SILHUETAS

Com uma carreira consagrada no teatro musical, a cantora e atriz Kiara Sasso apresenta show em comemoração aos seus 30 anos de carreira. Sua trajetória é revivida ao interpretar canções de musicais em que participou como Home, de A Bela e a Fera; Think of Me, de O Fantasma da Ópera; I Have Confidence, de A Noviça RebeldeThe Winner Takes It All, de Mamma Mia; entre outras surpresas. No palco, estará acompanhada por uma banda composta de piano, baixo, bateria e sopros.

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Silhuetas
Com Kiara Sasso
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 65 minutos
26/06
Terça – 21h
$80/$100
Classificação 12 anos

FOLK

Doze anos após o estrondoso sucesso do Acústico MTV, Nasi e Edgard Scandurra voltam aos palcos munidos de violão e voz para o show que denominaram de IRA! FOLK. Um formato de show inédito para estes roqueiros.

No repertório, grandes sucessos da carreira como Flores Em VocêDias De LutaEu Quero Sempre MaisO GirassolTolicesTarde Vazia15 Anos e também clássicos do “lado B” da banda, como Mudança De ComportamentoFlerte FatalBebendo VinhoUm Dia Como Hoje, entre outras.

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Folk
Com Ira!
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 75 minutos
19/06
Terça – 21h
$90/$120
Classificação Livre

POESIA INSANA

Cantora e atriz Naíma celebra seus 25 anos de carreira com o lançamento de seu primeiro disco autoral Poesia Insana. Para obter singularidade sonora e pincelar com tons latinos sua MPB pop contemporânea, se utiliza de uma formação inusitada: 2 violões, baixo, guitarra e 2 percussões, que trazem elementos como o cajón, a cabaça africana e o bombo legüero.

No roteiro, as 12 faixas do disco e alguns covers com arranjos especiais para Esquadros (Adriana Calcanhotto), Ainda Bem (Marisa Monte), Escrito nas Estrelas (Tetê Espíndola) e  outras surpresas. O show contará com intérprete em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

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Poesia Insana
Com Naíma
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
12/06
Terça – 21h
$40/$60
Classificação Livre

E ENTÃO…

Duas gerações diferentes se juntam num show que passei pelo ontem e hoje da música popular brasileira. Claudette Soares, ícone da Bossa Nova, completou recentemente 80 anos e acaba de lançar o álbum Canção de Amor, inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, que conta a história e as histórias do samba-canção.  Ayrton Montarroyos, com apenas 22 anos, lançou no ano passado seu elogiado primeiro disco, depois de participar da penúltima edição The Voice, chamando atenção pelo repertório refinado e pela personalidade de sua voz.

Números solos e duos dão o tom do roteiro que passeia pelas últimas seis décadas da MPB e inclui alguns dos clássicos que consagraram a carreira de Claudette, como De tanto amor (Roberto e Erasmo Carlos) e Hoje (Taiguara). O repertório ainda traz músicas de Paulinho da Viola (Sinal Fechado), Gilberto Gil (Mancada), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Garra), Vinicius de Moraes e Baden Powell (Samba e Prelúdio) e Luiz Gonzaga (Qui nem jiló).

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E Então…
Com Claudette Soares e Ayrton Montarroyos
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
05/06
Terça – 21h
$40/$50
Classificação Livre

EU SEI EXATAMENTE COMO VOCÊ SE SENTE

Considerado um dos artistas mais prestigiados do teatro britânico a discutir a questão da homoafetividade, o dramaturgo, diretor e tradutor Neil Bartlett tem suas obras investigadas pelo Núcleo Experimental em Eu sei exatamente como você se sente. O espetáculo estreia no dia 17 de abril, no Teatro do Núcleo Experimental, e segue em cartaz até 30 de maio, com sessões às terças e quartas-feiras, às 21h.

A montagem parte dos solos “Onde está o amor?”, “É pra isso que servem os amigos”, “O que você vai fazer?”, “Improvável” e “O meu amor é forte assim” para apresentar depoimentos do próprio Barlett sobre o que é ser homossexual na sociedade contemporânea. O medo da agressão e da homofobia, o desejo e a necessidade de uniões afetivas, o relacionamento com os pais e (eventualmente) os filhos, a coragem de lutar pelos direitos dos LGBTTs, o estigma do HIV são algumas das muitas das questões discutidas em cena.

Essas obras, assim como muito do meu trabalho, estão particularmente preocupadas em transmitir ternura, dignidade, paixão e coragem. Ao enfatizar o simples ato de falar – falar em voz alta – elas nos fazem lembrar (eu espero) que essas qualidades ainda são – mesmo que a cultura vigente queira dizer o contrário – a base da nossa experiência comum nesta vida”, reflete o autor.

Numa encenação pautada pela simplicidade, os atores Fabio Redkowicz, Paulo Olyva, Pedro Silveira e Zé Henrique de Paula são acompanhados ao vivo pelo pianista Rafa Miranda e pelo violoncelista Felipe Parisi.

SINOPSE

A partir dos monólogos “Onde está o amor?”, “É pra isso que servem os amigos”, “O que você vai fazer?”, “Improvável” e “O meu amor é forte assim”, do dramaturgo britânico Neil Barlett, a peça cria uma colcha de depoimentos do próprio autor sobre o que é ser homossexual na sociedade contemporânea. São discutidos temas como o medo da homofobia, o desejo e a necessidade de uniões afetivas, o relacionamento entre pais e filhos, a coragem de lutar pelos direitos dos LGBTTs e o estigma do HIV.

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Eu sei exatamente como você se sente
Com Fabio Redkowicz, Paulo Olyva, Pedro Silveira e Zé Henrique de Paula
Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 70 minutos
17/04 até 30/05
Terça e Quarta – 21h
$40
Classificação 14 anos

[NOME DO ESPETÁCULO]

Vencedora do Prêmio do Humor 2018 nas categorias de Melhor Espetáculo , a versão brasileira do metamusical da Broadway [nome do espetáculo] volta ao cartaz para sua terceira temporada no Rio de Janeiro, a partir de 17 de abril, sempre  terça e quarta, às 19h, até 30 de maio de 2018, no Teatro Eva Herz, no centro do Rio de Janeiro.

Sinopse
O espetáculo é a história real (ou quase real) de Jeff e Hunter. Para participar de um festival, os dois escritores, com a ajuda de Susan, Heidi e Larry, precisam criar um musical em apenas três semanas. Com o elenco reunido, Jeff e Hunter fazem um pacto para escreverem até o prazo do festival e sonham com um espetáculo que mude suas vidas.

No elenco, Caio Scot [de The Book of Mormon], Junio Duarte [de The Book of Mormon e Jovem Frankenstein], Ingrid Klug [de O Mambembe], Carol Berres [de Contos e Encantos de Natal] e Gustavo Tibi [diretor musical e único músico em cena, da Banda Jamz], sob direção artística de Tauã Delmiro [de 60! Uma Década de Arromba, coautor das músicas de Vamp e diretor assistente de O Primeiro Musical aGente Nunca Esquece].

O espetáculo é a primeira montagem da CAJU produções, que tem à frente o ator e cineasta, Caio Scot e o ator e preparador vocal, Junio Duarte.  [nome do espetáculo] estreou no Solar de Botafogo, onde ficou em cartaz em novembro e dezembro de 2017. Em janeiro, a peça fez uma curta temporada no Centro Cultural da Justiça Federal.

[nome do espetáculo] faz sua terceira temporada no mesmo ano em que o musical americano completa uma década desde a estreia na Broadway, em 2008. Lá, [title of show] foi indicado ao Tony Award de Melhor Libreto de Musical.

A montagem brasileira foi indicada a quatro categorias do “Prêmio do Humor 2018”, idealizado pelo ator Fábio Porchat, levando os troféus de Melhor Espetáculo e o Prêmio Especial para versão brasileira. Foi também indicado a quatro categorias no “Prêmio Botequim Cultural”, incluindo Melhor Espetáculo.

[nome do espetáculo]
Com Caio Scot, Carol Berres, Junio Duarte, Ingrid Klug e Gustavo Tibi
Teatro Eva Hertz (Rua Senador Dantas 45 – Centro, Rio de Janeiro)
Duração 90 minutos
17/04 até 30/05
Terça e Quarta – 19h
$60
Classificação 14 anos

VALSA #6

Após ter recebido um público que lotou o Instituto Ling, um dos mais belos espaços de Porto Alegre, a enorme repercussão do espetáculo Valsa #6 exigiu passos mais ousados, que resultaram em uma grande turnê pelos principais teatros do país. As primeiras apresentações ocorrem no mês de Abril: São Paulo, dias 24 e 25, no Teatro Opus; Rio de Janeiro, dia 27, no Teatro Bradesco Rio e Recife, dia 29, no Teatro RioMar Recife. Em Maio o espetáculo retorna a capital gaúcha para apresentações dias 2 e 3, no Teatro do Bourbon Country e dia 10 encerra a turnê no palco do Teatro Feevale, em Novo Hamburgo. Os ingressos já estão à venda para todas as praças.

A peça Valsa #6 é menos parecida com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos.

As enormes cortinas que revestem o ambiente de branco se perdem na imensidão do urdimento, causando a sensação de um espaço etéreo; o jogo de sombras e os cheiros que envolvem a todos entregam aos presentes uma verdadeira experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir uma roupa branca (fornecida pela produção), ficando coberto da cabeça aos pés – a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

O olhar do diretor

A maior encenação da Valsa Nº6 de todos os tempos. O principal pesquisador da obra leva aos palcos a peça síntese do maior autor dramático brasileiro. A literatura, mais especificamente, a Menipeia (soma do diálogo socrático à tradição carnavalesca) percorreu longo caminho até ser libertada em vozes polifônicas pelas mãos de Dostoiévski. No teatro, este caudaloso rio chegou aos palcos por meio de Pirandello, com a peça “Seis Personagens à Procura de um Autor”. As margens do trágico haviam se unido, e no clarão provocado por esta aproximação, o surgimento de um teatro total, ou, se quiser, das raias do absurdo.

Aqui, por estas bandas, este anúncio foi feito por Nelson Rodrigues. Manuel Bandeira dizia de Nelson: “O que me dana é que ele consegue dar vida às suas personagens”. Outra coisa dita por Bandeira, é que Nelson era o nosso maior poeta dramático. A Valsa nº 6 (aqui tratada como Valsa #6) é, talvez, o maior poema dramático de Nelson. “Em nenhum outro texto ele foi tão preciso. O mesmo uso das rubricas de Samuel Becket”, avisa José Celso Martinez Corrêa. Mais um ponto de convergência entre estes dois mestres, precursores do teatro absurdo, é o fato de olhar pelo “buraco da fechadura” para de lá extrair uma verdade essencial, somente atingida através do delírio.

O campo onde impera uma super-realidade, o perturbador terreno do sonho. Aqui, a rigidez exigida pelo vigor poético nos alça a um deslimite, onde a própria vida é superada por uma existência além do seu esgotamento. Nelson dá vida à morte, desafiando esta discordância fatal. O excesso de personagens, criticado por ele na dramaturgia em geral, é resolvido, nesta peça, por uma atriz individuada, ao mesmo tempo, múltipla, cabendo nela a cidade inteira. Em número igual a Pirandello, Nelson coloca em cena seis personagens. Estão todos lá: a menina, que se transforma em mulher, a rival, o galã, a mãe, o pai e o doutor, mutilado de guerra. Todos a serviço da invenção diversificada da vida.

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Valsa #6
Com Gisela Sparremberger
Participação especial: Gabriel Coelho
Participação em São Paulo: Viviane Pasmanter
Participação no Rio de Janeiro: Giulia Gam
Trilha sonora e participação ao vivo: Pedro Figueiredo
Teatro OPUS – Shopping Villa Lobos (Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Duração 90 minutos
24 e 25/04
Terça e Quarta – 21h
$40/$100
Classificação Livre
 
PROGRAMAÇÃO DA TURNÊ
 
Dia 27 de Abril – Teatro Bradesco (RJ)
 
Dia 29 de Abril – Teatro Riomar (REC)
 
Dias 02 e 03 de Maio – Teatro do Bourbon Country (POA)
 
Dia 10 de Maio – Teatro Feevale (NH)
 
Apresentações sempre às 21h.
 
Após cada sessão, haverá bate papo com a equipe do espetáculo.