como tema de uma peça de teatro. O enredo – de Walter Daguerre – parte de uma premissa: como seria a história da banda contada pelos seus integrantes?

É esta versão que se verá no Teatro Raul Cortez (São Paulo) a partir do dia 11 de março de 2016. A vida destes cinco rapazes de Guarulhos, que em sete meses, fizeram uma carreira meteórica com apenas um disco, que tem o mesmo nome que o da banda.

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A direção geral é de José Possi Neto (“Raia 30”), a coreografia Vanessa Guillen (“Constellation – Uma Viagem Musical pelos anos 50”), a direção musical é de Miguel Briamonte (“Ou Tudo ou Nada”) com assistência de Laura Visconti (“Memórias de um Gigolô).

Os atores que representarão os cinco integrantes da banda foram divulgados ontem pelo jornalista Ubiratan Brasil, do jornal O Estado de São Paulo. São eles: Ruy Brissac (Dinho), Arthur Ienzura e Élcio Bonazzi (Sérgio e Samuel), Yudi Tamashiro (Bento) e Adriano Tunes (Julio).

Segundo fonte interna, divulgamos agora o elenco que também estará no musical. São quatro atrizes/bailarinas e seis atores/bailarinos, que darão o total de quinze atores.

Elenco feminino: Gabriela Germano (“Dias de Luta, Dias de Glória”), Maria Clara Manesco (“Disney Channel”), Nina Sato (“Dias de Luta, Dias de Glória”) e Vanessa Melo (Para Sempre, Isadora);

Elenco Masculino: Andre Luiz Odin Figueiredo Padreca (“Natal Mágico”), Bernardo Berro (“Canção dos Direitos da Criança”), Marco Azevedo (“Constellation – Uma Viagem Musical pelos anos 50”), Patrick Amstalden (“Antes Tarde do que Nunca”), Rafael Aragão (“Antes Tarde do que Nunca”) e Reginaldo Sama (“Fale com a Lua”),

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Os ensaios começam a partir de 5 de janeiro, e segundo seu diretor, ele pretende contar a vida da banda como as antigas chanchadas da Atlântida, com muita  irreverência e nonsense.

Agora é aguardar ano que vem, para termos de volta toda aquela alegria no palco que contagiou um público dos oito aos oitenta anos, de Oiapoque ao Chuí.

Estávamos com saudades, meninos. “Music is very good,… music is very porreta”.

“O Musical Mamonas”
Com Ruy Brissac, Adriano Tunes, Yudi Tamashiro, Elcio Bonazzi, Arthur Ienzura, Patrick Amstalden, Vanessa Mello, Nina Sato, Gabriela Germano, Maria Clara Manesco, Marco Azevedo, Reginaldo Sama, Bernardo Berro, Andre Luiz Odin
Teatro Raul Cortez (R. Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
10/03 até 25/06
Quinta e Sábado – 21h; Sexta – 21h30; Domingo – 19h
$120
(50% exclusivo para clientes Banco do Brasil Seguridade, detentores de seguro, previdência ou capitalização do Banco do Brasil )
Texto – Walter Daguerre
Direção Geral – José Possi Neto
Direção Musical – Miguel Briamonte
Coreografia – Vanessa Guillen
Cenário – Nello Marrese
Figurinos – Fabio Namatame
Designer de maquiagem e cabelos – Anderson Bueno
Designer de Luz – Wagner Freire
Designer de som – Gabriel D’Angelo
PRODUTORES ASSOCIADOS – Rose Dalney, Márcio Sam e Túlio Rivadávia

O MUSICAL MAMONAS

Ubiratan Brasil, do jornal O Estado de São Paulo, divulgou no dia de hoje o elenco principal do “O Musical Mamonas”. O espetáculo fala sobre a vida dos cinco integrantes do grupo musical Mamonas Assassinas.

São eles: Ruy Brissac (Dinho), Arthur Ienzura e Élcio Bonazzi (Sérgio e Samuel), Yudi Tanashiro (Bento) e Adriano Tunes (Julio).

A direção é de José Possi Neto. A estreia prevista é para 11 de março no Teatro Raul Cortez (SP).

Que venham as brasílias amarelas, os tatus, os robocops gays pelados em Santos…. Com certeza o Teatro Raul Cortez não será mais o mesmo após a visita destes cinco meninos de Guarulhos.

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FRIDA Y DIEGO

De Maria Adelaide Amaral, o espetáculo ‘Frida Y Diego’ reestreou no Teatro Raul Cortez para temporada até 31 de janeiro de 2016. A trama retrata a complexa e intensa relação dos fascinantes artistas mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera e o legado que deixaram na história da arte. A peça tem direção de Eduardo Figueiredo. No elenco, a atriz Leona Cavalli interpretando Frida Kahlo e José Rubens Chachá como Diego Rivera.
O espetáculo narra o reencontro dos artistas depois de uma traumática separação. A trama mostra uma fase conturbada da vida de Frida, quando já bastante doente e com muitas dores, voltou a morar com Diego, em casas vizinhas ligadas por um corredor. Frida Kahlo e Diego Rivera viveram um grande e conturbado amor, ao mesmo tempo em que influenciavam, com sua arte latina, o mundo das artes plásticas europeu e americano na animada e confusa década de 30.
A peça, recheada de conflitos, poesia, nostalgia e humor, tem iluminação assinada por Guilherme Bonfanti, cenário, figurino e adereços por Márcio Vinícius e direção musical de Guga Stroeter.
Segundo o diretor, a obra de Maria Adelaide apresenta, de forma explícita, o universo afetivo desses dois grandes artistas sem perder o panorama histórico que tanto os influenciaram. “A dramaturgia e o trabalho dos atores são o nosso norte no espetáculo!”, acrescenta.
O ator José Rubens Chachá, que completa 40 anos de carreira com esta montagem, observa: “Foi o melhor presente que poderia receber. Eu tenho um fascínio muito grande por personagens reais. Quando completei 30 anos de carreira, a Maria Adelaide me convidou para viver Oswald de Andrade no espetáculo “Tarsila”, também de sua autoria. Desta vez, o presente me surpreendeu ainda mais. Considero Oswald e Diego dois antropofágicos em suas artes tão diversas”.
Há nove anos sem participar de uma produção de teatro, a atriz Leona Cavalli comemora o retorno. “Frida foi sempre absolutamente avançada em sua arte e, na vida, ela teve a coragem de fazer da sua existência uma obra de arte com extrema inteligência, indo muito além da sua dor. É um privilégio trazer para a cena a humanidade dela. O texto da Maria Adelaide coloca a matéria prima da arte da Frida na dramaturgia, ou seja, a sua vida. Muitas coisas que estão escritas na peça foram ditas pela artista”, conta a atriz.
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Frida y Diego
Com Leona Cavalli e José Rubens Chachá
Teatro Raul Cortez (Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
07/11 até 31/01/16
Sábado – 21h; Domingo – 19h
$80

Texto: Maria Adelaide Amaral.
Direção: Eduardo Figueiredo.
Direção musical e trilha: Guga Stroeter e Matias Capovilla.
Músicos: Braulio Vidile (acordeom) e Vico Piovani (baixo acústico).
Direção de arte – cenografia, figurinos e adereços: Marcio Vinicius.
Visagismo: Anderson Bueno.
Desenho de luz: Guilherme Bonfanti.
Assistência de direção: Alex Bartelli.
Direção de movimento: Renata Brás.
Estágio de direção: Eric Mourão.
Programação visual: Vitor Vieira.
Projeto de vídeo e projeções: Jonas Golfeto.
Fotos de divulgação: Gabriel Wickbold.
Fotos de cena: Lenise Pinheiro.
Produção executiva: Ton Miranda.
Gerência de produção: Bia Izar.
Direção de produção: Maurício Machado.
Realização e produção: manhas & manias eventos.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio