HYSTERIA

Hysteria foi a primeira peça montada pelo grupo e estreou em 2001. Ganhou 5 prêmios, incluindo o de revelação teatral pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de ter sido indicada para o Prêmio Shell de Teatro.

A história se passa no final do século 19, nas dependências de um hospício feminino. Cinco personagens internadas como histéricas revelam seus desvios e contradições – reflexos diretos de uma sociedade em transição, na qual os valores burgueses tentavam adequar a mulher a um novo pacto social.

Cenicamente, abdica-se do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação, optando-se por um espaço não convencional, onde a plateia masculina é separada da feminina que é convidada a interagir com as atrizes. Esta interação, aliada a textos previamente elaborados, gera uma dramaturgia híbrida e única a cada apresentação.

Hysteria_7504 crédito Jonatas Marques

O espetáculo soma mais de 350 apresentações em mais de 80 cidades brasileiras e 14 cidades no exterior. Em 2005, o grupo cumpriu uma temporada de dois meses em 8 cidades francesas por ocasião do Ano do Brasil na França. Mais tarde, em 2008, embarcou para a Inglaterra, apresentando-se em Londres e Manchester a convite do Barbican Center e do Contact Theatre. Em 2009, participou do projeto Palco Giratório do SESC, realizando apresentações em 58 cidades das 5 regiões do Brasil.

Hysteria
Com Evelyn Klein, Mara Helleno, Janaina Leite, Juliana Sanches e Tatiana Caltabiano
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
Duração 70 minutos
10 a 31/07
Domingo – 16h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Luiz Fernando Marques.
Criação, pesquisa de texto e figurinos: Grupo XIX de Teatro.
Produção Executiva: Vanessa Candela.
Produção: Grupo XIX de Teatro.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli

GRUPO XIX COMEMORA 15 ANOS DE HYSTERIA

A partir de 28 de maio, sábado, o Grupo XIX de Teatro apresenta mostra de repertório com os espetáculo Teorema 21 (a mais recente montagem), Hygiene e Hysteria que completa 15 anos.

Aos sábados acontece sessão de Hygiene, às 16h. No domingo tem Hysteria, às 13h30 e Teorema 21, às 16h. Os ingressos custam R$40,00 e podem ser adquiridos pelo site http://www.sympla.com.br/grupoxixdeteatro.

Sobre os espetáculos

Hysteria_2698 - crédito Jonatas Marques

Hysteria foi a primeira peça montada pelo grupo e estreou em 2001. Ganhou 5 prêmios, incluindo o de revelação teatral pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de ter sido indicada para o Prêmio Shell de Teatro.

A história de passa no final do século 19, nas dependências de um hospício feminino. Cinco personagens internadas como histéricas revelam seus desvios e contradições – reflexos diretos de uma sociedade em transição, na qual os valores burgueses tentavam adequar a mulher a um novo pacto social. Cenicamente, abdica-se do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação, optando-se por um espaço não convencional, onde a plateia masculina é separada da feminina que é convidada a interagir com as atrizes. Esta interação, aliada a textos previamente elaborados, gera uma dramaturgia híbrida e única a cada apresentação.

O espetáculo soma mais de 350 apresentações em mais de 80 cidades brasileiras e 14 cidades no exterior. Em 2005, o grupo cumpriu uma temporada de dois meses em 8 cidades francesas por ocasião do Ano do Brasil na França. Mais tarde, em 2008, embarcou para a Inglaterra, apresentando-se em Londres e Manchester a convite do Barbican Center e do Contact Theatre. Em 2009, participou do projeto Palco Giratório do SESC, realizando apresentações em 58 cidades das 5 regiões do Brasil.

Direção: Luiz Fernando Marques.
Criação, pesquisa de texto e figurinos: Grupo XIX de Teatro.
Elenco: Evelyn Klein, Mara Helleno, Janaina Leite, Juliana Sanches e Tatiana Caltabiano.
Produção Executiva: Vanessa Candela.
Produção: Grupo XIX de Teatro.
Duração: 70 minutos.
Classificação: 14 anos.
Capacidade: 120 lugares.

Teorema 21_332_crédito Cherri 

Teorema 21, com dramaturgia de Alexandre Dal Farra (Prêmio Shell de Melhor autor em 2012 pela peça Mateus, 10 e indicado ao Prêmio APCA em 2014) foi livremente inspirada na obra Teorema, do italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975). A direção é de Luiz Fernando Marques e Janaina Leite.

A peça gira em torno de uma família que retorna ao seu antigo lar. Ao buscar novas possibilidades de existência nesse ambiente antigo, recriam as suas relações e experimentam novas formas de contato. O núcleo familiar é constituído por um patriarca, a mãe, o filho e a filha. Vive na casa, ainda, a criada Emília. Tudo parece estável. Mais do que isso, estagnado. A chegada de um estrangeiro ameaça transformar a estrutura dessa família.

A trama se passa na casa onde a família morou há alguns anos e agora volta sem nenhum motivo aparente. A montagem é encenada ao entardecer na antiga escola de meninas, hoje desativada, localizada dentro da Vila Maria Zélia, um lugar quase sem teto, com as paredes em ruinas, em meio aos escombros. Ao entrar no espaço e ocupar as cadeiras giratórias dispostas aleatoriamente, o público é inserido na sala de estar e pode girar as cadeiras para escolher o melhor ângulo para cada cena.

O cineasta, escritor e poeta Pasolini é considerado um artista visionário e fazia duras críticas ao consumismo. Em 2015, muitas homenagens foram feitas pelos 40 anos de sua morte.

Realização Grupo XIX de Teatro.
Dramaturgia Alexandre Dal Farra.
Direção Luiz Fernando Marques e Janaina Leite.
Atuação Bruna Betito, Emilene Gutierrez, Janaina Leite, Juliana Sanches, Paulo Celestino, Rodolfo Amorim e Ronaldo Serruya.
Produção Executiva Vanessa Candela.
Cenografia Luiz Fernando Marques e Rodolfo Amorim.
Figurinos Juliana Sanches.
Vídeo Luiz Fernando Marques.
Contra-regra Luciano Morgado.
Preparação Corporal (parkour) Diogo Granato.
Assistência de Figurino e adereços Gabriela Costa.
Assistência de Produção Marilia Novaes.
Provocadores do processo Eleonora Fabião, Marcelo Caetano, Miwa Yanagizawa, Luis Fuganti e Bruno Jorge.
Participação no processo Mariza Junqueira.
Arte Gráfica, fotos e mídias sociais Jonatas Marques.
Duração: 75 minutos.
Classificação etária: 18 anos.
Capacidade: 40 lugares.

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Hygiene, encenada à luz do dia, nos prédios históricos da Vila Operária Maria Zélia, é baseada em uma pesquisa sobre o processo de higienização urbana no Brasil do final do século 19, onde um grande contingente de culturas e ideias dividem o mesmo teto – o cortiço. Desse caldeirão de misturas surgem os embriões de importantes manifestações de nossa identidade, assim como as desigualdades sociais que marcam profundamente os nossos dilemas atuais.

Por esta peça o grupo foi indicado ao prêmio Shell de Teatro – 2005 e ao Prêmio Bravo! Prime de Cultura como um dos três melhores espetáculos do ano e foi premiado como melhor espetáculo no Prêmio Qualidade Brasil 2005 – São Paulo.

Direção: Luiz Fernando Marques.
Pesquisa e Criação: Grupo XIX de Teatro.
Elenco: Janaina Leite, Juliana Sanches, Paulo Celestino, Rodolfo Amorim, Ronaldo Serruya e Tatiana Caltabiano.
Figurinos: Renato Bolelli.
Contra-Regra: Luciano Morgado e Michel Fogaça
Produção Executiva: Vanessa Candela.
Produção: Grupo XIX de Teatro.
Duração: 80 minutos.
Classificação: Livre.
Capacidade: 80 lugares.
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Mostra REPERTÓRIO GRUPO XIX DE TEATRO
28/05 até 03/07
Teorema 21
Domingo – 16h
Hygiene
Sábado – 16h
Hysteria
Domingo- 13h30.
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa 13 – Belém, São Paulo)
$40 (cada peça)
Acesso para deficientes físicos.
Informações e reservas, de terça a sexta-feira das 14h às 18h.
Estacionamento gratuito.

GRUPO XIX DE TEATRO

Dia 15 de maio, domingo, a partir das 15h, o Grupo XIX de Teatro promove um grande evento com apresentação da peça Hysteria, shows de artistas convidados, brechó, comidinhas e um leilão, tudo com renda revertida para a reforma do telhado do Armazém XIX. Após a sessão da peça haverá shows com Dan Nakagawa, Fepa, Tarita de Souza, Gustavo Kurlat e Fabiano Augusto.

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A Vila Maria Zélia, que completa 99 anos este mês, localiza-se no bairro do Belenzinho. Trata-se do espaço onde, desde 2004, o Grupo XIX de Teatro desenvolve seu trabalho de residência artística em intenso processo de pesquisa, difusão e formação graças ao trabalho contínuo em colaboração com a comunidade.

Entre as apresentações e performances será realizado um grande leilão com itens doados ao grupo, como roupas, CDs, livros, ingressos para shows e espetáculos, jantar para duas pessoas em restaurantes como Carniceria e Riviera, entre outros.

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A peça Hysteria

No final do século XIX, nas dependências de um hospício feminino, cinco personagens internadas como histéricas revelam seus desvios e contradições – reflexos diretos de uma sociedade em transição, na qual os valores burgueses tentavam adequar a mulher a um novo pacto social. Cenicamente, abdica-se do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação, optando-se por um espaço não convencional, onde a plateia masculina é separada da feminina que é convidada a interagir com as atrizes. Esta interação, aliada a textos previamente elaborados, gera uma dramaturgia híbrida e única a cada apresentação.

Primeira peça do grupo estreou em 2001 e ganhou 5 prêmios, incluindo  o de revelação teatral pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de ter sido indicada para o Prêmio Shell de Teatro. Soma mais de 350 apresentações em mais de 80 cidades brasileiras e 14 cidades no exterior. No ano de 2005, o grupo cumpriu uma temporada de dois meses em 8 cidades francesas por ocasião do Ano do Brasil na França. Em 2008, na Inglaterra, apresentou-se em Londres e Manchester a convite do Barbican Center e do Contact Theatre. Em 2009, participou do projeto Palco Giratório do SESC, realizando apresentações em 58 cidades das 5 regiões do Brasil.

LEILÃO REFORMA DO ARMAZÉM XIX
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
15/05
Domingo – 15h às 18h
 
15h – Espetáculo Hysteria com Grupo XIX de Teatro. Ingressos: R$100,00 e R$50,00. http://www.sympla.com.br
Com Com Evelyn Klein, Mara Helleno, Janaina Leite, Juliana Sanches e Tatiana Caltabiano
Duração 70 minutos
Recomendação 14 anos
 
16h30 – Shows com artistas convidados + leilão: Ingressos: grátis.
 
Direção: Luiz Fernando Marques.
Criação, pesquisa de texto e figurinos: Grupo XIX de Teatro.
Produção Executiva: Vanessa Candela.
Produção: Grupo XIX de Teatro.

 

ESPAÇOS INVISÍVEIS

Para abrigar os funcionários da sua tecelagem numa miniatura de cidade europeia, como se fosse um bairro à parte do Belenzinho, o industrial Jorge Street (diretor trabalhista no governo Vargas, em 1931) trouxe da França um arquiteto. Paul Pedraurrieux projetou a primeira vila operária do Brasil, pertinho da filial da Cia Nacional de Tecidos de Juta.

Inaugurada com capela, duas escolas, armazéns, ambulatórios médicos e praça, em 1917, e tombada em 1992, a Vila Maria Zélia não pode bem ser chamada de patrimônio histórico.  Boa parte das duas centenas de casas está desfigurada e construções preciosas em ruínas. Uma delas, a Escola de Meninas (propriedade do INSS) recebe a Cia. Damas em Trânsito e os Bucaneiros. O espetáculo de dança e música Espaços Invisíveis cumpre temporada gratuita aos sábados e domingos, às 14h, até 27 de março, com direção de Alex Ratton Sanchez. Compõem o corpo de bailarinos-criadores Carolina Callegaro, Clara Gouvêa, Ciro Godoy, Laila Padovan e Larissa Salgado, que tocam em cena acordeom, bateria, violino e percussão. A trilha é orquestrada ao vivo pelo pianista Gregory Slivar. Fause Haten bolou os figurinos.

Larissa Salgado. Foto de Clarissa Lambert.jpg

Integrando a mostra de repertório comemorativa dos dez anos do grupo paulistano, criado no Bexiga em janeiro de 2006, a performance é inspirada na cidade de São Paulo, em sua relação com os habitantes, ritmo e lugares. As possibilidades de viver e pensar o espaço habitado que os artistas propõem trocar com o público – não a metrópole real, mas a imaginária e sentida, remetem às cidades invisíveis, de Italo Calvino. O público ficará livre para percorrer o espaço. “Todo mundo estará no meio da cena. Queremos provocar a sensação de descoberta como a de quem chega a uma cidade nova com olhar curioso”, afirma o diretor Alex Ratton Sanchez.

Os figurinos de Fause Haten foram desenvolvidos com roupas já confeccionadas. “Uma saia é feita com uma camisa ou por várias saias, por exemplo; e camisetas viram tecido para outra peça. Inspirado pelas interferências artísticas dos bailarinos na cidade, peguei roupas de outras pessoas que andaram pelas ruas para grudar no corpo deles, em visuais híbridos, de feminino e masculino, de criança, punk, esportivo e glamouroso”, explica o estilista.

Sobre a performance

Espaços Invisíveis estreou no subsolo do Paço das Artes em agosto de 2013, sem divisórias entre plateia e palco. Diferentemente desta nova temporada na Vila Maria Zélia, o público podia escolher se acomodar em uma prancha móvel (com rodas e cadeiras fixadas, ser pedestre, usar a própria bicicleta ou pegar uma emprestada com a produção do espetáculo. A ideia era possibilitar ver a performance de formas variadas, fazendo um paralelo com as opções de locomoção urbana.

A encenação dá continuidade à mostra comemorativa de dez anos de atividades da trupe. Sua primeira obra, Ponto de Fuga, foi revisitada de forma intimista: na casa do pintor e escultor italiano Gaetano Miani (1920 – 2009), em dezembro último.
Damas em Trânsito e os Bucaneiros. Foto Clarissa Lambert

Espaços Invisíveis – Cia Damas em Trânsito e os Bucaneiros
Com Carolina Callegaro, Ciro Godoy, Clara Gouvêa, Laila Padovan, Larissa Salgado e Gregory Slivar. Direção musical: Gregory Slivar.
Vila Maria Zélia (Ponto de encontro: Armazém XIX (sede do grupo XIX), Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
Duração 60 minutos
05até 27/03
Sábado e Domingo – 14h
Recomendação livre
Entrada gratuiia
Reservas: espacosinvisiveis@yahoo.com.br (É necessário chegar 15 minutos antes da apresentação. Capacidade: 40 pessoas.)
Ficha técnica
Concepção: Cia Damas em Trânsito e os Bucaneiros.
Direção: Alex Ratton Sanchez.
Preparação corporal: Cristiano Karnas, Letícia Sekito e Silvia Leblon.
Grafite: Luciano Lucko.
Figurino: Fause Haten.
Cenário: Cia.
Damas em Trânsito e os Bucaneiros.
Participação especial: Maria Olinda.
Produção: Mariana Pessoa e Paula Sassi.

TEOREMA 21 (OPINIÃO)

Voltamos a Vila Maria Zélia para assistir a mais uma obra do Grupo XIX de Teatro. Depois de Hygiene, era a hora de ver a estreia do novo trabalho – Teorema 21

Pelo que lemos pelo release e pelas críticas nas mídias, a peça é baseada no filme Teorema (1968), do cineasta Pier Paolo Pasolini. Não vimos o filme (a única obra que conhecemos é Saló ou 120 dias de Sodoma – que fala sobre uma temática recorrente: erotismo e política). Mas como já conhecíamos o trabalho do grupo e também do seu diretor e do autor da peça, fomos com a mente aberta.

(Abrimos um parênteses – depois da peça, na hora de escrevermos a Opinião, fomos pesquisar sobre o filme. Sim, ao conhecer a obra de Pasolini teria-se uma outra compreensão da peça; mas caso não dê para ler e/ou ver o filme, não há problema, pois a montagem do grupo é mais do que suficiente e satisfatória. Você ficará pensando bastante sobre o que viu no caminho de volta para casa e por durante a noite).

A apresentação começa com um filme, apresentado no armazém da Vila. Vemos cenas do original de Pasolini, enquanto um dos atores (que não aparece) vai narrando o que está acontecendo.

Neste momento, cenas externas ao Armazém, fundem-se e misturam-se com as do filme. É nos avisado que devemos seguir um personagem que vai caminhando por uma rua. Nesta hora saímos e vamos em direção a antiga escola para meninas da Vila Maria Zélia, transformada agora – na peça – em uma antiga residência.

Ao entrarmos pelo lar abandonado, aos pedaços (assim como perceberemos que também está a família da qual veremos a história), encontramos numa “sala” cadeiras giratórias espalhadas. Cada um vai ocupando sua cadeira, até que começa a peça.

Uma família burguesa – pais e um casal de filhos – retorna, junto com sua empregada, para a antiga casa onde moraram. A casa não está mais como era. Está tudo mudado. Eles estão mudados. Os filhos cresceram. Mas de onde eles vêm? Por que estão de volta? O que aconteceu com eles?

Enquanto a peça desenrola,  você vai girando sua cadeira para acompanhar a movimentação dos atores pelo espaço da antiga escola para meninas da vila. Então seu ponto de vista muda. O seu foco muda. Sua percepção muda. Você já fica pronto para virar a cadeira ao menor estímulo. É uma peça que apesar de não ser participativa, o público faz parte da história. Afinal estamos no palco, trocamos olhares – de perto – com os atores com mais força e mais repetição.

Até que chega um telegrama falando que alguém vai voltar. Mas quem? De onde? E do nada, o estrangeiro, o estranho surge na vida daquela família. Ele veio para provar um teorema (segundo o dicionário Aurélio, Teorema é “proposição que, para ser admitida ou se tornar evidente, necessita de demonstração.”) de que as famílias burguesas acabaram de verdade. Daí para frente, não se pode falar mais para evitar que as surpresas sejam reveladas.

Vale muito a pena assistir a peça – tanto pelo texto e atuação, quanto pelo cenário da escola onde é apresentada a montagem. Como já dito anteriormente, esta proximidade com os personagens, a força e a atualidade do texto, fazem com que você saia pensando se o que você viu também não faz parte da sua realidade. (e dá para se ter várias análises sobre o que foi visto).

Não deixe de ler as outras várias matérias que fizemos sobre o Grupo XIX de Teatro e também sobre a Vila Maria Zélia.

Teorema 21
Com Grupo XIX de Teatro – Bruna Betito, Emilene Gutierrez, Janaina Leite, Juliana Sanches, Paulo Celestino, Rodolfo Amorim e Ronaldo Serruya.
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
Duração 75 minutos
22/01 até 05/03
Sexta, Sábado e Domingo – 18h
Recomendação 18 anos
Entrada gratuita (Informações e reservas, de terça a sexta-feira das 14 às 18h – (11) 2081-4647)
Estacionamento gratuito.
 
Dramaturgia Alexandre Dal Farra.
Direção Luiz Fernando Marques.
Dramaturgismo Janaina Leite.
Produção Executiva Vanessa Candela.
Cenografia Luiz Fernando Marques e Rodolfo Amorim.
Figurinos Juliana Sanches.
Contra-regra Luciano Morgado.
Assistência de Produção Marilia Novaes.
Assistência de Figurino e adereços Gabriela Costa.
Provocadores do processo Eleonora Fabião, Marcelo Caetano, Miwa Yanagizawa, Luis Fuganti e Bruno Jorge.
Preparação Corporal (parkour) Diogo Granato.
Assessoria de Imprensa Adriana Balsanelli.
Produtor de Conteúdo Midias Sociais Jonatas Marques.
 
Site do grupo – www.grupoxix.com.br
Vídeo

Grupo XIX de Teatro

Conversamos com Juliana Sanches, que é atriz, coreógrafa e cofundadora do Grupo XIX de Teatro, durante a última Domingueira XIX (evento mensal que reúne peças de teatro, música, performance, exposições na Vila Maria Zélia – São Paulo).

Juliana falou sobre o porquê do nome do grupo; as origens; a mudança para a Vila Maria Zélia e o relacionamento com os moradores. Ao término da conversa, foi apresentado o novo trabalho do grupo – “Teorema”, que estreia no dia 19 de novembro, na Domingueira do mês, na Vila Maria Zélia.

Aproveitamos para colocar os links para as outras matérias já feitas sobre o grupo e a Vila.

Dois Grupos Teatrais e um pouco de História

Registro fotográfico sobre a Vila Maria Zélia

A história da Vila Maria Zélia

V Domingueira XIX

Neste domingo, 04 de outubro, acontece mais uma “Domingueira XIX” na Vila Maria Zélia.
Será uma série de atividades como performance com teatro, teatro com dança, dança com parkour, música erudita com teatro popular. Esse é o clima da mistura que o Grupo XIX de Teatro promove em mais uma edição da Domingueira 19.
A peça Hysteria também está na programação que encerra com a peça Concerto de Ispinho e Fulô, da Cia do Tijolo. Tudo com entrada gratuita.
Programação da V DOMINGUEIRA
13h30 – Espetáculo Hysteria com Grupo XIX de Teatro
15h30 – Experimento cênico Famigerado com o grupo Silenciosas + GT’Aime
17h30 – Espetáculo Récita –Tudo Aquilo Que Chama a Atenção, Atrai e Prende o Olhar com Barbara Biscaro e Fernando Bresolin
19h30 – Espetáculo Concerto de Ispinho e Fulô com a Cia do Tijolo
Será um dia de encontro, de festa e cultura que habitará as ruas, praça e armazéns da Vila, oferecendo à cidade uma experiência viva desse espaço tão diferenciado.
O Opinião de Peso já foi e voltará neste domingo. E você?
‪#‎vempradomingueira‬ ‪#‎vempravila‬ ‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎VáAoTeatro‬‪#‎OpiniãoDePeso‬ ‪#‎DomingueiraGrupoXIX‬ ‪#‎GrupoXIXDeTeatro‬‪#‎AdrianaBalsanelliAssessoria‬

V Domingueira do Grupo XIX
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
04/10
Domingo – 13h às 21h
Entrada Gratuita
Acesso para deficientes físicos.
Informações e reservas, de terça a sexta-feira das 14 às 18h.
Estacionamento gratuito.
Site – www.grupoxix.com.br