RECICLONES – NA CONQUISTA DE UM LIXO CONSCIENTE

Homem Plástico, Senhor dos Papéis e Vida Vitral, além do Latacão são os Reciclones, super-heróis do ano de 2063, data em que a natureza no Planeta Terra está devastada, graças a terrível vilã Nebulosa, que escurece a mente das pessoas para que elas não cuidem do meio ambiente. Esse é o ponto de partida do musical infantil RECICLONES – NA CONQUISTA DE UM LIXO CONSCIENTE, que está em cartaz no Teatro Viradalata.

A montagem da Cia Paulista de Teatro Bilíngue tem direção de Danielle Andrade, que também assina a dramaturgia ao lado de Liliane Zimermann e Milena Moura. Conhecida do público pelos espetáculos em língua inglesa, sempre com ótimas críticas, o grupo estreia sua primeira peça em língua portuguesa e traz no elenco os atores Alan Ribeiro, Jéssica Alves, Liliane Zimermann, Luccas Garcia, Matheus Polimeno, Milene Vianna, Milton Junior e Vinicius Candoti.

Em RECICLONES – NA CONQUISTA DE UM LIXO CONSCIENTE a natureza está devastada, há lixo por todos os lados e o mundo, no ano de 2063, está prestes a acabar graças a terrível vilã Nebulosa. Dessa necessidade de salvar a Terra surgem os Reciclones (Homem Plástico, Senhor dos Papéis e Vida Vitral). Quando Latacão, o fiel escudeiro robô, é sequestrado, os super-heróis têm que voltar no tempo e para deter Nebulosa. Nesta viagem ao passado acabam conhecendo Kadu, uma criança muito esperta que aprendeu tudo sobre a natureza com a sua avó e acaba se tornando aliada nesta batalha. Juntos eles ensinarão as pessoas sobre a importância de reciclar, reutilizar, reduzir e repensar, pois este é o único jeito de derrotar a temível vilã e conquistar um mundo melhor.

Ritmos brasileiros

Para Danielle Andrade, que assina a direção e as músicas de RECICLONES – NA CONQUISTA DE UM LIXO CONSCIENTE, o espetáculo traz momentos de reflexão sobre o meio-ambiente sem ser didático. “Minha maior preocupação era não deixar uma montagem piegas, então aliei as mensagens, principalmente sobre reciclagem, com a música e uma boa dose de humor”, conta ela.

Com ritmos brasileiros, como baião e frevo, as músicas e trilha sonora do espetáculo se encaixam com a dramaturgia. Já a cenografia e figurinos são todos confeccionados com material reciclável. “O espetáculo sensibiliza o público sobre os riscos que corre o meio ambiente e o que devemos fazer para minimizá-los. A ideia é que tudo pode virar outra coisa. Se não dá para reciclar, pode transformar ou achar um novo uso”, explica Danielle.

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Reciclones – Na Conquista de um Lixo Consciente
Com Alan Ribeiro, Jéssica Alves, Liliane Zimermann, Luccas Garcia, Matheus Polimeno, Milene Vianna, Milton Junior e Vinicius Candoti
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 55 minutos
14/10 até 26/11
Sábado e Domingo – 16h
$30
Classificação Livre

 

A SERPENTE

Considerada uma ‘tragédia carioca’, de acordo com a célebre classificação do crítico teatral Sábato Magaldi para a obra de Nelson Rodrigues (1912-1980), A Serpente foi a última e mais curta peça escrita pelo “anjo pornográfico”, alcunha criada pelo próprio dramaturgo e jornalista pernambucano. Mesmo com apenas um ato, a peça de 1978 não deixa de criar polêmica ao retratar o amor de duas irmãs pelo mesmo homem.

Elas juraram nunca se separar e moram juntas na mesma casa com seus respectivos maridos. Lígia decide se suicidar porque tem um casamento infeliz – e não consumado – com Décio, que diz sofrer de impotência, mas, na verdade, tem um caso com outra mulher.
 
Para evitar que a irmã fizesse isso, Guida tem a ideia de emprestar Paulo, o próprio marido, para ela por uma noite. O que Guida não esperava era que Lígia se apaixonaria por ele, muito menos que esse erro poderia resultar até em morte.
 
Esta é a terceira montagem de Eric Lenate para peças de Rodrigues: em 2013, ele dirigiu “Vestido de Noiva” e, em 2015, “Valsa Nº6”. O elenco conta com a participação de Carolina Lopez, Fernanda Heras, Maria Guedes, Juan Alba e Paulo Azevedo.
 
A SERPENTE POR ERIC LENATE
“Nelson Rodrigues tem uma capacidade impressionante de nos deixar constrangidos com nossa própria miséria e obtusidade. Sua obra deitada no papel é um espelho cruel de nossa face horrorizante. Ele é e será sempre bem-vindo em qualquer período de obscurantismo e miséria intelectual. 
 
Se, por vezes, ele parece ser machista, cuidado. Se, por vezes, ele parece ser racista, cuidado novamente. É provável que estejamos apenas olhando para um espelho. E o que fazemos com Nelson nesses momentos, sem conseguirmos compreender que é provável que estejamos olhando para nossa própria face?”, comenta o diretor,
 
“Eu procuro exercitar minha sensibilidade sempre no sentido de estar muito atento às solicitações da obra com a qual me proponho a trabalhar. Reparem bem que uso a preposição ‘com’. Reparem também que preposição é a palavra que estabelece uma relação entre dois ou mais termos de uma oração. Essa relação é do tipo subordinativa, ou seja, entre os elementos ligados pela preposição não há sentido dissociado, separado, individualizado; ao contrário, o sentido da expressão é dependente da união de todos os elementos que a preposição vincula. Esse tipo de relação é considerada uma conexão, em que os conectivos cumprem a função de ligar elementos. A preposição é um desses conectivos e se presta a ligar palavras entre si em um processo de subordinação denominado regência. Diz-se regência devido ao fato de que, na relação estabelecida pelas preposições, o primeiro elemento – chamado antecedente – é o termo que rege, que impõe um regime; o segundo elemento, por sua vez – chamado consequente – é o termo regido, aquele que cumpre o regime estabelecido pelo antecedente. 
 
Observo realizadores que não respeitam ou que ignoram esse fato em sua suposta ‘relação’ com a obra. Portanto, procuro sempre me deixar reger pela obra. Até no que diz respeito a um possível pedido dela, como em A Serpente, de: ‘não me tomem de maneira literal’.
 
Neste sentido, em A Serpente, Nelson faz provocações muito claras, muito caras, porém, no mínimo, ambíguas e de difícil materialização cênica. Em suas provocações, se utilizando de frases lacônicas e abismais, com personagens travando uma guerra feroz entre razão e emoção, arma ciladas e arquiteta uma situação-limite que desafiam nosso intelecto e nossa sensibilidade, nos propulsionando para a derrocada ou para a ressurreição. É preciso coragem e perspicácia para entendê-lo. Nelson nunca foi leviano. Nossa capacidade de lê-lo, por vezes, sim.
 
Portanto, ao conseguirmos notar em A Serpente fissuras que nos fizeram mergulhar em uma espécie de magma mítico que dá suporte instável e anima a ‘traiçoeira superfície rodrigueana’, nos orientamos no sentido de conseguir produzir uma materialidade cênica que desse conta de uma situação aparentemente banal e cotidiana, mas que carrega em si a evocação obsedante de um comportamento humano moribundo, que já deveria ser defunto, mas que insistimos em perpetuar.
 
As personagens, em nossa encenação, transitam ‘livremente’ por um dispositivo cenográfico que as encarcera física e mentalmente. O apartamento no décimo segundo andar, solicitado por Nelson, que abriga dois casais – duas irmãs com seus maridos – se resume a uma única cama. Uma moça misteriosa trabalha no apartamento dessa família.
 
Esta obra de Nelson nos conduziu pela senda da compreensão de um ‘corpo humano’ normatizado como aberração. Nos conduziu também pela senda da compreensão desse mesmo ‘corpo humano’ agora aberrando a norma. Convulsionando por que não suporta mais carregar uma herança ancestral de comportamentos nojentos e que estremece ao arrotar um vocabulário impraticável nos dias atuais. Nossa encenação é uma pretensa atualização do gênio de Nelson. Um tentativa de prova de todas as faces de sua moeda artística. E uma tentativa de uma espécie de ritual simbólico de expurgo.
 
Como ‘a serpente no jardim’, Nelson nos encara de frente com seu olhar provocador. Seria ele a tal da serpente do título de sua peça? O ser ardiloso que por alguns é visto como símbolo do mal e por outros visto como símbolo de esperança, renascimento e renovação? Essa dúvida nos abriu os olhos para a compreensão de novas possibilidades e o trato com nossa encenação foi regido pela ‘Serpente-Nelson’ e pela seguinte pergunta capital:
Até quando vamos continuar arruinando nossa humanidade?”

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A Serpente
Com Carolina Lopez, Fernanda Heras, Mariá Guedes, Juan Alba e Paulo Azevedo
Teatro Viradalata – Sala Nobre (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 60 minutos
02 a 20/11 (sessão extra 23, 27 e 30/11)
quintas – 19h, sextas e sábados – 21h30, domingos – 19h e segundas – 21h
$60
Classificação 16 anos

ENQUANTO AS CRIANÇAS DORMEM

Após uma bem-sucedida temporada de 02 meses, no Teatro Aliança Francesa, o espetáculo Enquanto as Crianças Dormem, reestreia no dia 15 de setembro para uma curta temporada no Teatro Viradalata.

Nesse novo texto, um antimusical tragicômico, Dan Rosseto em que também assina a direção, discute o que o ser humano seria capaz de fazer para realizar os seus sonhos.

Enquanto as Crianças Dormem, conta a história de Kelly (Carol Hubner) uma fã do musical O Mágico de Oz, que trabalha como atendente de uma rede de fast-food e sonha em imigrar para a América e se tornar uma atriz de musical na Broadway.

Sem perspectivas para realizar o seu desejo, a mulher fantasia sua rotina transformando em números musicais momentos da sua vida: um dia difícil na lanchonete se torna um show onde ela é a grande estrela. Mas como a vida não sorri para a mulher, à medida que a história avança ela acumula experiências ruins, fazendo com que os sonhos se transformem em pesadelos terríveis.

Num inusitado encontro no supermercado, Kelly vê uma possibilidade de transformar o seu sonho em realidade ao conhecer Ellen (Carolina Stofella), uma mulher disposta a financiar passagem, passaporte e dólares para bancar as suas despesas na América.

Mas qual será o preço a pagar? E se há um preço, o que pode acontecer quando alguém muda por completo a sua vida e embarca numa jornada sem redenção? Kelly e Ellen, serão cúmplices ou inimigas? E você, estaria disposto a tudo para realizar um sonho?

O elenco além das atrizes Carol Hubner e Carolina Stofella, conta com os atores, Diogo Pasquim, Guilherme Araújo, Haroldo Miklos, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco. A peça tem a trilha sonora original composta pelo cantor, ator e compositor Fred Silveira.

 

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Enquanto As Crianças Dormem
Com Carol Hubner, Carolina Stofella, Diogo Pasquim, Guilherme Araújo, Haroldo Miklos, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco
Teatro Viaradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 120 minutos
15/09 até 27/10
Sexta – 21h
$50
Classificação 14 anos

THE GREAT COLLECTION OF STOLEN DREAMS

Em um espetáculo todo em inglês, o Teatro Viradalata vai abrigar durante todo o mês de julho o espetáculo teatral “The Great Collection of Stolen Dreams”; uma releitura divertida de contos clássicos da literatura infanto-juvenil. A iniciativa inédita idealizada pela Cia Paulista de Teatro Bilíngue proporciona ao público uma experiência única de educação e teatro para toda a família.

Com um roteiro bem-humorado e músicas originais, a trama conta a história do colecionador de fábulas Dick Van Dreams e seu ajudante Palermo Mocorongo em uma visita inusitada à Vila dos Sonhos. Tentando enganar o povo, eles planejam roubar todos os sonhos durante a apresentação de fábulas famosas que foram aprisionadas e delas retiradas os finais felizes. Agora a vila terá que contar com ajuda para dar uma reviravolta nessa história e resgatar todos os sonhos roubados!

Está lançado o desafio àqueles que estão adiando ou aprisionando seus desejos, para que através desta surpreendente comédia musical todos possam ver que nunca devemos abrir mão de nossos sonhos!

A peça estará em cartaz durante o mês de julho, aos sábados e domingos às 17h00.

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The Great Collection of Stolen Dreams
Com Jéssica Alves, Liliane Zimermann, Luccas Garcia, Márcio Cardoso, Matheus Polimeno, Milene Vianna, Milton Junior, Vinicius Candoti. Stand-in: Renan Souza e Jeferson Kucioyada
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387, Perdizes – São Paulo)
Duração 55 minutos
02 a 30/07
Sábado e Domingo – 17h
$60
Classificação Livre

 

DAS DORES – SUÍTE STRINDBERG

O espetáculo é uma encenação e adaptação de Samir Signeu, a partir do entrelaçamento e tessitura de alguns dos textos dramatúrgicos do autor sueco August Strindberg (1849-1912)com a Epifania Cia. De Teatro. O trabalho privilegia a fragmentação enquanto forma e evidencia a sensibilidade feminina em situações de extremo apelo emocional. A estreia é dia 1º de julho no Teatro Viradalata.

Cenas de obras como ‘Senhorita Julia’, ‘A Mais Forte’, ‘O Pai’, ‘O Sonho’ e ‘O Pelicano’ são apresentadas numa estrutura fracionada, com cenas independentes, onde só a mulher tem voz. É estabelecido um diálogo provocativo, verborrágico, em um texto híbrido, que visa problematizar a questão da fragmentação do pensamento contemporâneo, em circunstâncias que dialogam com o cotidiano, na sua diversidade de aspectos e, principalmente, com um olhar mais agudo sobre o universo feminino.

Em cena a mulher com suas dores, dilaceramentos e força diante do amor, da sociedade, do trabalho, da família e da sua própria identidade.A essencialidade e o corpo cênico inspirado no trabalho coreográfico da belga Anne Teresa Keersmaeker; naquilo que há de dissonância, fragmentação e convergências e pensando o teatro como possibilidade de reescritura poética, desnudamento e revelação da condição feminina, integram a pesquisa da Cia. neste novo processo.

Sinopse
Três atrizes interpretam as mesmas personagens em adaptações de cenas das peças “A Mais Forte”, “Senhorita Julia”, “O Pai”, “O Sonho” e “O Pelicano”, de August Strindberg. Em cena desdobramentos de dramas existenciais, amorosos e sociais das mulheres criando uma relação direta com o cotidiano e estabelecendo um antagonismo com o autor.

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Das Dores – Suíte Strindberg
Com Amanda Leones, Carla Dias e Luana Costa
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo )
Duração 70 minutos
01/07 até 20/08
Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação 12 anos

RUINDADE O MUSICAL

“Ruindade – O Musical” reestreia nesta sexta-feira, dia 5 de maio, no Teatro Viradalata, em São Paulo, às 21h. Em sua segunda temporada em cartaz o musical tem apresentações todas as sextas-feiras até o dia 30 de junho.
O que você faria se vivesse em uma cidade onde o sentimento fosse proibido? É assim que vive o povo de “Ruindade”, uma cidade pacata onde tudo é feito no modo “automático”, sem nenhum sentimento ou reflexão.
Mas, tudo isso muda quando uma jovem chega à cidade junto com seu pai e faz com que as pessoas que ali habitam coloquem em xeque as crenças que aprenderam. Beatriz a menina diferente e cheia de sentimentos, desperta, internamente, diferentes coisas na população de Ruindade, em especial a paixão de Pedrinho por ela. Pedrinho, um dos moradores, percebe que também tem sentimentos e começa assim a querer salvar Beatriz do governador da cidade, o Coisa Ruim.
Embalado pelos eternos clássicos da MPB, como “Nada Será Como Antes”, “Meu Caro Amigo”, “Beatriz”, “Samba em Prelúdio”, e muitos outros sucessos, o musical nasce como uma luta em prol da maior e mais intrínseca qualidade humana: a capacidade de amar.
A peça tem como proposta despertar uma reflexão e levar o público a olhar para dentro de si. Estamos nós vivendo como os moradores de Ruindades?! Essa é a questão que o musical busca despertar dentro das pessoas, levando o público a retomar os próprios sentimentos e não apenas viver no automático como muitos de nós vivemos atualmente.
Na correria do dia a dia muitas vezes não paramos para pensar em quem somos e o que realmente queremos. Para o diretor, André Borelli e para a assistente de direção, Bia Malagueta, o musical retrata um pouco do mundo em que vivemos hoje e nos leva a refletir. “Na cidade de São Paulo, por exemplo, quantas pessoas não vivem no modo “automático”, em cima de uma padrão imposto pela sociedade, nunca parando para refletir se é realmente feliz. O espetáculo na sua tragicomédia musical nos faz pensar em tudo isso”, ressaltam.

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Serviço:

Ruindade – O Musical.

Data: 05 de maio a 30 de junho.

Local: Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré – São Paulo/SP).

Dia e horário: Sexta-feira às 21h.

Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia).

Classificação: 14 anos.

Duração: 100 minutos.

 

Ficha Técnica:

Texto e Direção Geral: André Borelli;

Assistência de Direção: Bia Malagueta;

Direção Musical: Gabriel Furlan & Vitor Moutte;

Direção de Arte: Paulo Rocco;

Elenco: Bia Malagueta, Chico Neto, Cicero de Andrade, Eddy Stefani, Glauco Machado, Gustavo Ceccarelli, Heder Becker, Júlia Sanches, Lorena Vasconcelos, Luis Galves, Marcela Gibo, Marcia Oliveira & Tiago Prates;

Arranjos: Vitor Moutte;

Preparação Vocal: Gabriel Furlan;

Cenotecnia: Mauri Rocco;

Figurinos especiais: José Eli Costa;

Produção de Casting: Heder Becker;

Parceria: Associação Cultural Quintal das Artes;

Assessoria de Imprensa: Unicórnio Assessoria e Mídia;

Realização: Gruparteiro de Teatro.

AMOR IMPERFEITO

Livremente inspirado na obra de Cesare Belsito, o espetáculo teatral propõe um diálogo entre o teatro e o audiovisual. A peça levanta discussão sobre os atuais e distorcidos padrões de comportamento, relacionamento e beleza, criados pela indústria cultural, ao retratar uma mulher “perfeita” que busca um cirurgião plástico para tornar-se feia. Com a aceitação de seu novo aspecto físico, ela espera uma prova definitiva do amor de seu marido.

O encontro entre um próspero cirurgião plástico, e solteirão convicto, e uma bela e bem-sucedida empresária.  Ao aceitar fazerem uma cirurgia nada convencional, a vida dos dois jamais será a mesma.

Em uma sociedade líquida, como a descrita pelo pensador contemporâneo Zigmund Baumman, pautada pelo consumo e pela busca de poder e beleza a qualquer custo, valores como família e amor acabaram ficando em segundo plano e, por muitas vezes, até esquecidos. O texto “Amor Imperfeito” nos propõe pensar esses temas de uma forma incomum para os dias de hoje.

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Amor Imperfeito
Com Walter Cereja e Kris Bulos
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 75 minutos
11/03 até 30/04
Sábado – 19h; Domingo – 18h
$60
Classificação 10 anos
 
Texto: livremente inspirado na obra de Cesare Belsito por Walter Cereja
Direção: Celso Melez
Assistente de Direção: Didio Perini
Cenário e Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Maciel Filho e Celso Melez
Trilha Sonora: Ralf Maizza
Fotografia: Wcereja Filmes e Fotos
Diretora de Produção: Elisa Carneiro
Assistente de Produção: Maciel Filho
Realização: Cão Bravo Produções e Pietraroia Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Morente Forte