VAMP, O MUSICAL (COLETIVA)

Na tarde desta terça feira, 12 de setembro, foi apresentada a imprensa a coletiva de “Vamp, o Musical“.

Inspirada nos 25 anos da novela, o diretor Jorge Fernando e os atores Claudia Ohana e Ney Latorraca voltam a interpretar personagens clássicos da obra que mexeu com o país.

Jorge Fernando, que está se recuperando do AVC que teve, foi quem apresentou os números e iniciou a conversa com a imprensa. Claudia Ohana e elenco interpretaram “Noite Preta” (tema da novela) e depois Ney Latorraca com elenco fizeram uma versão brasileira de “Thriller” (Michael Jackson).

Abaixo os dois números e algumas fotos da coletiva.

Fotos

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Vamp, o Musical
Com Ney Latorraca, Claudia Ohana, Claudia Netto, Helga Nemeczyk, Luciano Andrey, Erika Riba, Pedro Henrique Lopes, Kevin Vechiatto, Livia Dabarian, Franco Kuster, Osvaldo Mil, Gabriella Di Grecco, Oscar Fabião, Isa Pagnota, Thais Morello, Kaleb Figueiredo, Gabriel Cordeiro, Talitha Pereira, Mari Amaral, Nathalia Serra, Giselle Lima, Vanessa Costa, Raquel Higa, Carol Botelho, Natacha Travassos, Renan Mattos, Lucas Nunes, Gabriel Querino, Fabio Cador, Daniel Cabral, Murilo Armacollo e Gustavo Della Serra.
Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 140 minutos
15/09 até 29/10
Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h30
$40/$150
Classificação Livre

NÃO SOMOS AMIGAS

Não Somos Amigas desafia o público a desvendar a relação entre duas mulheres que discutem em um apartamento perto do aeroporto.  É um labirinto retórico onde amor e ódio se revezam, colocando à prova nossas certezas sobre o significado do amor incondicional. Afinal, quem são elas, por que estão ali e o que realmente está acontecendo? 
 
De Michelle Ferreira, a peça volta ao cartaz no dia 16 de setembro de 2017 no Teatro Sérgio Cardoso (Sala Paschoal Magno). A peça tem direção de Maria Maya e o elenco é formado por Lulu Pavarin e Sabrina Greve.
 
Depois de mais de dez textos escritos e encenados, no Brasil e no exterior, Michelle Ferreira inaugura uma nova fase do seu trabalho: a escalada irracional. “O irracional nos guia mais, não necessariamente melhor, mas bem mais do que o racional. Temos que admitir que a racionalidade não é uma grande coisa e nem nos levou a um lugar tão elevado. Muitas vezes desprezamos o corpo e suas sensações, e somos domesticados por primícias que nem se quer acreditamos. O espetáculo é que fala da vida e da morte, emociona o público e o leva à reflexão. É um tratado de memória, de conflito e de amor, com o qual é possível dialogar com as sensações de quem assiste”.
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Não Somos Amigas
Com Lulu Pavarin e Sabrina Greve
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
16/09 até 02/10
Sábado – 20h, Domingo – 19h30, Segunda – 20h
$40
Classificação 16 anos

VAMP, O MUSICAL

Cerca de exatamente 25 anos foi o tempo que separou uma das novelas de maiores sucessos da rede Globo de sair da telinha para chegar aos palcos do Teatro Musical Brasileiro.

Em março deste ano, “Vamp, o Musical” estreou no Teatro Riachuelo (Rio de Janeiro), trazendo uma nova aventura dos vampiros Vlad (Ney Latorraca) e Natasha (Claudia Ohana) na cidade de Armação dos Anjos. E com eles, vieram todos os personagens que fazem parte da nossa memória televisiva – a Família Rocha, a Família Matoso, a caçadora de vampiros Penn Taylor, além de novos personagens criados especialmente para o espetáculo, como Madrácula, a vampira mãe de Vlad, interpretada por Claudia Netto.

A trama

A trama conta a história de Natasha, uma cantora que vende a alma para Conde Vlad em troca do sucesso na carreira. Ele, apaixonado por sua presa, faz de tudo para conquistá-la, mas com o passar do tempo Natasha só tenta se livrar dele e da maldição de ser vampira para sempre.

Para isso, parte em busca do Medalhão do Poder, escondido na cidadezinha litorânea Baía dos Anjos, onde encontra a família do capitão Jonas.  Natasha vai até lá com a desculpa de gravar o clipe de uma música, causando comoção na cidade.

Vlad descobre seu plano e, para se vingar, transforma o paraíso em uma cidade tomada por vampiros. O final será surpreendente e muito diferente do da novela.

Estreia em São Paulo

Agora, a partir de 15 de setembro, o público paulistano poderá ver essa história de amor. Sim, pois apesar de ser uma história com vampiros, o diretor geral Jorge Fernando procurou enfocar essa nova trama neste sentimento, “é uma história de amor, e com muita comédia, para a família inteira se divertir no teatro. Um espetáculo para todas as idades: para quem foi criança naquela época e para as crianças de hoje”.

A música tema da novela também está presente no musical. “Noite Preta” é de novo interpretada por Claudia Ohana, mas com novos arranjos. O tema de Natasha – “Sympathy to the Devil“, “Gita“, “Puro Êxtase“, “Doce Vampiro” e “Thriller“, de Michael Jackson, são outros destaques da trilha sonora.

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Vamp, o Musical
Com Ney Latorraca, Claudia Ohana, Claudia Netto, Helga Nemeczyk, Luciano Andrey, Erika Riba, Pedro Henrique Lopes, Kevin Vechiatto, Livia Dabarian, Franco Kuster, Osvaldo Mil, Gabriella Di Grecco, Oscar Fabião, Isa Pagnota, Thais Morello, Kaleb Figueiredo, Gabriel Cordeiro, Talitha Pereira, Mari Amaral, Nathalia Serra, Giselle Lima, Vanessa Costa, Raquel Higa, Carol Botelho, Natacha Travassos, Renan Mattos, Lucas Nunes, Gabriel Querino, Fabio Cador, Daniel Cabral, Murilo Armacollo e Gustavo Della Serra.
Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 140 minutos
15/09 até 29/10
Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h30
$40/$150
Classificação Livre

 

PALHAÇOS

Com texto de dramaturgo Timochenco Wehbi (1943 – 1986), Palhaços volta com temporada no porão do Teatro Sérgio Cardoso a partir de segunda-feira, 10 de julho às 20h. As apresentações acontecem às segundas-feiras (10, 17, e 31 de julho e 14 de agosto, às 20h) e uma terça-feira (25 de julho, às 20h).

O espetáculo conta com direção de Marcio Vasconcelos e atuação de Antônio Netto e Sérgio Carrera, além do sanfoneiro Guilherme Padilha. O projeto é uma realização da Cia das Artes e a Cia Pompa Cômica.

A trama se passa no intervalo de apresentação do palhaço Careta (Antônio Netto) que recebe em seu camarim a visita de um espectador, Benvindo (Sérgio Carrera), um vendedor de sapatos encantado com a performance. Se aproveitando da extrema inocência do visitante, o palhaço Careta expõe as dificuldades e dores de ser um artista, e estabelece um jogo de faz de contas para que Benvindo perceba o sentido de sua própria vida, condicionada aos padrões estabelecidos pela sociedade.

A peça fala sobre a condição humana ao expor os dois lados de um mesmo tipo de fragilidade: a desilusão frente à exploração social somada à uma insciência desta. Nesta versão, a obra de Timochenco Wehbi, ganha um novo integrante: o sanfoneiro.

Este personagem, em meio às músicas, caminha entre as histórias de Benvindo e o palhaço Careta, conduzindo a dramaturgia em um labirinto entre ficção e realidade. A montagem traz elementos que ajudam a trazer a atmosfera do picadeiro para o palco com artistas circenses que fazem números de clown, malabares, mágica.

O espetáculo é uma metalinguagem na questão da dificuldade de se viver de arte pelo país. O texto é um contraponto ao abordar o universo dos artistas, que mesmo diante de muitas barreiras, fazem o que mais gostam na vida. E também representa o mundo em que as pessoas seguem os costumes ditados pela maioria”, fala Carrera.

O ator viveu uma situação contrária de seu papel na vida real ao desistir da carreira médica e optar pela vida artística. “Definitivamente, trabalhar com arte no Brasil é resistir. Já meu personagem Benvindo abriu mão de seus anseios ao entrar para todos os padrões possíveis”.

Um dos maiores trunfos do texto é fazer um jogo em que nos perguntamos quem é o palhaço de quem durante o encontro entre os personagens. Expurga os conflitos internos, coloca uma outra face do palhaço, além do picadeiro. Em cena, um é complemento do outro”, diz Netto.

Assim como o dramaturgo, Netto também nasceu em Presidente Prudente e sua atuação no espetáculo Palhaços na cidade natal foi um fator determinante para sua chegada em São Paulo e continuar sua carreira no início dos anos 90. Os dois atores têm uma longa trajetória de parceria nos palcos, pois já trabalharam juntos em duas montagens da comédia musical Bar D’Hotel e no espetáculo De Um Dia de Pierrot ao Curto-Circuito, obra também de Timochenco Wehbi.

Timochenco Wehbi é um dramaturgo extremamente significativo, contendente, transgrediu a época em que vivia. Estava inserido na era da contracultura, um momento de ebulição na sociedade. Questões que não passaram em branco e ficaram refletidas em sua obra. Era uma pessoa apaixonada pelo circo e acompanhou bem as famílias que viviam dessa arte pelo interior”, diz os Netto.

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Palhaços
Com Antonio Netto, Sérgio Carrera e Guilherme Padilha. 
Teatro Sergio Cardoso – Porão (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
10, 17, 25, 31/07; 14/08
Segunda – 20h; Terça – 20h
$40
Classificação 12 anos

 

POEMA BAR

Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Teatro Sérgio Cardoso, com patrocínio da Dudalina, apresentam o recital “Poema Bar”, montagem que traz Alexandre Borges em leitura dramatizada de poemas de Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa.

Enquanto Alexandre Borges declama versos dos poetas, o pianista português João Vasco interpreta músicas que vão do fado às canções brasileiras e harmonias improvisadas. A dupla conta com participação das cantoras Mariana de Moraes (neta de Vinicius) e da lusitana Sofia Vitória.

No repertório, canções como “Amor em lágrimas”, “Acalanto da Rosa”, “Eu não existo sem você”, de Vinicius de Moraes e “Tenho dó das estrelas”, de Fernando Pessoa, entre outras.

Aclamado por um público de mais de 18 mil espectadores, incluindo Portugal, Alemanha, França, São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, o espetáculo presta uma homenagem aos poetas Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa.

A curta temporada na capital paulista acontece de 6 a 16 de julho, com sessões de quinta a domingo, 20h, na sala Paschoal Carlos Magno. Aos domingos haverá bate-papo com os atores após a apresentação.

A montagem propõe um novo olhar sobre a obra de dois poetas que, apesar de retratarem épocas diferentes, traduzem em versos, a ampla cultura de seus países. O humor ácido e as paixões de Vinicius se unem ao romantismo de Pessoa em um show para ser visto, ouvido e, sobretudo, sentido.

Sobre Poema Bar

Alexandre Borges e João Vasco desenvolveram o projeto “Poema Bar” movidos pela paixão literária que ambos nutrem por Vinicius e Pessoa. O espetáculo estreou em julho de 2011, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, e, posteriormente, esteve em cartaz no teatro Bühne der Kulturen, em Colônia, na Alemanha.

No Brasil, estreou em outubro de 2011, quando o grupo promoveu uma semana em comemoração aos 98 anos de Vinicius de Moraes, no Rio de Janeiro. No ano seguinte percorreu o Estado de São Paulo.

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Poema Bar
Com Alexandre Borges, João Vasco, Mariana de Moraes e Sofia Vitória
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 70 minutos
06 até 16/07
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 20h
$40
Classificação 12 anos

PONTO MORTO

Depois de uma temporada de sucesso, o espetáculo PONTO MORTO volta aos palcos de São Paulo para contar a história da relação de amor e repulsa entre pai e filho. A montagem, que reestreia dia 4 de julho, terça-feira, às 20 horas, no porão do Teatro Sérgio Cardoso, é um recorte na vida de um pai atormentado pelo fardo de ter um filho limítrofe, eternamente dependente dele.

PONTO MORTO fala de um assunto complexo, que é o autismo, mas de uma maneira lúdica e amorosa e mostra a retomada de um relacionamento na busca de um reencontro ou renascimento. Em cena os atores Marat Descartes e Luciano Chirolli dão vida aos personagens criados pelo autor Helio Sussekind, que com um texto forte e contundente, leva o público a analisar e discutir um assunto pouco explorado, cercado de medo, discriminação e exclusão social.

O texto, dirigido por Camilo Bevilacqua e Denise Weinberg, mostra numa sofisticada construção, onde não importa o que aconteceu antes e nem o que vai acontecer depois, é simplesmente um recorte daquele momento de duas noites na vida daquelas duas pessoas.

Relações humanas

PONTO MORTO é uma história sobre a interdependência dos seres humanos em uma de suas necessidades mais básicas: o afeto. De alguma forma, as personagens dialogam com antigas fábulas infantis, uma espécie de João e Maria às avessas onde o pai procura não deixar pista para que o filho jamais “retorne” ao ponto de partida. O pai, Humpty (Luciano Chirolli), é viúvo, tem cerca de 70 anos e vive o conflito permanente de quem habita a fronteira entre a intolerância e a consciência do dever. É um homem cheio de culpa, mas com muita vontade de acertar. Já o filho, Dumpty (Marat Descartes), de 40 anos, possui o desenvolvimento cognitivo de uma criança que vive se confrontando com uma enorme instabilidade emocional.

O ator Marat Descartes ficou impressionado com o texto, que apresenta a reprodução fiel da forma como se estabelece geralmente a comunicação com um autista. “O espetáculo traz à tona de forma radical um aspecto crucial das relações humanas: a necessidade do afeto”, conta ele. Luciano Chirolli diz que o que mais lhe chamou atenção no texto foi a força dos diálogos prestigiando a construção de imagens que o espectador venha a fazer. “Meu personagem é um homem lutando exaustivamente para dialogar com  seus piores sentimentos e o texto mostra a linha tênue entre amor e a sofrível co-dependência desses dois homens”, explica o ator.

Montagem realista

O diretor Camilo Bevilacqua, que divide a direção de PONTO MORTO com Denise Weinberg explica que em termos de atuação a montagem é realista, mas em termos de cenário, não. “A gente faz uma indicação, uma alusão a onde eles estão, mas o que é realista é a interpretação”, diz ele.

Denise Weinberg acredita que o bom teatro é uma história bem contada com bons atores em cena. “Quando li o texto do Helio me despertou aquela vontade de ver o espetáculo pronto com dois atores, que deveriam ser feras no palco. Então conseguimos essa linda parceria de Luciano Chirolli e Marat Descartes, que acho que são expoentes do teatro paulista”, conta a diretora.

Para ela, contar uma história de um amor tão atribulado, de uma relação de amor e repulsa entre duas pessoas, ainda mais sendo pai e filho é muito interessante. “Isso vai afetar qualquer pessoa que for assistir, pois estamos falando do ser humano e isso sempre me interessou, por isso faço teatro, para poder entender melhor a complexidade e a complicação das questões da alma humana, que é onde o teatro, desde a Grécia antiga, trabalha estas questões. Estão aí até hoje os grandes temas das tragédias gregas e que até hoje e talvez nunca serão resolvidos, pois fazem parte da nossa condição humana.

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Ponto Morto
Com Luciano Chirolli e Marat Descartes
Teatro Sérgio Cardoso – Porão (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
04/07 até 29/08
Terça, Quarta e Quinta – 20h
(não haverá apresentações dias 6, 25, 26 e 27 de julho e 22, 23, 30 e 31 de agosto).
$60
Classificação 12 anos

PESCADORA DE ILUSÃO

Pescadora de Ilusão conta a história de uma mãe que pede perdão aos filhos por ter esquecido de dar comida aos seus peixinhos vermelhos, o que fez com que eles morressem. Para justificar seu pedido de desculpas, Clarice garante que ama os animais e conta histórias divertidas sobre os bichos de estimação que passaram por sua vida, como o cachorro Dilermando e a macaquinha Lisete. No enredo da peça as atrizes Carol Badra e Mel Lisboa vivem as personagens EU e TU, duas atrizes, que pedem para as crianças perdoarem a Clarice Lispector por ter matado os peixes, assim como ela faz no livro.

A adaptação do texto e direção geral do espetáculo são de GpeteanH, tendo como seu assistente Arnaldo D’Ávila. Em um clima de mistério, diversão e interatividade com a plateia, as atrizes explicam a importância do perdão e a relação com as perdas, separações e até mesmo a morte, fazendo uma analogia, entre as diversas histórias que intercalam a trama, com a morte dos tais peixinhos vermelhos.

A encenação utiliza objetos e adereços animados, concebidos pelo diretor de arte Marco Lima, que assina também o cenário e os figurinos. Estes objetos são “pescados” pelas atrizes ou surgem de forma inusitada para ajudá-las a contar essa história.

A dupla de atrizes ainda mostra a sua versatilidade ao cantar, sapatear e tocar alguns instrumentos, na bela trilha idealizada pelo diretor musical Pedro Paulo Bogossian, e na coreografia de Chris Matallo”, completa o diretor GpeteanH.

SINOPSE
PESCADORA DE ILUSÃO – As personagens EU e TU são amigas inseparáveis. O que as une é o amor pelo teatro. Um dia, decidem sair em defesa da escritora Clarice Lispector que esqueceu-se de alimentar os peixinhos de seus filhos. Para conseguirem seu intento, montam um espetáculo pedindo para que os espectadores perdoem a “Pescadora de Ilusão”.

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Pescadora de Ilusão
Com Carol Badra e Mel Lisboa
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
24/06 até 30/07
Sábado e Domingo – 16h
$30
Classificação livre