REFÚGIO, O MUSICAL

Em Refúgio – O Musical, Lucas é um rapaz obrigado a abandonar seus sonhos de estudar numa escola de artes para poder ajudar sua mãe Joice a sustentar a casa e cuidar da sua irmã, Mariana. Trabalhando num emprego sem perspectiva alguma Lucas em horas livres sai com seu melhor amigo, Júnior, que mora com seus pais, em uma parte nobre da cidade. Quando Max, irmão mais velho de Júnior, volta pra casa por uma temporada, ele logo se interessa pelos talentos de Lucas. Este se apaixona perdidamente por Max, mas não entende os próprios sentimentos e entra em confronto com suas convicções e suas emoções.

A montagem de Refúgio – O musical é autoral e inédita, com direção geral de Alexandre Biondi, texto original de Biondi e adaptação de Bruno Bossio e músicas de Kaio Nobre e Vitor Moutte.
Refúgio – O musical é uma adaptação do premiado curta metragem Refúgio, dirigido por Pedro Diniz e roteirizado por Biondi. O musical manterá a história central de Max e Lucas, e as nuances para se manter um relacionamento amoroso.
O texto é refinado e sofisticado, mas a clareza dos diálogos dará ao público a percepção de que a trama pode pertencer ao cotidiano de qualquer sociedade. Momentos de sensualidade estarão presentes e serão tão sofisticados quanto o texto que os acompanhará. As músicas darão leveza e até uma pitada de humor. As 14 composições exclusivas têm arranjos contemporâneos e carregam a criatividade brasileira. O musical será interpretado ao vivo pelos oito atores e terá dois músicos em cena.
Muitos foram os festivais dos quais o curta Refúgio, direção de Pedro Diniz e roteiro de Alexandre Biondi, participou nos últimos 3 anos. Recebeu do público do Festival de Cinema Art Déco, em São Paulo, o prémio de melhor filme. Já no festival Farilux, na França, recebeu o prêmio de melhor Curta Estrangeiro. No 3º Festival de Cinema da Escola de Santa Catarina, o de melhor roteiro. Na 2º Edição Yellowdelic, o curta foi convidado para abertura.
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Refúgio, o Musical
Com André Sakajiri, Bia Malagueta, Carolina Guimarães, Chico Neto, Denise Machado, Lilian Borges, Thiago Schreiter, Waldírio Castro
Teatro União Cultural (Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso, São Paulo)
Duração 90 minutos
03/06 até 26/08
Sexta – 21h30
Recomendação 16 anos
$50
Texto – Alexandre Biondi
Adaptação – Alexandre Biondi e Bruno Bossio
Direção – Alexandre Biondi
Direção Musical – Kaio Nobre e Vítor Moutte
Músicos – Fábio Petru e Vítor Moutte
Produção Executiva – Denise France
Design de Som – Sérgio Luiz
Fotos – Nil Fernandes
Design Gráfico – Actuare Produções
Assessoria de Imprensa – Marcelo Cabral
Realização – Actuare Produções
Coprodução – Espaço 73

 

 

CINDERELA PERVERTIDA

Estreia da divertida comédia “Cinderela Pervertida”, onde a personagem Cinderela – sua meia irmã e sua madrasta – tem a possibilidade de disputarem a vaga de nova quenga do Príncipe.  Essa é a oportunidade de uma delas mudar de vida, e o Príncipe, uma espécie de cafetão, ao lado de Maria Jacutinga, vai decidir quem será a escolhida do cabaré que só toca funk e forro.

No entanto, a irmã e a madrasta impedem que Cinderela vá ao baile, eis que surge um fado padrinho atrapalhado para tentar ajudar. Mas, isso não impede que a personagem se envolva em inúmeras enrascadas enquanto corre em busca de seus sonhos.

Assim, muitas surpresas e confusões irão acontecer nesse universo de valores invertidos. Afinal, quem será a nova quenga do famoso cabaré?  Somente embarcando nessa divertida história para descobrir!

A direção precisa e refinada do espetáculo “Cinderela Pervertida” é de Edgar Benitez, que já trabalhou dirigindo em teatro atores e atrizes, como: Norma Brum, Mayara Magri, Babi Xavier, Clara Carvalho,  João Baldasserini, entre outros.

Cinderela Pervertida
Com Anny Hipólito, Felipe Zatara, Joice Tavares, Lauanna Andrade, Regina Hennies, Victor Damaso.
Teatro União Cultural (Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso, São Paulo)
04/05 até 08/06
Quarta – 20h30
Recomendação 14 anos
$30
 Autor: Rodolfo Alex Galvão
Direção: Edgar Benitez
Cenografia e figurino: Angela Schoendorfer
Arranjos Musicais: Lucas Brolese
Operação de Som: Lívia Cardoso
Criação e operação luz: Renato Hermeto
Fotos: Kalinka Maki
Arte Gráfica:  Fábio Corrêa
Direção de produção: Edgar Benitez
Produção Executiva: Joice Tavares e Regina Hennies
Assistente de Produção: Theodoro Becker
Apoios e parcerias: Grupo Teatral Corrente, Trevo – Trade & Service
Assessoria de Imprensa: Orpheu Assessoria e Produtora Cultural

 

LOS LOBOS BOBOS

LOS LOBOS BOBOS é uma comédia formada por esquetes que retratam o cotidiano da cidade de São Paulo e por canções de Adoniran Barbosa. As musicas do poeta, que é a cara da cidade, ganharam uma releitura assinada por Pedro Paulo Bogossian, que transformou  “Saudosa Maloca” em rock e “Santa Ifigênia” em funk, além de várias outras surpresas.

O espetáculo é estrelado por Guilherme Uzeda, que integrou o elenco do Terça Insana,  Marcelo Augusto, da Turma do Didi e Ricardo Arantes que cantava na Banda do Domingão do Faustão.  Os três atores interpretam 25 personagens, entre homens e mulheres, num total de 11 cenas que podem acontecer tanto no palco como na plateia.

Marcos da cidade, como o Parque Ibirapuera, a ponte Estaiada, a região do baixo Augusta  ou Theatro Municipal são pano de fundo para as rápidas esquetes que não perdoam o  jeito paulista de ser.

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Deliberadamente LOS LOBOS BOBOS não é uma dramaturgia fechada, não tem um roteiro que narra uma sequência lógica com a intenção de atingir um clímax, não se obriga a um desfecho, mensagem, um ponto de vista. No entanto, essa (des) narrativa intencional é para mim, “não vazia” e deliciosamente aventurosa”, fala  GpeteanH, que assina a dramaturgia do espetáculo, inspirado no Teatro Besteirol. 

Sucesso nos anos 80, o movimento apresentava no palco  uma caricatura anárquica do cotidiano, rompendo com o erudito e com os preconceitos. O movimento lançou vários artistas hoje consagrados, como o ator Miguel Falabella. LOS LOBOS BOBOS faz referência também ao espetáculo de sucesso na época “Quem Tem Medo de Itália Fausta”, dos saudosos  Miguel Magno e Ricardo Almeida,  e ao “Teatro do Terror”,  de Vic Militello, sucesso cult apresentado na Praça Roosevelt nos anos 90. 

O objetivo é transformar a apresentação em uma grande festa, em uma celebração que irá nos permitir exercitar o carinho pelo nosso oficio, além de  viver, rir e cantar o afeto que temos pela cidade de São Paulo”, conta GpeteanH.

Los Lobos Bobos
Com Guilherme Uzeda, Marcelo Augusto e Ricardo Arantes
Teatro da União Cultural (Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso, São Paulo)
Duração 60 minutos
07/04 até 09/06
Quinta – 21h
Recomendação 14 anos
$40
 
Dramaturgia: GpeteanH
Direção Musical: Pedro Paulo Bogossian
Estilista Marcelu Ferraz
Visagismo Cabral
Fotos Rodolfo Ribeiro
Direção Técnica Solange Mendes
Direção de Palco Arnaldo D’Ávila
Direção de Arte André Lifschitz
Direção de Produção Beti Antunes
Direção Geral GpeteanH
Assessoria de Imprensa Flávia Fusco Comunicação

“Valham-me Deuses”

Valham-me Deuses, texto inédito de Perito Monteiro, trata da eterna busca pela felicidade. Eduardo Martini e Suzy Rêgo estão no elenco, sob direção de Neyde Veneziano.  

Na peça, Suzy Rêgo é Renilda, uma esteticista, solitária e metódica, que recebe inesperadamente a visita de um homem tímido e estranho. Sua vida organizada muda, então, radicalmente. A paixão despertada pelo desconhecido faz com que ela entre em contato com esoterismos, autoajuda, religiões e tantos outros meios a fim de conseguir rever essa figura que passou a ser o “seu sonho de felicidade”. Sem perceber, ela vai caindo em mãos pouco confiáveis de malandros e trambiqueiros. Todos os personagens que Renilda encontra nessa saga são interpretados por Eduardo Martini. Cansada de tanto gastar seu dinheiro duro de ganhar, ela se transforma e usa o que aprendeu a seu favor, mudando o que diziam ser o seu destino.

Trabalhar com a diretora Neyde Veneziano é um desejo antigo de Martini, a encenadora trouxe ao espetáculo uma atmosfera de sonho, misturando realismo e devaneios, tudo no ritmo frenético que acompanha a vida da personagem Renilda. A trilha sonora de Ricardo Severo, especialmente composta para o espetáculo, traz um tema central, o tema de Renilda, que se desdobra em diferentes estilos para contar as mais diversas aventuras vividas por ela. O cenário deClaudio Carpenter e Eduardo Martini é versátil, simbolizando a casa e o consultório de Renilda e ao mesmo tempo com elementos que entram e saem de cena, que constroem o universo das ruas e feiras.

“Valham-me Deuses é um espetáculo que fala de sonho e auto- conhecimento, uma peça sobre a busca da felicidade, mas ao mesmo tempo repleta de humor e comédia, elementos essenciais da vida”, comenta o ator Eduardo Martini.

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“Valham-me Deuses”
Com Suzy Rêgo e Eduardo Martini
Teatro União Cultural (R. Mario Amaral, 209 – Paraíso, São Paulo)
Duração 90 minutos
30/09 até 03/12
Quarta e Quinta – 21h
$20

“Valham-me Deuses”

Valham-me Deuses, texto inédito de Perito Monteiro, trata da eterna busca pela felicidade.
Na peça, Susy Rêgo é Renilda, uma esteticista, solitária e metódica, que recebe inesperadamente a visita de um homem tímido e estranho. Sua vida organizada muda, então, radicalmente.
A paixão despertada pelo desconhecido faz com que ela entre em contato com esoterismos, autoajuda, religiões e tantos outros meios a fim de conseguir rever essa figura que passou a ser o “seu sonho de felicidade”.
Sem perceber, ela vai caindo em mãos pouco confiáveis de malandros e trambiqueiros. Todos os personagens que Renilda encontra nessa saga são interpretados por Eduardo Martini. Cansada de tanto gastar seu dinheiro duro de ganhar, ela se transforma e usa o que aprendeu a seu favor, mudando o que diziam ser o seu destino.
Trabalhar com a diretora Neyde Veneziano é um desejo antigo de Martini, a encenadora trouxe ao espetáculo uma atmosfera de sonho, misturando realismo e devaneios, tudo no ritmo frenético que acompanha a vida da personagem Renilda.
A trilha sonora de Ricardo Severo, especialmente composta para o espetáculo, traz um tema central, o tema de Renilda, que se desdobra em diferentes estilos para contar as mais diversas aventuras vividas por ela.
O cenário deClaudio Carpenter e Eduardo Martini é versátil, simbolizando a casa e o consultório de Renilda e ao mesmo tempo com elementos que entram e saem de cena, que constroem o universo das ruas e feiras. O figurino do estilista e artista plástico carioca Claudio Carpenter desenvolveu roupas com traços exagerados e apoiados na alta costura,
“Valham-me Deuses é um espetáculo que fala de sonho e auto- conhecimento, uma peça sobre a busca da felicidade, mas ao mesmo tempo repleta de humor e comédia, elementos essenciais da vida”, comenta o ator Eduardo Martini.
‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎ValhamMeDeuses‬ ‪#‎TeatroUniãoCultural‬‪#‎OpiniãoDePeso‬

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“Valham-me Deuses”
Com Eduardo Martini e Suzy Rêgo
Teatro União Cultural (Rua Mário Amaral, 209 – Jardins, São Paulo)
Duração: 90 minutos
30/09 até 03/12
Quarta e Quinta – 21h
$20