MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS

Após recente temporada de sucesso de crítica e público no Teatro Eva Herz, o solo cômico-musical Memórias Póstumas de Brás Cubas retorna aos palcos com duas sessões especiais no Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno, nos dias 22 e 23 de novembro (quarta e quinta), às 20h.

O texto, adaptado pela diretora Regina Galdino e interpretado pelo ator Marcos Damigo, destaca a trajetória do anti-herói Brás Cubas, símbolo do homem burguês, sem escrúpulos e sem ética, que nos revela a continuidade de um comportamento oportunista que persiste no Brasil desde o século XIX.

O MUSICAL

Brás Cubas, o “defunto autor”, é um aristocrata medíocre, mas mesmo assim consegue, através do riso e da sedução, conquistar a empatia do público. Ele pertence a uma elite aventureira, dividida entre o desejo liberal e a prática escravocrata. A montagem traz uma visão moderna do romance baseada na carnavalização, salientando seu aspecto cômico-fantástico. A encenação realiza uma “conversa” entre quatro artes: o teatro, a literatura, a dança e a música, estas duas últimas especialmente ligadas à alma e à cultura brasileiras.

Em um solo vibrante, Marcos Damigo vive um Brás Cubas bem-humorado, irreverente, egoísta e amoral. Com uma narrativa não linear e fiel à obra original, o personagem dialoga com a plateia, canta, dança, discorre sobre seus envolvimentos amorosos e episódios de sua vida enquanto passeia pelas agruras da sociedade de seu tempo. “A recepção do público na temporada passada foi ótima: uma plateia muito jovem, evidentemente interessada pela obra por causa do vestibular, misturou-se a espectadores maduros, admiradores de Machado de Assis, e foi unânime o impacto causado pelo trabalho de Damigo, ator que está na plenitude do uso de seus recursos vocais e corporais para interpretar o imprevisível Brás Cubas, em cenas ora sérias, ora cômicas, ora fantásticas, ora musicais. Tanto na adaptação quanto na direção, minha concepção brechtiana – com destaque para os aspectos filosóficos da obra – exige do ator experiência, inteligência, despojamento e versatilidade, e Marcos Damigo está impressionante no papel do irônico defunto”, afirma Regina Galdino.

O monólogo traz à tona toda a atualidade deste livro genial de Machado de Assis, oferecendo ao público um olhar agudo sobre a sociedade brasileira do século XIX. A equipe conta com profissionais já conhecidos da cena paulistana: Damigo, que protagonizou Dom Casmurro em outra peça adaptada de Machado; o diretor musical e arranjador Pedro Paulo Bogossian; Mário Manga, que assina a música original; e Fábio Namatame na criação do figurino. Regina Galdino assinou e dirigiu, em 1998, uma montagem desta mesma adaptação da obra do célebre escritor carioca que repete a parceria de sucesso com Manga, Bogossian e Namatame. Interpretado por Cássio Scapin, o espetáculo recebeu vários prêmios e elogios da crítica.

Memórias Póstumas de Brás Cubas
Com Marcos Damigo
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 85 minutos
22 e 23/11
Quarta e Quinta – 20h
$50
Classificação 14 anos
 
*Dia 22/11 sessão com tradução em libras e 30 entradas gratuitas para deficientes auditivos.

RELICÁRIO

Em seu trabalho inaugural, A Musa Heroica Companhia de Teatro apresenta novas possibilidades estéticas e dramatúrgicas para a improvisação. Ao contrário da maioria de espetáculos desse gênero, que geralmente usam jogos de desafios para provocar a risada na plateia, Relicário mostra que também é possível empregar a linguagem do improviso teatral para criar cenas dramáticas, cômicas, naturalistas, etc.

A partir de inspirações fornecidas pelos espectadores de cada sessão, a trupe cria oito histórias curtas sobre o relacionamento entre várias mulheres – mães, filhas, amigas, irmã, colegas de trabalho, vizinhas, amantes – em diferentes situações cotidianas.

As 12 atrizes do elenco se revezam em cena (em trios, quartetos, duplas ou outras combinações) de acordo com as demandas de cada contexto proposto. Elas só sobem ao palco juntas no último quadro, um desafio maior em termos técnicos.

De acordo com a diretora Rhena de Faria, a ideia da peça é lançar um olhar feminino – sem pretensão panfletária ou sexista – sobre a arte de improvisar, que, na América Latina, é majoritariamente dominada por homens. “É ano de quebrarmos paradigmas e abrimos o leque de possibilidades na linguagem improvisacional. Felizmente há muita gente boa em São Paulo trabalhando duramente para que isto aconteça”, diz.

Como não há qualquer script pré-estabelecido, os gestos, as palavras e as mínimas ações das personagens são usados para criar uma dramaturgia totalmente espontânea. Até a iluminação precisa corresponder ao que está sendo representado ou mesmo propor algo que auxilie o elenco no desenvolvimento da narrativa. Por isso, o grupo convidou o iluminador-improvisador Diego Rocha, que já operou a luz de vários espetáculos do gênero, como “Improvável”, da Cia Barbixas de Humor.

Relicário foi contemplado pela 5ª edição do Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo.

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Relicário
Com Anah Laise, Carolina Holly, Cimara Fróis, Cintia Portella, Juliana Mesquita, Luciana Esposito, Maíra De Grandi, Michelle Gallindo, Paula Silvestre, Priscila Muniz, Tamara Borges e Vanessa Corrêa
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 55 minutos
07 a 29/10
Sábado – 20h, Domingo – 19h30
$20
Classificação 14 anos

VAMP, O MUSICAL (COLETIVA)

Na tarde desta terça feira, 12 de setembro, foi apresentada a imprensa a coletiva de “Vamp, o Musical“.

Inspirada nos 25 anos da novela, o diretor Jorge Fernando e os atores Claudia Ohana e Ney Latorraca voltam a interpretar personagens clássicos da obra que mexeu com o país.

Jorge Fernando, que está se recuperando do AVC que teve, foi quem apresentou os números e iniciou a conversa com a imprensa. Claudia Ohana e elenco interpretaram “Noite Preta” (tema da novela) e depois Ney Latorraca com elenco fizeram uma versão brasileira de “Thriller” (Michael Jackson).

Abaixo os dois números e algumas fotos da coletiva.

Fotos

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Vamp, o Musical
Com Ney Latorraca, Claudia Ohana, Claudia Netto, Helga Nemeczyk, Luciano Andrey, Erika Riba, Pedro Henrique Lopes, Kevin Vechiatto, Livia Dabarian, Franco Kuster, Osvaldo Mil, Gabriella Di Grecco, Oscar Fabião, Isa Pagnota, Thais Morello, Kaleb Figueiredo, Gabriel Cordeiro, Talitha Pereira, Mari Amaral, Nathalia Serra, Giselle Lima, Vanessa Costa, Raquel Higa, Carol Botelho, Natacha Travassos, Renan Mattos, Lucas Nunes, Gabriel Querino, Fabio Cador, Daniel Cabral, Murilo Armacollo e Gustavo Della Serra.
Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 140 minutos
15/09 até 29/10
Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h30
$40/$150
Classificação Livre

NÃO SOMOS AMIGAS

Não Somos Amigas desafia o público a desvendar a relação entre duas mulheres que discutem em um apartamento perto do aeroporto.  É um labirinto retórico onde amor e ódio se revezam, colocando à prova nossas certezas sobre o significado do amor incondicional. Afinal, quem são elas, por que estão ali e o que realmente está acontecendo? 
 
De Michelle Ferreira, a peça volta ao cartaz no dia 16 de setembro de 2017 no Teatro Sérgio Cardoso (Sala Paschoal Magno). A peça tem direção de Maria Maya e o elenco é formado por Lulu Pavarin e Sabrina Greve.
 
Depois de mais de dez textos escritos e encenados, no Brasil e no exterior, Michelle Ferreira inaugura uma nova fase do seu trabalho: a escalada irracional. “O irracional nos guia mais, não necessariamente melhor, mas bem mais do que o racional. Temos que admitir que a racionalidade não é uma grande coisa e nem nos levou a um lugar tão elevado. Muitas vezes desprezamos o corpo e suas sensações, e somos domesticados por primícias que nem se quer acreditamos. O espetáculo é que fala da vida e da morte, emociona o público e o leva à reflexão. É um tratado de memória, de conflito e de amor, com o qual é possível dialogar com as sensações de quem assiste”.
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Não Somos Amigas
Com Lulu Pavarin e Sabrina Greve
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
16/09 até 02/10
Sábado – 20h, Domingo – 19h30, Segunda – 20h
$40
Classificação 16 anos

VAMP, O MUSICAL

Cerca de exatamente 25 anos foi o tempo que separou uma das novelas de maiores sucessos da rede Globo de sair da telinha para chegar aos palcos do Teatro Musical Brasileiro.

Em março deste ano, “Vamp, o Musical” estreou no Teatro Riachuelo (Rio de Janeiro), trazendo uma nova aventura dos vampiros Vlad (Ney Latorraca) e Natasha (Claudia Ohana) na cidade de Armação dos Anjos. E com eles, vieram todos os personagens que fazem parte da nossa memória televisiva – a Família Rocha, a Família Matoso, a caçadora de vampiros Penn Taylor, além de novos personagens criados especialmente para o espetáculo, como Madrácula, a vampira mãe de Vlad, interpretada por Claudia Netto.

A trama

A trama conta a história de Natasha, uma cantora que vende a alma para Conde Vlad em troca do sucesso na carreira. Ele, apaixonado por sua presa, faz de tudo para conquistá-la, mas com o passar do tempo Natasha só tenta se livrar dele e da maldição de ser vampira para sempre.

Para isso, parte em busca do Medalhão do Poder, escondido na cidadezinha litorânea Baía dos Anjos, onde encontra a família do capitão Jonas.  Natasha vai até lá com a desculpa de gravar o clipe de uma música, causando comoção na cidade.

Vlad descobre seu plano e, para se vingar, transforma o paraíso em uma cidade tomada por vampiros. O final será surpreendente e muito diferente do da novela.

Estreia em São Paulo

Agora, a partir de 15 de setembro, o público paulistano poderá ver essa história de amor. Sim, pois apesar de ser uma história com vampiros, o diretor geral Jorge Fernando procurou enfocar essa nova trama neste sentimento, “é uma história de amor, e com muita comédia, para a família inteira se divertir no teatro. Um espetáculo para todas as idades: para quem foi criança naquela época e para as crianças de hoje”.

A música tema da novela também está presente no musical. “Noite Preta” é de novo interpretada por Claudia Ohana, mas com novos arranjos. O tema de Natasha – “Sympathy to the Devil“, “Gita“, “Puro Êxtase“, “Doce Vampiro” e “Thriller“, de Michael Jackson, são outros destaques da trilha sonora.

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Vamp, o Musical
Com Ney Latorraca, Claudia Ohana, Claudia Netto, Helga Nemeczyk, Luciano Andrey, Erika Riba, Pedro Henrique Lopes, Kevin Vechiatto, Livia Dabarian, Franco Kuster, Osvaldo Mil, Gabriella Di Grecco, Oscar Fabião, Isa Pagnota, Thais Morello, Kaleb Figueiredo, Gabriel Cordeiro, Talitha Pereira, Mari Amaral, Nathalia Serra, Giselle Lima, Vanessa Costa, Raquel Higa, Carol Botelho, Natacha Travassos, Renan Mattos, Lucas Nunes, Gabriel Querino, Fabio Cador, Daniel Cabral, Murilo Armacollo e Gustavo Della Serra.
Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 140 minutos
15/09 até 29/10
Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h30
$40/$150
Classificação Livre

 

PALHAÇOS

Com texto de dramaturgo Timochenco Wehbi (1943 – 1986), Palhaços volta com temporada no porão do Teatro Sérgio Cardoso a partir de segunda-feira, 10 de julho às 20h. As apresentações acontecem às segundas-feiras (10, 17, e 31 de julho e 14 de agosto, às 20h) e uma terça-feira (25 de julho, às 20h).

O espetáculo conta com direção de Marcio Vasconcelos e atuação de Antônio Netto e Sérgio Carrera, além do sanfoneiro Guilherme Padilha. O projeto é uma realização da Cia das Artes e a Cia Pompa Cômica.

A trama se passa no intervalo de apresentação do palhaço Careta (Antônio Netto) que recebe em seu camarim a visita de um espectador, Benvindo (Sérgio Carrera), um vendedor de sapatos encantado com a performance. Se aproveitando da extrema inocência do visitante, o palhaço Careta expõe as dificuldades e dores de ser um artista, e estabelece um jogo de faz de contas para que Benvindo perceba o sentido de sua própria vida, condicionada aos padrões estabelecidos pela sociedade.

A peça fala sobre a condição humana ao expor os dois lados de um mesmo tipo de fragilidade: a desilusão frente à exploração social somada à uma insciência desta. Nesta versão, a obra de Timochenco Wehbi, ganha um novo integrante: o sanfoneiro.

Este personagem, em meio às músicas, caminha entre as histórias de Benvindo e o palhaço Careta, conduzindo a dramaturgia em um labirinto entre ficção e realidade. A montagem traz elementos que ajudam a trazer a atmosfera do picadeiro para o palco com artistas circenses que fazem números de clown, malabares, mágica.

O espetáculo é uma metalinguagem na questão da dificuldade de se viver de arte pelo país. O texto é um contraponto ao abordar o universo dos artistas, que mesmo diante de muitas barreiras, fazem o que mais gostam na vida. E também representa o mundo em que as pessoas seguem os costumes ditados pela maioria”, fala Carrera.

O ator viveu uma situação contrária de seu papel na vida real ao desistir da carreira médica e optar pela vida artística. “Definitivamente, trabalhar com arte no Brasil é resistir. Já meu personagem Benvindo abriu mão de seus anseios ao entrar para todos os padrões possíveis”.

Um dos maiores trunfos do texto é fazer um jogo em que nos perguntamos quem é o palhaço de quem durante o encontro entre os personagens. Expurga os conflitos internos, coloca uma outra face do palhaço, além do picadeiro. Em cena, um é complemento do outro”, diz Netto.

Assim como o dramaturgo, Netto também nasceu em Presidente Prudente e sua atuação no espetáculo Palhaços na cidade natal foi um fator determinante para sua chegada em São Paulo e continuar sua carreira no início dos anos 90. Os dois atores têm uma longa trajetória de parceria nos palcos, pois já trabalharam juntos em duas montagens da comédia musical Bar D’Hotel e no espetáculo De Um Dia de Pierrot ao Curto-Circuito, obra também de Timochenco Wehbi.

Timochenco Wehbi é um dramaturgo extremamente significativo, contendente, transgrediu a época em que vivia. Estava inserido na era da contracultura, um momento de ebulição na sociedade. Questões que não passaram em branco e ficaram refletidas em sua obra. Era uma pessoa apaixonada pelo circo e acompanhou bem as famílias que viviam dessa arte pelo interior”, diz os Netto.

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Palhaços
Com Antonio Netto, Sérgio Carrera e Guilherme Padilha. 
Teatro Sergio Cardoso – Porão (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
10, 17, 25, 31/07; 14/08
Segunda – 20h; Terça – 20h
$40
Classificação 12 anos

 

POEMA BAR

Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Teatro Sérgio Cardoso, com patrocínio da Dudalina, apresentam o recital “Poema Bar”, montagem que traz Alexandre Borges em leitura dramatizada de poemas de Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa.

Enquanto Alexandre Borges declama versos dos poetas, o pianista português João Vasco interpreta músicas que vão do fado às canções brasileiras e harmonias improvisadas. A dupla conta com participação das cantoras Mariana de Moraes (neta de Vinicius) e da lusitana Sofia Vitória.

No repertório, canções como “Amor em lágrimas”, “Acalanto da Rosa”, “Eu não existo sem você”, de Vinicius de Moraes e “Tenho dó das estrelas”, de Fernando Pessoa, entre outras.

Aclamado por um público de mais de 18 mil espectadores, incluindo Portugal, Alemanha, França, São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, o espetáculo presta uma homenagem aos poetas Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa.

A curta temporada na capital paulista acontece de 6 a 16 de julho, com sessões de quinta a domingo, 20h, na sala Paschoal Carlos Magno. Aos domingos haverá bate-papo com os atores após a apresentação.

A montagem propõe um novo olhar sobre a obra de dois poetas que, apesar de retratarem épocas diferentes, traduzem em versos, a ampla cultura de seus países. O humor ácido e as paixões de Vinicius se unem ao romantismo de Pessoa em um show para ser visto, ouvido e, sobretudo, sentido.

Sobre Poema Bar

Alexandre Borges e João Vasco desenvolveram o projeto “Poema Bar” movidos pela paixão literária que ambos nutrem por Vinicius e Pessoa. O espetáculo estreou em julho de 2011, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, e, posteriormente, esteve em cartaz no teatro Bühne der Kulturen, em Colônia, na Alemanha.

No Brasil, estreou em outubro de 2011, quando o grupo promoveu uma semana em comemoração aos 98 anos de Vinicius de Moraes, no Rio de Janeiro. No ano seguinte percorreu o Estado de São Paulo.

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Poema Bar
Com Alexandre Borges, João Vasco, Mariana de Moraes e Sofia Vitória
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 70 minutos
06 até 16/07
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 20h
$40
Classificação 12 anos