ALICE NO PAÍS DO IÊIÊIÊ

Para embalar com categoria sua nova produção teatral destinada a crianças e suas famílias, Frederico Reder convidou a premiada atriz e diretora Carla Candiotto, nome de destaque no cenário de teatro infantil, para escrever o texto e dirigir Alice no País do IêIêIê.

Para a encenação, a experiente Carla precisava de uma trama para encantar os pequenos sem deixar de envolver os mais velhos, uma das marcas registradas do trabalho da atriz e diretora. Assim, criou o enredo costurando a história ao redor de canções que foram sucessos de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (O Calhambeque, Ele é o Bom, Meu Bem, Não Quero Ver Você Triste Assim, Negro Gato, Quero que Vá Tudo para o Inferno, Festa de Arromba), Rita Lee (Esse Tal de Rock’n’roll e Sucesso Aqui Vou Eu) e Ronnie Von (Meu Bem, versão para Girl de Lennon e McCartney).

 Na Alice de Carla Candiotto, a sonhadora personagem-título é uma menina deslocada, que foge aos padrões e sofre bullying na escola. Graças ao avô, dono de lojinha de discos e amante da Jovem Guarda, ela vai ganhar uma força e ir ao encontro do que sabe fazer de melhor: cantar. Estimulada e inspirada pelo avô, Alice descobre sua coragem para cantar. Ela embarca, então, num mundo de fantasias, quando é engolida pela radio vitrola portátil e transportada para a década de 60. Vai parar no auditório de um programa de TV, encontra o Coelho/Produtor, os personagens Boyzão, Boyzinho, Boyzudo e Boyzeco e a Cantora Diva até chegar ao Rei.

Em suas aventuras, Alice enfrenta muitos perigos até conseguir voltar para o mundo real. “Com a força e o empurrãozinho do avô, que sempre acreditou na neta, Alice se enche de coragem e determinação para ir atrás de seu desejo de cantar“, diz a diretora, completando que a peça, além de homenagear os anos 60, mostra o quanto é importante a criança receber o incentivo da família para se desenvolver.

 

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Alice no País do IêIêIê
Com Amanda Doring, Deborah Marins, GiuMallen, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Pedro Arrais, Rodrigo Naice, Rosana Chayn e Victor Maia.
Theatro Net São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º andar (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 60 minutos
17/06 até 30/07
Sábado e Domingo – 15 horas
$50/$90
Classificação livre

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Aos primeiros acordes da abertura da ópera “O Guarani” (Carlos Gomes), abrem-se as cortinas do espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical“, no palco do Theatro Net São Paulo.

O espetáculo, criado por Frederico Reder e Marcos Nauer, retrata – através de projeções de fotos e filmes – o que aconteceu no nosso país e no mundo durante a década de 60. E como estamos falando de teatro musical, a história é embalada por canções do mesmo período.

O que é um Documentário Musical

Nem os autores sabiam. O formato era algo inovador no gênero do Teatro Musical.

O que ambos sabiam era o desejo que Frederico Reder tinha por fazer um musical com a Wanderléa, segundo Marcos Nauer. Era uma relação de fã e ídola. Do convite até o sim, durou aproximadamente um ano.

O musical conta a história do mundo durante esta década. Não há um protagonista específico. Os autores criaram três fios condutores que atravessam o período: a exploração espacial pelos Estados Unidos e União Soviética; o desenvolvimento da juventude (já que até os anos 50, de criança passava-se direto para adulto) e a transformação do papel da mulher na família e sociedade.

Para contar a história, os autores também recorreram aos meios de comunicação. No prólogo, é mostrada a década de 20, com o início das transmissões de rádio no país. E passam-se quatro décadas, até chegar a década de 60, com a televisão e o cinema (o palco do teatro é uma grande televisão – que vai do preto e branco até a em cores).

O musical segue uma estrutura cronológica, que vai mostrando os fatos mais importantes, bem como as músicas lançadas, ano após ano. Há uma intercalação entre os momentos de projeção de filmes e fotos, com o dos atores no palco.

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60! Década de Arromba – Doc. Musical

Pelo palco do Teatro NET São Paulo desfilam cerca de 100 canções desta década, por cerca de 180 minutos, interpretadas por um elenco de 23 jovens atores/cantores. (Não há como destacar um só. Todos têm o seu momento de destaque. São a nova geração de atores do nosso Teatro Musical brasileiro)

Wanderléa aparece ao final do primeiro ato, com a canção “Ternura” (1965), que veio lhe dar o apelido de Ternurinha. É um dos momentos mais aguardados pela plateia. Depois ela volta para cantar outros clássicos, como “Pare o Casamento” (1966), “Pode vir quente que estou fervendo” (1966) e “Te Amo” (1967). Ela encerra o espetáculo com “Foi Assim” (1969) e “É preciso saber viver” (1968).

Durante o espetáculo, algumas cenas marcam emocionalmente a plateia: a construção do Muro de Berlim (1961), tragédia do Gran Circo Norte Americano em Niterói/Rio de Janeiro (1961), o envio dos jovens para lutar no Vietnam (1963), a censura durante o tempo da ditadura (1968); além da perda de personalidades, como Marylin Monroe (1962) e John Kennedy (1963).

Mas também há espaço para o humor. Podemos destacar os atores Rodrigo Naice e Tauã Delmiro, que além de interpretarem vários papéis, cuidam do número de plateia (começo do segundo ato). Ambos são duas freiras que irão reger o público num número musical.

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Os próximos Doc. Musicais

Marcos Nauer disse que, devido a receptividade do público carioca (a temporada inicial prevista era de dois meses, ficaram cinco) e do público paulista, já estão previstos os Doc. Musicais dos anos 70, 80 e 90. “2000 ainda não porque está muito perto.” As pesquisas já começaram. E conjuntamente, Marcos está escrevendo “As Vozes que Mudaram o Mundo“, um outro doc. musical que retrata as vozes negras femininas na América.

Ficou com vontade de ver alguns números musicais? Vá na nosso canal do youtube, que publicamos oito vídeos.

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60! Década de Arromba – Doc. Musical
Com Wanderléa, Amanda Döring, André Sigom, Bel Lima, Camila Braunna, Deborah Marins, Erika Affonso, Ester Freitas, Fernanda Biancamano, Gabi Porto, Giu Mallen, Jade Salim, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Marcelo Ferrari, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossatto, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro, Victor Maia.
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 180 minutos
10/04 até 27/08
Quinta e Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 17h
$50/$220
Classificação 12 anos
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Daniela Sanchez
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtores Associados: Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr

TERÇA INSANA – GRACE GIANOUKAS RECEBE

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, será palco do mais novo projeto da Terça Insana Produções Artísticas. Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe cumpre temporada às terças-feiras, em março, nos dias 14, 21 e 28 de março. As sessões acontecem às 20h30.

O espetáculo tem um formato de talk show teatral, no qual Grace Gianoukas recebe convidados, personagens, espíritos, encomendas, sustos e o público, ao lado dos atores Darwin Demarchi e Rita Murai, que integram o elenco da Terça Insana desde 2015.

Transformando o teatro em avião e o público, em passageiros de um vôo fictício, Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe diverte ao fazer uma reflexão bem-humorada sobre o Brasil, enquanto a nave não decola. Tudo com a irreverência que consagrou o projeto Terça Insana.

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Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe
Com Grace Gianoukas
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360.- Vila Olimpia, São Paulo)
Duração 90 minutos
14 a 28/03
Terça – 20h30
$40/$100
Classificação 16 anos

A CASA DOS BUDAS DITOSOS

O Theatro NET São Paulo recebe A Casa dos Budas Ditosos, com a atriz Fernanda Torres, em curta temporada de 10 a 26 de março, sextas às 21h, sábados às 21h e domingos às 18h.

O espetáculo é uma versão para teatro, assinada pelo diretor Domingos de Oliveira, do romance clássico do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro. Em cena, uma libertina sexagenária narra, sem nenhum pudor, passagens de sua vida sexual, evocando a felicidade e a luxúria.

Fernanda Torres vive a rica personagem – identificada apenas pelas iniciais CLB – do monólogo picante, cômico e filosófico. Maior sucesso da carreira teatral da atriz, o espetáculo estreou em 2003 e segue carreira. A peça já rendeu à atriz o Prêmio Shell em São Paulo e o Prêmio Qualidade Brasil de melhor atriz, diretor e comédia em 2004.

Para viver a personagem, Domingos de Oliveira pensou que precisava de alguém que soubesse transitar por todas as idades, pelas diversas fases da personagem. Ao diretor, pareceu que uma atriz que estivesse entre os 35 e os 40 e poucos, a melhor idade na vida de qualquer mulher, segundo a baiana do livro, seria o ideal para criar essa diversidade.

A encenação é clean, limpa. No palco nu, a personagem está sentada, acompanhada apenas de alguns objetos, entre eles o livro Nossa Vida Sexual, de Fritz Khan, da biblioteca do avô da personagem – encontrado em um sebo de São Paulo – e os dois Budas Ditosos.

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A Casa dos Budas Ditosos
Com Fernando Torres
Theatro NET SP – Shopping Vila Olímpia (R. Olimpíadas, 360 – Vila Olimpia, São Paulo )
Duração 90 minutos
10 a 26/03
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50/$150
Classificação 18 anos
 
Autor: João Ubaldo Ribeiro
Direção: Domingos de Oliveira.
Dramaturgia: Domingos de Oliveira e Fernanda Torres.
Direção de arte: Daniela Thomas.
Figurino: Cristina Camargo.
Light Designer: Wagner Pinto.
Tilha sonora: Jonas Rocha e Domingos de Oliveira 
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

 

O NATAL DE PATATI PATATÁ

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, recebe o espetáculo musical O Natal de Patati Patatá, nos dias 3, 4, 10, 11, 17 e 18 de dezembro, sábados e domingos, às 11h e 15h. 

Os palhaços mais amados da criançada trazem sucessos de carreira junto a canções natalinas conhecidas por todo o público em um novo cenário com figurinos e efeitos especiais que misturam o colorido da dupla e as cores do Natal.

Alguns dos novos personagens da série Parque Patati Patatá – no ar, de segunda a domingo, no canal Discovery Kids – também participam do espetáculo. Nutrícia, a avestruz chef de cozinha, e o atrapalhado vilão Azedo Azedume irão dividir o palco com os palhaços.

No espetáculo, o vilão faz de tudo para atrapalhar as comemorações de fim de ano e deixar o Natal mais triste.  A dupla Patati Patatá vai tentar ajudar o Papai Noel e garantir que ele possa visitar todas as crianças na noite de Natal.

A partir daí, a alegria contagiante e marcante da dupla, com sua famosa risada “hi hi hi”, se une ao tradicional “ho ho ho” do Bom Velhinho e tudo se transforma numa festa mágica.

 

O Natal de Patati Patatá
Com Patati Patatá
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360.- Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 90 minutos
03 a 18/12
Sábado e Domingo – 11h e 15h
$50/$120
Classificação livre

UMA SAUDAÇÃO A WHITNEY HOUSTON

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, recebe Vanessa Jacksonno dia 15 de novembro, terça-feira, às 21h15, para nova apresentação do show Uma Saudação a Whitney Houston.

Depois do sucesso do primeiro show em homenagem cantora e também atriz norte-americana Whitney Houston, Vanessa Jackson acompanhada por back-vocals, músicos e grande elenco, traz canções que encantaram públicos de todo o mundo.

Algumas das músicas que os fãs poderão ouvir são Wanna Dance With Somebody, Saving All My Love For You, I Look fazem parte do repertório, além de uma sessão especial dedicada aos filmes que interpretou como Falando de Amor, Cinderela, Um Anjo Em Minha Vida e o clássico O Guarda Costas.

Com figurino baseado nos originais que marcaram a carreira de Whitney e com coreografia do americano Nathan Aaron Coder, o espetáculo é dirigido e montado pelo carioca Rafael Mello, formado em Dança e que entre 2007 e 2015 viajou o mundo em turnês dos shows Side Story, Saturday Night Fever e HairSpray.

Sobre Whitney Houston

Ao longo da carreira, Whitney gravou sete álbuns, teve três compilações lançadas e integrou três álbuns de trilhas sonoras de filmes, com um total de 55 singles lançados e 11 em 1º no Hot 100 da Billboard USA. Vendeu mais de 200 milhões de álbuns e ganhou mais de 600 prêmios, que incluem sete Grammys, 31 Billboards, 22 AMA’s, a Emmy in 1896 e um Óscar em 1999 pela canção When You Believe (dueto com Mariah Carey).

Sobre Vanessa Jackson

Vanessa Magno Moraes, mais conhecida como Vanessa Jackson (São Paulo, 19 de outubro de 1981), é uma cantora, compositora e atriz brasileira. Ficou famosa por vencer a primeira edição do programa Fama, na Rede Globo em 2002. Doze anos depois, também saiu vencedora do programa Esse Artista Sou Eu, no SBT. Atualmente faz shows e eventos corporativos.

 

Uma Saudação a Whitney Houston
Com Vanessa Jackson
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 90 minutos.
15/11
Terça – 21h
$60/$140
Classificação 12 anos

FOREVER YOUNG

Imagine que muitos anos se passaram, e os ídolos da sua juventude agora estão velhos. Quase centenários. Seus corpos, instrumentos de trabalho, não respondem mais da mesma forma. A voz falha. O humor não é o mesmo. Apenas o brilho no olhar deixa transparecer que suas essências permanecem. Eles ainda amam o bom (e velho) rock’n roll.

Num antigo teatro transformado em asilo, essas estrelas do passado se divertem e fazem mil planos de dominação mundial – enquanto a enfermeira não volta, claro. É esta a proposta da comédia musical “Forever Young”, iniciando oficialmente sua temporada dia 19 de agosto no Teatro Raul Cortez da Fecomércio.

O produtor Henrique Benjamin, que se deparou com o sucesso estrondoso da peça do suíço Erik Gedeon em Madri, esclarece que não se trata de um musical blockbuster (embora tenha sempre casa lotada por onde passe): “temos um cenário modular, o que facilita muito a circulação da peça por cidades onde não haja a estrutura gigantesca necessária a muitos musicais que conhecemos. Além disso, o elenco enxuto traz flexibilidade para a produção”.

Por falar em elenco, o produtor tirou a sorte grande. Jarbas Homem de Mello, Paula Capovilla, Marcos Tumura, Cláudia Ohana e (estreando em musicais a convite do diretor, Jarbas) Carmo Dalla Vecchia são os idosos protagonistas. Miguel Briamonte assina a Direção Musical e vive o pianista do asilo. A enfermeira “carrasca” é interpretada por Fafy Siqueira. Os stand-ins são igualmente espetaculares: nos papeis femininos, a substituição caberá a Naíma; os rapazes serão eventualmente vividos por Rodrigo Miallaret.

Em cena, os anciãos Jarbas, Paula, Tumura, Cláudia e Carmo pegam emprestado mais do que os nomes dos atores. Cada personagem tem um pouquinho da identidade de seu intérprete. “Fizemos ainda um trabalho com a preparadora Renata Melo de descobrir como os nossos corpos envelheceriam, quais seriam as limitações de movimento, de fala, de cada um”, diz Cláudia.

Já na Direção-geral, Jarbas afirma que buscaram trazer o tema para o Brasil, para “os nossos velhinhos”. Na trilha sonora, além de clássicos internacionais dos anos 60, 70 e 80, o maestro Briamonte incluiu Raul Seixas, Tim Maia, Ernesto Nazareth e outros compositores brasileiros. “Somos nós. Este é o nosso universo”, diz ele. Algumas composições incidentais são do próprio Miguel Briamonte, em parceria com Fafy Siqueira.

A conversa com a imprensa, regada a café passado na hora e amanteigados caseiros, teve clima de tarde chuvosa na casa da avó. Foi um bate-papo delicioso sobre como retratar de forma leve a exclusão social da terceira idade (sem deboche ou caricatura), longevidade no Brasil e a arte de envelhecer com otimismo. Afinal de contas, 2050 (quando teoricamente se dá a ação da peça) é daqui a 34 anos. Está logo ali.

Diante de uma questão quase filosófica (“Qual chama vocês esperam que não se apague quando tiverem 90 anos?”), os artistas responderam em uníssono: “a alegria“. Depois citaram também a curiosidade e a vontade de olhar sempre para frente como metas de vida. Fafy ainda acrescentou que tem certeza de que estará “fazendo tudo o que faz agora” (atuando, compondo, cantando, produzindo… Nós esperamos que sim!).

De fato, com um grupo tão fenomenal de “velhinhos”, a conclusão da conversa não poderia ser outra: só fica velho quem não se diverte.

(colaboração e fotos – Rebecca Celso)12278906_10153839933960337_6738104131258837289_n

Forever Young
Com Claudia Ohana,  Carmo Dalla Vecchia, Jarbas Homem de Mello, Marcos Tumura, Paula Capovilla e Fafy Siqueira
Piano: Miguel Briamonte
Stand In: Naíma 
Theatro Net SP – Shopping Vila Olímpia (R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 90 minutos
04/11 até 18/12
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50/$100
Classificação 10 anos
Autor: Erik Gedeon
Direção Geral: Jarbas Homem de Mello
Supervisão Artística/tradução/adaptação: Henrique Benjamin
Direção Musical e canções adicionais: Miguel Briamonte
Supervisão Cenográfica: Luís Rossi
Figurino: Paulette Pink
Visagismo: Hugo Daniel
Designer de Luz: Fran Barros
Designer de Som: Rafael Caetano
Produção Geral: Henrique Benjamin e Sandro Chaim
Assessoria de Imprensa: Marra Comunicação
Lei de Incentivo à Cultura Proac
Patrocínio:  Eurofarma e Prevent Senior
Apoio:  Supermercado Sonda e Tubos Ipiranga
Transportadora Oficial:  Avianca
Promoção: Globo
Realização: Coisas Nossas Produções, Benjamin Produções,  Chaim XYZ Produções, Governo de São Paulo, Secretaria da Cultura e Ministério da Cultura, Governo Federal